História Ero Monogatari - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Bizarrice, Drama, Ecchi, Escolar, Ficção, Novel, Psicológico, Romance, Seinen, Vielinha
Visualizações 4
Palavras 1.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Romance e Novela, Seinen, Suspense
Avisos: Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Monogatari 01: Toki Seikatsu a Inexistente


 

Já se passaram vários meses, após o inicio do ano escolar. Os alunos já haviam formado suas panelinhas de amizade, inclusive eu o antipático Yohan tinha amigos.

Mas ao longo dos dias, fui percebendo uma pessoa, uma pessoa que não se encaixava com nenhuma das outras... uma inexistente e linda pessoa. Ela era linda, seus cabelos balançavam ao vento que soprava, cabelos castanhos e curtos até o ombro, que dançavam com o vento. Pele pálida e uma pinta de baixo do olho esquerdo, um pontinho preto. Usando o clássico uniforme escolar, de blusa branca com lacinho sobre o peito, e saia preta até o joelho. Seus olhos negros refletiam os livro que ela estava lendo.


Não sabia nada sobre a senpai.


Talvez ela seja uma pessoa sem objetivos e vontades na vida. Eu sou uma dessas pessoas, bem, pelo menos eu era. Ficava sentado esperando que um objetivo apareça.

Um momento, eu acabei mudando, e me interessando por amigos, namoros e criando um objetivo para dar sentido a seguir na vida. Fortalecendo minhas amizades, quando fui ver minha personalidade já tinha mudado, e eu estava feliz.

Personalidades são formadas em respostas a estímulos do ambiente exterior, tanto para o bem tanto para o mal. Eu gostaria de saber mais sobre a personalidade da senpai. Toki-senpai...


"Toki-senpai?"... Tommy tinha acabado de citar seu nome na conversa. 

Estavamos sentados, na sala depois das aulas terminarem. Eu estava preparando os documentos do clube de literatura.


"Sim, ouvi sobre ela dos outros alunos. Ela não conversa com ninguém, e fica sozinha nos cantos da escola, apenas lendo seu livro" 


"Mas ela me ignorou como ignora todos, poxa isso não se faz com uma pessoa que só quer o bem, igual a mim"... disse Tommy debochando do fato de ser ignorado.


"Eu também gostaria de conversar com a senpai, porém eu não tive a oportunidade"


"Toki não é um nome meio incomum? tipo "Toki" é "Tempo" em japonês, é um nome meio incomum"... disse Tommy intrigado com o nome estranho.


"Isso combina com ela afinal, não é? Ela passa seu tempo lendo livros sozinha, como se ela vivesse em outro tempo ou mundo" 


"Dizem que a literatura, é uma porta de escape para outros mundos, criados a partir da imaginação do leitor ao ler um livro. Ela penas está em outro lugar ao mesmo tempo que não, ela nem deve perceber o tempo passar"


Imaginar um cenário, ação, momento através de uma narrativa é algo interessante, sempre me vi nessa situação. Uma outra realidade criada sobre um incentivo narrativo.


"Sua maneira de viver é a mesma que eu tinha, no colegial. Sempre antipático, sempre lendo livros, e ignorando as pessoas"


Eu realmente mudei com o tempo.


"Alguém sabe sobre a vida da Toki-senpai?"


"Bem, tudo que sabem sobre ela, é o que se vê na escola. Ela sempre tem as mesmas rotinas. Dizem que ela tem uma casa normal, e uma vida normal. Nunca foi de socializar com outros alunos, desde quando era bem mais nova"... respondeu Tommy.


Isso era estranho, um estudante nessa idade acabar se isolando, ela ignorava todos que tentavam se aproximar, acabando por ser desagradável tentar alguma interação com ela. Então à apelidaram de "Inexistente Seikatsu".


Inexistente Seikatsu.


Ela cada vez mais se parecia com minha antiga personalidade, fria e antipática. Ela talvez seja uma pessoa com depressão, mas não tem como saber se ela afasta todos de perto de si. 

Talvez ela seja convencida de sua beleza, e afasta quem ela não seja do mesmo nivel. 


"Eu realmente fiquei chateado, ela apenas me ignorou como se eu não estivesse ali. Eu sou a pessoa mais amigável desse mundo!"... murmurou Tommy.


"Eu não aguentaria ficar sem conversar, isso chega a ser triste. Ela deve guardar tantas coisas só pra si, eu preciso, necessito de ter amigos, eu gosto de me divertir e conversar, sempre sou animado... meh senpai é muito má"... se esticou sobre a mesa, fazendo birra em voz alta.


Tommy era meu melhor amigo, apesar de normal ele era alguém extremamente simpático, sempre tinha tempo pra conversas. Era amigável com todos, e conseguia manter diálogos com todos os tipos de pessoas. Seu carisma poderia facilmente o fazer ser um apresentador de TV, um representante e até mesmo ator, essas suas qualidades notáveis.


"Bem, eu vou indo, tenho de ajudar meu tio a fazer as mudanças... bye bye"... levantou-se, recolheu a bolsa e foi embora.


Já havia terminado os documentos do clube, me levantei e fui em direção ao corredor. Já era 17:00, escola vazia, e acabou iluminada pelo avermelhado tom do sol, no fim de tarde.

Apenas silêncio, e o som de meus passos quebravam esse silêncio. Caminhei para a porta de said do segundo bloco de salas, e no meio entre os dois blocos. Avistei por de baixo de uma árvore uma garota, que mau conseguia ver seu rosto no escuro.


"É a Seikatsu-san!"... falou uma voz, que passou os braços por debaixo dos meus, me abraçando, forçando seus peitos em minhas costas... "Dynna-senpai".

"você me assustou".


"Ora Yohan-kun, já disse para não ser formal comigo".


"Me desculpe".


Dynna era minha amiga, uma pessoa inteligente e animada, sempre tirou notas altas, e sempre foi um exemplo de conduta... mas, ela está mais para uma depravada, tarada do que um exemplo. Ela foi quem mais me ajudou, me forçando a ser uma pessoa mais aberta a outras pessoas. Seus estímulos me fizeram ser parte do que sou agora. 
Quando menos percebi, já estava cheio de amigos, e conversando com várias pessoas. 

Ela era bonita o suficiente para arrancar suspiros de homens e até mulheres. Mas... ela ainda era alguém madura.


"Sabe... eu me preocupo com a Seikatsu-san. Ela sempre está ali... parada, já me ignorou quando fui tentar me aproximar dela. E quando fui insistindo... ela acabou sendo hostil"


Hostilidade... um meio de defesa talvez ?


"Ela criou uma barreira para se proteger das pessoas, ela realmente não queria viver nesse mundo, isso me preocupa. Uma pessoa como ela acaba tendo dificuldades no futuro. Mau relacionamento com as pessoas, acaba por inutilizando ela em trabalhos de equipe, ou até mesmo em relações futuras. Uma adulta sem vida".


"Ela poderia acabar tirando a própria vida, isso seria triste. Quero vê-la sorrir, e mudar essa expressão rigida de alguém triste. Sei que ela tem problemas, mas, se ela não conta como pode os resolver?"...


Isso mesmo, eu não lembrava que Dynna era tão preocupada com os outros. Ela trata geralmente todos bem, mas ela estava seria quando falava sobre Toki-senpai. 

Não me lembrava que a Senpai seria, era tão bela, ainda mais com a luz do sol refletindo em sua pele.


"Yohan-kun, é por isso que Seikatsu-san será seu primeiro alvo!. Você vai se tornar amigo da Seikatsu-san e conquista-la amorosamente".


Para criar o romance de mais alto nível. Dynna criou a meta de conquistar 10 mulheres, de personalidades e problemas diferentes... "Se fosse pra dar um numero de dificuldade, que você vai ter, seria 2".


Para ser amigo da Toki-senpai, eu deveria quebrar sua barreira de defesa, suportar sua hostilidade e conquista-lá. Meu primeiro alvo para obter experiência.



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