História Eros - Capítulo 1


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Palavras 4.871
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HELLOOO! -Q
ENFIM, SHIPP DIFERENTE ATÉ DEMAIS EU SEI
MAS
É LEGAL
A FIC TBM
RESTIRADO DE UM RPG, ENTÃO A METADE DA ESCRITA NÃO É ORIGINALMENTE MINHA

MAS
ESPERO QUE GOSTEM
BOA LEITURA.

Capítulo 1 - Capítulo Único.


— Cross... — Lust chamava-o num cantarolar lânguido, todas as segundas intenções presentes no timbre irônico. — Cross... Não vai conseguir se esconder de mim pra sempre querido... — Ditou ainda num cantarolar, o que deixava a cena mais assustadora, não bastava ter sequestrado Cross, seu grande primeiro amor, tirado-o à força de um relacionamento estável com um infeliz chamado Epic, e trancando-o em sua grande casa cheia de corredores e quartos de tortura, ainda queria brincar com ele... — Vem cá Cross, eu vou te achar fofinho. — Continuou se esgueirando pelos corredores com uma seringa em mãos; dentro desta uma substância de estimulação sexual, Cross não queria ceder ao sexo porque era agarrado a ideia de que ainda tinha de ser fiel ao tal Epic, tsc. Virou o corredor. — Olha você ai.— Sorriu lânguido quando o viu diante dos olhos.

Cross que se via em um filme de amor psicótico, começou a dar alguns passos para atrás, enquanto atrás de suas costas segurava firmemente um taco não visível por conta de seu tamanho. Pronto pra usar de qualquer forma.

– Não chega perto... 

— Oh... Olha só pra você: indefeso igual a legítima presa que você é e sempre foi. — Lust comentou arrepiado com toda a postura defensiva de Cross, ah, ele estava tão... Mas tão sexy acuado daquele jeito: Os olhos concentrados, mas em porte do brilho do medo, o suor escorrendo o corpo principalmente a testa, a respiração ofegante pela correria de antes, os braços para trás... Não espera. Estreitou o olhar lambendo os lábios ósseos. A postura de Cross ainda era sexy, mas não podia ignorar aqueles braços atrás do corpo. — Você está mesmo desesperado pra voltar pro seu namoradinho, não é? — Indagou irônico dando alguns passos milimétricos para trás enquanto erguia as mãos em defesa; rendição. Para Lust, Cross não estava querendo sair dali e fugir do estupro, a mente deturpada de Lust traduzia aquela cena como um ataque à seu amor; como uma provocação, para ele Cross estava testando seus limites. — Vamos fazer do jeito fácil, Cross, assim ninguém sai machucado baby.

– Olha, eu não quero lhe machucar... Mas eu juro que irei meter esse taco em seu cu se escostar em mim! – o ameaçou, não poderia achar que estava tudo bem, pois não estava. Apertou firme o taco, atento a qualquer movimento de Lust. Não sentia medo, afinal, ele não queria machucar Lust, mas naquela situação era difícil de confiar do stripper no momento.

— Cross... Cross... Cross. — Lust meneou negativamente com a cabeça achando graça daquela reação em específico, seu queridinho estava mesmo testando-o! Por que era tão difícil ele compreender seu amor?! Bom, o jogo de gato e rato havia passado e agora... Bem, era hora de revelar os truques. — Queridinho. — O chamou. Sentou no chão soltando outro suspiro, mas sem deixar o sorriso malicioso sumir. Depois de alguns minutos, ergueu as mãos, numa jazia a seringa; na outra, jazia o celular de Cross. — Você sabe... O que tem aqui? — Balançou a seringa.

– ... Onde você conseguiu isso? – Cross se manteu surpreso, não pelo o fato de Lust estar com uma seringa, mas sim por está com seu celular. Afinal, sera que Lust havia visto seu histórico no navegador dos altos lemons que vira à uns dias atrás?

— É. Foi fácil pegar, você é bem descuidado... Senpai . — Afinou a voz na última palavra, fazendo referência: No Whatsapp havia um contato intitulado Polvo Revoltado que Lust descobriu ser Nightmare, e antes de namorar Epic, namorava esse ser e o vivia chamando de "Senpai". Lust repetiu o sinônimo apenas para brincar com seu amado, a bomba ainda estava por vir. — Sabe. Seu namorado... Agora ex, ele não é tão esperto... — Diz rodando o celular entre dedos sem tirar os olhos dos orbes bicolores. — Me passei por você no seu celular, mandei uma mensagem para Epic falando que estava em tal lugar, ele foi até o tal lugar... Mas você não estava lá... Adivinha quem ele encontrou? Meus amiguinhos psicopatas: Dust e Horror, e adivinha o que eles fizeram com teu namoradinho? — Lust ergueu o celular e mostrou a foto de Epic amarrado numa cadeira ao lado de Dust e Horror.— E ai amorzinho, como vai ser entre nós?

– ... – meio hesitante, aquele conhecido como um guarda de alto caráter conhecido por todos do multiverso, agora não tinha outra escolha escolha em desistir e proteger aquele que ama, logo largando o taco de lado. Mantendo seu semblante baixo, Cross fechou suas mãos em punhos. – Apenas me diga... O que você quer?

— Hahaha! — Lust riu alto segurando a caixa torácica antes de responder. — Então... Era só eu ter pego seu... Casinho? Não acredito! — Pensou consigo mesmo. — Você sabe o que eu quero Cross... — Sussurrou colocando a língua para fora, tornando-a a luz do escuro, o corte da penumbra, lambeu os lábios ósseos deliciando-se com a desistência alheia. — Venha cá, meu querido. — Ergueu os braços, guardou o celular e ficou com a seringa. Abriu as pernas, estirando uma. — Se rasteje até seu único homem.

– ... – ainda mantendo o semblante baixo, Cross se sentindo de forma tão... Enojada, foi se aproximando de Lust. Não era para ser daquele jeito, aquele não era para ser o Lust. Parou apenas um metro de distância de Lust, erguendo sua cabeça seus vibrantes pares de olhos bicolores era visíveis de uma forma indescritiva, não se sabia o certo que passava na cabeça de Cross. Ele não precisava demostrar uma emoção no momento.

— Você está quebrado pelo visto. — Lust comentou ao dar de cara com os olhos bicolores mais inexpressiveis da face do Multiverso, estaria seu amado realmente... Quebrado emocionalmente? Seja qual fosse a resposta, aquela atitude também o excitava, o fato de os olhos alheios se assemelharem aos olhos opacos de um morto... Ah, gostava.

Segurou-lhe o queixo com a mão livre, em seguida desferiu um tapa na bochecha óssea dele com força. 

— Isso é pelos seis meses que você me ignorou, ignorou meu amor pra ficar com aquele projeto de esqueleto. — Cravou a ponta da seringa no pescoço dele e logo desceu um pouco a extensão para que a substância aliciativa entrasse corretamente na via sanguínea dele. — Eu vou te foder de um jeito... E com isso, você vai inplorar pra eu não parar. — Massageou o crânio dele com a mão livre.

Cross sentiu o corpo se manter estranho, o líquido parecia está dando conta de seu sangue. Revirou os olhos de forma discreta, passando uma de suas mãos pelo o braço de Lust de uma forma carinhosa, chegando até justamente onde sua mão segurava aquela tão odiada seringa. Já repugnado com tais atos que Lust lhe causará, apertou a mão de Lust fazendo afundar a seringa em seu pescoço, apenas para lhe dar a distração de tira-la e a crava-la sem ao menos soltar a mão de Lust, no "olho" esquerdo do stripper. Estava sentindo a pontada funda no próprio pescoço, mas aquilo não o impediu de sorrir. Aquele sorriso... Não sabia o quanto aquele seu próprio sorriso lhe fazia bem. – Ah, Daddy~ Acho que a nossa brincadeira acabou...– aproximou seu rosto com o de Lust, lambendo de uma forma nada descritivo sua bochecha óssea. – ...Por hoje.

— Ahahahahahaha! Você não fez isso Cross. — Lust gargalhou alto e sarcástico com a arrogância pingando na voz, ergueu o rosto mecanicamente e levou a mão até o pescoço de Cross, envolvendo ali num aperto forte e jogando-o no chão, uniu as duas mãos no pescoço dele; estava alheio a dor lacinante que dominava o olho esquerdo. — Opa. — Lust riu quando o celular de Cross fez som de notificação, levou uma das mãos e pegou o aparelho, o sorriso só aumentou quando viu o conteúdo da notificação. Colocou o celular na frente de Cross: lá estava Epic, com um dos olhos esfaqueado, jogou o celular no rosto do seu amor antes de socar seu rosto sem inibir o sufocamento, o aparelho caiu ao lado do rosto da suposta vítima.

— Garoto... Quando você... Namora com dois caras apaixonados por lâminas e agulhas... Não dá pra sentir esse tipo de dor, sou um ser calejado.— Tirou a seringa do olho e lançou longe, a frase era verídica, havia passado anos ao lado de Dust e Horror e suas fantasias envolvendo facas em lugares sugestivos. — Não é tão difícil Cross, apenas aceite meu amor.

Com um pouco de dificuldade, Cross uniu suas poucas forças para apenas dizer uma única pergunta.

– P-Por que você não entende? – Cross segurou os braços de Lust na tentativa de afastar suas mãos. – Por que você não entende que não merece meu amor!! – empurrou Lust longe de sí assim que afastou suas mãos. Não sabia ao certo se fugiria, precisava de seu celular de qualquer jeito. Aproveitando que o taco estava por perto, o pegou se aproximando já sem medo de Lust. – Sabe Lust... – se controlava para não se render ao líquido em seu sangue. – Eu estou cansado disso! – aproveitando do stripper está no chão, segurou firme o taco e por um momento sentiu uma pequena lágrima solitária descer pela a sua bochecha óssea, socando contra a cabeça de Lust. – Eu to cansado, de te olhar dessa forma!

— Cross. — Lust, novamente disse com toda arrogância no timbre no mesmo instante que deu um chute certeiro na caixa torácica do amado, fazendo-o tombar contra o chão novamente e fazer o taco voar, pegou aquela arma e a quebrou em dois no joelho; lançando os pedaços num canto aleatório longe deles. — Você não entende! Hahahaha! Não tem como me ferir, eu sou um ser calejado! — Gargalhou exibindo as marcas realizadas pelos golpes do taco. Abaixou-se para recolher o celular, o pegou entre dedos antes de quebra-lo de vez só com a força do fechar das falanges. — A droga vai fazer efeito agora, é minha chance. —  Pensou consigo mesmo antes de abaixar-se.

– Okay! Desisto. Eu estava tentando lhe matar! – Cross logo começou a sentir sua consciência sem controle. – Pode fazer o que quiser comigo!! – se rendeu sem escolha alguma.

— Você se rende Cross? — Lust indagou novamente, o sorriso maléfico mal cabia no rosto.

– Sim...– murmurou baixo, porém audível para Lust.

— Se rende ao nosso amor? Ah... Esplêndido querido! — Lust exclamou extasiado. Levou as mãos até as pernas do seu amado; fazendo-o circular as suas e juntou os baixos ventres, os falos se tocaram ainda por cima de suas respectivas proteções, levou as mãos para as bochechas ósseas de Cross dando início à uma massagem delicada utilizando-se de uma suavidade perturbadora. — Diga que me ama. Pra eu ter a certeza.

– Eu...– pausou hesitante, suspirando fundo. Parecia até que o efeito já havia lhe domado – Eu te amo, Lust. Ah, o quanto eu te amo...

— Ah... Cross... — Lust suspirou sentindo o próprio pênis pulsar depois do soar da declaração. — Agora fala, com todas as letras, o quanto você ama isso... — Roçou os pênis com mais intensidade ganhando um ritmo, segurou as pernas do amado para melhor realização do ato.

– AHnN...~ E-Eu não só amooh além de eu querer mais, Lust~ – suspirou Cross. Não como se quisesse dizer tal coisa, no momento implorar por mais ações como aquelas era a única coisa que se passava em sua cabeça.

Lust, mais que satisfeito com as vozes de seu amado ecoando languidamente pelo o corredor e transformando os arredores num escarcéu ainda pacífico, decidiu ser mais... Expansivo.

Baixou a calça de Cross e segurou lhe firme o pênis entre dedos, começando a masturba-lo lentamente.

— Diga que eu faço melhor... Que o Epic.

– V-Você faz muito melhor, Lust~ Ahh, como o amo~ HhnN~ – alongava mais os gemidos, se delirando com os movimentos em seu membro na forma mais perfeita que poderia sentir Lust lhe fazer. Era o que sua mente lhe dizia.

Lust apoiou o braço no chão frio e uniu os lábios ósseos num ósculo abusivo enquanto intensificava a masturbação no seu amado crush; movendo a mão - que apertava o pênis de Cross com força quase significativa - não muito rapido, mas também não muito lento, reconhecia que o aperto já era o bastante. Quando o beijo acabou, Lust decidiu ser um pouquinho mais babaca:

— Diga que eu consigo te fazer gemer mais que ele. — Ordenou com os olhos fixos naquela expressão sofrida dele.

Por mais que queria negar, Cross não sentia sua cabeça no lugar, não tinha domínio próprio de sí mesmo.

O jeito que seus "olhos" fixavam os de Lust era de uma forma  misturada de prazer, e até mesmo como se perguntasse um "porquê". Afinal Lust tinha tudo e todos que queria, por que ele?

Até mesmo seus gemidos atrapalhavam sua consciência.

– AhHN~ N-Não p-preciso dizer UhHn~ A-Apenas me faz gemer m-mais~

— Eu quero que diga com todas as letras. — Voltou a insistir optando por utilizar um método antigo: aproveitou que Cross estava sentindo prazer involuntário e apertou com força o pênis dele; para doer, isso o faria entrar numa confusão de sensações dolorosas e boas resultando numa eloquência, isso com certeza faria-o falar... Falar que desejava a Lust e só Lust. O stripper não ficou o perseguindo todos aqueles meses à toa. — Que ele não chega aos meus pés nesses momentos. — Ordenou lambendo-lhe o pescoço novamente.

–  A-AuUuhHn~ V-Você é m-muito AhUhn~ M-Melhor que ele~ A-AhHn~ Lust m-mais~ – como a interpretadora do animal sofrido, digo, do Cross estava tendo colapso de risos, o coitado apenas não teve outro jeito a não ser gemer coisas obscenas.

— Hahaha... — Lust sorriu satisfeito com o que viu e ouviu; voltando com a cadência masturbativa normal: forte e na velocidade moderada. — Você fica tão... Lindo falando essas coisas Cross. — Declarou apaixonado lambendo aquelas bochechas ósseas sem pudor; querendo tomar para si o rubor presente ali. — Na verdade... Vem cá. — Parou de masturba-lo e sentou-se no chão abrindo o zíper da própria calça e botando apenas o pênis lilás robusto para fora, segurou o queixo de Cross e o induziu a trazer o rosto para perto com uma das mãos enquanto que com a outra... — Diga "x"... — Filmava o crush com seu celular - visto que o dele havia quebrado sem querer.

Cross que nem doido ia dizer "X" já que isso é somente para fotos, ao ver o membro do stripper tão perto de seu rosto, mordendo levemente a sua glande. Porém logo mordeu fortemente, começando a chupar somente a "cabeça".

— Tá vendo isso Epic? — Lust indagou retórico afinal seu rival não podia dizer nada visto que estava amordaçado.

A filmagem na verdade era uma live direta para Epic, e Lust estava se deliciando com todo aquele jogo de torturas; faria aquele esqueleto metido à radical se arrepender de ter começado um relacionamento com Cross, porque afinal... Ninguém merecia a grandiosidade de Cross.

Cross passava a sua língua lentamente pela a extensão daquele membro que parecia pulsar em sua frente. Sem muita demora abocanhou membro numa forma mais agressiva, roçando os dentes no pênis de Lust até parecia que iria machucar a qualquer momento.

— Ahh... Olha só amor quem está nos assistindo. — Lust gemeu entredentes em êxtase, segurou o crânio de Cross fazendo-o parar com o boquete, no momento só desejava as lambidas, afinal não daria pra fazer o que estava planejando. — Fala pro teu namorado o que você acabou de falar... — Ordenou focando a câmera em Cross corado de boca no seu pau.

– ... – Cross olhou de relance para a câmera, desviando o olhar abriu a boca para a falar... Mas não queria sair! Seu rosto ruborizado era o que mais destacava no momento. Ah, como queria morrer.

Mas como queria está ao lado de quem lhe trazia paz.

Abriu a boca lentamente, logo pronunciando as seguintes palavras.

– Lusty~ Você me deixa muito mais excitado, Lusty eu quero apenas você.~ – e é nesse momento que a dignidade de Cross vai embora de seu corpo.

— Ah... Isso... — Lust sussurrou forçando Cross a voltar a fazer o boquete, ainda o filmava. — Tá vendo o que você perdeu Epic? Uma boa boqueteira. — Forçou o rosto dele mais à fundo, não conseguindo conter o rosnado e só pensando em como aquele boquete conseguia ser maravilhoso. — Isso ai garotão... Eu tinha inveja do teu macho... Ele podia sentir isso... Ahh... Todos os dias... Mas agora você é meu. — Deu uma estocada certeira na garganta de Cross, engasgando-o.

Cross então segurou a respiração, para que enfim o membro de Lust fosse ir mais fundo em sua garganta. Segurou ambas as pernas de Lust as abrindo para facilitar mais, continuando com os movimentos e no entanto até chupando com força.

— Argh! Caralho! Que boca, cariño... — Lust gemeu alto em reação à investida brutal. — Chega, eu quero terminar o que comecei. — Ordenou, criando coragem do fundo da ALMA para conseguir parar aquele boquete magnífico de exuberante.— Já... Ngh... Pode largar meu pau, bebê, ahh... — Segurou no crânio de Cross, queria mais que tudo fode-lo! E gravaria tudo! E faria o maldito Epic assistir toda a transa até desejar nunca ter nascido! Epic não era uma boa opção para Cross, Epic não passava de um cego fracassado.

Cross roçou um pouco mais os dentes no membro de Lust, logo tirando de sua boca e dando uma pequena lambida na glande. Começou a arfar por conta do tempo que segurou o ar.

Parecia ele que estava um pouco cansado disso tudo.

— Seu boqueteiro viciado. — Lust sussurrou extasiado antes de empurrar Cross; deitando-o de cara contra o chão. Foi paciente e cauteloso; aproveitando cada segundo daquele momento mágico e majestoso com sua divibdade; foi o despindo lentamente, apreciando cada detalhe corporal dos ossos de Cross... Ele era absurdamente lindo e perfeito, e Epic era um trouxa por não aproveitar daquele corpo adequadamente. Quando tirou a calça de Cross e a jogou num canto aleatório ficou cego com tamanha beleza que viu: o traseiro ósseo do crush. — Puta merda... — Lust sussurrou hipnotizado por aquela bundinha conjurada, não resistiu em dar um tapa certeiro na nadega esquerda; apertando ali em seguinda. — Porra Cross, que bundinha hein...

– A-AHHnH~ S-Se quiser ela pode ser sua, Lusty~ – murmurou Cross que empinava cada vez mais aquele traseiro de forma involuntária.

— Cross... — Lust apalpou com intensidade aquele traseiro delgado antes de sair distribuindo alguns tapas. Lambeu os lábios ósseos antes de parar tudo que estava fazendo e: — Rebola vadia, rebola gostoso e comece a implorar pra ser fodido por mim... — Roçou seu pênis na entradinha.

Cross começou a rebolar o traseiro, o esfregando no membro de Lust dando baixos suspiros, enquanto no momento desejava apertar algo.

– UHnNh~ Lusty~ M-Me fode, vaaih~ P-Por favor, quero lhe sentir dentro de mim~ – desejou de forma obscena e adorável, mordendo de vez em quando seu lábio inferior.

— Isso ai bebê. — Lust sussurrou extasiado diante daquela postura submissa, porra, se perguntava da onde diabo tinha encontrado autocontrole para não-foder aquela bundinha sexy. Roçou o pênis por mais alguns segundos só para ter o prazer de ver o pequeno se contorcer agoniado e implorar por mais, ele ficava tão lindo daquele jeito; Cross era lindo de qualquer jeito - desde que ficasse longe de Epic claro. — Minha vadiazinha, eu vou dar o que você tanto quer... E que aquele teu macho não conseguiu te dar. — Lust sussurrou determinado. Separou as nadegas de Cross e babou ao ver a entradinha dele molhadinha, roçou a glande ali. — Boa sorte pra andar depois. — Dito isso empurrou toda extensão para dentro numa estocada violenta conseguindo atingir a próstata. — Ahh! Porra! Cross! Você é muito gostoso caralho! — Gemeu entre as estocadas árduas e profundas. Com certa dificuldade virou o corpo de Cross para frente; queria ver aquele olhinhos bicolores com o brilho da corrupção; queria assistir a batalha interna dele.

– A-AHHNH...!~ – gemia Cross alto e de forma aguda. Por conta da altura de sua voz conforme as estocadas sintonizavam de forma violenta seu interior, não se sabia se o mesmo estaria gemendo de prazer ou de dor.

Nem o próprio dono dos "cantos" sabia.

— Se toca pra mim, amorzinho... — Lust ordenou em meio às estocadas beijando um das pernas de Cross que jaziam em seu peito. — Porra...! — Xingou jogando a cabeça para trás indo a delírio em reação a pressão das paredes anais de Cross, a cada pancada certeira na próstata; seu pequeno amorzinho se contorcia de um modo... Insano. Lust não aguentava tamanha perfeição. — E... Me diz... Que você não vai mais vacilar comigo... Ahh... Caralho... — Deu-lhe um tapão na bochecha óssea sem inibir a velocidade nem a força.

Cross apertou um pouco os olhos, sentindo algumas lágrimas que pareciam insistir de aparecer.

Seus corpos se chocavam um com outro de forma violenta, assim como Cross sentia seu interior doer, não conseguia admitir que queria que parace, porem seus instintos pediam para continuar assim como suas ações, nada da sua boca saia alem de gemidos de dores.

— Argh... Ei. — Lust o chamou aproximando os rostos e dando-lhe uma lambida na bochecha. — Não feche os olhos. — Ordenou serio. — Veja... Eu quero que você veja o início do resto da sua vida. — Pegou uma das mãos de Cross e o fez iniciar uma punheta nele próprio. — Você é tão lindo...

– A-AhHn... – Cross abriu um pouco ambas as órbitas, porém sua visão era embaçada pela as lágrimas, que secavam aos poucos. Poderia jurar que a qualquer momento sentirá seu corpo chegar no limite.

— Nossa bebê...! — Lust exclamou meio embasbacado erguendo um sorriso divertido ao sentir o canal de Cross o apertando sem o mínimo de escrúpulo, jogou a cabeça para trás novamente. — Ahh... Cross, porra, porra! Se você soubesse o quão gostoso você é... Puta que pariu... — O desejo, a cobiça e o êxtase depois de ter o pênis tão bem recebido dentro do ânus de Cross, fizeram com que Lust o beijasse loucamente; praticamente abusando da boca do seu amado num gesto de agradecimento. É, um beijo agressivo era como Lust agradecia. — Ei, Cross... Você vai gozar como... Ahh... Como nunca antes... Ngh... E... Depois você vai ser só meu... Pra sempre, seu lindo... — Dito isso ergueu o tronco novamente e se concentrou na violação consentida. — Só meu... — Sorriu lambendo os próprios lábios ósseos.

O corpo de Cross não aguentava mais tantas estocadas fortes. Gemia alto por conta da violência que sentia do membro de Lust bater contra o seu interior, sentiu o corpo demostrar que estava próximo ao seu limite.

Arranhou as "unhas" contra o chão que estava deitado, logo liberando seus fluídos, sujando a ambos de uma maneira intensa.

Sua respiração desacelerada não estava ajudando. E sua visão não estava num dos melhores estados.

— Argh! Cross... Seu gostoso! — Lust liberou-se fortemente ao sentir uma explosão de gozo envolver seu pênis, as paredes do seu pequeno se apertam com tanta força que ele não conseguiu aguentar. — Uff... — Sussurrou aproveitando-se das sensações pós orgasmo ainda dentro do novo amante, só foi conseguir unir forças para sair daquele ânus deliciosamente proporcional depois de alguns segundos arfando igual um animal; melou todo o traseiro ósseo de Cross com sua essência e novamente não pôde se conter diante daquela visão, deu-lhe outro tapão nas nadegas, depois disso recolheu as mãos e guardou o malaquias. — Bem que dizem que o sexo com o amor verdadeiro... É o melhor. — Lust ditou suavemente vestindo Cross e aproveitando esse momento de fraqueza da parte dele para lambe-lo em devoção; num último gesto de amor.

Quando conseguiu recuperar a cadência respiratória sentou-se no chão e passou a analisar Cross e tudo que conseguia pensar era em como ele ficava lindo jogado daquele jeito no chão, sorriu de canto. Estava na hora. — Cross. — Chamou pelo amante, seria difícil, coçou a nuca. — Sabe. Eu não sou um monstro, é que... Eu te amo demais... Eu queria que você notasse meu amor através desse sexo, e... Acho que você notou, mas... Eu tenho uma pergunta final. Você quer vir comigo...? — Ergueu o olhar, as lágrimas banhavam as bochechas ósseas. Fechou as mãos, o nervosismo alcançando o pico. — Você... Quer me dar uma chance? Porque, por mais cruel que eu aparente seja... Eu não quero-te manter infeliz aqui... — Olhou em volta da mansão cheia de quartos vermelhos. — E... Se você não quiser... Se quiser voltar para aquele... — A língua ardeu. — Merdinha. Eu não vou te impedir. — Pegou seu proprio celular e enviou uma mensagem para seus amigos: 

"podem liberta-lo".

— Cross... Você quer ir comigo ou com ele? — Indagou novamente por fim. Pela primeira vez na vida estava sendo sincero, estava considerando os sentimentos alheios, Cross o mudara de um jeito... Lindo.

– L-Lust... – chamou o maníaco de forma fraca. Ainda sentia dores pelo o seu interior, e o efeito da droga ainda corria pelo o seu sangue, mas sua consciência ainda funcionava, ou melhor, estava funcionando. – E-Eu nunca te odiei... Mas... Eu gostaria de dar essa chance, eu realmente queria... Mas por favor se você me ama de verdade... – ergueu a cabeça revelando o brilho triste em seus olhos, acompanhados por pequenas lágrimas que não vinham pela a dor. – ... Me deixa ir com ele....

A respiração de Lust paralisou, sua ALMA encheu-se de literalmente todos os sentimentos amorosos distorcidos com uma força avassaladora tão sufocante que até sentiu-se morrendo por alguns segundos: a dor de ser trocado por quem se ama realmente era de tirar a sanidade - no caso de Lust serviu apenas para livra-lo do resto de bom-senso que havia sobrado em sua mente. — Onde foi que eu errei... — Indagou-se mentalmente esfregando as mãos nos olhos sem conseguir cessar as lágrimas. — Mas que merda... Por que eu não consigo ser bom pra você? — Mentalizou sem coragem de indagar em voz alta visto que aparentemente a resposta não faria diferença. Fitou Cross em busca de uma solução naquele par de olhos bicolores, porém tudo que viu refletido foi... A imagem de Epic: o real culpado de todo aquele mal entendido. Cerrou os dentes, mas logo deixou a raiva de lado, passou a mão do crânio ao queixo secando a camada de suor antes de responder.

— Cross, você pode ir se juntar a ele. — Declarou rindo fraco de canto, suspirou pesadamente antes de retirar um frasco - não acreditando que o vidro estava intacto após toda movimentação - na qual dentro jazia uma substância líquida safira, olhou bem para o frasco, depois para seu amado. — Para o inferno. — Dito isso com a voz recheada em rancor e os olhos faiscando em raiva, jogou o frasco para longe, pôs-se de pé limpando as roupas de sujeira inexistente e caminhou para perto de Cross. — Sabe... A droga que eu te dei... Na verdade era um veneno... Um veneno que te deixa com um puta tesão antes de te matar e bem... O que eu acabei de jogar na casa do caralho era o antídoto... Eu daria ele pra você se tivesse me escolhido no lugar do Epic, seu egoístazinho. — Ditou com os punhos cerrados deliciando-se com Cross se contorcendo em seus pés. — Eu tinha tantos planos para nós dois... Tantos... Tantos... Tantos... — Pausou-se para respirar, estava a beira de ter um ataque de ódio, não queria que a queda da sua superioridade fosse a última coisa que Cross veria. — E antes que você pense em resistir... Saiba que o Epic agora tá morto, a mensagem que eu enviei para os meus amiguinhos... Na verdade é um código nosso... Eu nunca deixaria ele vivo, nunca. — Deu uma volta pelo corpo de Cross, apreciando cada detalhe de sua dor. — E sim, você tinha me acertado com a seringa, mas acontece que eu previ isso e já tinha tomado o antídoto. Então... É. Era melhor ter me escolhido seu pedaço de merda ingrato. — Desferiu-lhe um chute na caixa torácica, conseguindo agora ver a ALMA dele se rachando aos poucos, cerrou os punhos com mais força e deu-lhe outro chute no mesmo local. — Você devia ter me escolhido e não ele! Isso é culpa sua! Você é o monstro aqui! Seu merda ingrato! Ele nunca te amou quanto eu! — E ficou esbravejando ofensas enquanto chutava-o com todas as forças, só parou quando sentiu os ossos quebrarem em seu pé. — Você deveria ter me escolhido... — Abaixou-se tocando os ossos quebrados de Cross, ergueu a mão e alcançou a ALMA do ser que mais amou na vida. — Devia ter me escolhido... — Repetiu fechando a mão e espremendo a culminância entre suas falanges. — M-Me escolhido... — As lágrimas ainda escorriam, elas só cessaram quando Lust abriu a mão e viu que a ALMA de Cross não estava mais lá... Desviou o olhar para ele, ergueu-se e deu passos para trás, mas sem antes deixar de ser um pouco mais babaca. — Espero que os dois queimem juntos no inferno. — Dito isso deu uma cuspida no chão enquanto assistia Cross virar poeira.


Notas Finais


Agradecimentos à @_Russa_ , no qual fez o Lust e eu o Cross -q
Enfim! Foi um dos mais pesados no momento que já fiz.
Espero que tenham gostado

Flw -q


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