História Garoto de programa - Eros - Capítulo 1


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Notas do Autor


Olá minna!

Devem reconhecer essa história, né? Então o spirit apagou minha conta antiga e se foi junto a minha amada história! Porém como eu amei escreve-la, vou continuar. Pra quem não leu a antiga, seja bem vindo, para quem leu, não se desespera, eu mudei muita coisa.

A história está uma delícia então aproveite! Beijos da Iori💞 (que agora é Kyori ksks)

Capítulo 1 - Máfia


Eros


O clima estava quente, o cheiro erótico no quarto era presente. Seus corpos suados, Ciel com as bochechas ardendo e boca entreaberta. Seu membro rígido, incomodava o tecido.

- Não seja atrevido, mordomo insolente! - repreendeu o maior. Um sorriso travesso nos lábios de Sebastian, seus olhos carmesim brilhando como nunca.

- Você gosta desse meu lado atrevido, boochan, se não gostasse não pediria por mais toda vez que ganha leite. - as mãos grandes acariciando o pênis do garoto por cima do fino tecido. - Quer que eu o alivie, jovem mestre? - Sorriu vendo o Phantomhive arfa quando ganhou um leve apertão.

- D-Desgraçado... - Sebastian arrancou o pano, deixando Ciel exposto a si. - Hum~ - arqueou seu corpo para trás quando o maior passou a língua por sua glande, iniciando movimentos circulares com a mesma.

Um sorriso perverso nos lábios de Michaelis, tirou suas próprias roupas e deixou que o garoto fizesse sua parte. Ciel repetiu os mesmos movimentos que o maior, mas sempre com os olhos brilhando. Seu olho ametista dava intensidade a cada movimento do pequeno. O pênis de Sebastian estava latejando, sentia-se extremante excitado vendo Ciel entre suas pernas, não que aquilo fosse anormal, ele estava pagando pelo garoto. Não aguentando se segurar, soltou todo seu esperma contido, sujando toda a face do menino que sorriu. Ciel lambeu tudo o que tava na extensão de sua língua, sobre suas próprias pernas, o garoto parecia um cão abandonado. Não demorou para que Sebastian o agarra-se e começasse a beija-lo, cheio de luxúria, Ciel, o deixava assim, excitado e com o coração a mil. Seus olhos se encontraram, o Phantomhive entendeu o recado e assentiu. Sebastian logo levou sua mão até seu casaco e pegou um vidro de lubrificante, menta, o preferido do menor. Dois de seus dedos indo até a entrada de Ciel, entrando lentamente para que o processo fosse mais fácil.

- Nhan.. I-Isso dói.. - Gemeu angustiado, seu corpo se movimentando sobre os dedos do maior.

Tirou-os, deixando que Ciel passasse o lubrificante em seu pênis, para o estoca-lo. Assim que feito, Sebastian, se sentou colocando Ciel sentado sobre si. O garoto foi descendo lentamente, agonizando de dor, mas nunca conseguindo distinguir se era mais dor ou prazer. Gemendo a cada vez que o pênis de Sebastian entrava em si, aos ouvidos de Sebastian, seu nome nunca tinha soado tão bem. Assim que entrou por completo, ficou parado, seus olhos com lágrimas acumuladas. Mordia o lábio inferior, começando a rebolar.

Depois de um tempo seus quadris estavam indomáveis, rebolava ao som da música em sua mente, aproveitando cada segundo daquela prazerosa transa. Seus lábios contidos com os de Sebastian, dançavam suas línguas em sincrônica.

...

- Já está na minha hora.. - O Phantomhive levantou com dificuldade, escutando o alarme de seu celula tocar - Foi bom, Sebastian, mas isso te custará. - Sorriu selando o lábios alheios. Colocou suas roupas.

Saiu do quarto logo depois, em passos largos foi até a recepção, lá encontrando Alois seu colega de trabalho e amigo de adolescência. O loiro com os cabelos bagunçado, sorriu meigo vendo o bicolor se aproximar da mesa para se sentar.

- Ele veio de novo? - perguntou, se ajustando na cadeira. - Sabe, eu acho que os seus lucros vem 70% dele.

- Ele me contrata muitas vezes, mas não acho que chegue a tanto. - Ciel deu de ombros pedindo um suco para a atendente da recepção. - Elizabeth, eu quero um suco. - pediu voltando a olhar para Trancy. - Deve ser uns 40% dele.

- Já pensou na hipótese dele gostar de você? Não tem como, ele só chama você! - fez beicinho, pensar que poderia perde Ciel o deixava aflito.

- Ta com ciúmes? - riu. Pegando seu pedido e levando o copo a boca. - Você não pode reclamar, tem aquele, Claude, também. Ele sempre te chama.

- Não é a mesma coisa! - desviou o olhar para o relógio de parede - Ele tem o pau grande.. - sussurrou.

- Safado! - Soltou uma gargalhada que contagiou o loiro, ambos começaram a rir.

...

- Demorei meninos? - A loira sorridente veio correndo para os dois que se encontravam no ponto de ônibus a esperando.

- Só uns 5 minutos. - O bicolor olhou no relógio de pulso.

- Não seja chato, Ciel. Lizzy estava trabalhando. - A loira sorriu ajeitando o vestido. Em seu trabalho ela não podia ter relações com os clientes, caso notassem algo seria despedida, era um pouco bizarro, porém precisava do emprego.

- Vamos pra casa né.

Assim que chegaram em casa _ Cada um tinha uma Kitnet própria _ se despediram e entraram. Elizabeth foi junto com Alois, os dois entraram e se sentaram no sofá colocando os pés um encima do outro.

- Aquele homem foi lá de novo? O Sebastian. - Perguntou a loira olhando para o teto.

- Sim. - respondeu sem interesse.

- Eu acho que ele gosta do Ciel. Tipo, eu sei que é tudo profissional, mas tenho essa quase certeza.

- O Ciel confia muito nele. - seus olhos se encontraram. - Se não confiasse, não aceitaria ele todas as vezes. Ele sempre recusa vários pedidos, porém com o Sebastian é diferente. - desviou seu olhar para o teto. - Ele age estranho quando fala dele também.

- Entendo. Isso te incômoda, eu sei. - Um sorriso gentil se formou na mulher. - Shieru é nosso menininho e não queremos perder ele para esse mundo sujo.

- Já perdemos, ele é uma prostituta - Alois riu. - Mas eu sei que é por necessidades. Não quero perder minha preciosidade, enquanto tivermos nossa lua, está tudo perfeito. - Elizabeth concordou e juntos sorriram.

Elizabeth tinha a mesma idade de Alois, 23 anos. Ciel tinha completado 18 a três meses atrás. Ambos se conheceram na adolescência, Elizabeth e Alois eram primos e moravam em uma casa pequena que mau havia eletricidade, em um certo dia encontraram Ciel encolhido no canto da estrada. Um menino todo sujo e de vestes rasgadas _ Não que eles não estivessem _ pegaram o menino e levaram consigo. Não sabiam seu nome e nem de onde vinha, decidiram que o chamariam de Ciel, por se lembrarem do céu quando olhavam nos olhos do menino, seu sobrenome era o verdadeiro, em sua camisa havia escrito. O garoto não falava e isso ficou durante um mês. Seu olho ametista era um mistério, a maior parte do tempo era encoberto por um tapa olho. Alois e Elizabeth se tornaram a familia do Phantomhive, passaram sua infância/adolescência cuidando do garoto. O Phantomhive se tornou tão especial que era como um amuleto da sorte, uma lua que iluminava as noite frias e escuras daquela pequena casa.

...

Ciel colocou uma música no aparelho e sentou-se no sofá. A música calma relaxava o azulado, o dia cansativo também foi produtivo. Olhou na sua conta bancária e arregalou os olhos, seu desempenho no trabalho estava dando frutos, poderia se dizer que em uma semana ele estaria rico, entretanto sua alegria não durou muito, lembrou que precisava pagar umas dividas na máfia e se não pagasse, em poucas semanas poderia dizer adeus. Suspirou. Olhou no relógio de parede e levantou indo tomar banho.

Cerca de 5 minutos se passou desde então, quando saiu com a toalha amarrada nos cabelos e o resto do corpo nú _ Uê, a casa é dele. Pode fazer o que quiser _ foi direto pegar o celular. Havia duas chamadas perdidas, número desconhecido.

- Será que o Alois trocou de Chip? - resmungou enquanto ligava para o número. - Alois? - Uma voz grossa respondeu do outro lado, causando um arrepio na espinha do bicolor.

- Você tem até amanhã pra mandar o dinheiro, caso contrário, seus amiguinhos vão sofrer.

- E-Espera! - sua voz falhou. - Eu vou depositar agora mesmo.. Eu tenho o dinheiro restante. Assim que pagar vocês me deixam em paz, certo?

- Pelo visto a prostitutazinha conseguiu dinheiro. Muito bem, deposite todo o resto e te deixamos em paz de uma vez. - Seus olhos estavam vermelhos e as lagrimas quentes desciam por suas bochechas.

- Ok. - desligou. Em passos rápidos foi até o quarto se vestir e voltou se sentando no canto do sofá. Não conseguia não soluçar, lembrar de sua infância e toda aquela máfia o deixava com medo.

- Por que isso tem que acontecer comigo? Eu não fiz nada! - Secou as bochechas. Seu telefone voltando a tocar. Seu corpo estremeceu, era da máfia de novo? Ele já não falou que iria depositar o dinheiro!? - A-Alô.

- Ciel? Você esta bem? É o Sebastian.

Por um momento o peso de suas costas se foi e um pequeno sorriso se formou junto a lágrimas que teimavam em voltar.

- Não, eu não to bem.. Sebastian me ajuda! - O desespero se fez presente na voz do azulado. Seus soluços voltando.

- Me manda seu endereço. - Disse autoritário. O Phantomhive poderia negar, mas estava com medo demais para qualquer coisa. Mandou o endereço e desligou o celular, abraçando os joelhos e ficando bem quieto.

Sebastian não demorou a chegar, entrou na casa com desespero e viu Ciel sentado no sofá, foi até o menino e o abraçou. Ele queria ir na casa do garoto, mas não dessa forma.

- O que houve? - a voz gentil tirou o azulado da transe, Sebastian se afastou, ele olhou para o homem e o abraçou forte.

- A máfia. Ela está atrás de mim..

Ciel era orgulhoso demais para admitir sentir-se seguro com Sebastian, mas não podia manter essa postura sabendo que a vida de seus 'irmãos' corria perigo. Sebastian era um homem poderoso, podia fazer algo.

- Tenta se acalmar por hora. Vamos fazer um deposito e ficar livre disso. - Ciel assentiu.

...

Ciel havia dormido. Depois de muita luta para isso, ele cedeu e dormiu. Sebastian, estava sentado ao lado da cama, observava a expressão calma no rosto apavorado que viu mais cedo. Nunca pensou que um simples encontro no motel iria mudar sua vida por completo, mesmo que não fosse de seu feitio, estava adorando ver outros lados de Ciel. Já havia conhecido o safado e agora esse manhoso e medroso. Mas ele mesmo devia admitir, estava com medo. Medo de realmente se apaixonar por Ciel, mas o relógio de sua cabeça apitou: JÁ É TARDE DEMAIS, os trabalhadores gritavam.

Seu coração já tem dono: Ciel Phantomhive.


Notas Finais


Gostou? Não gostou? Continua?

(Título temporário, até as pessoas lembrarem ksks)


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