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História Eros (Larry Stylinson) - Capítulo 17


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Notas do Autor


boa leitura de quarentena

Capítulo 17 - My Most Unlikely Ally


Ouviu o conhecido sinal que indicava o final das aulas do dia, logo percebendo a grande quantidade de pessoa saindo pelo portão principal do prédio escolar. Foi na direção contraria dela, a procura de um rosto conhecido, algumas pessoas lhe encaravam e pensava ser pelo fato de ter sumido das aulas por um longo período.

Estava à procura de Eleanor – algo que pensou que nunca faria- mas antes mesmo de poder entrar de vez naquela multidão, ouviu a voz de Niall gritar seu nome e virou na direção em que o som vinha. Logo, os braços de seu amigo o abraçavam enquanto o puxava para fora dali.

- Quando voltou? - estava afoito

- Agora, fiz merda – explicou fazendo seu amigo ficar confuso

- Merda?

- Quebrei a promessa

Louis recebeu o olhar que conhecia bem como o “você vai me explicar isso melhor” e se deixou ser abraçado novamente, sabia que devia aparecer em casa e explicar a sua família também e achava melhor arrastar Niall até lá, e falar tudo apenas uma vez. Não queria ficar repetindo a historia mais do que o necessário, já sabendo que algumas coisas que contaria eram um pouco inacreditáveis e sua mãe provavelmente ia achar que estava viciado em alguma droga alucinógena e na verdade esteve esse tempo todo desmaiado no próprio vomito em algum beco qualquer da cidade.

 

 

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                       Duas semanas já havia passado e como previsto sua mãe realmente levou tempo para acreditar em sua versão, em vez da que ela tinha imaginado, mas aquilo não lhe safou do grande sermão que recebeu – não antes de abraços apertados e tapas por todos os lugares que suas irmãs podiam alcançar - quando tocou a campainha da própria casa com nada além de seu sorriso para oferecer.

 

Agora estava em seu quarto, pesquisando como um maníaco mitos ou qualquer coisa que parecesse com o que sabia de Harry, mas, tudo que tinha eram sites e livros sobre o que estudava na escola e de que tudo aquilo não passava de uma crença dos povos antigos. Bem, pelo menos, ele sabia quem estava certo no final das contas.

 

Sua única alternativa era achar Eleanor, mas desde o dia em que voltou, sua mãe lhe colocou de castigo e não podia sair de casa, além de ir para a escola. E ela estava mais do que feliz em arranjar uma folga em seus horários para deixá-lo e buscá-lo na porta da escola. Ele se sentia no jardim de infância outra vez. Também haviam sido longos dias tentando fazer com que Niall saísse de seu pé, ou pelo menos acatasse a sua ideia de contatar Eleanor. Mas assim como sua mãe, o garoto estava irreversível.

 

Não tinha outra opção, a não ser fugir ao cair a noite. Estava decidido a pular a janela e ir até a casa de Eleanor a procura de qualquer informação, mas, desde o tempo que passou com Harry, tinha dúvidas sobre ela estar naquela casa. Tinha deixado a sua mochila favorita naquele quarto no qual dividia as noites com o cacheado, o que lhe restava a surrada que sempre deixou no canto do quarto. Arrancou todos os materiais que levava para a escola de dentro, e não tardou em colocar o que, para ele, eram coisas importantes. Mais um bolo de roupas e alguns jogos para passar o tempo. Não esqueceria o carregador de seu celular, ainda tinha esperanças de que arranjaria uma fonte de energia para onde quer que fosse.

 

Colocou seu tênis mais confortável e uma roupa que o permitiria correr, sentia como se estivesse se preparando para o fim do mundo, só esperava que não houvesse zumbeis. Por sorte, sua janela não era tão alta e conseguiu cair de forma que não se machucou, havia trocado mensagens com Eleanor mais cedo naquele dia, e esperava que a garota realmente quisesse ajudar em vez de lhe mandar para qualquer canto da cidade quando encarou o endereço que ela enviou por SMS. Estava na dúvida se era melhor chamar um taxi ou tentar achar aquele lugar usando o transporte público. Mas senso se direção com certeza não estava na lista de suas qualidades, e o fato de ainda desconfiar da menina o fizeram gastar o dinheiro que ainda tinha no bolso com a viagem de taxi.

 

Tocou a campainha, sentiu alívio ao dar de cara com o sorriso sacana dela assim que a porta foi aberta. 


Notas Finais


COURONA VAIURUS


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