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História Errôneo - Capítulo 1


Escrita por: hoseokey

Notas do Autor


Olá pessoal voltei!!!!!! mais uma fanfic para vocês, esse plot estava guardado então resolvi fazer algumas adaptações e desenvolver, espero que vocês gostem, a tag da fanfic no twitter é #erroneotk
Obrigada a Gabi (guelbs) por betar o capítulo e por me apoiar sempre
enfim, boa leitura!!!!!

Capítulo 1 - O filho do chefe


Fanfic / Fanfiction Errôneo - Capítulo 1 - O filho do chefe

Jungkook estava entediado. Perambulava por sua casa enquanto segurava uma taça de champanhe. As festas de aniversário do seu pai, Jeon Doyun, costumavam ser muito chatas, com gente chique e importante conversando por todos os lados sobre assuntos que ele não fazia a mínima ideia do que se tratava. Jungkook tinha chegado de viagem há três dias, estava com muita saudade de casa, dos pais e da sua irmã mais nova, então ficar longe deles e de seu conforto por muito tempo não fora nada fácil. 

Jungkook morou por alguns anos em Londres com seus tios, fez o ensino médio lá e suas visitas para a Coréia aconteciam com pouca frequência. Depois que se formou, decidiu se mudar para Paris e morou lá por pouco mais de um ano. Estava seguindo seu sonho de trabalhar na área de gastronomia, mas as coisas não foram fáceis, além de ter que dividir apartamento com pessoas extremamente complicadas, ainda teve que aguentar comentários negativos durante o curso. Os professores eram extremamente exigentes e seus colegas não ficavam atrás, sempre soltavam comentários ruins que acabavam o desestimulando. Sem aguentar toda aquela pressão, acabou desenvolvendo algumas inseguranças nos últimos meses.

A cada dia que passava, Jungkook se sentia ainda mais perdido. Tinha apenas 22 anos e mesmo assim achava que nunca teria chance na gastronomia e fracassaria na vida profissional. Ele não queria ser um fracasso, então precisava seguir um novo rumo profissional se ainda quisesse conquistar sua tão sonhada independência. Jungkook conversou com seu pai por celular e contou tudo que estava acontecendo; a preocupação que lhe afligia e o perturbava. Foi aí que Doyun perguntou se o filho não gostaria de trabalhar na empresa dele e seguir um novo rumo de vida.

Jungkook nunca teve interesse em assumir a empresa do pai apesar de saber que era o sonho dele. Desde muito novo, com apenas 7 anos, viu o pai assumir a empresa de moda chamada Domínio e se dedicar 100% a ela. Jungkook sempre achou que aquele trabalho era chato, não em relação às revistas de moda que lançava todo mês pela empresa, ele as adorava e sempre lia a maioria, mas o trabalho do seu pai de administrar e lidar com tantos problemas com certeza era muito chato.

Contudo, não poderia deixar aquela chance escapar, apesar de amar a gastronomia, precisava fugir daquele ambiente, não aguentaria voltar para mais um dia de aula e ouvir todas aquelas humilhações novamente, infelizmente não tinha saúde mental para isso. Interrompeu o curso, trancou sua matrícula e fez suas malas para voltar para a Coréia, chegou antes do aniversário do pai, porque desse jeito poderia passar a data especial com ele a família.

― Mais uma taça, por favor. ― Jungkook pediu, parando um garçom que passava ao seu lado para pegar uma nova taça.

Infelizmente, daquela vez, Jungkook não tinha como fugir dos amigos e sócios do pai. Nos aniversários anteriores ele sempre escapava do pai e passava a noite inteira aprontando com sua melhor amiga, mas como iria começar a trabalhar na empresa Domínio, precisava conhecer aquelas pessoas entediantes e deixar seu pai lhe apresentar a elas. Acompanhou Doyun pelo salão com um sorriso automático no rosto, mas não estava nem prestando atenção no que eles falavam, apenas sorria e concordava.

Quando finalmente Doyun largou de seu pé e foi beber com os amigos, Jungkook se sentiu livre para fazer o que quisesse, não que tivesse muito o que fazer por ali no meio daquele monte de pessoas sérias e sem graça. Queria muito tirar aquela roupa social; ela não fazia parte de seu estilo e muito menos dizia algo sobre sua personalidade, mas não queria contrariar seu pai, já bastava o piercing que tinha colocado na sobrancelha sem ele saber quando ainda estava em Paris. Doyun quase surtou quando Jungkook chegou em casa e viu aquele pedacinho de metal no seu rosto.

Jungkook apenas beliscou algumas comidas por não estar com muita fome. Ele tinha saído mais cedo para comer cachorro quente na lanchonete lá perto com sua irmã, Yuna, então preferiu ficar na bebida mesmo. Pegou uma nova taça de vinho e deu um gole grande, sentindo a ardência descendo para dentro da garganta. Queria muito que sua melhor amiga estivesse com ele naquele momento. Jennie passaria a noite inteira fofocando sem parar com ele. Como sentia falta dela, infelizmente, ainda não havia conseguido encontrar com ela desde que chegou na Coréia porque Jennie estava numa semana de provas da faculdade e eles mal conseguiram se falar.

Jungkook continuou andando pelo salão, as músicas que tocavam eram bem lentas e calmas, o que deixava ele impaciente. Queria muito abrir sua playlist e colocar em um grupo feminino para tocar e dançar as coreografias sem parar. O vinho o deixou com calor, de repente aquela sala imensa parecia abafada e sufocante, Jungkook resolveu tomar um pouco de ar, deixou a taça em cima de uma prateleira enorme que ficava perto da porta e foi caminhar pelo jardim.

Respirou fundo, sentindo o ar geladinho arrepiar sua pele, estava bem melhor agora. Mas enquanto caminhava pelo jardim bastante iluminado e muito bonito, avistou um homem sentado em um dos bancos, ele segurava um copo, a garrafa de uísque e água de coco estavam no chão. Jungkook resolveu se aproximar ao reconhecer o rapaz, viu ele duas vezes na festa e o achou muito bonito, infelizmente seu pai não o apresentou, então não chegou a conhecer aquele lindo antes. Aproveitou a oportunidade para fazer isso.

― Posso saber o que esse rapaz tão bonito faz aqui sozinho? ― Perguntou, estampando um sorriso charmoso no rosto, mas logo foi desfeito ao notar os olhos inchados e o nariz vermelhinho dele. ― O que aconteceu?

― Ah, não é nada demais, só algumas mágoas da vida mesmo ― enxugou rapidamente o rosto e deu um gole da bebida na tentativa de desfazer o nó preso na garganta.

― Posso ajudar? ― Jungkook perguntou, a curiosidade logo bateu. Se aproximou dele e sentou ao seu lado.

― Infelizmente não tem como tirar os chifres da minha cabeça... ― suspirou e logo em seguida riu. ― Ainda não acredito que fui corno.

― Você foi corno? Um homem lindo e gostoso desses? Onde a humanidade vai parar? ― Jungkook estava indignado, se tivesse a sorte de ter um namorado como aquele cara, nunca mais reclamaria em sua vida.

― Obrigado ― deu um sorrisinho. ― E o pior que foi na nossa cama com o vizinho, cheguei ontem do trabalho e encontrei a cena, acredita?! ― Desabafou, sem nem ao menos se importar em saber quem era aquele jovem ao seu lado e o que ele pensaria. ― A propósito, me chamo Taehyung e você?

― Jungkook ― respondeu rapidamente, devolvendo o sorrisinho. ― Mas que merda hein, o que você fez?

― Eu entrei no quarto sem dizer nada, peguei algumas roupas e sai enquanto ela ficou desesperada querendo dar uma justificativa, eu não quis ouvir nada ― revirou os olhos só por lembrar da cena. Tinha passado a noite inteira chorando por causa disso.

Taehyung tinha 30 anos e estava casado com Nabi há três anos. Conhecia ela desde a época de escola, porém não eram muito próximos, por acaso se reencontraram num aplicativo de relacionamento e começaram a conversar bastante. Os encontros eram sempre divertidos e Taehyung começou a nutrir sentimento por ela, namoraram por dois anos e meio quando decidiram se casar, tinham muitos planos juntos como conhecer o mundo e ter filhos, estavam felizes com aquele novo passo na vida.

Contudo, devido a rotina pesada de trabalho deles, as coisas acabaram esfriando. Taehyung sabia que eles estavam afastados nos últimos meses, não conversavam e nem trocavam muitas carícias, só tinham o fim de semana livre e sempre preferiam descansar ao invés de fazer coisas diferentes. Taehyung se culpava bastante por isso, sabia que precisava dar mais atenção a sua mulher, tinha muitos planos em mente para fazer a chama do casamento voltar, mas infelizmente acabou flagrando ela na casa com seu vizinho antes de conseguir fazer isso.

Foi um choque quando viu a cena, saiu mais cedo do trabalho naquele dia, estava feliz por ter conseguido uma matéria nova na revista, queria muito contar a Nabi e levá-la para jantar em comemoração, mas encontrar os dois no meio do ato sexual bem em cima de sua cama fez toda a animação de Taehyung ir embora. Ele ficou muito decepcionado, nem conseguiu segurar o choro, as lágrimas saíram imediatamente assim que bateu a porta com força contra a parede e entrou no quarto, indo em direção ao seu guarda-roupa.

Na hora que Nabi enxergou Taehyung, soltou um grito alto e empurrou o vizinho para o lado, se cobriu com o lençol e começou a implorar perdão para Taehyung, mas ele ignorou, não queria saber de nada, nenhuma explicação. Conseguiu manter o foco, pegou a mala que estava em cima do guarda-roupa e jogou várias roupas lá dentro, também pegou alguns itens importantes do seu trabalho e seu notebook. O vizinho a essa hora já tinha escapado, não queria se meter na situação, desejava Nabi há muito tempo e já ia fazer dois meses que ela começou a responder às investidas dele.

Taehyung deixou o apartamento enquanto Nabi continuava aos berros pedindo para ele esperar. Foi direto para o apartamento de Jimin, seu melhor amigo, que ficava a dois quarteirões seguintes. Passou a noite inteira chorando no colo dele, sendo consolado e acolhido por ele. No dia seguinte, Taehyung não foi trabalhar, falou que estava doente na ligação que fez para seu chefe — que coincidentemente era Doyun — e ele disse que não tinha problemas, mas que queria ver ele na festa de aniversário durante a noite.

Mesmo a contragosto, Taehyung foi para a festa. Ele não queria desagradar o chefe por quem nutria grande admiração. Para ter sossego, teve que bloquear o número de Nabi depois de pedir para ela não o procurar pelas próximas semanas, pois precisava lidar com tudo isso, também apagou todas as fotos que tinha com ela nas redes sociais. Chegou um pouco atrasado na festa de aniversário, cumprimentou alguns colegas de trabalho, deu parabéns para Doyun e depois sumiu assim que conseguiu uma garrafa de uísque na cozinha. Estava afogando as mágoas até um cara chamado Jungkook aparecer.

― Mas e você, Jungkook? É novo na empresa? Seu nome é bem familiar ― perguntou, fazendo uma cara pensativa ao tentar lembrar de onde o conhecia.

― Sou novo na empresa sim ― disse, sem entrar em muitos detalhes. Não queria contar que era filho de Doyun, as pessoas sempre mudavam com ele quando revelava isso e Jungkook não gostava.

― Bem-vindo então ― tentou dar um sorriso acolhedor para ele. ― Uma pena que você já me conheceu assim nessa situação.

Taehyung riu da própria desgraça, sempre foi muito discreto na empresa e não era de compartilhar sua vida pessoal com qualquer um, mas pelo visto Jungkook já começaria a trabalhar nela conhecendo quase todos os seus problemas, diferente de muitos funcionários que não sabiam nem que ele era casado.

― Eu gosto de conhecer todas as essências das pessoas ― disse, sem conseguir desviar o olhar do rosto tão bonito à sua frente.

― Não sou muito bom nisso, mas já que estamos nessa, por que você não conta sobre sua vida então?! Seria bom mudar o rumo da conversa, não quero lembrar do que aconteceu ontem ― Taehyung revirou os olhos ao mencionar a lembrança dolorosa que passou no dia anterior.

― Quer saber sobre mim? ― Jungkook sorriu, aproximando-se minimamente dele. ― Eu sou muito bom em fazer as pessoas esquecerem os problemas, sabe? Tenho umas técnicas muito boas, não sei se você curte, mas posso te mostrar.

Pelo sorriso sugestivo e rostinho safado, Taehyung conseguiu entender sobre o que ele falava. Arregalou os olhos meio surpreso, não estava esperando essa investida, sequer havia notado que provavelmente Jungkook puxara assunto com interesse em outras coisas. Taehyung era bissexual. Aos 21 anos teve interesse em um cara, colega de curso, começaram a sair, se beijaram muito e fizeram sexo, infelizmente foi só um lance já que o cara acabou voltando com o ex, mas desde então Taehyung descobriu sua bissexualidade.

A resposta não veio, Taehyung afastou um pouco só para observar melhor Jungkook, não tinha reparado nele daquela forma e nem notou o quanto ele era bonito. Seus olhos grandes brilhavam em expectativa, o nariz grandinho era um charme, a boca parecia pequena e muito delicada, estava vermelhinha e brilhosa, deduziu que Jungkook usava protetor labial de cor. Os cabelos pretos e curtinhos estavam repartidos ao meio dando uma visão do piercing na sobrancelha, gostou daquilo, achou muito estiloso. Notou que Jungkook parecia bem jovem, talvez pelo seu estilo, mas lembraria de lhe perguntar a idade depois.

Quando notou que ele estava murchando pela falta de resposta, tratou de continuar a conversa.

― Ah é? Por que não me mostra então? ― Taehyung jogou tudo para o ar, não se importando com mais nada. Não ficaria na fossa para sempre.

Jungkook arregalou os olhos, surpreso. Não esperava aquela resposta, pelo jeito e o pouco que ouviu de Taehyung, achou que levaria um fora e escutaria que ele era heterossexual.

― Se você deixar eu te levo aos céus e faço você ver estrelas ― Jungkook sussurrou, então se aproximou de Taehyung segurando em seu rosto e respirando fundo, estava louco para beijá-lo até a boca não aguentar mais.

Já fazia alguns meses que Jungkook não se envolvia com ninguém, principalmente depois que terminou o relacionamento com um francês safado que infernizou sua vida depois, mas não queria lembrar do cafajeste naquele momento, só conseguia focar no homem belíssimo à sua frente.

― Eu deixo, Jungkook, eu deixo ― falou baixinho enquanto fechava os olhos e sentia os lábios macios tocarem os seus. Segurou a cintura de Jungkook com força, tentando puxá-lo para perto.

O gosto de uísque invadiu a boca de Jungkook quando a língua de Taehyung deslizou entre seus lábios, sugou devagarzinho, usando bastante saliva para deixar o beijo molhado e gostoso. Queria cumprir sua promessa e levar aquele homem gostoso aos céus, fazê-lo esquecer seu nome. Inclinou um pouco o rosto para facilitar o movimento de suas línguas que se tocavam com desejo e experiência, um estalo alto ecoou dos seus lábios, denunciando que o beijo estava tomando proporções maiores do que imaginava.

Era bom e Taehyung queria continuar, então, pensando nisso, pensando praticamente nada, fechou os olhos e deixou que fosse beijado desse jeito com gosto de uísque e saliva quente.

Porém, o beijo que mal iniciou precisou ser interrompido quando o celular de Jungkook começou a tocar, o som estridente quebrou o clima. Se amaldiçoou por não ter colocado aquela droga no silencioso, poderia simplesmente ignorar a ligação enquanto o beijava até morrer, mas Taehyung quebrou o contato, finalizando o beijo com um selinho longo e molhado, Jungkook grunhiu, já sentindo falta daquela boquinha colada na sua.

― Acho melhor você atender logo, depois a gente continua ― disse, deslizando o polegar na bochecha de Jungkook e sorrindo para tentar desmanchar a carinha emburrada que ele fazia.

― Tudo bem, prometo não demorar ― falou, enquanto tirava o celular do bolso. Enxergou o nome “pai” escrito na tela e suspirou, já imaginando que ele estava lhe procurando. ― Alô?

Jungkook, cadê você? Vamos cantar os parabéns e quero meu filho aqui comigo, venha logo! ― Doyun disse num tom alto.

― Tudo bem, eu já estou indo! ― Resmungou, finalizando a ligação após o pai responder “venha agora, tchau”.

― Você vai precisar sair, não né?! ― Taehyung perguntou, sentindo a decepção bater, queria muito continuar ali esquecendo de sua vida enquanto curtia os beijos de Jungkook.

― Infelizmente sim, mas já vão cantar os parabéns, então por que você não me acompanha? Depois eu te levo para um lugar especial ― disse, dando um sorrisinho. O lugar especial que se referia era seu quarto, queria passar a noite com aquele homem lindo.

― Já? ― Perguntou surpreso, olhando o relógio no pulso para conferir as horas. Aproveitou e se levantou junto com Jungkook. ― Eu quero ver só esse lugar especial, hein.

Jungkook sorriu, se aproximou de Taehyung para dar um beijo em seu rosto. Começou a caminhar pelo jardim de volta para casa, enquanto Taehyung lhe seguia. O caminho curto foi silencioso, mas confortante, ambos estavam com o coração acelerado pela troca de energia que tiveram, não falaram nada, mas queriam muito repetir o beijo.

Entraram na casa e foram em direção a sala onde se encontrava várias pessoas aglomeradas ao redor de uma extensa mesa com o bolo de três andares. Jungkook conseguiu enxergar seu pai, ele acenou e começou a caminhar em sua direção enquanto o fotógrafo organizava os familiares num bom ângulo antes de começar as fotos.

― Finalmente você apareceu ― Doyun murmurou com empolgação para Jungkook assim que chegou perto dele.

― Senhor Jeon ― Taehyung se curvou, numa forma respeitosa de cumprimentar o chefe.

― Taehyung! Meu garoto de ouro ― sorriu grande. Doyun tinha um sentimento muito grande por ele, considerava Taehyung um dos seus melhores funcionários atuais. ― Vejo que você já conheceu meu filho, Jungkook.

― Filho? ― Perguntou chocado, olhando imediatamente para Jungkook com os olhos arregalados.

Queria surtar, tinha acabado de beijar o precioso filho do chefe. Não conseguia acreditar... Sabia que lembrava daquele nome de algum lugar.

 Estava muito ferrado.

― Sim, meu filho chegou de viagem esses dias, tenho certeza que vocês vão se dar muito bem trabalhando na empresa, não vejo a hora disso acontecer.

 


Notas Finais


espero que tenham gostado!!!! até a próxima


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