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História Escape from Danger (Lee Felix, Bang Chan) - Capítulo 5


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Capítulo 5 - Ele não é normal


Domingo, 20:04

Chan: Porque estava tão afastada? Não é seguro estar sozinha.

S/n: Me perdi dos outros, então comecei a caminhar para fora da multidão e parei aqui.- Tentei parecer o mais natural possível.

Chan: Os garotos estão esperando, vamos pra uma sorveteria.

Concordo com a cabeça e o sigo em silêncio enquanto penso em Mia.

Ela sobreviveu....


Flashback três semanas atrás


Laboratório, 18:59

Mia: Vou estourar os vidros e desconfigurar os computadores telepaticamente, então você corre.- Mia sussurrou enquanto fingia comer sua comida.

S/n: Mas e você?

Mia: Eu me viro, já tenho controle dos meus poderes, vamos sair desse inferno.

Concordei com a cabeça.

Mia: Pegue o terceiro tubo de tubulação e siga pelas direitas, você vai parar na recepção, lá você corre para fora, terá um estacionamento e a floresta, se esconda lá e caminhe perto da estrada, não fique muito próxima pra eles não a localizalem.

S/n: Como sabe todas essas coisas?

Mia: Quando eles conectaram os tubos a minha cabeça, puxei as informações dos computadores, aprendi a blindar meus pensamentos, agora eles só podem saber o que eu quero que eles saibam.

Mia era realmente muito forte, ela se desenvolveu bem rápido, destruía e movia as coisas com o poder de sua mente.

Mia: E quanto aos tubos de tubulação, enquanto eles me levavam pelos corredores, de alguma forma consegui ver através das paredes, mas foi só um raio de dez metrôs, e acontece só uma vez, não sei como fiz aquilo. Mas agora vá! Fique em alerta.

S/n: Certo, nos encontraremos depois?

Mia: Não espere por mim, talvez eu não saia, eles vão desconfiar que eu provoquei a situação. Mas caso eu saia, vou te procurar. 

Concordei com a cabeça e Mia voltou a sua mesa quando os doutores adentraram ao refeitório dizendo que o horário do jantar havia terminado.

Dois homens me seguravam e me levavam para meu quanto, que era mais uma sela, um banheiro, uma cama e uma pequena janela com grades. 

As luzes começaram a piscar, ouvi gritos e uma sirene auta, os caras ao meu lado caíram, e seus ouvidos estavam sangrando, olhei para trás e vi Mia.

Mia: Fuja!

Fiz conforme o planejado, já estava no último tubo que tinha acesso a recepção, por um momento a adrenalina tomou conta e eu esqueci de ser cautelosa. Sem pensar duas vezes pulei.

Haviam inúmeros médicos e militares ali, ouvi um dos doutores gritar "Não atire" corri para fora e quando adentrei a floresta o laboratório explodiu.

S/n: MIAAAA!!

Flashback off

Chan: Hey! Está tudo bem?- Falei "uhum" e sorri sem mostrar os dentes.

Chegamos a sorveteria e nos juntamos aos amigos dele.

Minho: Então Chan, nem concersamls direito, como esteve todo esse tempo?

Chan: Bem, eu não dei notícias porque eu ainda não sabia como dizer a vocês, e o meu trabalho estava me ocupando.

Jisung: Deixa ele Minho, sabe como ele é cheio de responsabilidades, fale da S/n.

Felix contou a eles a mesma história que havia dito a mãe.

Jisung: Nossa Chan, eu levei um susto quando você disse que ela era sua namorada, na hora eu pensei, Felix e Chan namoram a mesma menina, como ela suporta os dois?

Felix 

Senti minha vida a beira de um penhasco, Chan me fuzilou com o olhar e S/n engasgou com o sorvete, todos me olharam.

Felix: Jisung conheceu S/n primeiro na minha casa. Mas eu nunca disse que ela era minha namorada, ele que criou ilusões.- Sorri nervoso enquanto Chan não tirava o olhar matador sobre mim.

Jeongin: Qual a sua idade S/n?

S/n olhou para mim e para Chan, percebi que ela estava apreensiva. Ela olhou para a marca no pulso, então disse que tinha 17.

Hyunjin: Ela não vai a escola?

Chan: Calma gente! Eu ainda estou acostumando com a ideia que vou cuidar de uma adolescente.

Woojin: Ela precisa de uma amiga, garotas precisam de outras garotas, ou você acha que vai saber lidar com os "problemas femininos" dela.

Ih rapaz! Verdade, esqueci de como garotas podem ser tão complicadas.

Chan: Depois eu resolvi isso.

Enquanto Chan e todos conversavam, percebi que S/n não tirava os olhos do Hyunjin, ele também começou a encará-la. 

É sério isso? Não vou ficar vendo um negócio desse.

Felix: Hmm, S/n vamos lá ver um milk shake.- Segurei sua mão e a puxei sem esperar sua resposta.


S/n

Enquanto Felix me puxava para bancada dos pedidos, o chamei.

S/n: Preciso te falar uma coisa, mas você não pode dizer ao Chan.

Felix: O que é?

S/n: Hyuga veio atrás de mim.

Felix: Quem?

S/n: Hyuga, o doutor que cuidava de mim, mas eu me livrei dele.

Felix: Isso não é bom, agora não somos só nós três envolvidos nisso, se eles estão te observando, provavelmente estão de olho nos garotos.

S/n: Se o Chan souber, vou ficar presa em casa pelo resto da vida.

Felix: Se as coisas piorarem por aqui, vamos ter que sair do país.

Chan: Estou interrompendo?

Eita cu! Ele estava ouvindo?

Chan: Porque vamos sair do país?

Felix: Não vamos, só se as coisas piorarem.

Chan: Já estamos indo para casa.

S/n: Vou ficar na casa do tal Woojin?

Chan: Ainda não falei com ele, mas provavelmente sim.

S/n: Ah, eu tinha gostado da mãe do Felix.

Chan: Sua mãe voltou?

Felix: Sim, e me fez dormir no sofá por causa dela, minha coluna tá me matando.- Felix colocou a mão nas costas e fez uma careta.

Chan: Hmmm, vou conversar com ela.

(•••)

Chan: Muito obrigado senhora Lee, você realmente está me fazendo um grande favor.

Sra. Lee: Que isso Christopher, seus pais fizeram muito por mim na Austrália, cuidar dela será um prazer.

S/n: Christopher?- Sussurrei para Felix que estava ao meu lado no sofá.

Felix: É o nome australiano dele.- Disse sem desviar os olhos do jogo.

Então Chan também é australiano.

Sra. Lee: Além disse, amanhã a prima do Felix estará aqui, as duas vão se dar bem.

Felix: Que prima?

Sra. Lee: A Alice.

Felix: AQUELA PRAGA?!- Felix joga o celular no sofá.

Sra. Lee: Olha o respeito!- Ela puxa sua orelha novamente.


Segunda-feira, 2:17

Acabei acordando e resolvi beber um pouco d'água, assim que desci as escadas ouvi Felix ao telefone.

Felix: Eu sei, isso é óbvio, mas tem algo errado nessa história, se ela é só uma cobaia, porque eles estão atrás dela dessa forma, se fosse algo tão normal eles a deixariam.

Chan: E o que você acha que seja? Que ela atravessa paredes? Tem capacidade de um corpo elástico, imortalidade?

Felix: Não viaja tanto, se fosse isso ela conseguiria se defender, eu não imagino o que seja, mas tenho certeza que a coisas que nós não sabemos.

Chan: Tenho uma ideia, amanhã a gente pode expiar o laboratório, lá pode ter registros da S/n. 

Felix: Mas ele explodiu, provavelmente as provas foram queimadas.

Chan: Não podemos ter tanta certeza.

Felix: Acho que vai ar certo, amanhã minha prima vai estar aqui, as duas ficarão bem ocupadas.

Chan: Certo, então vou dormir, estou morto de cansaço.

Felix: Beleza, até mais tarde.

Assim que Felix desligou o celular voltei para trás e fingi estar descendo as escadas. Não o olhei, fui a cozinha e peguei um copo d'água.

Felix: Acordada a essa hora?

Eu o ouvi atrás de mim, o copo deslizou da minha mão, mas ele o segurou.

Felix: Cuidado, minha mãe está dormindo.

S/n: Eu só com beber água, já estou voltando.

O afastei para o lado e corri para o quarto abraçando o travesseiro com força.

Como aquele garoto faz aquilo? Ele surge do nada, como não o ouvi? Ele não é normal....

Fechei os olhos e me cobri na tentativa de dormir um pouco.

Felix: Chega pra lá, a cama é grande o suficiente pra nós dois, o sofá tá me matando, vou dormir aqui hoje.- Ele empurrou minhas costas e deitou ao lado.

Me virei um pouco e vi que ele estava de costas para mim.







Notas Finais


Postarei o próximo mais tarde 👍


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