História Escape the Night - Capítulo 11


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Categorias Aaron Taylor-Johnson, Colton Haynes, Jake T. Austin, Joey Graceffa, Madelaine Petsch, Maia Mitchell, Zoe Sugg
Personagens Joey Graceffa, Personagens Originais
Tags Anos 20, Escape The Night, Festa Mistério, Joey Graceffa, Mistério
Visualizações 12
Palavras 2.876
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi! Pensavam que tinham desistido? Nope

Capítulo 11 - A triste história de Caroline Eastwick


Fanfic / Fanfiction Escape the Night - Capítulo 11 - A triste história de Caroline Eastwick

Todos se entreolham, esperando ansiosamente que Joey desenrole o pergaminho. Assim que ele o fez, vários “não” e “oh” ecoaram na sala, vindos dos lábios dos restantes convidados.

- Oh, não, Deus

Joey: “Eu nunca fiz uma sessão espírita antes, e é assustador, tipo eu não quero mexer com esses negócios”

- Gente, leiam isso – diz Melody, enquanto Samara pega no papel que esta tinha na mão

- Isso é muito assustador – Lolla suspira, assustada. A loira respira fundo, e começa a ler o papel

“Agora estão prontos para falar com os mortos.
Podem contruir o círculo do ritual espírito, fechado com areia branca, e cada participante senta-se em frente a uma vela. Alguém do grupo tem que agir como a voz do falecido e sentar-se no centro do círculo”

- Senhoras e senhores, esse é o Marvin, o nosso guarda-campos. Aqui está alguma areia – diz Arthur, enquanto Marvin, um homem grande e encorpado, retira a sua boina em sinal de cumprimento.

O grupo coloca as velas em círculo, sentando-se de seguida.

Scarlett: “Precisávamos de alguém para fazer da voz do ritual e, adivinhe só, Sarah, a empregada assustadora, decide voluntariar-se”

Melody: “Não me surpreenderia se ela já tivesse feito isso anteriormente. Na verdade, ficava muito desapontada se esta fosse a primeira vez dela”

Sarah coloca-se no centro do círculo, pousando o prato dourado à sua frente e benzendo-se. Joey pega na areia e desenha o círculo usando como guias as velas que os seus amigos haviam colocado.

- Sabem, nós estamos mexendo com coisas muito assustadoras agora – Cora avisa, hesitante

- Também diz que o círculo tem que ter sete passos de diâmetro – Sam diz, apercebendo-se que ninguém tinha ligado para essas direções

- Ah, porra – exclama Lydia

Henry: “Essa sessão espirita é uma confusão”

Cora: “Nós temos que prestar atenção às indicações, porque se não o fizermos, alguém vai ser possuído! Eu vi o Poltergeist!”

- Ninguém é burro o suficiente para fazer um triângulo assim a menos que nos estivessem a sabotar! – exclama Cora, olhando para Joey, que usava a areia para desenhar o triângulo.

Todos desatam a discutir. Então, Henry levanta-se.

- Parem todos por um segundo – diz ele, e faz-se silêncio na sala – Pela forma que vocês explicaram o diagrama, essa linha tem que estar atrás dela, para ela ficar dentro do triângulo, certo?

- Sim! – diz Samara, exasperada

- Então, com calma, vamos apenas arrastar a areia um pouco para trás, okay? – o Professor pede, baixando-se e começando a pôr a areia no sítio correto, ajudado pelos outros convidados

Jack: “Claramente todo o mundo aqui faltou à aula de Geometria”

- Okay, acho que isso está correto - diz Cora, observando a figura de areia

- Então, sentem-se à volta do círculo, e Sarah, sente-se no centro, por favor – Henry ordena, e todos obedecem

Arthur apaga as luzes. Todos se posicionam, e uma sensação de medo invade a sala. Cientes do que estava prestes a acontecer, todos sustêm a respiração, deixando a sala silenciosamente assustadora.

- Leiam a invocação, por favor – pede o mordomo

Scarlett respira fundo e pega no papel, preparando-se para ler.

“Caroline Eastwick, você que viveu ontem, ouça as nossas palavras, ouça o nosso chorar. Procuramos orientação para recuperar um artefacto antigo. Atravesse agora a grande divisão e mostre-se aqui”

De repente, ouve-se a trovoada do lado de fora, alarmando os convidados.

Jack: “Thor? É você? Está tentando avisar-nos para pararmos com isso? Porque se sim eu concordo totalmente”

A tensão na sala aumenta, havendo um respeito solene pelo ritual misturado com o medo aterrorizador do que poderia acontecer. De repente, Sarah levanta a sua cabeça, inspirando, ofegante, como se não sentisse o ar a passar-lhe pelos pulmões há anos. Os seus olhos abrem-se, vazios, negros, tão negros como o céu de tempestade que se encontrava lá fora. Os convidados mantêm-se silenciosos, paralisados pelo medo.

- Estou aqui

Sarah faz a sua voz soar pela sala escura. Porém, esta soa menos ríspida do que outrora, e o sotaque havia desaparecido. Agora, o sussurro doce e assustado de Caroline Eastwick passa pelo corpo da empregada, servindo-se dela como meio comunicação.

- O meu nome é Caroline Eastwick. Falo pela boca da vossa amiga

Lolla: “A Caroline refere-se à Sarah como nossa amiga. Amiga é um pouco demais, não? Quer dizer, eu mal a conheço, e se eu tivesse a oportunidade de atirar aquela empregada para debaixo de um autocarro, eu ficaria bem tentada, sabe?”

Cora: “Minha nossa senhora da Graça, eu rezei umas cinco ou nove vezes, isso é muito assustador”

- Temos que perguntar alguma... – Lydia começa a inquirir, sendo imediatamente interrompida

- Fui levada contra a minha vontade e enterrada em um caixão preso por uma corrente de ferro. A minha vida foi tomada para esconder um artefacto dos vivos – a voz de Caroline conta, arrepiando os presentes – Para recuperá-lo, têm de encontrar o meu caixão, retirá-lo da terra, e libertar-me

Scarlett: “Eu não gosto muito de estar presa em espaços pequenos, sem poder sair, por isso, esse caixão... me assusta um pouco”

- Têm também de encontrar a chave para destrancar a corrente que o mantem fechado. O caminho que vos leva à chave começa... – a voz faz uma pausa, como se esforçasse para recordar a noite maldita

- Onde? Onde começa?

- Não vai parar agora, vai, Caroline?

- Debaixo do chorão – Caroline completa

- O chorão! – Joey exclama

- Sabe onde isso é? – pergunta Jack, recebendo um aceno afirmativo como resposta

- Vão pela estrada baixa. Eu não sei onde o caixão foi enterrado. Eu lembro-me de ser carregada para além... da pedra vermelha. Na parte de trás. Por detrás da casa. Apressem-se! Libertem-me deste inferno! – o sussurro de Caroline transformara-se num grito, e os convidados levantam-se. A cabeça de Sarah tomba para a frente, e Cora verifica rapidamente se esta está bem

- Vamos, todos para a parte de trás da casa! Temos que encontrar esse caixão! – diz Henry, atravessando a porta e saindo para o sítio encontrado

Lydia: “Nós separamo-nos em dois grupos; eu, a Scarlett, a Cora e a Melody vamos procurar a chave, e o Joey, o Henry, o Jack, a Lolla e a Sam vão encontrar o caixão”

Joey: “O meu grupo vai à procura do caixão, e a nossa pista dizia que temos que encontrar a pedra vermelha”

De lanternas em punho, os cinco amigos procuram a pedra referida na pista, iluminando o caminho à sua frente.

- Está aqui a pedra! – exclama Henry, quase imediatamente. Os quatro restantes agrupam-se ao seu redor, lendo a pista que se encontrava sobre a rocha avermelhada

“Vão para a árvore a 27 passos daqui”

- Aquilo é uma árvore? Tem muita árvore aqui! – exclama Sam

- Deve ser aquela ali! – diz Joey – Prontos?

Com um “sim” silencioso, começam a caminhar em direção à árvore, contando cuidadosamente cada passo que davam.

Entretanto, não muito longe dali

- Eu não estou usando os sapatos certos para isso – Melody suspira, correndo com a sua lanterna na mão pelo caminho de terra. Cora faz o mesmo, acompanhada de Sarah, que apenas caminhava com um passo apressado, deixando Scar e Lydia para trás

- É você que está trabalhando com o espírito? – pergunta Lydia, olhando para a ruiva. Esta retribui o olhar, tão espantado como ofendido

- Não, claro que não! Eu não faria isso a vocês – responde ela, suspirando

- Então quem é? Tem que admitir, você encontrando aquele papel... foi muito suspeito

- Eu não sei se é suspeito ou não, mas eu não estou com o mal. E não sei quem está. Pode ser qualquer um de nós

- O que estão fazendo aí atrás? Depressa, vá! – Cora chama

- Estamos só conversando – Scarlett responde, e ambas avançam, juntando-se ao resto do seu grupo

Ao mesmo tempo

- 26, 17! – Joey e Sam exclamam em coro, ao chegarem à árvore desejada

- Olhe! – exclama a loira, apontando para a tábua de madeira no chão com uma seta desenhada, sobre onde um pedaço de papel estava pousado

- Outra pista, gente! Venham para aqui!

Todos se agrupam, esperando que Joey lesse o conteúdo do papel

“Segurem o fio na ponta da seta e sigam-no até ao fim, onde irão encontrar o coração desaparecido da floresta sob os vossos pés”

Joey agarra no fio e segue as instruções, caminhando de costas enquanto desenrola o fio, tendo cuidado para não se desviar

- Onde enterrariam um caixão? – Henry pergunta-se, procurando com a sua lanterna

- Então, ninguém aqui é o espião, certo? – Jack inquere, olhando para os companheiros

- Não! – Sam suspira

- Eu não sou – responde Joey, continuando a desenrolar o fio

- Todo o mundo aqui? Eu confio em vocês! O outro grupo? Não tenho tanta certeza – exclama o Mafioso

- Porquê? – pergunta Henry

- Bem, para começar, a Melody está tentando me matar desde o início, e não sei, sinto que ela perdeu de propósito no desafio. Eu acho que ela é a espia.

- Eu conheço a Melody há muito tempo, não tem nada de suspeito nela. Eu confio nela – Joey diz, confiante. Por fim, para, olhando em volta – O fio acabou

- Têm a certeza? – Henry pergunta, não muito certo de que esse seria o lugar correto

- Sim, tem que ser – diz Lolla, pondo-se de joelhos e começando a escavar. Subitamente, encontram uma peça de madeira com um pedaço de papel agarrado a ela – Encontrámos! E tem uma nota!

“O coração da floresta anseia pela sua metade desaparecida. Levem o fio e dobrem-no ao meio. Usando a estátua do druida como ponto central, façam um círculo com o fio. Dentro do círculo, irão encontrar a outra metade”

- Okay, então essa é a distância até onde podemos ir para qualquer lado desde o círculo – diz Joey, olhando em volta – Bem, vamos procurar aqui, então

Os 5 convidados vasculham a área, com pouca sorte.

Henry: “Estamos à procura de qualquer coisa, nesta altura. Procuramos no chão, nas árvores... Isso é tipo, a pior caça do tesouro de sempre”

Lolla ilumina a robusta árvore que tem à sua frente com a lanterna. De repente, avista algo no interior da mesma, e avisa imediatamente os seus amigos

- Encontrei! Estava na árvore! – exclama a Jornalista, retirando a metade e levando-a consigo. A morena entrega a peça verde a Henry que, com um pouco de dificuldade, a encaixa à outra metade. Assim que o faz, uma área retangular à alguns metros do grupo ilumina-se, e todos percebem imediatamente o que isso significa

- Encontrámos o caixão!

- Marvin, precisamos de pás, por favor!

Enquanto isso, dentro da floresta da casa

- Olhem! Tem outra estrada aqui! – exclama Cora

- Foi por aí que viemos, Cora – Lydia suspira, frustrada

Cora: “Há tantas estradas diferentes, hã tantos caminhos diferentes. Quer dizer, qualquer um deles pode potencialmente ser o correto ou não, dependendo do caminho por onde vamos”

O grupo continua a caminhar, até se deparar com algo... bizarro

- Está ali um piano! – exclama Scarlett

Scarlett: “É muito estranho. No meio do nada, um piano. Porquê?!”

- Eu não sei se nos devemos aproximar... – diz Cora, hesitante

- Nós temos que nos aproximar – Melody revira os olhos, aproximando-se do piano – Só tem duas teclas brancas

Lydia: “Esse piano só tem teclas pretas e duas teclas brancas. O que será que temos que fazer? Gostava que fosse mais óbvio”

Melody pressiona então as duas teclas, e ouve-se um clique. As garotas entreolham-se, e a Reparadora levanta a tampa do piano. Lá dentro, encontra uma pequena caixa de madeira.

- O que tem lá dentro? – pergunta Scar, curiosa. Lydia abre-a e olha para o seu interior, surpreendida com o seu conteúdo

- Está vazia – diz ela, sacudindo a caixa

- Já viu por debaixo? – Cora sugere - Calma! Ouviram isso? Tocou uma música

- Não tocou nada – Mel suspira, cruzando os braços

- Tocou sim! Isso é uma caixa de música! – Cora insiste, irritada pela atitude da Vigarista – Temos que tocar essa música no piano!

- Ela tem razão – Scarlett olha para Cora e sorri levemente, confortando a morena. Lydia olha então para as teclas, pensando em como tocar aquela música no piano que se encontrava à sua frente

- Temos que ir de alto para baixo para alto de novo – constata ela, pressionando as teclas levemente. Mais uma vez, ouve-se um mecanismo a funcionar dentro do piano, seguido pelo som levíssimo de algo a cair na terra. As garotas baixam-se e encontram a chave, caída no chão, e imediatamente a mão enluvada de Scar agarra no fino fio

- Encontrámos a chave. Vamos encontrar o resto dos nossos amigos – a ruiva diz, sorrindo e começando a correr

- Encontrámos a chave! – grita Cora, avisando o outro grupo que estavam a chegar. Todas correm, tentando ser o mais rápidas possível.

Ao ouvir isto, o grupo que se esforçava para desenterrar o caixão começa a escavar mais rápido, tentando acabar com isso o mais rápido possível. Pela altura que as quatro garotas chegam ao pé deles, já era possível ver um pouco da madeira do caixão, e em breve se poderia ver toda a superfície de madeira

Scarlett: “Eu olho para esse caixão e algo em mim começa a tocar no botão de pânico. Imaginar que a Caroline esteve ali trancada, que ela morreu ali trancada, faz-me sentir extremamente assustada”

Respirando fundo, a Herdeira põe-se em cima do caixão, abrindo a fechadura de metal com a chave. Após soltar as correntes, o grupo começa a elevar o caixão, puxando as cordas nas partes laterais e pousando-o ao lado do buraco onde este se encontrava

Joey: “Só posso supor que o corpo da Caroline está nesse caixão, e eu não quero ver um corpo morto”

Joey, Jack e Lolla posicionam-se ao lado do caixão, põe as mãos na tampa e respiram fundo

- Prontos?- pergunta Joey

Lolla: “Estamos a pensar nas coisas mais horríveis que podem acontecer”

Todos assentem, e num movimento limpo, retiram a tampa do caixão

Jack: “Abrimos o caixão...”

- Está vazio! Onde foi o corpo? – pergunta Cora, que, tal como todos os convidados, olha abismada para o caixão vazio

Scarlett: “Abrimos o caixão, ele está vazio. E nesta altura, eu tenho quase a certeza daquilo que vai acontecer. E só espero estar errada”

- Calma, está aqui uma carta – diz Henry, pegando no papel que repousa no interior de seda roxa do caixão

“Consigo sentir a vossa presença perto de mim. Em breve, o meu espírito estará livre. Só há mais uma tarefa à vossa frente.
O ritual utilizado para esconder o artefacto necessitava que uma alma renitente fosse enterrada viva e foi a minha. Agora, outra alma retinente deverá ser enterrada para reverter o feitiço. Só aí o artefacto irá emergir da sua tumba terrena. Sei que é algo horrível de se pedir, mas se vos tivesse dito no início, nunca teriam vindo tão longe.
O grupo deve votar, mas apenas um nome deve ser retirado desta vez. Essa pessoa deverá ser tomada contra a sua vontade e enterrada viva neste caixão. Por favor, não desistam agora”

O espanto é total

- Temos que... matar alguém?

Henry: “Temos que enterrar um dos nossos amigos vivo”

Lydia: “Não é um grande problema para mim, eu sou a Reparadora, eu livro-me de corpos a toda a hora... mas normalmente estão mortos”

Lágrimas escorrem pelo rosto de Scarlett, aterrorizada pelo que se segue. Arthur e Sarah aproximam-se. A empregada traz uma mesa portátil ao pescoço, com todos os materiais necessários para a votação.

- Aproximem-se e escrevam o nome da pessoa que pensam que deveria ir para o caixão. Quanto mais votos para uma pessoa específica, maior é a hipótese de retirar o seu nome, mas ainda cabe ao sorteio decidir

Lolla: “Estamos todos chocados, temos medo, ninguém está a salvo”

- Lamento imenso ter-vos convidado e metido nisto, mas por favor não me ponham nesse caixão – Joey pede

Joey: “Eu não estou trabalhando com o Mal, por isso eles podem pensar o que quiserem, mas não estou”

- Okay, quem é que achamos que está a trabalhar com o Mal? Porque alguém esteve a planear esta coisa toda!

- Tem que ser a Scarlett! Olhe para ela! Está chorando! Estamos todos assustados, mas ela é a única a chorar. Tem que ser ela! – Lydia acusa

- Você está me acusando porque eu tenho sentimentos? Muito bem, Sherlock, tem futuro como detetive – Scarlett ironiza, lavada em lágrimas

- Você viu o papel... – a Reparadora argumenta

- Ah, Lydia, vá se foder você e a merda do papel! – a ruiva explode

- Malta, tem que ser a Melody. Ela está tentando me matar desde o início e fez de propósito para o Jaden morrer! – Jack exclama

- Okay, primeiro, você é um mentiroso, eu não fiz isso, e segundo, o que importa? Vocês todos o queriam morto! – a morena ataca

- Por favor, não me ponham nessa caixa. Eu imploro-vos, eu peço com tudo o que tenho, por favor! – Scar pede, chorando

- Okay, com calma, vamos ter muita calma. Vamos dispersar um pouquinho, e depois... – Cora tenta tranquilizar os ânimos, suspirando

O seu pensamento é completado por Sam, que olha em volta

- Depois decidimos quem matar



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