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História Escarlate( Madasaku, Sasusaku, Itasaku, Meisaku) - Capítulo 17


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Notas do Autor


Boa leituraa 💕💕

Capítulo 17 - O demônio trabalha na surdina


Fanfic / Fanfiction Escarlate( Madasaku, Sasusaku, Itasaku, Meisaku) - Capítulo 17 - O demônio trabalha na surdina

A lua cheia alta nos céus iluminava o belo rosto de Izumi, seus olhos escuros observavam o primo, que distraído tomava seu sorvete. Haviam passado agradáveis horas juntos e agora preparavam-se para voltar para a casa. A garota gostara de passear com Itachi, da atenção que ele lhe dera. Seu desejo era que aquela noite não terminasse.

-- O que foi? -- Itachi fixou seus olhos na prima, que até aquele momento encarava-o. Suas orbes brilhavam mais que a lua.-- Por que tá me olhando assim?

-- por nada... Bem... -- Sua mão gelada foi para um dos braços do primo, lentamente acariciava-o. -- Estava pensando... Você tá tão bonito...

Izumi sentiu o coração acelerar, parecia querer rasgar seu peito tamanha a força que galopava dentro de si. Com cuidado tomou mais proximidade do homem ao seu lado. A mão que deslizava pelo braço do primo caminhou para o pescoço pálido, os dedinhos iam para cima e para baixo. Devagar a jovem ergueu-se um pouco fazendo com que seu nariz tocasse-o, roçou de leve guardando para si o cheiro que Itachi emanava, sentindo a pele arrepiar, o lábio carnudo beijou o local eriçado. Havia tirado seus movimentos de um filme que assistira a um tempo atrás.

-- O que está fazendo irmãzinha? --

Itachi tinha o corpo tenso, um gélido suor começara a brotar na testa. Com cuidado tomava uma curta distância de sua prima, que ao perceber sua hesitação também afastou-se, as bochechas vermelhas pela vergonha.

-- Nada... --


Os olhos encaravam o chão ao ponto de transpassa-lo, ainda não acreditava no que fizera... No que teve vontade de fazer. Queria beijar Itachi, assim como a protagonista do filme tinha beijado seu par romântico... Onde estivera com a cabeça, sua situação era diferente da personagem de um longa, ela era desejada, vista como uma mulher pelo amado. Enquanto que Itachi a via apenas como uma irmãzinha, uma criança a ser cuidada e protegida.

-- Quero ir para casa Itachi... --

Sua voz era um sussurro que perdeu-se na noite. Izumi agora refletia sobre si, sobre seu geito de agir, suas roupas... A maneira como a tratavam, com fragilidade, como se fosse porcelana. Sua doença apenas veio para piorar sua situação. Órfã e doente, digna de pena por parte de todos e principalmente de Itachi... Estava cansada, dos olhares misericordiosos que ele vivia a lhe lançar, dos carinhos fraternos com lhe agraciara. Ela desejava mais, queria sentir-se mulher, que Itachi a visse como tal. Naquele momento, sob a lua e o estrelado céu noturno tomara uma decisão... Jurou que antes de ser consumida de uma vez pela doença faria o primo vê-la como uma mulher, deseja-la, e lhe tomar como uma...

Itachi não a respondera, apenas levantou-se e pôs-se a caminhar, Izumi o seguia em silêncio, pensava em seus passos futuros. O primo não perbera, porem agora sua "irmãzinha" o observava com os olhos carregados de devassidão. Enquanto dirigia de volta para a casa, mal prestou atenção na moça, que ao seu lado cruzou as pernas para que o vestido branco propositalmente subisse.


A mesma lua que iluminava a estrada por qual Itachi e Izumi percorriam, agora tomava toda a atenção de Sasuke, que debruçado em uma das enormes janelas de um dos corredores da residência pensava no que o silêncio do lugar permitira a ele desfrutar. Havia finalmente levantado da cama, ainda sentia-se cansado da viagem, porém sentia fome. Ao passar pelo quarto da irmã, percebera a porta aberta, e o espaçoso cômodo vazio, Mei ainda devia estar na biblioteca, ela lhe dissera que iria estudar. Seu caminho foi direto para a cozinha, onde apenas preparou um rápido sanduíche e algo para beber. Estava retornando para seu quarto quando resolveu ver se a meia irmã ainda estava acordada. Em passos lentos, apreciava o silêncio que se fazia presente na casa, para ele, um grande admirador da quietude noturna, não havia nada melhor. Bom, nada exceto...

Um gemido rompeu o silêncio, contido, porém ainda assim audível. Vinha da biblioteca, que ostentando uma porta entreaberta, parecia mais convidativa que o normal. Sasuke hesitou, sabia que era a irmã que estava ali, provavelmente aproveitando de um momento só... Um momento íntimo. Então outro gemido ecoou, sendo seguido por alguns outros sons. Mei não estava sozinha... O que fez não era certo, mas sua curiosidade o atiçou, queria saber quem a irmã tinha trazido para a casa, ele nem ao menos percebera. Seu coração acelerou surpreso com a visão que tivera. Deitada na mesa, seminua, Sakura tinha as pernas abertas, se masturbava enquanto Mei a beijava.

Sasuke sentiu o corpo incinerar, agraciado pela erótica imagem da enfermeira da prima se tocando, sentiu o corpo reagir. Nem ao menos tentou sair dali, fixou os pés no chão, aproveitando do momento até notar Sakura tremer, havia alcançado o orgasmo, no mesmo instante um arrepio possuiu o homem por completo, que mordendo os lábios, controlou-se ao máximo para não deixar um gemido de satisfação escapar. Respirou fundo enquanto contemplava o corpo da moça recuperar-se, o peito acalmando aos poucos, parando de tremer. Olhou para sua calça notando o volume ali, estava duro, latejando de excitação... Sua vontade era esperar a enfermeira sair, agarra-la e foder com ela bem ali, queria faze-la enlouquecer, atingir o êxtase apenas com seu pau a preenchendo. Não se importaria de ter a irmã de testemunha, vislumbrando Sakura gemer e entregar-se a ele.

Sasuke Uchiha apenas escondeu-se para não ser notado, havia recobrado uma parte da consciência. Não podia satisfazer seu desejo, pelo menos não naquele momento. Sakura provavelmente ainda era uma virgem e mesmo que se masturbasse para Mei, não devia ter deixado a mulher toca-la, proporciona-la o prazer... Seu olhar lascivo pairou sobre a moça, muito corada, que arrumava seu robe no corpo. Pouco depois sua irmã também saiu da biblioteca, o deixando só naquele corredor, mais uma vez silencioso... Sasuke agora observava a lua, porém sua mente viajava pelas curvas do corpo de Sakura, imaginou a mulher ali, ao seu lado, lhe beijando o pescoço enquanto percorria seu corpo com os delicados dedos. Fantasiou com a moça envolvendo o membro rijo, implorando por alívio. Sua mão também foi para ele, deslizando por toda a extensão, desejando que Sakura o fizesse. Movia-se com timidez, como imaginava ser o toque virgem da moça. Manteve-se constante até não aguentar mais, estava ofegante demais, seu coração acelerado demais. Naquele momento envolveu a glande úmida, foi rápido, despejou-se todo em sua mão.

No dia seguinte não viu Sakura, havia saído bem cedo com Izumi e Mikoto, uma das consultas da garota tinha sido adiantada. Mei também saiu cedo, tinha que ir a clínica. Itachi tranquilamente analisava alguns exames, na biblioteca, na mesa onde Sakura tocou-se para Mei. Sasuke não esqueceria a cena, guardaria em sua memória. Madara apareceu na casa após o almoço, foi direto para o quarto, ficou um bom tempo lá, depois foi para onde Itachi estava, havia acabado de tomar banho e tinha um envelope escarlate nas mãos. Sasuke, sem esperar um convite do grosseiro irmão o seguiu.

-- O que é isso? --

A voz rouca de Itachi preencheu o lugar, em seus dedos um cigarro.

-- Um dos mensageiros do culto mandou... É um convite... -- Madara passava os olhos pelo papel amarelado, lia com atenção cada palavra. --  Nosso líder nos convidou para a comemoração de seu aniversário. --

Sasuke, agora sentado sobre a mesa deslizava os dedos por onde outrora Sakura estivera deitada. Um discreto sorriso nos lábios.

-- Acho que devemos nos sentir honrados, não? -- Os longos dedos afastavam alguns fios de cabelo que lhe cobriam os olhos. -- Finalmente começaram os privilégios... Alguns membros estão a mais tempo que nós e nunca participaram de algo assim, Danzou não os covidara. -- 

O mais velho dos irmãos jogou o convite junto de seu envelope na mesa, havia cansado de analisar a bonita grafia. Agora prestava atenção no que seus irmãos diziam.

-- Sasuke tem razão, deveríamos estar honrados. Estamos recebendo privilégios que muitos ainda não desfrutaram... -- Itachi levou seu cigarro aos lábios, dando uma longa tragada, logo após soprando a fumaça na direção contraria de onde Sasuke estava. Um sorriso de desprezo surgiu na boca. -- Mesmo assim, não consigo me sentir honrado. Danzou é desprezível, não posso esquecer o estado que ele deixou Sakura. --

Com o canto dos olhos Madara observava a expressão de Ira no rosto de Itachi, os dedos trêmulos segurando o cigarro...

-- Danzou quer nos ter a seu alcance.  Depois de sermos agraciados pela previsão da sacerdotisa ele nos notou ali... -- Madara alisou o queixo, a um tempo vinha notando as mudanças de seu líder. -- Na minha opinião ele sabe mais do que aparenta, sobre nós, sobre a previsão. Ele quer nos ter sob seu controle, talvez algo mais... Bem, se preparem, pois ele convocou nossa presença... --

_______________________________________


-- Convite... --

Trajando apenas um cardigan rosa e uma calcinha branca, a mulher lia palavra por palavra do bonito papel que Danzou deixara sobre a cama. Um convite para a comemoração de seu aniversário, ele estava bastante empenhado com os planejamentos... Distraida não percebeu a sombria figura formar-se atrás de si. O senhor Shimura emanando sua glória observava a cascata que os longos, e recém tingidos, fios róseos formavam sobre a costa de sua falsa nora. Naquele ângulo era bem parecida com Sakura, o suficiente para faze-lo desejar aquele corpo, naquele momento... Bruto, agarrou a cintura fina da moça, trazendo-a para perto.

As mãos ásperas vagando até alcançar os seios ainda cobertos pelo cardigan, depois descendo até o fino tecido da calcinha. Os dedos calejados adentrando a peça, tocando a intimidade com desejo.

-- D-Danzou... Ahh. --

A voz nada mais era que um sussurro, em seguida um som mais agudo. Teve o corpo deitado na cama, sendo imobilizada pelo peso do homem, que agora tinha as mãos rodeando o delicado pescoço. Apertava com força fazendo a mulher debater-se e tentar se desvencilhar do mais velho.

-- Você é minha Sakura, minha nora... Por isso, que a partir de agora deve me chamar de sogro... Entendeu, Sakura? --

A moça tinha o corpo mole, os olhos revirando. Mesmo assim esforçou-se ao máximo para assentir.

-- Use a sua voz, querida... --

Os olhos verdes por causa das lentes estavam turvos, marejados pelas lágrimas. Reunindo toda sua vontade, forçou a voz a sair.

-- S-sim, sogro. -- Estava rouca, seus sentidos perdendo-se aos poucos... -- Eu entendi, meu sogro. --

Danzou esboçou um satisfeito sorriso ao ouvir sua falsa enfermeira lhe chamar como mandara. Durante os anos em que Sai estivera com Sakura ouvira a palavra ser pronunciada pela moça poucas vezes, mesmo assim fora o bastante para fixar-se em sua memória. Para tornar-se uma de suas devassas fantasias.


Devagar foi diminuindo o aperto no pescoço da mulher, a pele pálida estava marcada, aquilo o atiçara mais. Aproveitou a posição em que estavam para abrir as belas pernas femininas e afastar para o lado a peça intima. Precisava dela naquele momento... Abriu a calça com agilidade, abaixando-a o suficiente. Preparava-se para possuir a falsa Sakura quando batidas na porta o interromperam.

Descontente Danzou lançou um olhar mortal para o filho, quando por fim abriu a porta. Sai tinha um ar de duvida, que apenas piorou ao ser impedido pelo pai de entrar no cômodo. 

-- O que você quer? --

A voz do pai era dura, sua postura ereta intimidava o filho.

-- Shin pediu para avisar que todos os itens que pegamos do caixão da velha já foram vendidos. Uma boa quantidade foi arrecadada por eles. --

Sai entregou ao pai um pequeno pedaço de papel o valor das vendas estavam anotados ali. Um sorriso de satisfação brotando nos lábios.

-- Diga a seu irmão que tenho uma nova tarefa para ele... -- Danzou amassava o papel enquanto bloqueava qualquer visão que o filho poderia ter de seu quarto. -- Quanto a você, ainda não conseguiu cumprir a sua. Sakura ainda não reatou o noivado... Espero que não falhe... --

-- Não estou conseguindo manter um contato. Ela agora trabalha com os Uchiha... Mas estou me esforçando, eu juro --

-- Bem, parece que seus esforços não tem sido suficientes... --


Notas Finais


Até a próxima 😍


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