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História Escola de Magia e Bruxaria de Konoha ItaSaku-GaaIno (Hiato) - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente...
Eu realmente tô muito desanimada com essa fic, a ponto de quase aexcluir, mas decidi dar como terminada e interromper aqui pq tô com outras ideias e tals. Acho que nao tá sendo muito bem aceita e prefiro partir pra outras coisas.
Bejinhos e boa quarentena para vocês 💋💋💋💋

Capítulo 14 - Namora comigo, parte 2


Gaara Sabaku

Contei à minha mãe, por carta, detalhadamente a forma inesperada como pedi a Ino em namoro e depois de enviar minha coruja, segui para procurar algo na cozinha. Precisei subornar alguns elfos para conseguir um hidromel, mas no fim acabei conseguindo a garrafa.

Entrei no salão comunal e vi que Ino estava em seu quarto, lembrei que ela disse que iria me esperar no quarto. Sorri percebendo a sutileza como ela mostrava que queria. Sim ela queria, tanto quanto eu. Sei que queria me sentir dentro dela. Ela era delicada e dava pistas do que me queria de formas inteligentes.

Obviamente, sou um cara experiente, também inteligente, e entendi pelas conversas e mágoa que sua primeira vez foi com aquele sem sal, água de macarrão cru, e depois nunca mais. Isto me fez concluir que ela só fez a coisa uma vez, o que a tornava quase uma virgem. Sorri com o pensamento de mostrar a ela como se faz uma mulher gozar. Rapidamente, tomei um banho sem deixar o sorriso malicioso largar o rosto, e vesti uma blusa e calça preto. Corri para seu quarto e bati à porta. Estava ansioso, mas feliz…

— Entre… — sua voz estava fina e afobada.

Abri a porta e notei que o ambiente estava muito quente. Intui imediatamente que Ino havia feito algum feitiço para esquentar que eu desconhecia.

Balancei o hidromel preparado para contar como foi minha aventura para conseguir a garrafa.

— Olha o que eu… — parei estático sem acreditar nos meus olhos. Ela estava simplesmente de dar água na boca. O vestido vermelho totalmente simples, mas tão elegante e feminino que eu arfei com a visão. Era agarrado ao corpo e parecia ter sido feito sob medida. Aquilo estava me enlouquecendo, estava tão colado no corpo, delineando suas curvas delgadas que meus olhos duplicaram quase caindo para fora da órbita. — Uou!

— Presente da professora Sakura — ela disse e eu me aproximei, já não conseguindo muito ouvir o restante. Só conseguia pensar em tirar aquele vestido e ver por baixo dele. Mas sabia que Ino estava insegura, não poderia assusta-la. Precisaria ir com calma e carinho.

Depois de provar a bebida deliciosa só pensava em entornar todo aquele licor em seu corpo e lambe-la inteira. 

— Eu… estou insegura, não tenho muita experiência, mas eu quero você, Gaa. Não aguento mais…

— Nem eu… — disse com a voz trêmula, desesperado por tê-la, senti-la.

Voltei a atacar seus lábios que encaixavam perfeitamente nos meus. O sabor de canela era algo que conseguia identificar e misturado com seu aroma delicado deixava-me em estado de rigidez imediata. Meu membro pulsou dentro das minhas calças e agradeci por ter escolhido algo mais largo. 

Nossas línguas entrosadas dançando, amando-se estava me fazendo ter espasmos de um frenesi louco dentro das minhas calças. Meu amigo parecia ter vida própria e sentia o sangue bombardear deixando-me cada vez mais duro. 

Delicadamente enquanto a beijava comecei a deita-la. Precisava que tudo fosse perfeito. Ino estava de olhos fechados, sentindo minimamente tudo que eu fazia e a satisfação em vê-la tão entregue era inquestionável. 

Comecei a descer os beijos pelo rosto, ouvindo-a gemer e arfar a cada toque que eu lhe oferecia. Aproveitei para abrir a caixa de bombons, e selecionei qualquer um de lá, mordi e rocei o doce entre seus lábios. Ela deu uma pequena mordida entre sorrisos de satisfação. Aproveitei para lamber sua boca, contornando com a ponta da língua, saboreando o doce através de seus lábios, enquanto ela mastigava.

— Ela acertou mesmo, eu adoro cerejas — murmurou com a voz falhada e cheia de tesão.

Apertei sua cintura fina e delgada com uma força quase descontrolada e agora passei a beijar seu pescoço enquanto afagava a lateral de seu corpo ainda sentindo o vestido passar por entre meus dedos. Podia experimentar o calor de sua pele mesmo através do vestido e procurei a barra dele elevando-o. Comecei a acariciar suas cochas com as mãos e grunhi algo qualquer quando senti com os dedos uma cinta-liga. Afastei-me para olhar e praticamente salivei como um lobo selvagem com a imagem. 

Os enormes e cacheados cabelos de Ino eram mais puxados para o claro e entravam em sincronia perfeita com o tom do vestido levantado, que escondia uma calcinha rendada verde e preta e uma cinta liga da mesma cor. 

— A professora caprichou no presente e acho que foi mais para mim do que pra você — murmurei vendo-a me encarar com a respiração ofegante e os lábios entreabertos.

Passei as mãos por entre suas coxas vendo-a serpentear lânguida em cima da cama. Seu corpo movia-se de acordo com meus toques e comecei a levantar o vestido. 

Parte por parte ia desvendando seu corpo elegante e feminino aos meus olhos, deixando-me rígido como uma tora. Estava tentando manter a calma, mas a calma foi completamente roubada de mim quando ela arqueou as costas ao sentir minha boca roçar em seu seio direito mesmo por cima da roupa. Queria rasgar aquele tecido com meus dentes e antes de enlouquecer totalmente e acabar fazendo isto, fui subindo a roupa, retirando-a rápido. 

Meus olhos bateram na figura feminina lânguida em cima da cama. A lingerie verde serpentina com detalhes pretos, a cinta liga da mesma cor e a meia preta presa pelo elástico fez-me morder os lábios.   

— Não dá pra aguentar. 

— Eu quero você, Gaa! — disse manhosa com os olhos entreabertos e as pernas esfregando uma na outra para aliviar o tesão que sentia, o que me deixou ainda mais teso. 

Sorri e acariciei levemente seu morro de vênus para senti-la estremecer entre meus dedos suados e ávidos por toca-la mais intensamente e apertei com força entre suas coxas delineadas e deliciosas.

— Injusto somente eu estar assim — ela disse com um bico manhoso e chantagista.

Sem a menor cerimônia comecei a me despir, rapidamente, de joelhos na cama macia de Ino. 

— Abaffiato — ela ordenou com a varinha erguida enquanto eu me ocupava em ficar nu diante dela. 

Meu ego masculino se inflou vendo seus olhos brilharem observando meu abdômen definido, meus músculos dos braços trabalhados e meu peito estufado. Um sorriso assanhado e cobiçoso escapou e mordeu ligeiramente seus lábios, no intuito de, descaradamente, mostrar o quanto me desejava. 

A ideia insana de lambe-la inteira veio à minha mente pervertida novamente. Eu fui escorregando, esfregando meu corpo ao dela, aproximando-me devagar como uma serpente prestes a abocanhar sua presa. Travamos uma intensa batalha de olhar, onde o esverdeado queria devorar o azulado, assim num ciclo infinito.  Esta deliciosa batalha se findou, quando eu desviei meus olhos para seu corpo ofegante e comecei a acaricia-la com a ponta dos meus dedos, procurando fazer seus pelos arrepiarem propositalmente. Era um imenso prazer ver sua pele eriçar inteira somente com a delicadeza dos meus dedos. Seus mamilos estavam duros, e podia-se ver o bico apontando para o alto, enrijecido pelo poder dos meus toques, mesmo por baixo da peça intima.  

A caixa de presente, ofertada pela esposa do meu padrinho estava aberta em cima da cama, e observei que dentro havia algo a mais. De lá de dentro tirei uma venda e pude notar que a caixa era enfeiçada para materializar o que estivéssemos precisando.

— Olha o que eu achei — disse e ela instintivamente olhou para a caixa.

Balancei a venda com um sorriso de canto pra lá de malicioso e a vi engolir em seco. 

— Vou me aproveitar disto ­— sussurrei vendando-a com cuidado. — De acordo com livros trouxas — disse perto de sua orelha, soprando minha voz grave sabendo que ela tremia com o timbre—, quando estamos sem um sentido, os outros se tornam mais apurados. 

— O que isto significa?

— Aproveite e confie no seu namorado, Darling!

Ela já tinha os olhos vendados e isto me dava a vantagem de poder faze-la sentir a intensidade do que quisesse. Neste exato momento, aproveitei para jogar o licor em seu corpo. 

Comecei pelo busto e imediatamente lambi avidamente, embebedando-me de licor e de Ino…

— O… que é isto… Gaara? — sua voz falhou sedutora, e, meu nível de tesão quase extrapolou. Precisei de muito auto controle com seu timbre misto entre medo e extremo prazer.

Shiuuuu — sussurrei serpenteando por cima dela, revessando entre seu ouvido direito e esquerdo. 

Mordi a pontinha da orelha e contornei, faceiro, com a ponta da língua todo a concha acústica externa fazendo-a arfar na mesmo instante. 

Meus lábios começaram a deslizar por sua pele do pescoço e aproveitei para jogar mais licor naquela área. Bebia, lambuzando-a inteira com minha língua unvindo-a gemer. Ino agarrou meus cabelos, e aquilo poderia ser mais do que o suficiente para me fazer quase perder todos meus neurônios e me enterrar nela de uma vez. Contudo, ainda estávamos no começo dos meus planos e eu precisava segurar meus hormônios masculinos. Queria que ela implorasse por mim, precisava que nossa primeira vez fosse inesquecível para nós dois. Queria me entregar a ela por inteiro e precisava de ouvi-la gritar meu nome, descontrolada.

Meus lábios continuaram a massagear sua pele, revezando entre mordiscar, sugar, arranhar e beijar. Abaixei a alça do sutien com os dentes enquanto seu gemido manhoso estava me descontrolando a cada instante. 

Enfim, consegui ver seus seios, vastos, durinhos e bem formados. Joguei licor em cima de ambos os mamilos e os abocanhei em momentos alternados. Ino arqueou as costas com força soltando um gemido sôfrego, e, instintivamente começou a esfregar sua boceta na minha cocha direita que estava entre suas pernas. Comecei a suga-los, entre grunhidos desesperados ao sentir seu líquido interno escorrer por minha perna mesmo ainda usando calcinha. Precisava tirar aquela tirinha de tecido e me embebedar de fluidos. 

Comecei maldosamente a deslizar pela pele, esfregando-me nela até conseguir alcançar a altura da sua calcinha, sem me soltar dela em nenhum instante. Ino se contorcia entre minhas mãos e eu poderia gozar somente de vê-la daquela maneira tão entregue, tão minha! 

Abri suas pernas, mas antes disto, eu a torturei brincando com sua peça intima, esfregando-a com ela. Ino gemia.

— Ah... Gaa, o que é isso?  — gemia charmosa, inflando meu ego masculino por estar lhe proporcionando tanto prazer.

— Acho que a professora não irá se importar se eu rasgar esse pedacinho de decido, não?

Antes de obter qualquer respostar, eu a rasguei de uma vez só, produzindo um barulho estalado que pareceu um chicote açoitando o ar.

Enterrei-me entre suas pernas e comecei a brincar com seu clitóris, sugando-o e apertando-o indiscriminadamente. Entornei o licor ali, lambuzando-a daquele néctar e bebendo cada pedacinho dele através dela. 

Meus olhos eram de um lince e senti-me ainda mais rígido, quando a vi ondular o corpo acariciando os próprios seios apertando-os.  

Ah, que delicia de visão!

E fui aos céus e voltei ao ouvi-la soltar um gemido luxurioso, arqueando as costas, tremente nas minhas mãos, mostrando-me que havia gozado com minha boca. Senti o néctar viscoso escorregar dentro da minha boca e o engoli misturado com o licor que ainda estava ao redor dos meus lábios. 

Não iria conseguir aguentar muito mais tempo e esgueirando-me, enrosquei-me por cima dela. Retirei a venda, queria que ela olhasse nos meus olhos.

Ino abriu os olhos encarando-me com a respiração entrecortada. 

— Ainda não acabou, Darling — murmurei atacando seus lábios com os meus.

— Gaara, deixe-me sentir você, por favor! — ela murmurava, implorando dengosa, e segurou meu pênis fazendo-me rugir descontrolado. Seus olhos arregalaram quando sentiu a grossura do meu pau.

— Nossa! Bem que sua fama é comprovada.

— Fama?

— Grande e grosso — sorriu e começou a me alisar, massageando meu membro, acariciando-o para cima e para baixo com a mão. 

Seu toque era delicado, mas firme e acredito que, analisando meu estado de tesão, aquilo poderia ser mais que o suficiente para me fazer explodir num gozo eterno, contudo, eu queria mesmo era explodir dentro dela.  

Quase inconsciente pelo prazer que sua mão proporcionava, mas ainda responsável o suficiente, segurei minha varinha e apontei para sua barriga, enquanto ela deixava-me mais duro que uma tora em brasa. Murmurei um feitiço contraceptivo que aprendi nos livros de medibruxaria que eu colecionava. Não dava para arriscar uma gravidez naquele momento de nossas vidas. 

Grunhi gemendo, e quase revirando os olhos com seu toque magnifico no meu pau que agradecia a cada movimento. Segurei sua mão impedindo-a de continuar:

— Se você continuar fazendo isto tão delicioso assim, vou gozar na sua mão. Acho que você está mais que preparada pra mim… — sussurrei e sem perder mais um segundo, deixei que meu falo escorregasse para dentre dela.

Sua gruta estava úmida e escorregadia e ela gemeu alto ao sentir meu membro invadir seu interior feminino. 

— Porra, Docinho. Que delicia de boceta tão apertada — rangi os dentes sentindo-a me mastigar até o talo, apertando-me dentro dela. 

Sua boceta engolia minha espada como se fossemos feitos um para o outro. Eu não pude me segurar mais um segundo, precisava me movimentar e toca-la fundo. 
Estoquei-a mais rápido, num exercício admirável, até mesmo para mim. Ela me enlouquecia e eu estava suado, vendo o gotejar dos fios dos meus cabelos em cima dela.       

Ela agarrou-me arranhando minhas costas, e, nesta hora tive a certeza absoluta de que minha namorada era uma felina mais do que saborosa. Ela riscava minha pele com as unhas como se as afiasse ali.

Eu comecei a estoca-la vagarosamente, parando por vezes para rebolar minha ereção grossa e dura dentro dela. Isto a fazia revirar os olhos e me abraçar com as pernas, permitindo-me ir mais fundo ainda. Meu falo ia e vinha num ritmo constante, cutucando-a fundo, sentindo suas paredes internas me engolirem, comendo-me inteiro.

Sentia suas unhas enterrarem nas minhas costas e não conseguia mais aguentar, precisava me saciar e também a satisfazer mais uma vez.

Enfiei-me fundo, sentindo minha pélvis roçar em seu clitóris, enquanto, tocava-a rápido e fundo. Sentia as paredes me espremerem cada vez mais e os gemidos dela se tornarem mais intensos e desgovernados, completamente, fora do controle. Ela começou a tremer e revirar os olhos, arranhando ainda mais minhas costas. 

O cheiro de seu gozo veio forte em minhas narinas e tudo isso junto, muito intenso e feroz, num ato selvagem, retirei-me quase completamente e enterrei-me fundo de uma fez só, despejando-me dentro dela saciando-me.

Arfei tremendo e senti meus neurônios entrarem em estado de estase com o gozo prolongado e intenso. Meu corpo teve espasmos acompanhado com meu o urro de prazer, viril que ecoou por todo o quarto.

— Agora, sim oficialmente namorados — ela disse e subiu por cima de mim cobrindo meu corpo grande com o pequeno dela.

Minha respiração estava ofegante e eu sorri acariciando suas costas.

— Acho que devemos tomar banho — ela disse — eu particularmente estou toda melada de licor.

— Esse foi o melhor licor da minha vida. 

— Podemos tomar banho juntos no banheiro feminino já que sou a única mulher entre os monitores.

— Você acha que eles vão nos flagrar na saída?

— Acho que não, podemos ser rápidos.

— Sim, só mais um pouquinho, daqui a pouco nós vamos…

Eu disse, contudo, realmente só fomos nos banhar quando já era três horas da manha, e lá… novamente, numa das duchas do banheiro feminino, nós nos amamos mais uma vez.


Notas Finais


Bejinhos


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