História Escolha (Im)perfeita - Capítulo 7


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Palavras 2.749
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiie💕 Tudo bem?
Obrigada mesmo pelos comentários❤
Espero que gostem desse capítulo que foi escrito com muito carinho💖

Beijos, tenham um dia mágico!😘

Capítulo 7 - Eu Não Vou Desistir de Você


Fanfic / Fanfiction Escolha (Im)perfeita - Capítulo 7 - Eu Não Vou Desistir de Você

"Aqueles que nos amam, nunca nos deixam de verdade."

Sirius Black, Harry Potter

 

Philippe Point Of View

Cemitério Poblenou

O burburinho foi silenciado no momento em que o pastor deu início ao seu discurso.

O corpo foi velado numa capela próxima ao cemitério, e o pastor estava falando as últimas palavras antes de Lorenzo ser enterrado.

A mão de Skye apertou a minha mais forte, e eu a levei até meus lábios.

Quase todos os amigos de Skye estavam lá. Havia mais algumas pessoas, uma dezena de idosos de um asilo local, moradores de rua (todos vestidos com ternos Armani, cortesia da doida da Skye) e pelo menos cinco pessoas da família de Lorenzo. 

Ele tinha dois filhos. Jacob e Milla. Os dois já eram casados, tinham filhos.

Disseram que Lorenzo sofria de Alzheimer, além de outros problemas de saúde avançados pela idade e pela depressão.

Segundo os médicos legistas, o velho Lô, como era carinhosamente chamado por  Skye, morreu dormindo.

Em paz ele se foi.

Ainda me lembro de dois dias atrás, quando Skye recebeu a notícia. Ela estava com um copo na mão, e os cacos se despedaçaram quando foi ao chão. Havia água, vidro e sangue pelo chão. Um de seus tornozelos estava sangrando.

Acho que eu nunca fiquei tão desesperado. E o jeito como meu peito de alguma forma parecia apertado e prestes a explodir só de vê-la naquele estado me preocupou.

Caramba, eu nunca me senti assim com ninguém antes. É claro que já me apaixonei. Muito. Muitas vezes. Mas desta vez era diferente. Diferente de tantas maneiras. Eu queria que ela estivesse bem. Mais do que qualquer outra coisa eu queria sua felicidade. 

Uma música triste começou a tocar e algumas pessoas lamentaram em forma de choro.

Era a hora de se despedir do Lorenzo, seu caixão estava prestes a descer.

Skye deu um passo, mas hesitou.

— Quer falar com ele uma última vez? — Sussurrei.

Ela meneou com a cabeça.

— Tudo bem. Ele está bem. — Ela disse com a voz rouca. Eu não a vi chorando desde que recebeu a notícia. 

Ela era assustadoramente forte para alguém tão pequena.

— Estou bem. — Ela garantiu quando fiquei olhando para seu rosto, morrendo de vontade de pegá-la nos braços e tirá-la dali.

Neymar, Joe, e alguns caras do time estavam lá. 

Eles estavam lá pela Skye, e eu fiquei feliz em saber que ela tinha tão bons amigos.

Uma lágrima solitária rolou pela bochecha de Skye quando o caixão abaixou, e ela se aconchegou em meu peito, envolvi meus braços ao redor dela e só a soltei quando Léo a chamou.

Quando ela estava longe, Neymar se aproximou.

— Então... Vocês estão ficando? — Perguntou. Ele usava uma roupa inteiramente preta, assim como todos nós, de luto, e as mãos estavam enfiadas no bolso.

— É. — Falei.

— Você sabe que não vai dar certo, não sabe?

Minha pálpebra começou a tremer. Eu não podia ficar com raiva, não naquele dia, não naquele lugar.

— Não, Neymar. Não sei não.

Ele soltou um longo suspiro e balançou a cabeça.

— O pai dela vai te matar. 

Dessa vez eu enfiei as mãos no bolso, mas porque queria mantê-las ocupadas lá dentro e não na cara dele.

— Tudo bem pra mim. — Repliquei com muita paciência.

— Mas você sabe do contrato, não sabe? — Ele não desistiu.

— Sei, sei...

— Puta que pariu, Coutinho! Que deu na sua cabeça?

Desta vez olhei pra ele com sangue nos olhos. Ele não se intimidou.

— Não é da sua conta, Neymar.

Ele fez que ia sair, mas hesitou.

— Não posso deixar você colocar sua carreira em risco desse jeito.

— O que te deixa mais puto, Ney? — O interrompi. — O fato de eu estar nem aí para esse contrato ou o fato de eu estar com ela?

Ele retesou o queixo.

— Não brinque com ela! — Ameaçou.

— Ou o que? — O encarei, ficamos ombro a ombro. — Vai me bater?

— Ei, ei, ei! Que porra é essa? — Joe chegou e nos separou, cada um com uma mão e ficou entre nós. — Vão mesmo querer fazer isso aqui?

Relaxei os músculos e tentei não revirar os olhos.

— Tem razão, Joe. — Falei suavemente, traindo minha expressão dura — A Skye não merece isso.

Neymar cuspiu no chão e saiu, resmungando.

— Você já contou pra ela? – Joe falou quando Neymar estava distante.

— Não. E agora não é a melhor hora. — Retruquei com mau humor.

Joe deu uma risadinha.

— Quanto tempo dura um luto? — Ele quis saber.

Dei de ombros.

— Sei lá. Sete dias? — Respondi.

— Então cara, você vai esperar esses dias, e vai contar pra ela.

Rolei os olhos, incapaz de me conter.

Como dizer para a garota que está apaixonado que o pai dela é um psicopata?

— Bom, depois disso nós vamos para o Marrocos. Você sabe, para jogar contra o Sevilla.

Bufei.

— Está cada vez mais difícil arrumar um tempo. — Ironizei.

— Bem, e depois disso vai ter uma tal de semana da moda. A Skye vai estar viajando.

— E como diabos você sabe disso?

Joe revirou os olhos e tirou uma partícula invisível de poeira do terno. 

— Minha mina é amiga da Skye. E ela faz uns freelances de vez em quando na Cosmo. 

Ótimo. Eu ficaria uma semana longe dela. Legal.

— E tem mais. — Joe emendou.

— Cara, não vem com mais notícia ruim, por favor. — Pedi.

Ele riu.

— Eu soube de algumas coisas bem sinistras sobre Antonio Herrera. — Ele sussurrou.

Lá vem...

— Cara — Ele se aproximou e falou baixinho — Rolam uns boatos aí de que a Rosa, mãe da Skye estava planejando fugir. Ela pegou o filho na escola e tal, depois ia pegar a Skye e sumir das vistas do carrasco do Herrera.

— O quê???

— Bem, parece que foi encontrado na cena do acidente umas malas feitas... E ela tinha uma bolsa com cinquenta mil euros.

— Meu Deus... — Meu estômago se revirou.

— Parece que ela só sofreu esse acidente porque um dos capangas do Herrera estava seguindo ela a mil por hora. Ele colocava um cara pra seguir a mulher aonde ela fosse.

— Chega. — Levantei a mão na frente dele. — Cara. Isso é merda demais para absorver.

Joe deu um suspiro cansado.

— Bro, eu sei que é de arrepiar os pelos do saco, mas é a verdade. 

— Puta merda.

— É tipo aquela história da princesa Diana... Morreu do mesmo jeito... — Joe falou com a voz arrastada.

— A Skye sabe disso? De qualquer parte dessa história?

— Não! — Ele gritou, chamando a atenção de algumas senhoras que estavam fofocando e apontando para o pastor.

— Ela não pode saber! 

— Claro que não, Joe. Como acha que ela vai lidar com a porra toda? Como ela vai lidar com o fato de que o pai é o culpado pela morte da mãe e do irmão dela?

Ai, droga. Uma tristeza amarga se instalou em minha garganta e eu quis vomitar. 

— O pai dela põe uns caras pra vigiar ela, do mesmo jeito que fazia com a mãe...

— Filho da puta. — Rosnei. 

— Eu sei. Olha, Couto. Você sabe que eu te amo, não sabe? Você é como um irmão pra mim.

Assenti, sabendo que lá vinha bomba.

— Você acha que vale a pena mesmo entrar nessa? O cara é perigoso. Muito perigoso.

— Não posso, Joe. Não agora. Ela precisa de mim. — Fiz uma pausa pra tentar respirar — E eu preciso dela. Ela é a melhor pessoa que eu já conheci.

Joe não falou mais nada. Ele me olhava como se meus dias na terra estivessem contados.

Eu nunca encontrei alguém por quem valesse a pena morrer. 

Eu não sabia o que o futuro me reservava. Mas eu já estava satisfeito. Porque eu tinha a encontrado. 

Caminhei até um grupinho onde Skye, Léo, Anna e Murilo tinham uma conversa acalorada.

— Você veio chapada pro enterro do Lô? — Skye colocou as mãos na cintura, faltando quase espumar pela boca.

Caralho, como eu adorava essa garota.

— É... eu vim sim. Algum problema, Skye?

Anna estava mesmo muito chapada. Sua fala estava lenta e sua língua enrolada. Os olhos castanhos enormes estavam injetados e cansados.

Skye suspirou e afagou o rosto da amiga.

— Por que está fazendo isso com você? Uma coisa é beber de vez em quando e fumar um numa festa, mas você está fazendo isso todos os dias!

Anna pareceu que ia chorar. Skye também.

— Eu sinto muito se não sou a perfeitinha do papai, com a vida perfeita, como você.

Skye se retraiu como se tivesse levado um tapa na cara.

— Você mais do que ninguém sabe que minha vida não é perfeita. É bem longe disso.

Anna finalmente cedeu às lágrimas e Skye a consolou com um abraço.

— De-des-cuulpe amiga... Você é tão boa comigo e eu te trato dessa ma-maneira...

— Tudo bem, tudo bem... Shhh... — Skye deu tapinhas nas costas de uma Anna desesperadamente chorona.

— Eu não devia ter feito aquilo. Você tinha razão. Aquilo me mudou. Pra sempre. Eu estou tão arrependida... – Anna choramingou.

Skye tremeu.

— Não vamos mais falar sobre aquilo. — Ela disse como se tivesse acobertando um crime — Não aqui.

Anna assentiu com um gesto positivo de cabeça e soltou a amiga.

O terninho de Skye ficou todo amassado.

— Me espera no carro? — Skye falou pra amiga, que deu um grande soluço e sumiu dali.

— Skye. — Chamei, como se ela não soubesse que eu já estava ali há um tempo.

Ela se despediu dos amigos com um gesto e caminhou até a mim.

— Você ouviu tudo não foi?

Tive que concordar.

Ela ergueu o rosto e seus olhos verdes assumiram um brilho hesitante.

— O que a Anna fez? — Perguntei, sem conter a curiosidade.

— Uma coisa muito séria. Você não pode contar pra ninguém, Philippe.

Minha testa estava lotada de vincos.

— Ela matou alguém? — Disparei.

Ela deu de ombros, tentando transparecer indiferença 

— Tipo isso.

Engoli a bile que revestiu minha garganta. Aquele dia estava sombrio demais para meu gosto.

— Não, não espera. — Ela se alarmou quando viu minha expressão. — Ela... Ela abortou um filho.

Abri a boca para falar, mas nenhuma palavra saiu além de um "o".

— Você não pode contar pra ninguém. 

— De quem era o filho?

Ela passou a mão no cabelo dourado e suspirou.

— Do Neymar.

— Puta que pariu. — Ralhei.

— Por favor, não conte pra ele — Ela implorou.

— Contar pra ele? — Repeti, incrédulo. — Eu vou quebrar os dentes dele!

Cerrei os punhos, e Skye segurou meu rosto com as duas mãos.

— Não faça isso, Phil. Ele não sabe. Ele não sabe que ela fez isso. Ele nem sabia que ela engravidou.

Respirei fundo e Skye encostou os lábios nos meus. Eles estavam quentes.

— Skye...

— Eu sei, eu sei. Ele devia saber. Mas não é da nossa conta, certo? A Anna precisava de uma amiga pra segurar a mão dela quando ela tomou essa decisão e foi isso o que eu fiz. Eu não podia fazê-la mudar de ideia. Acredite em mim, eu tentei. Deus sabe o quanto eu tentei.

A amargura obstruiu minha garganta.

— Philippe... Eu vou entender se você... Se você não quiser mais ficar comigo.

Ergui meu olhar espantado.

— O quê?

Ela corou e olhou para o chão.

— Quer dizer... Quem gostaria de ficar com alguém tão rodeada de drama? 

— Ainda não estou entendendo. — Falei.

— Olhe só onde estamos! Já deu um olhada ao seu redor? — Franzi as sobrancelhas e ela suspirou. — Estamos no enterro do meu amigo. E olhe lá — Ela apontou para o grupo de amigos que estavam encostados no seu carro. — Minha amiga está chapada todo dia pra superar o fato de que fez um aborto. O Murilo é gay e não quer que ninguém saiba.

— Todo mundo sabe...

— Que seja. — Ela rosnou — O que eu quero dizer é que minha vida, meus amigos e minha família é maluca. E isso porque nem comecei a falar do louco do meu pai.

" Você não faz ideia de quão louco seu pai é", pensei com um frio na barriga.

— Ta querendo me dizer que acha que eu vou fugir só porque seus amigos e você tem problemas?

Ela encolheu os ombros.

Puxei-a para os meus braços e inspirei seu perfume antes de cobrir sua boca com a minha.

Ela se derreteu em nosso beijo e eu segurei seu rosto com delicadeza.

— Eu não vou fugir, Skye Herrera! Todo mundo tem problemas. — Falei, simplesmente. — Você não vai se livrar de mim, gata.

Ela riu. Nossa, era bom vê-la sorrir depois de tudo.

— Ótimo! — Ela sorriu. — Agora preciso ir. Tenho que dar um jeito de levar a Anna ao trabalho sem que ninguém perceba que ela ta doidona. 

— Ei, você não precisa dirigir até lá — Sugeri — O Maurício pode te levar.

— E quem é esse?

— Meu motorista. — Respondi mordendo o lábio.

Ela sorriu de novo. Jesus, como eu gostava de vê-la sorrir.

— Motorista?

— E segurança particular também. — Acrescentei.

— Aff — Ela balançou as mãos no ar, dispensando a ideia — Já basta o meu pai com essa ideia de segurança. — Ela revirou os olhos — Agora meu namorado também...! Ops...

Segurei o riso, mordendo a bochecha.

— Quer dizer que sou seu namorado?

Ela corou até a raiz do cabelo.

— Er...

— Gostei disso. Soa tão bem. — Puxei-a pela cintura e deixei um beijo suave na lateral de seu pescoço, antes de pedir para ela falar de novo.

Ela se inclinou para sussurrar:

— Meu namorado. Você é meu namorado. — Seu hálito quente arrepiou os pelos da minha nuca. 

MERDA. 

Meu pau ganhou vida.

Aquele não era exatamente o lugar e nem o momento para ficar de pau duro.

— É bom ouvir isso. — Falei com verdade.— Agora vai. Não quero te atrasar, e também tenho que chegar ao CT.

Ela balançou a cabeça e ficou na ponta dos pés para me dar um beijo suave.

— Obrigada por tudo. Por me ajudar a organizar tudo para o velório do Lô.

Dei uma piscadela e ela acenou, girando os calcanhares e em seguida andou a passos rápidos para seu carro.

A visão de seu cabelo esvoaçando foi a última coisa que vi antes de ela desaparecer dentro do New Beetle amarelo.

[...]

Skye Point Of View

Redação da Cosmopolitan

 

Constanza abriu um largo sorriso ao me ver. Eu não sabia se estava:

A) Encrencada

B) Com uma roupa horrorosa que a fez rir

C) Cheia de tarefas acumuladas e a própria Madame Satã estava me esperando para me entregar

D) Todas as opções acima

— Skye! — Ela chamou num tom gentil. — Soube que seu amigo sem teto foi enterrado hoje.

Aquilo foi como um golpe na barriga. Não se falava assim com alguém que estava de luto.

— É, sim... Foi sim.

— E soube que você organizou um velório e enterro dignos de Hollywood!

Fechei os olhos. Lágrimas insistentes já queriam pular para fora.

— Sim, senhora. Ele merecia.

Ela me analisou de cima a baixo e franziu o nariz como um coelhinho.

— Este vestido é Chanel?

Assenti no mesmo segundo.

— E o casaquinho, Valentino?

— Sim senhora.

Ela só deu um sorrisinho bobo antes de falar:

— Você tem muito trabalho a fazer. Quero o artigo sobre acessórios de fibra de bambu em minha mesa hoje. E preciso da lista da sua equipe para a fashion week.

— M-mas eu pensei que a editora sênior de moda que faria isso... — Falei apavorada.

— E eu estou mandando você fazer isso. Qual o problema? Não quer ter responsabilidades de uma sênior?

— Não senhora... Farei a lista e entregarei até o fim do dia!

Ela deu as costas e entrou em sua sala.

Suspirei de alívio e nesse exato momento, um enxame de pessoas vieram para cima de mim.

— Quem é ele?

— Você está namorando?

— Ele joga no Barcelona?

— Ele tem algum amigo para nos apresentar?

Eu não estava entendendo bulhufas do que estava acontecendo. Eu estava estressada, cansada e parte de mim ainda não podia ouvir o nome do Lorenzo sem que eu desabasse por dentro.

— Do que vocês estão falando?

Uma das produtoras, Karen, cheia de trancinhas embutidas no cabelo e uma tatuagem no rosto, berrou.

— Va para sua sala! — Ela praticamente quicou.

— Ok...

À medida que eu caminhava, uma multidão de pelo menos doze pessoas me acompanhavam.

Estendi a mão para girar a maçaneta e dei um grito ao ver as flores na mesa.

Rosas vermelhas, margaridas brancas, lírio africano. Todas enfeitavam meu cubículo.

Meu rosto estava lavado de lágrimas e Karen tirou um cartão com ansiedade de um dos buquês.

E quando eu li aquelas palavras na caligrafia fina e inclinada de Philippe, eu soube que não estava mais apaixonada. Eu o amava. Eu estava morrendo de amores por aquele homem.

Eu não vou desistir de você. Com amor, Philippe.


Notas Finais


É isso ai... O que acharam???

Comentem please, preciso saber! ❤

Beijocas minhas lindas, fiquem com Deus!


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