História Escolhas - Capítulo 4


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Príncipe James, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Tinker Bell, Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Regina Mills, Swanqueen
Visualizações 148
Palavras 2.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada pelos favoritos e comentários no capítulo passado.

Capítulo 4 - Capítulo 04


Na manhã seguinte, Regina acordou atrasada, e com uma forte dor de cabeça. Havia chegado muito tarde da comemoração com os amigos, e ainda mais bêbada, quase caindo pelos cantos, como sempre acontecia quando exagerava na Tequila. Não se lembrava nem como chegou em casa, ou mesmo em sua cama.

Levantou-se da cama, ainda meio tonta, mas agora por causa da dor em sua cabeça, pegou um comprimido, tomou-o, e foi direto para o banheiro. Ainda cheirava a álcool.

Após sair de um dos banhos mais demorados de sua vida, arrumou-se rapidamente e saiu, mais uma vez, sem comer nada. Hábito adotado quando está atrasada, o que era quase todos os dias, e foi direto na Starbucks ao lado do seu prédio, um dos primeiros lugares que visitou quando chegou à cidade anos atrás, e um dos mais almejados quando ainda morava no Brasil, pois só havia em São Paulo, e ela nunca teve a oportunidade de sair do Rio.

Minutos mais tardes, quando chegou na empresa, deparou-se com mais uma bagunça de modelos na sala de espera. Dessa vez, esperavam por ela.

— Bom dia! — Desejou às garotas, que no mesmo instante, transformaram as expressões de raiva pela demora, em sorrisos animados. — Bom dia, Mary!

— Bom dia, senhorita. — Recebeu um olhar reprovador da mais velha e sorriu sem graça.

— Há quanto tempo estão? — Discretamente aponta para as moças com olhares de expectativa.

— Uma hora mais ou menos. — Diz, após olhar no relógio de pulso.

— De que horas eu marquei com a primeira? — Questiona de olhos arregalados.

— Às 08:00am. — Regina franziu o cenho. Seu horário era sempre depois das nove da manhã. Não lembrava de ter marcado nada antes disso, e muito menos o por que teria feito. — Você marcou mais cedo, porque teria uma reunião às 09:30am, e não poderia se atrasar. — Explicou, entendendo a expressão confusa da morena.

— Droga! — Pragueja, ao ver que já são 09:10am. — Mary, peça desculpas por mim, diga que eu tive um contratempo, e que após a reunião eu atenderei todas, sem demora. — Pede, já se afastando do balcão de recepção e seguindo para a sua sala. — Hoje o dia vai ser bem cheio... — Murmura, abrindo a porta e entrando.

Após Mary Margaret ver que a chefe entrou, levantou-se rapidamente e foi até as garotas amontoadas perto dos sofás.

— Garotas! — Bate palmas para chamar a atenção delas. — Infelizmente a Srta. Regina teve um contratempo e não conseguiu chegar mais cedo, como o marcado. Ela pediu imensas desculpas à todas você.

— Mas ainda vamos ser atendidas por ela? — Uma das garotas pergunta.

— Agora ela estará fazendo parte de uma reunião, mas... — Sua fala foi interrompida, por reclamações das garotas. — MAS... — Repete em um tom mais alto, conseguindo a atenção de novo. — Assim que ela sair da reunião, chamará a primeira sem demoras.

— Não acredito que ficaremos esperando mais. — Outra reclama, sendo acompanhada pelas outras.

— Vocês deveriam agradecer que serão fotografadas por ela, e que tem espaço para todas em sua agenda. — Mary diz irritada, mesmo sabendo que não eram as meninas que estavam erradas. Mas já havia sido interrompida e irritada tantas vezes antes da chefe chegar, que não se importou com isso.

— Nós sabemos disso, mas...

— Olha, só não estressem ela, ok? — Pede, interrompendo a argumentação da mesma que havia reclamado da demora. Sua chefe não era chata, nem grossa, nem nada do tipo, mas sabia que quando Regina saia com os amigos, sempre ficava com muita dor de cabeça no dia seguinte, e que seu pavio ficava muito curto nesses dias. Então queria evitar problemas. — Tenham um bom dia. — E então se afasta rapidamente, dando o assunto por encerrado.

•§•

Quando o dia finalmente chegou ao fim, Regina já não estava mais com dor de cabeça, todavia, seu corpo pedia sua cama a cada dois minutos, pois estava cansada por não ter dormido adequadamente na noite anterior.

Já estava arrumando suas coisas para sair, quando sua secretária entrou em sua sala.

— Srta. Mills? — Chama-a da porta.

— Pode falar... — Responde sem olhar para a mulher, ou mesmo parar o que fazia.

— Tem uma moça aqui querendo falar com você. — Diz em baixo tom, por causa da porta entreaberta. Sua expressão demonstrava o quanto estava confusa, pois não era comum chegar pessoas àquela hora para conversar com sua chefe, se não fosse conhecida sua. Porém ela não conhecia a mulher que a esperava, então não sabia bem o que deveria fazer.

— Essa hora? — E então se vira para a moça. — Diga que estou indo embora já, e peça para voltar amanhã. — E volta a arrumar a bagunça de papéis que estava em sua mesa. — Amo meu trabalho, mas também, amo meu corpo, e ele quer descanso. — Murmura em meio a um sorriso.

Porém, antes mesmo de a sua secretária sair para dar o recado à pessoa que esperava por Regina, a mulher adentra ao local.

— Estou atrapalhando, Srta. Mills? — Uma voz um tanto familiar para Regina, soa atrás dela, interrompendo a sua conversa com Mary. Mills se vira rapidamente, querendo saber quem é a dona da voz que lhe era familiar, mas não se lembrava de onde, e fica surpresa ao ver quem era.

— Você é a...? — Pergunta sem graça para a mulher, mas buscando seu nome na mente.

— Emma Swan. — Responde sorrindo, e entra um pouco mais na sala.

— Isso... — Estala os dedos animada. — Emma Swan. — Repete com um sorriso, ao se lembrar da mulher lhe dizendo o nome na noite anterior. — Lembrei agora. — Acrescenta. — Desculpe-me por isto, estou com a cabeça cheia. — Pede envergonhada. — Sente-se, querida. — Aponta para as poltronas espalhadas pela sala. — Mary, se quiser já pode ir embora. Eu tranco tudo por aqui. — Sorri-lhe, como quem diz que está com tudo sobre controle.

— Tudo bem! Boa noite Srta. Mills e Srta. Swan... — Deseja, retirando-se da sala logo em seguida, e deixando as duas mulheres a sós.

Um pouco tímida, Emma se senta na poltrona que fica de frente para a mesa da outra.

— Estou atrapalhando alguma coisa? — Volta a questionar, apontando para os montes de papéis na mão da fotógrafa.

— Não querida, pode falar. — Sorri gentilmente. — Eu estava indo embora realmente, mas posso esperar e falar com você. — Diz, empenhada em arrumar a bagunça de sua mesa. — Isso é resultado das seis reuniões que tive hoje. — Levanta algumas pastas que já estavam prontas para serem guardadas.

— Desculpe-me vir tão tarde assim. 

— Tudo bem, realmente. — Pega algumas pastas e segue para o fundo da sala, parando em frente ao arquivo, e colocando tudo em cima.

— Eu não sabia os horários daqui, e meu dia foi muito cheio, então eu só tive tempo agora. — Explica-se, levantando-se, pegando o restante das pastas em cima da mesa, e seguindo Regina até o grande armário de metal e ferro.

— Eu entendo. — Comenta sorrindo. — Então... O que te traz aqui hoje? — Ao se virar, toma um susto ao ver a modelo tão próxima de si, segurando mais pastas. Sabia que ela estava perto, mas nem tanto.

— É... — Gagueja por causa da proximidade. — Eu vim aqui para tentar conseguir uma vaga em sua agenda, para fazer uma sessão de fotos com a senhora. — Entrega-lhe as pastas de cor marrons, e se afasta rapidamente. — Sei que estou sendo tolamente esperançosa, mas... — Respira fundo. — Eu precisava tentar.

— Primeiro de tudo, sem senhora, por favor. — Vira-se para o arquivo, e reabre as portas, enfiando as pastas de contratos em qualquer lugar. Queria se livrar logo daquilo. — Chame-me de Regina. — Passa a chave no armário, e volta até a sua mesa, sendo seguida pela modelo. — Apenas Regina, ok? — A loira assente. — E bem... — Aponta para a poltrona à sua frente, e a outra rapidamente se senta. — Você não está sendo tola. Eu disse que faria. Então eu vou fazer. Sinta-se privilegiada. — Inocentemente piscou um olho para a mais velha, que sentiu seu coração bater mais forte com o ato.

— Ok! — Sorri. — Bem, hoje quando cheguei ao trabalho, o meu chefe disse-me que a moça que iria me fotografar teve de fazer uma viagem de emergência. Lembrei-me de seu cartão, e achei uma ótima oportunidade de vir aqui, e fazer duas coisas em uma. — Explica-lhe, e engole em seco, ao ver a morena cruzar as pernas, permitindo que suas coxas fiquem um pouco mais a mostra. — Falei para o Gold e ele adorou a ideia, apesar de não acreditar que eu conseguiria. — Finalizou, esforçando-se ao máximo para olhar para cima e não ser pega no flagra.

— Entendo... — Faz uma expressão pensativa, enquanto balança a cabeça. — Então, não vamos perder tempo, certo? Vamos começar agora. — Levanta-se rapidamente, já pegando suas coisas em cima da mesa, um pouco menos bagunçada que antes.

— Espera... Agora? — Pergunta surpresa. — Desculpe-me a intromissão, mas, não trará problemas para você? — Arqueou uma sobrancelha, vendo a expressão de confusa da outra. — Um namorado ou marido, ou um filho talvez... — Explica sua pergunta em tom hesitante. — Percebi que já passou do seu horário. Não quero ser a causa de uma briga. — Finalizou, demostrando verdadeira preocupação.

— Ah, sim... — Dá um sorrisinho. — Bem, não precisa se preocupar com isso. Não tenho ninguém me esperando em casa. — Explica. — E mesmo se tivesse, essa pessoa iria ter que aceitar e entender que o meu trabalho é cheio de imprevistos e pode acontecer a qualquer momento. — Dá de ombros, e a loira assente.

— Ah, certo... Então sim, vamos começar. — Então dirigiram-se para outra sala, para então começarem a sessão de fotos.

E sem que Regina percebesse, Emma deu um sorriso um tanto satisfeito por saber que ela era solteira.

•§•

Já passava de meia noite quando a sessão de fotos acabou, e apesar de estar muito cansada, Regina queria ser divertir mais uma vez.

— Você vai fazer alguma coisa agora? — Mills questiona à modelo. Emma nega rapidamente. — Gostaria de sair para beber alguma coisa? — Convida hesitante.

— Se estiver realmente tudo bem para você, eu aceito sim.

— Você não terá problemas quando chegar em casa, certo? — Pergunta, imitando a pergunta da outra, horas mais cedo.

— Não. — Responde-lhe gargalhando. — Eu também moro sozinha, não preciso dá satisfação a ninguém.

— Então vamos? — Aponta para o elevador, e a loira assente, apertando o botão do mesmo e o segurando, enquanto Mills fecha a porta de vidro.

•§•

No primeiro pub, The Irish, que encontraram aberto, elas pararam e ficaram. Um lugar simples, porém, aconchegante e calmo, com poucas pessoas, e que tocava ótimas músicas ambientes.

— Então Emma, fala-me um pouco sobre você. — Regina começa puxando assunto. Haviam acabado de fazerem os pedidos.

— Bem, o que você quer saber?                            

— Não sei... — Deu de ombros e sorriu. — Apresente-se. — Pediu e a loira assentiu.

— Ok... Vamos lá... — Esfrega as mãos uma na outra, pensando em por onde começar. — Hm... — Estreita os olhos, olhando para cima, e sorri mais uma vez. — Bem, como você sabe, eu sou modelo... — A morena assente. — Sou solteira, não tenho filhos e nunca fui casada. Tenho 29 anos, e moro sozinha. — Faz uma pausa, quando um garçom chega à mesa, para deixar as bebidas que pediram. — Minha mãe morreu quando eu ainda tinha 12 anos, e meu pai... — Suspira. — Meu pai é dono de uma empresa de decoração, que daqui alguns anos ele insiste em repassar para mim... — Balança a cabeça negativamente, deixando claro para a outra, que não gostava de falar muito do assunto. — Já morei em Boston e Nova Jersey, e atualmente, por causa do meu trabalho, moro perto do Central Park. — Conclui sua apresentação.

— Interessante. — Murmura, tomando um gole de sua cerveja. — Sinto muito por sua mãe.

— Ah, é... — Diz, como quem acabara de lembrar de algo. — Tem mais uma coisa... — Olha bem para a morena, pensando se diria ou não. Esperava sinceramente que ela não fosse preconceituosa. Tomou um gole de sua cerveja, e decidiu falar. — Bem, eu sou lésbica.

Regina engasgou com a cerveja, mas logo voltou ao normal, porém, totalmente vermelha de vergonha, pela gafe.

— Algum problema, Regina? — Questiona preocupada.

— Não, nenhum. — Sorri sem graça. — Confesso que fiquei um pouco surpresa. — Fala envergonhada. — Mas, não se preocupe, eu não sou preconceituosa ou qualquer coisa do tipo. — Trata de se explicar. — Tenho amigos assim no Brasil, e amo cada um.

— Que bom então. — Sorri aliviada. — É difícil encontrar alguém mulher que queira ser minha amiga, mesmo sabendo que sou lésbica. — Confessa em tom triste. — Ficam pensando que só porque gosto de mulheres, vou dar em cima de todas... — Balança a cabeça negativamente. Decepção tomava conta da sua voz. — Mas eu não sou assim... Mesmo que eu esteja interessada na pessoa. — E encara a morena a frente, que lhe sorri sem jeito, e depois balança a cabeça de modo afirmativo. — Mas então, fale-me um pouco de você agora. — Pede, mudando o foco da conversa. — Já morou no Brasil? — Pergunta animada.

— Então... Vamos lá... — Imita a outra, e sorri, fazendo a outra sorrir também. — Como você também já sabe, eu sou solteira e moro sozinha, sou dona da Mills photography Inc, tenho 28 anos de idade, nunca fui casada e também não tenho filhos. — A cada informação dada, Mills passava um dedo da mão, como se estivesse contando números. — E sim, respondendo à sua pergunta, eu já morei no Brasil. Na verdade, eu sou de lá, e vim para cá quando tinha 18 anos. — Observa a outra soltar um “que legal” animado, e sorri. — Tenho uma irmã ruiva... — Emma franze o cenho demonstrando confusão. — É filha de outro homem. — Explica. — Meus pais não são donos de nada. São apenas meus pais. — Diz bem-humorada, fazendo a outra gargalhar. — E estão os dois vivos. Mas, moram lá no Brasil. — Conclui sua apresentação.

— Interessante. — Imita Regina, fazendo rir. — E o que te trouxe aqui? — Toma mais um gole de sua cerveja, já quente.

— Decepção amorosa... — Responde rapidamente. — Queria algo novo, começar do zero sabe? — A loira assente. — E como um dos meus sonhos sempre foi vir para cá, eu não pensei duas vezes e vim.

— Nossa, se uma decepção amorosa me fizesse chegar aonde você chegou, eu iria adorar ser decepcionada pelas pessoas. — Comenta fingindo seriedade, mas não aguentando e gargalhando.

E então, entre conversas animadas, as horas se passam, logo adentrando a madrugada, e elas decidem ir embora.

•§•

Já haviam saído do pub, e estavam em um pequeno engarrafamento causado por um acidente, que tinha por ali.

— Caramba, são três horas da manhã, e tem engarrafamento, e pessoas se acidentando... — Regina murmura, agoniada por estar parada por tanto tempo no mesmo lugar. — Tinha que ser Nova Iorque mesmo... — Balança a cabeça negativamente. — Onde você mora mesmo Emma?

— Pode seguir em frente, moro logo atrás daqueles prédios ali. — Apontou para uns prédios mais à frente.

Alguns minutos depois, e finalmente Regina estava parada em frente ao prédio da modelo.

— Obrigada pela noite. — Emma agradece, enquanto tira o cinto de segurança. — Fazia tempo que eu não saia com alguém para me divertir. — Confessa em um sussurro. — Minhas amigas ultimamente têm me deixado um pouco de lado por causa do trabalho.

— Não foi nada. — Distraidamente, toca em sua coxa e a aperta. — Se você quiser, essa noite pode se repetir. Sempre que quiser, é só me ligar...

— Obrigada mais uma vez. — Então Emma se inclina e beija levemente a bochecha da outra, deixando-a sem ação e um pouco corada, pois não esperava nem tão cedo uma proximidade dessa. — Boa noite e até próxima. — E então sai do carro, sem nem mesmo esperar que a fotógrafa responde.

Regina, ainda abalada com o beijo, tranca a porta, coloca o cinto que havia tirado assim que parou o carro, liga o veículo novamente, e segue para casa.

•§•

Ao chegar no apartamento, toma um banho relaxador, come alguma coisa, escova os dentes, e vai se deitar. Porém, só consegue pegar no sono horas depois, pois não conseguia parar de pensar na noite que teve com Emma Swan. Não sabia o motivo, só sabia que as imagens das conversas e da despedida no carro, não saiam de sua cabeça.


Notas Finais


Até o próximo capítulo. ;)


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