História ESCOLHAS - Capítulo 21


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Categorias Histórias Originais
Tags Romance, Sexo
Visualizações 11
Palavras 504
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 21 - Indomável


— E falo além das compreensões humanas, por que alguém que não consegue sentir nada por alguém que lhe fez mal, não é humano.

— É mesmo. Escoro na janela e ali fico.

 

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— Olá, Boa Noite. O senhor poderia me autorizar levá-la até seu apartamento, ela está morta de sono.

— O senhor que veio buscá-la no começo da noite, correto?

— Isso mesmo. Sorrio e sai de trás do balcão, acionando o elevador. Nos olha com uma pitada de malícia e se afasta. Entro e ela ao menos pisca, exagerou nas bebidas.

Tão linda, sua expressão serena, suas linhas suavizaram, sua boca entreaberta. Ela era a mulher na qual queria acordar todos os dias ao meu lado, a cuidaria como ninguém neste mundo.

— Ana. Aproximo minha boca de sua orelha, sussurro baixo para não assustá-la. — Querida?

— An. Tenta falar algo.

— A senha do seu apartamento, preciso saber.

— 25478. Diz pausadamente, sem abrir os olhos, balbuciando algo. Me pergunto se isso era rotineiro. Tento afastar este pensamento, pois já sentia uma faísca de raiva espalhar-se por todo meu corpo.

Digito a senha e a porta se abre. Passo pelos cômodos, e procuro a porta central do corredor, pois normalmente a arquitetura planejava assim. Empurro com o pé, pois estava semi fechada. Era um quarto lindo, um pouco diferente do que pensei, era muito singelo. Não tinha nada de mulher auto independente. Em uma parede tinha “ O Pequeno Príncipe” desenhado de um tamanho razoavelmente grande, com a seguinte frase em letras douradas: Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Nas paredes seguintes nuvens desenhadas, com estrelas, de forma infantil, igual a do livro. Sorrio. A mulher na qual carregava em meus braços, na verdade era uma menina, muito doce e sentimental.

Pouso seu corpo pequeno em sua cama, e puxo o edredom, a cobrindo. Ela sussurra algo, não entendível e aperta o mesmo contra o corpo, sorrindo.

    Fico ali olhando cada detalhe de seu quarto, ainda estupefato. Não era possível.

— Ana, você me surpreende a cada dia mais. Pouso um beijo em seus cabelos sedosos, negros. Reluto, mas vou embora.

 

Escuto o celular despertar, e acordo de imediato. Assustada. Olho em minha volta, não tinha ninguém, o silêncio reinava em meu apartamento. Recordará estar com o Bruno, dormir em seu carro, provável, mas como ele tinha me deixado em casa, em minha cama?

Aquele homem, certamente não existia. Vou para o banho, tomo banho demorado, de água quente. Penso a todo instante no Bruno, eu tinha que parar com isso.

Arrumaria uma solução hoje.

Me visto com calça preta pantalona, scarpain, blusa de botão detalhada de cor preta com branca. Faço um coque em meu cabelo, brincos. perfume. Pego minha bolsa e vou para cozinha.

— Bom Dia, senhora Ana. Dou um pulo de susto, e começo a rir.

— Me desculpa Ni. Sorrio. Esqueci que agora tenho uma companhanheira.

— Fiz café para senhora, tem pão fresquinho e frutas.

— Que linda. Dou abraço forte, e me sento na mesa de jantar na qual o café estava disposto.

 



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