História ESCOLHAS - Capítulo 22


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Romance
Visualizações 15
Palavras 603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OIII AMORES E AMORAS.
QUERIA AGRADECER AOS LEITORES QUE ACOMPANHAM A FIC. MEU MUITO OBRIGADA.
Esses dias tem sido um pouco conturbados, mas sempre que der, postarei alguns capítulos. Grande beijo

Capítulo 22 - Indomável


Ao chegar no escritório, não tinha ninguém de meu interesse, cumprimento a Nanda e vou direto para a minha sala e lá permaneci por horas.

— Mana. Bate na porta adentrando na sala, o olho por cima, mantendo contato nas folhas na qual estavam em cima da mesa. — Olha pra mim, poxa. Ainda está com raiva?

— Me desculpa, estava completamente imersa no trabalho. Boa Tarde, irmão por onde andavas?

— Fui dar uma palestra com o Bruno e Alisson, aos novos colaboradores, afinal, segunda começa.

— Verdade. Ansiosa para vê-lo de pé.

— Todos nós estamos. Você já almoçou?

— Ainda não.

    — Eu e o Bruno pedimos comida japonesa, pedi para você também, já esta lá na copa.

— Vocês dois estão super amiguinhos né?

— O cara é super gente fina, percebo que você mudou um pouco a visão inicial dele.

— É, não posso julgar pela capa, e ele é um ótimo profissional.

— Ele te buscou e te levou, cavalheiro também. O que acha dele irmã?

— Eu acho legal. Tento não passar nenhum tipo de emoção ou empolgação

— Legal sou eu, gata. A gente podia sair fora do expediente, sei lá, nos conhecermos fora daqui.

— Ta tentando me empurrar pro Bruno? Ergo as sobrancelhas.

— Não é isso. Longe de mim. Fala com agilidade, gesticulando, com medo de alguma forma me chatear. — Mas desde o crápula, você não deu abertura pra mais ninguém, e o Bruno, pelo pouco que conheço, seria alguém que valeria a pena.

Me levanto, sorrindo, desacreditada.

— Só o que me faltava mesmo.

Caminhamos para a copa, onde Bruno conversava empolgado com a Aline, uma das engenheiras da casa,

— Boa Tarde. Digo com voz grave, para evitar conversas que não me interessavam entre Bruno e Aline.

— Boa Tarde, Ana. Diz Aline, eufórica e sorrindo, com vestígios da conversa com o Bruno.

— Boa Tarde, Ana. Faz uma rápida reverência e me avalia com cautela.

— O que tanto riam? Quero rir também. João Vitor como sempre, intrometido.  

— Estávamos contando sobre experiências em restaurante Japonês. Bruno devia contar piadas. Aline olha para o Bruno, feito uma leoa que admirava sua caçada.

— Que isso. Bruno, sorri e me encara. Sinto minha pele queimar por dentro, estranho tal reação do meu corpo. Continuo abrindo as embalagens de comida.

— Vou ir pra minha sala, depois passa lá Bruno, pra conversarmos mais. Encara o Bruno com um aspecto malicioso. — Bom Almoço pra vocês.

— Obrigada. Respondo seco e percebo minhas ações. Fico calada em seguida. Isso era ciúmes, Ana Beatriz? — Mas então. me sento pegando o temaki que julgará ser meu. — É, meu ? Pergunto já abocanhando. Como eu amava temaki.

— Na verdade era meu, mas como a senhorita já o atacou... Diz num tom diferente do normal, como se fosse implicante, e sorri.

— Ai, Deus. Falo de boca cheia. — É que eu amo esse também…

— Sem problemas, Ana Beatriz. Tem mais.

Sentamos e comemos, conversando sobre a obra que estava prestes a ser levantadas. Bruno e João estavam com os nervos a flor da pele.

— Licença. Nanda adentra na copa. — Desculpa atrapalhá-los, mas João a pessoa que esperava está na recepção.

— Servida, Nanda? Ergo o temaki em minhas mãos.

— Sabe que eu não gosto desse trem. Fala com repudia. — Muito obrigada.

Os dois se retiram da sala, restando só nós dois.

— Bruno, obrigada por ter me deixado em casa.

— Sem problemas, é uma honra Ana.

— Como soube minha senha? Franzo o cenho.

— Você balbuciou dormindo.

— Hmmm. Normalmente, num passado não muito distante, João me levava no colo pro meu apartamento, quando bebia demais. No começo ele nunca sabia minha senha, agora… Reviro os olhos. — Preciso até mudar.

Ele dá risada, o que parecia aliviado,

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...