História Escolhas - Capítulo 12


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Categorias Naruto
Personagens Itachi Uchiha, Sakura Haruno
Tags Itasaku
Visualizações 49
Palavras 941
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Hentai, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Buscando respostas


-O que exatamente está acontecendo entre os Uchihas?- questiono, enquanto observo as costas de Itachi, ele está um passo ou dois a minha frente.

-O que você quer dizer com isso? – ele rebate em seu tom normal, como se estivéssemos falando sobre uma missão.

-Eu estou apenas tentando perguntar a você por que diabos o clã Uchiha parece se mover de um lado pro outro em treinamento como se estivesse indo para uma guerra? – questiono irritada, notando que agora ele para de andar.

Após voltar ao mundo real no esconderijo da Akatsuki, eu sabia que Itachi não havia conduzido o massacre Uchiha. Ele havia matado a todos os seus parentes para salvar Sasuke-kun, mas eu não sabia como isso tinha ocorrido, era apenas uma certeza irracional que rondava minha mente. Agora, eu tinha a chance de saber como tudo isso havia começado e não iria desperdiça-la.

-Porque é isso que meu clã faz, Sakura.  Eles apenas buscam poder por meio de intrigas e violência – ele diz e noto o tom letal em sua voz, a amargura que provavelmente o consome nesse momento.

-Itachi.. eu sei que as coisas estão ruins nesse momento. Mas se você precisar de alguma coisa, qualquer coisa..basta me pedir, okay? – questiono em tom suave, então noto que ele se vira, ficando de frente para mim.

-Você é uma boa amiga, Sakura. Obrigada por tudo. – ele diz e noto seu sorriso gentil, eu apenas retribuo com um aceno. Até que ele se aproxima um pouco mais e me abraça, me sinto sem graça, mas retribuo.

Ouço alguém se aproximar, então me afasto de Itachi sentindo meu rosto quente. Noto que é um Anbu e pelos cabelos brancos e o que parece ser uma faixa amarrada por debaixo da máscara, concluo que é Kakashi-sensei.

-Uchiha-sama, há uma inesperada que o senhor deve atender na sede da organização.

-Hai – ele responde em tom impassível e o Anbu desaparece.

- Minha mãe te convidou para jantar hoje á noite. Quer dizer, um jantar na nossa casa.

-Hm..não, obrigada. Tenho algo para fazer perto da vila do Som, talvez um outra hora. – respondo e ele apenas acena, antes de desaparecer.

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Um dia e meio depois e estou em frente a uma cabana de madeira recém construída. Eu havia perguntado ao redor a respeito de um jovem mulher de cabelos loiros e vestido branco e um comerciante local havia me falado de Aya, uma garota de tal descrição que até poucos meses atrás era sacerdotisa do templo da deusa Amateratsu. Ao que parece, ela havia desaparecido junto com alguns ladrões que buscavam uma jóia valiosa no templo.

Talvez eu estivesse apenas jogando uma kunai no escuro, ainda assim, havia a possibilidade de haver mais do que eu suponha naquela história e que de fato, ela era a figura que eu tinha visto naquela noite antes de tudo desvanecer.

Adentro ao local, me atentando ao silêncio estranho ao meu redor, até que vejo uma figura em pé em frente a uma mesa de madeira com algumas velas acesas e um longo tecido estendido sobre a parede com a figura da deusa do Sol.

-Aya...? – questiono cautelosa e noto ela se virar. Seus cabelos loiros fazendo constraste com sua pele clara, enquanto todo seu corpo parece iluminado.

-Talvez este seja realmente meu verdadeiro nome, apesar de tudo que se passou.. – ela diz calma, sua voz em tom de melodia parecendo ressoar por todo o local .

-Você.. o que sabe sobre a relíquia do templo? – questiono com o cenho franzido.

-Sei apenas que é um presente antigo, dado a uma garota de um clã esquecido, muitos anos atrás. Em sua forma humana, ela desejou que os agressores que mataram sua família fossem assassinados, em seu coração ardia o mais profundo ódio e anos depois, ela foi chamada de Amaterasu, a deusa do sol.

-Isso significa que..Amaterasu, a verdadeira deusa do sol, um dia existiu?

-Ela ainda existe, pequena mortal. Sua existência perdurou ao longo dos séculos, embora tenha assumido diversas formas e agora espera para residir em um corpo finito novamente.

-O que pode me dizer da relíquia ou desse mundo?

-Sou apenas uma serva da grande deusa do Sol, que espera que um dia ela retorne e faça cinzas de todas as pessoas cruéis desse mundo. Não posso dar as respostas que você procura.

-Você me disse que a relíquia tinha algo a ver com a forma humana de Amaterasu. Então, como as duas coisas se relacionam? – pergunto em tom ameno.

-Amaterasu sempre existiu, antes mesmo dos humanos se aventurarem por este mundo. Houve uma garota. Naquele tempo não haviam vilas, nem Hokages ou a qualquer instituição a quem recorrer. A grande maioria das pessoas fazia o possível para sobreviver, enquanto bandidos aproveitadores usavam a força para conseguir mais terras e influencia. Haviam lugares..que nem o próprio Imperador poderia intervir.

-Uma noite..ainda em sua forma humana, ela descobriu a respeito de um receptáculo mágico, que abrigava a alma de um antigo demônio. Esse “demônio” era Amaterasu e apesar do que dizem as lendas, ninguém sabe ao certo como a garota conseguiu reviver a grande deusa do Sol. Mas a partir daquele momento, Amaterasu passou a viver no corpo da garota até o dia de sua morte. Construiu um templo e escolheu pessoas para vigiar esse recipiente mágico e agora ladrões imbecis tentam roubar essa relíquia sagrada, apenas para vende-la a algum colecionador rico – ela diz raivosa.

-Acho que a mocinha estava falando de nós..- uma voz irônica diz e em seguida consigo ouvir algumas risadas masculinas. Recuo um passo para trás, retirando uma kunai em cada lado dos bolsos presos a minhas coxas.



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