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História Escolhe Uchiha - Capítulo 2


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Notas do Autor


Olá novamente <3
Passou tão pouco tempo, mas a fanfic foi tão bem recebida de volta que não pude evitar e vir atualizar ahaha Nunca esperei ter mais de 20 comentários no último capítulo, pensei ter bem menos, confesso ahaha

Espero que gostem do novo capítulo, que é maior do que na primeira versão ahaha antes tinha sido 1072 palavras e agora são 3436 plv, uma grande diferença :)


○ Fanfic e capas da minha autoria (créditos das fanarts aos seus devidos criadores)
○ Plágio é Crime

História escrita em PT-PT

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Escolhe Uchiha - Capítulo 2 - Capítulo 2

 

Sasuke observava com curiosidade os recém-chegados, mais especificamente Sakura, a sua possível futura mulher, por ter concordado com o acordo de união. As intenções de Ayane sobre o casamento já eram conhecidas pelo Uchiha, mesmo sem lhe perguntar. A ruiva gostava de dinheiro e de luxos, algo que poderia facilmente proporcionar-lhe, além de estar atraída por ele desde que se conheceram. Já Sakura, não a conhecia e nem sabia as suas motivações para querer aquele casamento, seriam as mesmas que a irmã? Ou apenas queria puramente ajudar os pais na decisão que tomaram, da mesma maneira que ele tinha feito?

— Mikoto, querida, porque não trazes os nossos convidados para dentro? — Fugaku falou, um sorriso carinhoso no rosto enquanto assistia à animação da esposa. — Dentro vocês podem falar mais comodamente ao invés de continuar aqui, debaixo deste forte sol.

— Oh, verdade! — concordou Mikoto, enquanto levava uma mão ao rosto corado pela vergonha e pelo calor. — Fiquei tão empolgada em rever Sakura e conhecer o seu bebé, que me esqueci de convidá-la para dentro. Desculpa, minha querida.

— Não faz mal — respondeu de imediato. —, se o sol estivesse a incomodar tanto eu já teria avisado, por não querer ter o Kasuke debaixo deste sol sem um chapéu. — continuou, enquanto pegava rapidamente a sua bolsa de dentro do carro com a mão livre e o trancava, antes de começar a subir as escadas que levavam para a mansão.

Além da sua própria bolsa, levava também uma pequena mala com as coisas que o seu filho poderia chegar a precisar durante o tempo que estivessem ali. Ela sentiu-se muito aliviada por ter conseguido chegar a tempo, apesar de ter sido deveras cansativo dirigir por cinco horas seguidas com um bebé inquieto no carro que se recusava a tirar uma soneca.  Agora, o que mais queria era descansar um pouco, mas parecia ser impossível no momento. Depois do almoço, pediria a Mikoto se poderia usar um dos quartos de convidados para descansar antes de voltar para casa.

— Olá filha! — cumprimentou-a Kizashi, com um sorriso no rosto, quando esta parou à sua frente para abraçá-lo. — Porque demoraste tanto? — perguntou curioso e um pouco preocupado, enquanto a mantinha nos seus braços.

— Trânsito horrível e cinco horas de viagem com um bebé que não queria dormir e dar-me um pouco de silêncio. — respondeu Sakura, com um sorriso cansado no rosto, ao olhar para o filho que a observava atentamente como se soubesse que falavam dele.

— Deve ter sido muito cansativo, nota-se no teu rosto, mas agora já poderás descansar um pouco da viagem. — comentou, ainda preocupado. Kizashi realmente odiava que a filha vivesse tão longe de si, que tivesse de fazer viagens tão longas para poder vir ter com eles. Talvez, desta vez, conseguisse persuadi-la a mudar-se para mais perto, ou que passasse alguns dias na sua casa.

— Vamos entrar, não há necessidade de ficarmos todos aqui na entrada. — Mikoto comentou animada, antes de entrar na casa, sendo seguida pelos seus convidados.

— Correu tudo bem pelo caminho? Além do que já mencionaste? — perguntou, novamente, e ainda preocupado pela viagem longa que a filha teve de fazer até ali.

— Sim, não precisas preocupar-te tanto, já estou aqui, não estou? — tranquilizou-o sem desmanchar o sorriso que tinha no rosto antes de ajeitar o bebé nos seus braços. O menino, por querer observar tudo, estava muito inquieto e Sakura já começava a sentir dor nos braços.

— Querida, apresento-te a Uchiha Fugaku e a Uchiha Mikoto, grandes sócios e amigos, como já tive muitas vezes a oportunidade de contar-te. A última vez que os vistes eras pequenina, então não deves lembrar-te. — apresentou-os Kizashi, um “pouco” animado demais com a situação. — Esses são os seus filhos, Uchiha Itachi, o mais velho, e Uchiha Sasuke, o que vai ter de escolher entre ti e a tua irmã devido a que ambas aceitaram o acordo de união. — continuou, ao indicar com a cabeça os dois morenos um pouco mais atrás dos pais. Sakura olhou atentamente para Sasuke, antes de dar um pequeno sorriso na sua direção, que retribuiu junto com um leve movimento com a cabeça. — “Apesar dele não estar muito feliz por ter de decidir entre elas, pelo que me confidenciou Fugaku, Sasuke achou isso muito machista.” — O mais velho pensou, antes de dirigir um pequeno olhar de orgulho para o mencionado. Eles realmente não tiveram outra opção, ambas se recusaram a desistir do acordo, cada uma com as suas motivações, e o filho do seu amigo simplesmente não podia decidir sem conhecê-las primeiro, ou neste caso, Sakura, o que era compreensível. —  Estes são os amigos do Sasuke, estão de visita e, ao saberem que a reunião era hoje, ficaram um pouco mais para apoiá-lo, de certeza que te darás muito bem com eles. Já terás oportunidade de conhecê-los melhor depois, se eu os apresentar agora, iremos demorar muito. — Kizashi não perdeu a oportunidade de brincar um pouquinho, animando-se ainda mais quando todos começaram a rir. — E agora, o mais importante, apresento-vos à minha filha Haruno Sakura e ao meu neto Kasuke, que no momento prefere estar escondido no pescoço da mãe.

— Olá! É um prazer conhecê-los a todos. — Sakura cumprimentou-os com sinceridade, sorrindo quando lhe responderam de volta.

— Sakura — chamou-a Tenten, um pouco tímida por receber toda a atenção, mas também curiosa, antes de perguntar. —, podemos ver o bebé? Apenas o conseguimos ver um pouco antes que se escondesse.

— Claro que sim. — respondeu, sem incomodar-se com o pedido, já habituada com as pessoas a pedirem-lhe o mesmo. Ajeitou melhor o filho nos braços, para que ficasse virado para a frente, antes de dizer suavemente. — Kasuke olha só, todos querem conhecer-te. — pegou numa das suas mãozinhas e balançou-a suavemente, como se estivesse a dizer “olá”.

— Que fofo! — arrulhou Temari, sem poder conter-se quando teve a oportunidade de ver o menino mais de perto. Kasuke ao perceber que todos o olhavam, começou a choramingar incomodado e Sakura rapidamente o virou de novo contra o seu peito, para acalmá-lo.

— Pronto, meu amor, calma. — falou baixinho e suavemente, ao mesmo tempo que acariciava as suas costas em movimentos circulares. — Enquanto não se habituar a vocês, vai ser sempre assim. — informou, enquanto aguentava a vontade de rir, ao notar a preocupação evidente dos presentes na sala, que suspiraram de alívio quando a criança parou de chorar quase de imediato ao sentir o perfume e a voz da mãe.

— Oh, certo! Espero que não fique assim por muito mais tempo. — Hinata comentou, com compreensão e adoração no olhar quando encarava as costas de Kasuke que se agarrava com força ao vestido da mãe, como se para impedi-la de virá-lo novamente. Ao reparar no que o pequeno estava a fazer, sorriu para Sakura, com diversão.

— Bom, vamos sentar-nos no sofá? Desde que entramos estamos aqui em pé. — Mikoto sugeriu, após bater palmas duas vezes para atrair a atenção de todos, antes de caminhar para os sofás. — Sakura também está cansada, e estar de pé com o menino nos braços deve ser difícil.

Aos poucos, todos foram sentando-se nos grandes sofás pretos, onde cada um se sentava ao lado de quem quisesse. Sakura sentou-se num onde ainda não havia ninguém e foi-lhe quase impossível não suspirar de alívio quando o fez, enquanto sentava o filho sobre as suas pernas. O seu filho estava bem gordinho e pesado, começava a ser complicado tê-lo por muito tempo nos braços, isso sem esquecer a dor nos pés. Tinha sido uma má ideia vir de salto alto.

Sasuke sentou-se ao seu lado, o que surpreendeu a jovem mulher que tentou não deixar evidente a sua reação e, em vez disso, virou o filho no seu colo, para o ter virado para a frente e permitiu-lhe que brincasse com os dedos das suas mãos.

— Como todos aqui sabem, o Sasuke vai ter de escolher entre a Ayane e a Sakura, pois como já foi referido antes, ambas aceitaram. — Fugaku foi o primeiro a falar e mantinha uma expressão séria no rosto, ao olhar atentamente para os mencionados. — Sasuke já conhece a Ayane há bastante tempo, mas não sabe nada sobre a Sakura, nunca teve a oportunidade de conhecê-la. — A sua voz era calma e forte, a única que se ouvia na grande e espaçosa sala. Olhava para os herdeiros das famílias, à exceção de Itachi que não estava envolvido, enquanto explicava tudo de forma rápida e simples. Mikoto, que permanecia sentada ao seu lado, com uma mão sobre a sua perna, os observava com carinho, mas também com diversão, principalmente para o seu filho mais novo que tinha ficado, ironicamente, sentado entre as prometidas. Ayane não tinha perdido tempo em correr para sentar-se ao lado de Sasuke, quando este quis sentar-se com Sakura. — Por isso, para poder tomar a melhor decisão, estivemos a pensar que ela poderia ficar aqui durante os próximos meses, como se fossem umas férias de verão, para que pudessem conhecer-se melhor. Como sei que Ayane não iria gostar muito desta ideia e diria que dêmos de alguma maneira vantagem à irmã — comentou, ao mesmo tempo que olhava para a ruiva que se mantinha de cabeça erguida, sem se abalar pela direta que recebeu. —, então a convido também para ficar aqui, junto de vocês meus caros amigos. — dirigiu-se, desta vez, para os Harunos, que ouviam tudo com atenção.

                — Acho que foi uma boa ideia, não vejo problema, se as meninas aceitarem. — pronunciou-se Kizashi, que olhou para a mulher à procura de aprovação. Mebuki sorriu e concordou de imediato, feliz também por poder passar mais tempo com as filhas e com Mikoto.

                — Eu concordo, vou amar poder viver na mesma casa que o meu Sasuke. — respondeu Ayane, enquanto tentava, novamente, agarrá-lo, antes que este se esquivasse e se levantasse do sofá.

— Eu também não me importo, só vou ter de ir buscar as minhas coisas e as do Kasuke. — respondeu Sakura, ao observar com diversão o que tinha acontecido.

— Quero lembrar-vos também que qualquer uma das duas, ou até mesmo tu meu filho, podem desistir a qualquer momento. Nós não vamos obrigar-vos a nada, tudo isto é voluntário. — relembrou, adotando outra vez uma postura séria, para que entendessem que não estava a brincar com nada do que dizia. — No caso de chegar a haver casamento, vocês podem divorciar-se depois, mas já que se casaram, pedimos que permaneçam juntos por pelo menos três anos. Se houver algum problema grave e quiserem separar-se antes desse tempo, também o poderão fazer. Nós queremos juntas as empresas, é verdade, mas não somos nenhuns carrascos.

— Agora podeis fazer o que quiserem até à hora do almoço. Sei que estão ansiosos por fazer perguntas a Sakura, mas vão com calma, está cansada e não vos conhece. — orientou Mikoto, sorridente, como se todos fossem crianças pequenas, antes de distrair-se numa conversa animada com Mebuki.

Sasuke, que já estava de pé, caminhou até onde estava o seu irmão, pois queria deixar Sakura conversar primeiro com as meninas para sentir-se mais confortável na casa e com a decisão que tinha tomado. Elas, ao perceberem a intenção dele, principalmente quando este olhou na direção delas e piscou-lhes o olho, reuniram-se rapidamente em volta de Sakura que ficou feliz ao vê-las aproximarem-se dela. Até aquele momento pareciam ser muito simpáticas e, por isso, acreditava que a sua repentina estadia naquela casa não seria assim tão complicada.

— Ele já começou a andar? — questionou Hinata, após as apresentações terem sido feitas, ao olhar para o menino que as olhava atentamente com um dedinho na boca e a chupeta agarrada firmemente na outa mão.

— Sim, apesar de ainda preferir andar de gatinhas, é mais rápido para ele. — respondeu com ternura, uma característica que tinha sempre que falava do filho. — No entanto, quando perceber que pode chegar aos locais mais rápido de pé e a correr, será um terror.

— Sim, dentro de pouco já andará sem cair e não poderás tirar os olhos dele. — comentou. — Ele é sempre assim? Tímido e tranquilo? — questionou com curiosidade.

— Por enquanto não vos conhece bem, por isso que parece ser quieto e tímido. Quando ganhar confiança será mais confiante e brincará com vocês.

— É uma linda criança. Parabéns! — elogiou Ino, que realmente tinha gostado da Haruno.

— Obrigada!

As conversas fluíam tranquilamente, as meninas pareciam dar-se muito bem com Sakura, algo que não agradou Ayane. A ruiva sabia que não gostavam dela e isso era algo muito ruim, já que Sasuke sempre teria em conta a opinião das amigas. Ao contrário dela, a irmã tinha conquistado logo a sua amizade, principalmente com o filho do lado dela. A ruiva estava a ser completamente ignorada e isso era algo que não podia permitir.

Ajeitou melhor a sua postura e colocou um sorriso doce e falso no rosto, antes de começar a pôr em ação a pequena ideia que teve.

— Irmãzinha, deixa-me carregar o bebé um pouquinho. — sugeriu, feliz internamente ao ver que, além de chamar a atenção das meninas, também chamou a do Sasuke.

— Ele vai chorar. — comentou Sakura, incomodado pelo pedido, pois já sabia como o filho reagia à presença da tia.

— Não vai não, não te preocupes. — Sem dar tempo de Sakura reagir, Ayane tirou o bebé do colo da irmã. Ao perceber que estava nos braços da tia, Kasuke deixou a chupeta cair no chão e começou a chorar imediatamente e a esticar os braços na direção da mãe, assustado.

— Dá-me o Kasuke, Ayane. — Sakura pediu, preocupada pelo choro contínuo do filho, que parecia que mal respirava.

— Não, ele vai se acalmar em breve, vais ver. Eu sou a sua tia, não há motivo para ficar tão assustado. — respondeu cheia de certezas, no entanto, o bebé continuou a chorar e a esticar os braços para Sakura, e não demorou muito antes de começar a tossir. Todos começaram a ficar preocupados, principalmente Sakura, Mebuki e Mikoto. Como mães, sabiam que se um bebé chorasse por tanto tempo e começasse a tossir, poderia ficar rapidamente doente.

— Dá-mo Ayane, ele pode ficar doente por chorar tanto. — Sakura levantou-se, numa mistura de sentimentos, por um lado estava preocupada e triste pelo estado do seu filho e, por outro, estava furiosa e cheia de ódio, se não tivesse um bebé para acalmar, o mais certo seria que atacasse a irmã sem pensar duas vezes.

— Dá o Kasuke à tua irmã Ayane, agora. — A voz grossa e pesada de Kizashi soou pela sala, furioso e cansado por ver o comportamento egoísta e impensado da filha.

Ayane suspirou, derrotada e irritada por o seu plano ter se virado contra ela e, de mau gosto e com um pouco de brutalidade, o entregou novamente a Sakura. O bebé, ao perceber que estava de volta nos braços da mãe, agarrou-se fortemente ao seu pescoço, escondendo o seu rosto no ombro dela. O pequeno corpo infantil era sacudido por soluços violentos, mas foi um alívio ver que parava de chorar e de tossir.

Sakura suspirou feliz ao ter o seu pequenino de volta aos seus braços, seguro e protegido, enquanto o ouvia murmurar repetidamente “mamã” no seu ouvido. Com cuidado, começou a balançá-lo e a acariciar as suas costas, numa tentativa de tranquilizá-lo, porém, não funcionava, e era possível que fosse por estar num ambiente cheio de gente que não conhecia.

— Eu não vou conseguir tranquilizá-lo aqui, será que poderia usar o seu jardim Mikoto?

— Claro, querida. — respondeu sem pensar, preocupada pelo menino que cada vez se agarrava mais à mãe. Sakura sorriu em agradecimento antes de abaixar-se para pegar a chupeta caída e sair da sala em passos rápidos, enquanto passava a mão nas costas do bebé num consolo silencioso.

Após a saída da filha, Kizashi virou-se para Ayane muito irritado pelo que tinha feito. Ele sabia perfeitamente que o neto não gostava da tia e a mesma também sabia, então porque insistir em algo que daria errado? Porquê insistir em algo assim? Quanto mais pensava, menos entendia o comportamento da filha e isso o deixava ainda mais irritado. Ao olhar atentamente para o rosto dela, o homem, já nos seus quarenta e nove anos de idade, surgiu-lhe um pequeno pensamento: seria tudo ciúmes devido à atenção que a sua irmã e sobrinho tinham conquistado em tão pouco tempo?

— Que comportamento foi esse Ayane? — questionou, após uns bons minutos em silêncio, numa tentativa de acalmar-se para poder ter uma conversa mais civilizada.

— Eu não fiz nada. — defendeu-se, ao cruzar os braços, apesar de já saber que qualquer desculpa que desse não resultaria. Ela tinha errado, não tinha pensado bem antes de atuar.

— Incrível, ainda tens a cara de pau de dizer que não fizeste nada? — perguntou Mebuki, ironicamente, enquanto se levantava do sofá. Ela, ao contrário do marido, não tinha feito nenhum esforço para acalmar-se, cansada do comportamento da ruiva, que nunca dava indícios de que iria melhorar. — Então quando pegaste o bebé da tua irmã após ela recusar e o fizeste chorar, não foi nada, pois não? — perguntou irritada, ignorando Kizashi que pedia para que se tranquilizasse e se sentasse. — Tu nem devias ter tentado pegar nele, a tua irmã e nós sabemos que não gosta de ti e sempre chora quando o pegas. — comentou, contando algo que os outros presentes na sala ainda não sabiam. — Podias ter tentado pegar nele, sim, é normal, és a tia, mas devias de o ter entregado quando começou a chorar. Agora deixaste o pequeno todo assustado e de certeza que não vai sair do colo da Sakura tão cedo. Olha bem para a minha cara e atreve-te a dizer de novo que não fizeste nada. — incentivou furiosa, mas Ayane não respondeu, nem sequer olhou para ela.

— Fugaku, meu amigo, desculpa pelo que houve aqui. — Kizashi falou, mortificado, não só pelo que aconteceu entre Sakura e Ayane, mas também pela explosão da sua esposa, que continuava a olhar para a filha como se a qualquer momento fosse dar-lhe umas boas bofetadas. A culpa era deles, quando aquele comportamento superior e arrogante surgiu, não fizeram nada, e agora era tarde demais para reverter a situação.

— Não precisas desculpar-te meu amigo, só nos surpreendeu um pouco o que aconteceu aqui, com certeza não estávamos à espera. — Fugaku respondeu, um pouco incomodado pelo que viu. Estava bastante óbvio que o menino não queria estar no colo da Ayane, então porque não o devolveu logo? — Mas vamos deixar isso agora de lado, não há nada mais a fazer. Porque não vamos resolver uns negócios que temos pendentes e deixamos os jovens conversarem à vontade? — questionou, antes de levantar-se do sofá e esperar que o amigo fizesse o mesmo, para só então sair da sala.

— Vamos ver se o almoço já está pronto Mebuki? — questionou Mikoto, numa pequena tentativa de aliviar o ambiente. O melhor a fazer era tirar a sua amiga de perto de Ayane até que se acalmasse, conhecia a história das duas, e entendia o motivo dela não ser tão tolerante com a ruiva.

— Claro! — respondeu após alguns minutos de silêncio, que para a Uchiha foi como se tivesse passado horas. A loira suspirou e passou a mão nos olhos, antes de se virar e seguir atrás da melhor amiga que lhe dava um sorriso compreensivo, embora também visivelmente incomodada pelo que tinha presenciado.

— Nós todos sabemos como és, não consegues enganar-nos — pronunciou-se Sasuke, após a saída da mãe. O mesmo estava inclinado para a frente, com os cotovelos apoiados nos joelhos, a expressão séria de sempre no rosto, enquanto a olhava com desprezo. —, mas chegar ao ponto de tratar o teu próprio sobrinho dessa maneira, foi algo surpreendente de ver, até para mim.

— Sasuke, não foi bem assim…. — tentou justificar-se, as mãos em punhos trêmulos e as unhas cravadas na pele, devido às suas tentativas de controlar a raiva que sentia.

— Eu estava aqui a ver tudo, Ayane, lembras? — interrompeu-a rapidamente, sem cabeça para ouvir as desculpas deploráveis que, de certeza, ouviria. — As crianças estão sempre em mudança, numa hora gostam de alguém, noutra não querem nem sair do colo da mãe, no entanto, neste caso, dava para ver perfeitamente o desconforto dele, o deverias ter entregue logo, antes que tudo aquilo acontecesse. — comentou, ao mesmo tempo que se endireitava e se levantava do sofá. — Pelo menos terias dado uma melhor impressão aos meus pais. — terminou, dando perfeitamente a entender, que a atitude “boa” dela, não o teria impressionado nem feito mudar a opinião que tinha sobre si.

— Eu não tenho culpa se o bebe é um mimado que não pode sair do colo da mãe que já chora. — defendeu-se, irritada por ter sido exposta, antes de sair transtornada da sala.

Sasuke estreitou os olhos com a sua saída violenta. Ela tentaria fazer algo, disso não tinha dúvidas.


Notas Finais


Olá! O que acharam do capítulo? Gostaram? Espero que sim ahahah

Ayane sendo a fdp de sempre, Kasuke a fazer-nos morrer de ternura e o Sasuke a ganhar rapidamente um lugar nos nossos corações com as suas atitudes compreensivas e justas ahahahah

Esta fic não tem dias de publicação, tentarei atualizar semana que vem, ou na outra a seguir, depende do tempo disponível que tiver. Os comentários sempre ajudam, me deixam muito feliz e ansiosa por continuar, por isso não se esqueçam de dizerem a vossa opinião e ideias :)

Nos vemos no próximo capítulo ❤ Irei terminar de responder aos comentários assim que possa ❤



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