História Escrita do amor - Capítulo 13


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Visualizações 25
Palavras 2.390
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa Leitura Para Todos!

Capítulo 13 - XIII- Uma conversa entre amigos


Fanfic / Fanfiction Escrita do amor - Capítulo 13 - XIII- Uma conversa entre amigos

Uma semana se passou desde que tive minha primeira vez com o Caleb e eu estava louco pra contar a Jessye, mais a gente não estava conseguindo se ver por conta dos horários dela, mais após uma semana eu consegui pegar ela e o Scott em casa então fui conversar com eles e a Jessye foi quem me atendeu. “Lee que saudade, já faz um tempinho não é?” Então eu a abracei. “Pois é, mais vocês andam ocupados com o casamento eu tô tendo as aulas de libra, tô no musical dos meninos e passo um bom tempo com o Caleb.” E ela sorriu. “Até imagino.” Disse fechando a porta, então fomos até o sofá. “Me diz, o que você tanto queria me contar?”

“Jessye eu perdi minha virgindade com o Caleb em uma casa no topo de uma arvore na mata fechada.” E ela ficou mais curiosa. “Não creio, mais e como foi o que você sentiu?” Quando eu ia começar a falar o Scott entrou na sala. “Oi, nem tinha percebido que você já tinha chegado Lee.” Então eu mudei logo o assunto. “Pois é, cheguei agorinha mesmo, bom, já que estão os dois aqui eu vou falar o motivo de minha visita. Scott e Jessye se olharam e então se viraram pra mime eu continuei. “Olha gente, vocês são meus melhores amigos, alias meu únicos né? E é por isso que não quero esconder nada de vocês, então eu vim aqui pra dizer a vocês que... Que aquelas febres e desmaios que eu tive, foi por conta de uma doença que eu tenho.” Então a Jessye logo se levantou. “Como assim doença, mais é grave?”Scott também se levantou e pegou na mão de Jessye, aliás, ele já sabia do que se tratava então eu disse de vez. “Olha Jessye o que eu tenho é grave sim, eu tô com AIDS, eu tenho HIV.” Quando eu falei a Jessye colocou as mãos na boca e seus olhos se encheram de lágrimas e eu continuei a falar. “Gente não precisa chorar nem ficar com pena de mim ta, por favor, eu to me medicando e tudo vai ficar bem, eu viverei muito com vocês e verei seus filhos crescerem os meus filhos crescerem e seremos todos bem felizes.” Então a Jessye ficou nervosa. “Meu Deus Lee mais como foi isso e o Caleb, ele... Ele já sabe?”Então eu peguei nas mãos dela enxuguei seu rosto e falei sobre ele. “Sim Jessye o Caleb já sabe e não só sabe como também esta doente, não com AIDS, mais ele tem um tumor no cérebro e foi esse tumor que tirou sua fala e a audição, e ele esta bem pior que eu, mais nós não vamos nos entristecer nem nos entregar a depressão ou a doença, nós vamos viver, felizes o tempo de vida que ainda tivermos e com vocês.” Jessye logo me abraçou e não me largava.” Venha o que vier eu estarei com você amigo, eu prometo sempre estar ao seu lado ta? “E prometo também não ficar chorando nem te lembrando toda hora que você esta doente.” E eu agradeci. “Obrigado Jessye é só o que eu quero, é viver até o dia que eu tenha que partir.” Jessye me soltou então percebeu Scott distante só de cabeça baixa sem falar nada. “Scott o que foi amor, porque você esta assim?” Então ele olhou pra gente e revelou que já sabia. “É que eu já sabia Jessye.”

“O que?” Perguntou ela surpresa e ele continuou. “É, eu já sabia, o Lee já suspeitava antes dos exames e eu também, e naquele dia que o senhor Leon me chamou ao escritório foi pra dizer que tinha sido confirmado que o Lee era soropositivo e que ele estava sem coragem de contar.” Então eu expliquei a ele. “Pois é, ele só me disse depois que eu soube do Caleb que foi justamente a dona Lucia quem me contou então depois ela falou com ele que também me disse e meu pai acabou abrindo o jogo mais eu já sabia desde o dia dos exames.” E Jessye não entendia. “Mais e você? Se você já sabia por que não me disse Scott?” E ele se explicou. “porque nem o Lee sabia como eu te contaria? Eu não tô querendo dizer que você iria dizer a ele, mais é um assunto de trabalho era como uma confissão do Leon pra mim eu não podia revelar.” E eu o defendi. “Mais entenda o lado do Scott Jessye, era um assunto de trabalho e agora todos já sabemos que eu estou doente e agora vamos esquecer isso porque a vida segue não é?” E Scott pegou sua maleta. “Pois é e eu preciso ir agora mesmo.” Ele deu um beijo e Jessye. “Na volta eu converso direito com você ta, não fica triste nem brava.” E ela sorriu pra ele. “Não se preocupe ta tudo bem, eu só... Só me abalei com a notícia.” Então eu aproveitei o Scott. “Scott você pode me dar uma carona?” “Sim claro.” E Jessye não entendia. “Ué você não veio pra me contar às novidades?” E eu expliquei a ela que teria que fazer outros exames e tomar novos remédios então iria com o Scott porque seria ele quem iria me atender, eu dei um beijo nela e prometi ligar pra contar tudo depois e então segui com Scott.

  No caminho ele me explicou varias coisas sobre a doença e o tratamento novo que eu iria começar e assim seguimos pro hospital, chegando lá meu pai já esperava, eu fui medicado, e estava tudo bem com minha saúde eu só teria que tomar mais alguns remédios e continuar com as consultas.

Então meu pai pagou tudo, eu me despedi do Scott e então fomos ao teatro porque já estava na hora do ensaio, só que meu pai estava curioso. “Fiquei tão feliz quando o médico disse que você tá bem filho.”

“Pois é pai, eu também fiquei muito contente em saber que tá indo tudo bem, mais... Eu só queria que com o Caleb fosse assim também.” E meu pai colocou a mão sobre meu ombro. “Ah filho isso é o que todos queremos, que ele fique bem, mais por falar no Caleb você e ele...”

“Eu e ele o que pai, se já tivemos relações?” E ele balançou a cabeça que sim e eu decidi contar. “Sim pai, semana passada eu tive minha primeira vez com o Caleb, mais não fique nervoso que nos cuidamos e muito bem.” Então ele ficou indignado. “O que? Como assim você transou com seu namorado há uma semana e não me disse nada desde então?”

“Ah pai eu não me sinto a vontade de falar isso com você, me dá vergonha você é meu pai!” Logo ele parou o carro por conta do sinal e pegou minha mão. “Justamente por isso filho, eu te amo e torço por sua felicidade e se você teve um momento tão especial em sua vida eu teria gostado de ficar sabendo, eu sei que você pode achar careta ficar dizendo pro pai que transou mais eu só quero compartilhar de suas felicidades.” E eu o entendi. “Ta bom pai o senhor tem razão, desculpa ta, mais se serve de consolação eu não tinha contado a ninguém ainda, a Jessye soube a pouco antes de eu ir ao hospital e agora lhe contei.” O sinal abriu e então meu pai seguiu pro teatro e nós continuamos a conversando, chegando lá eu o convidei para entrar e conhecer a Carolina e os meninos e ele topou então fomos.“Carolina!” E ela veio ao meu encontro e me abraçou. “Lee que bom que veio.”

“Desculpa a demora ta eu estava no medico.”

“Sem problemas começamos há pouco tempo.”

“Bom, Carolina esse é Leon Alessandro meu pai, e pai essa é a Carolina minha grande amiga e professora.” Os dois se cumprimentaram apertando as mãos e enquanto conversavam eu bati o olho por toda parte e não via o Caleb então atrapalhei a conversa dos dois dando um toquezinho no ombro dela. “Carolina e o Caleb, eu não estou o vendo, ele ta se trocando?” Ela olhou pro meu pai pra mim, então se aproximou. “Olha Lee hoje não teremos ensaio, como te falei começamos a pouco mais como o Caleb não aparecia eu liguei pra casa dele e a dona Lucia disse que ele iria faltar porque esta bem doente, então nós não vamos ensaiar hoje, os meninos estão só fazendo alguns arranjos e mais tarde quando ele se sentir melhor vamos visitá-lo.” Na hora eu fiquei tonto perdi o chão então tombei pra trás esbarrando em uma das mesas e meu pai correu e me agarrou. “Lee o que foi filho?”

“Não foi nada eu to bem pai, eu só... Só quero ver o Caleb você me leva lá?” E eu deixei meu pai preocupado. “Filho você tem certeza que consegue ir?”

“Sim pai, por favor, me leva eu só tive um susto com a notícia eu to bem.”

“Então vamos, desculpa ta Carolina depois a gente se fala.” E ela ficou preocupada. “Ai meu Deus desculpa seu Leon eu nem se quer uma noticia sei dar será que eu posso fazer algo pra ajudar?” E eu falei com ela. “Não se preocupe Carol eu tô bem, eu só preciso ver o Caleb.”

“Então vamos logo.” Disse meu pai me levando pra fora do teatro, e eu já me sentia bem, só continuava preocupado, nós entramos no carro e seguimos, durante  todo o caminho eu não dei uma só se quer palavra apenas cutucava as unhas ansioso e pensava milhões e milhões de bobagens, mais graças a Deus não pegamos um transito ruim e logo chegamos. “É aqui não é?”

“Sim é.” Respondi tirando o sinto e descendo as pressas, então meu pai também desceu e fomos até a porta, e após umas três batidas e dona Lucia abriu. “Senhor Leon, Lee, entrem fiquem a vontade.” Disse saindo da frente da porta então nós entramos e eu não soube disfarçar nada. “Dona Lucia e o Caleb? Como ele tá?”

Ela olhou pra gente sem entender então se aproximou. “Como você soube?”

“No teatro, a Carolina me disse o que aconteceu dona Lucia, porque não me avisaram?” E meu pai se aproximou. “Filho calma, a deixe falar.” Então dona Lucia se aproximou. “Ele teve uma crise epilética ontem à noite, ele machucou muito a boca e cortou a língua quando a mordeu, e esta no quarto descansando sob calmantes, o que ele mais me pediu foi que não te preocupasse por isso eu não avisei nada, ele queria se recuperar pra ir te ver, falava dizia isso direto no hospital antes dos calmantes fazerem efeito.” Então eu pedi. “Eu posso vê-lo dona Lucia? Eu tô tendo aulas de Libras há algumas semanas e eu já consigo falar com ele caso ele acorde, aí eu explico que a senhora não me disse nada.”

“Ta bom pode ir, você já sabe onde fica o quarto.” Então me levantei. “Com licença ta.”

 Eu me dirigi até o quarto dele, ao chegar lá, enxuguei minhas lagrimas abanei meu rosto, respirei fundo então entrei, ele estava deitado de costas pra porta, todo coberto, eu fui até lá, arrumei seu cabelo tirando de seus olhos e fiquei sentado ao lado da cama apenas o observando, então o abracei. “Meu amor, você não sabe o medo que senti quando soube que você estava doente, você nem imagina que estou aqui, mais eu não te deixarei Caleb nem hoje nem nunca, eu te amo e vou ficar com você a todo momento, venha o que vier enfrentaremos junto, juntos amor.”  Eu o observei por mais alguns segundos acariciando seu rosto, então decidi deixá-lo descansar sozinho e sai e quando cheguei a sala a dona Lucia foi até mim. “Ele ainda está dormindo?”

“Sim, acho que vai demorar a acordar.” Então meu pai também se aproximou. “Olha filho, pela dose de calmantes que a dona Lucia falou que foi aplicada nele, o sono irá durar todo dia e o Caleb só acorda amanhã.” Então eu logo olhei pra ela. “Dona Lucia, será que... Que eu podia passar essa noite aqui? Eu posso dormir no sofá.” E ela olhou pro meu pai. “Por mim será um prazer tê-lo aqui querido, se seu pai permitir.” E ele nem pensou. “Tudo bem, eu só vou em casa pegar seu remédio e mais você só dorme aqui só se prometer comer algo porque eu te conheço e sei que quando se preocupa ou se entristece você não come.”

“Tá bom pai eu como, eu como eu faço o que você quiser desde que eu fique aqui.” Então ele tirou a chave do carro do bolso. “Eu vou buscar seu remédio e uma roupa, a senhora acha que eu posso ficar também dona Lucia?”

“Claro, vocês dormem na minha cama, e eu no sofá meu quarto é humilde mais é bem aconchegante.” E meu pai recusou. “Claro que não, nós não vamos tirá-la de seu quarto a gente se vira pela sala e não vá se preocupar em cozinhar nada, apenas cuide do Caleb e descanse um pouco que eu trago janta pra gente ok?” Ela olhou envergonhada pra mim e eu balancei a cabeça que sim então ela concordou. “Tudo bem senhor.” E meu pai a fez sorrir. “Tudo bem quem?” e ela se lembrou. “Leon.”

“Agora sim.” Disse meu pai a abraçando. “Vai ficar tudo bem com seu filho ta, e você Lee cuide dela que eu já volto.” Meu pai saiu e eu fui até a dona Lucia e a abracei. “Tudo ficará bem, a senhora vai ver.” Então ela lembrou. “Sim, eu tenho fé, mais e você Lee, que remédio seu pai foi buscar, você ta doente de algo?” Eu olhei pro chão e pra ela então contei sobre o que eu tinha e disse também que o Caleb já sabia, e ela me apoiou como uma mãe me abraçou disse que tudo ficaria bem e que todos viveríamos felizes.

  Após pouco mais que meia hora meu pai chegou com meu remédio, outra roupa a janta, e colchonetes para dormimos na sala e assim passamos a noite com a dona Lucia aguardando que o Caleb acordasse e melhor. 


Notas Finais


Obrigado Por Lerem!
Abraços a Todos!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...