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História Escrito na pele - Capítulo 2


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Notas do Autor


BOOM, não demorei tanto pois já tenho esse e mais dois capítulos prontos aqui, mas não se acostumem mal kskskks

BOA LEITURA!

Capítulo 2 - Então se prepare para g...


Fanfic / Fanfiction Escrito na pele - Capítulo 2 - Então se prepare para g...

Em um dia comum como tantos outros, estava eu, Jeongguk, na correria em plenas sete horas da manhã na tentativa de não chegar atrasado novamente na faculdade. Aquele atraso já estava se tornando um terrível costume se fossemos avaliar os dias anteriores, mas era inevitável levando em consideração que um mês antes eu havia descoberto a existência da netflix, consegui convencer meu amigo a me emprestar a conta dele e virava madrugadas maratonando diferentes séries enquanto deveria estar descansando para acordar cedo na manhã seguinte. Mas tudo bem, para mim estava tudo em perfeita ordem se meus pais não descobrissem as minhas noites em claro. Na verdade, eles não poderiam nem sonhar com tanta irresponsabilidade.

Essa atitude de meus pais havia me privado de inúmeras coisas, inúmeras situações. Vejamos: aos vinte anos eu nunca havia beijado uma pessoa sequer, não havia tido nenhum tipo de contato com pornô e não fazia a menor ideia de como era uma relação sexual sem ser na teoria que eu só conhecia por conta das aulas.

Mas vamos considerar que mesmo tendo alguns contatos com cenas sexuais em séries que eu maratonava, eu costumava fechar os olhos por pura vergonha.

Não digo que nunca havia ficado excitado, longe disso, mas como meu pai mesmo dizia: um banho gelado resolve essa ereção. E como um bom filho, eu  sempre obedecia. Masturbação e Jeon Jeongguk nunca haviam se encontrado na vida monótona do inocente garoto de vinte anos, estudante de música.

— Hyung, eu estou cansado disso! — gritei ao encostar minha cabeça nos ombros de Hoseok, também conhecido como “meu melhor amigo” ou “o pervertido que arrancou a pureza que dominava a minha pobre alma”.

Eu estava triste e era notável por qualquer um que ousasse olhar para mim, e como Hoseok me conhecia bem desde cedo, sabia muito bem que aquela tristeza tinha ligação direta aos meus pais.

— Cansado de quê? — questionou.

— Meus pais querendo mandar em tudo o que eu faço. Olha, Hyung, eu sei que eles são meus pais e tal, mas às vezes eu só quero sair um pouco da rotina e eles começam logo com aqueles sermões de que eu não dou ouvidos a eles e blá blá blá. –  bufei, desapontado enquanto encarava um canto qualquer em frente a faculdade — Olha ali, aqueles dois aos beijos. Eu sei beijar? Não, não sei porquê meus pais nunca deixaram eu beijar ninguém. Fala sério! Acho que a essa altura eu já deveria ter um namorado.

— Vai com calma na revolta, Jeon! — sorriu — Já tentou ao menos conversar com eles sobre o fato de você gostar de garotos?

— Não sou doido, eles me matariam, isso se não me colocassem em quarentena. — sim, desapontador e apesar do exagero, eu não duvido que eles tentariam fazer isso.

Ainda que eu estivesse bastante entristecido ambos permanecemos em silêncio por um bom tempo enquanto eu não parava de encarar o casal a minha frente como um psicopata disfarçado.

— Então, Ggukie. Você quer sair um pouco da rotina, certo?

— Sim, por quê? — considerando o fato de eu ter crescido com Hoseok, poderia chegar a conclusão de que aquilo provavelmente envolveria alguém sentando em algo, mas resolvi ignorar o pensamento.

— Tenho algo em mente, mas só farei se você concordar, okay?

— Okay, mas o que seria? — questionei ainda confuso, porém, com quase certeza absoluta do pensamento anterior. No entanto, eu confiava cegamente em meu amigo e provavelmente toparia qualquer besteira que fosse se me arrancasse da rotina que era obrigado a seguir.

— Vamos 'pra casa — virou-se para o carro e abriu a porta — entra aí!

De imediato entrei no carro e joguei minha mochila no banco traseiro, como de costume e virei novamente para frente, colocando o cinto de segurança enquanto Hoseok dava a volta no carro para entrar pelo lado oposto. A casa do Jung ficava distante dali, mais especificamente, no centro da cidade, e era exatamente pra lá que estávamos indo.

— Hyung, eu achava que íamos ‘pra casa. —  disse confuso — estamos indo ‘pra onde?

— ‘Pra minha casa.

— Ah, mas por quê?

— Eu ouvi suas reclamações, Jeon. Então vou tentar te ajudar. — sorriu.

— Mas em qual delas?

— Todas.

Ok. Primeiro ponto, a certeza eu provavelmente já tinha, só precisava ignorar ela mais um pouco para sobreviver a minha chegada na casa de Hoseok. Eu estava nervoso e era notável, afinal, qualquer coisinha eu logo começava a tremer de um jeito absurdo. E era fato, eu estava tremendo tanto que sequer conseguia disfarçar.

— Ggukie, você tremendo assim está me deixando nervoso!

— Você me deixou nervoso, estou retribuindo o favor. – sorri envergonhado — Vamos, hyung, me diga o que vai fazer. Por favor! — implorei. Eu precisava ter certeza do que estava acontecendo e preparar meus pensamentos para não surtar.

— Calma, você vai já saber.

Estávamos perto da casa de Hoseok e não demoramos para adentrar a mesma. Eu conhecia bem o local pois havia visitado outras vezes, principalmente quando estava em crise por conta de meus pais e não queria voltar para casa. Hoseok morava sozinho e eu sabia que não precisaria me preocupar com mais pais questionando o porquê do meu choro enquanto estivesse ali.

Em pouco tempo que estávamos dentro da casa eu já estava estirado no sofá e Hoseok em algum lugar da casa onde eu não me importava tanto já que estava confortável demais naquele móvel. Mas logo Hobi voltou, se jogando no sofá maior ao lado do que eu me encontrava deitado.

— Sente-se aqui! — ordenou ao mesmo tempo em que dava leves batidas sobre o espaço ao seu lado que logo foi preenchido pelo meu belíssimo corpo. — Nós vamos demorar um pouco, então mande uma mensagem para sua mãe e diga que estou indo te levar em uma sorveteria nova no centro, que você vai guardar o celular e avisar quando estivermos voltando.

— Tá bom, só preciso localizar meu celular. — digamos que eu tenha passado pelo menos uns três minutos procurando o bendito celular até de fato o encontrar no fundo da mochila. Mandei as mensagens que meu amigo havia ordenado e então guardei o celular novamente, o colocando no modo silencioso e jogando a mochila para o outro sofá. — Pronto. Agora o que eu faço?

— Só tenta não ficar mais nervoso do que já está. — sorriu — Olha, quando quiser que eu pare, me diga que eu paro. Não irei fazer nada sem a sua permissão, tudo bem?

— Tudo bem!

— Ótimo! Agora feche os olhos!

— Ué. Por quê? – questionei, confuso.

— Não pergunte, Jeon. Só faça!

E assim eu fiz, recebendo logo em seguida um leve selar no maxilar, este que lentamente foi seguindo para o pescoço, e apesar de eu estar completamente paralisado, sentia meu corpo arrepiar-se da cabeça aos pés. Eu nunca havia sido tocado naquela região a não ser por mim mesmo, na verdade, ninguém nunca me havia tocado assim.

Minhas mãos permaneceram firmes sobre minhas suas coxas, onde, sem aviso, a destra de Hoseok também foi parar, fazendo-me dar um pulo com o contato e me afastar do Jung, segurando a barra de minha camisa e a puxando para baixo.

— Hyung, desculpa, mas tem água fria aqui na sua casa? – questionei pausadamente sem manter contato visual com o mais velho.

— Tem, por quê?

— ‘Pra eu me jogar uma água antes de ir embora.

— Está falando isso por causa da ereção? – olhou confuso para mim que tentava a todo custo esconder a ereção com a camisa — eu conheço um jeito muito melhor de resolver isso.

— Qual seria?

— Você quer que eu te mostre?

— Depende.

— De quê? – não respondi e sequer fiz sinal que iria, apenas continuei lá, encarando o chão do cômodo — Vamos fazer assim, eu vou te mostrando e se você quiser que eu pare, eu paro, tudo bem?

— Tudo bem.

— Ótimo então!

Hoseok se aproximou novamente de mim que continuava parado de pé em frente ao sofá e afastou as minhas mãos da camisa que eu insistia em puxar para cima da calça. Eu apenas observava com atenção todos os movimentos do mais velho até este pousar a destra sobre a minha ereção e começar a massageá-la por cima do tecido grosso da calça, me ouvindo gemer baixinho e logo em seguida fechar os olhos envergonhado.

— Você nunca se tocou assim, Jeon? – eu nada disse, apenas neguei com um leve movimento com a cabeça — Por quê?

— Meus pais nunca deixaram.

— Você já gozou alguma vez? Pelo ao menos uma?

— Nunca, hyung.

— Você quer? — sussurrou no pé de meu ouvido, fazendo meu corpo se arrepiar por completo e num reflexo meus olhos se abrirem, virando em sua direção e encarando o rosto de Hoseok próximo ao meu.

— Eu quero!

— Então se prepare para gozar, porque não vou te levar embora daqui antes disso.


Notas Finais


HUUUUUM KSKS E AI?
Alguma teoria sobre o que vai acontecer com Hopekook ou por onde anda o Yoongi e que tipo de relação ele tem com Jeongguk?

COMENTEM QUE EU DEIXO SKKSN

PS: não esqueçam de seguir o @YOONGGUKING que é um projeto Yoonkook que está com vagas abertas para a staff.

Perfeição de capa por @xoliswa


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