História Escrito Nas Linhas Do Universo - Saga Red Ribbon - Capítulo 32


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Categorias Dragon Ball
Tags Akuma, Chichi, Escrito, Goku, Guardião, Linhas, Red Ribbon, Universo
Visualizações 127
Palavras 3.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Hentai, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Peoples!!!
Bom... eu nem preciso dizer q estou atrasada em atualizar os coments (de novo... tenso isso), mas eu prometo dar um jeito (ainda ñ sei como....) e se tem alguém ai com sobra de tempo, pfv... ME DÊ ESSE TEMPO LIVRE, EU ACHO Q PRECISO DE UMAS 100 HORAS PARA COMPENSAR TUDO O Q TENHO Q FAZER!!!
Mas deixando as maluquisses de lado, o cap aqui vai abordar (como eu prometi no cap passado) sobre o q está acontecendo com o Akuma e a Migeru e bem... pelo titulo, vcs devem ter percebido q o segredinho da Migeru vai ser contado.... e por falar nela, imagem abaixo é dela, linda né?
Nos vemos nas notas finais!

Capítulo 32 - Revelando Quem Eu Realmente Sou....


Fanfic / Fanfiction Escrito Nas Linhas Do Universo - Saga Red Ribbon - Capítulo 32 - Revelando Quem Eu Realmente Sou....

Enquanto Goku e Chichi estavam treinando para aprender as técnicas que Senzu solicitara a eles, Akuma e Migeru estavam treinando arduamente na casa do pupilo do saiyajin idoso, sendo que Arcangel sorria com a evolução dos dois, afinal, seus pupilos aprendiam fácil e eram determinados, além de cooperarem entre si, tanto nas tarefas cotidianas quanto nos treinos.

Cherub – filho mais novo de Arcangel – ficava entusiasmado com o treino da irmã, sendo que imitava muito cada golpe que via, além de pedir para que Akuma o ajudasse no que ele não conseguia fazer, além disso, o menino ruivo também ajudava Heavenly a cuidar de Lápiz e Lazulli, sendo que os dois pequenos se alegravam ao ver seu tio treinando e até mesmo tentavam imitar os gestos dele, porém como ainda eram bem pequenos, eles não conseguiam executar os golpes direito e acabavam caindo e algumas vezes se machucando, porém sempre eram amparados por Akuma, que os alegrava e também incentivava com algumas brincadeiras que imitavam os treinos.

Tudo estava indo bem, até aquele dia.

Era um dia como outro qualquer, Akuma estava treinando seu novo poder e agora era visível a marca que ele tinha em seu olho quando usava a técnica, ele batizou seu novo poder com o nome de ShénmìKàn, que nada mais é do que “olhar místico” e até pediu para seu mestre e Migeru o que eles achavam do nome. Naquele dia, Arcangel lutava contra ele, usando muito de seu KI para que o garoto pudesse prever – através de sua nova técnica – os ataques que lhe eram lançados, porém o garoto não poderia ver seu mestre, sendo assim, o discípulo de Senzu vendou os olhos do moreno e atacava o mesmo sem dó com bolas de KI. Akuma foi atingido várias vezes, porém ele sempre se levantava e tentava mais uma vez, afinal, ele sabia que esse treino era para que ele pudesse ver os ataques sem precisar usar sua visão comum e por isso seus olhos estavam tapados por um pano, porém Akuma ainda não conseguiu despertar seu novo poder sem usar sua visão natural, então ele se esforçava para aprender usa-la até mesmo quando seus olhos estavam vendados.

Enquanto isso, Migeru ajudava sua mãe e seu irmão a cuidarem de Lápiz e Lazulli, Cherub a ajudava no que podia, mas ele queria ver o treinamento de Akuma e já mostrava estar um pouco agitado por causa disso, porém o menino era muito educado e não querendo decepcionar sua mãe nem sua irmã, ele ajudava calado. Migeru via o quanto seu irmãozinho queria olhar o treinamento de seu amigo e até sorriu, ela nunca imaginou que Cherub e Akuma pudessem se dar tão bem, os dois eram mais grudados do que unha e carne e sempre estavam juntos, além disso, Cherub amava cuidar dos dois pequenos sobrinhos do moreno e sempre que podia, auxiliava o garoto nos trabalhos mais caseiros – como caça e pesca – e a ruiva sabia o quanto Akuma gostava de Cherub, o protegendo muitas vezes e brincando com ele tanto quanto brincava com seus sobrinhos.

Parecia que Akuma e Cherub eram realmente irmãos.

 A ruiva sorriu com o pensamento e se agachando, chamou seu irmão e sussurrou em seu ouvido algo que agradou o menino, sendo que o mesmo a abraçou agradecendo muito e logo saiu correndo com os pequenos, que ao verem Cherub correr, saíram em disparada sorrindo muito. Heavenly chegou bem nessa hora, segurando uma panela cheia de arroz e a colocando em cima da mesa, mesa esta que foi montada fora de casa por causa do calor. A mulher ficou um pouco confusa com a correria do filho e dos dois pequenos e quando olhou para Migeru, viu a mesma sorrindo ternamente, a mulher então sorriu também e já sabendo o que sua filha havia feito, disse que elas precisavam se apressar, pois o almoço estava quase pronto e daqui a pouco Migeru iria ter que chama-los.

Quando as duas terminaram de aprontar a mesa, elas ouvem Arcangel chegando e então veem Akuma correndo com Lazulli na garupa enquanto Cherub e Lápiz correm atrás dos dois com pequenas varas, sendo que eles gritavam alegres enquanto Akuma se desviada dos dois com maestria, fazendo sua sobrinha gargalhar em sua garupa. Ao ver isso, Migeru sentiu seu coração se aquecer, mas ao mesmo tempo doer, afinal, ela sentia falta de sua verdadeira família, não que a família de Arcangel lhe tratasse mal, muito pelo contrário, porém ela sentia falta de seus genitores, de seus tios, sentia falta de algumas amigas que ela tinha em Beijita, sentia falta das conversas que sempre tinha com Vegeta e Table, que nada mais eram do que seus primos por parte de mãe, ela sentia falta deles e esperava que pudesse revê-los algum dia, porém ela sabia que até que Goku não se unisse realmente com Chichi e vencesse o Algoz, suas idas ao seu planeta natal seriam bem restritas, além disso, ela não podia contar para todo mundo sobre quem ela era, só Arcangel sabia, nem mesmo Heavenly ou Cherub sabiam sobre ela, tudo o que eles sabiam é que ela foi encontrada por Arcangel e adotada por eles, porém ela era uma saiyajin, uma sacra saiyajin.

E esse segredo pesava no coração da menina.

Mas ao mesmo tempo que o coração doía pela saudade, Migeru sentia seu coração também se aquecer de alegria, afinal, ela via o quanto Akuma estava feliz, além de Lápiz e Lazulli que sorriam e brincavam sem parar com Cherub. A ruiva sabia o quanto o moreno era grato a Arcangel pelo fato do mesmo o treinar e também por ter acolhido ele e seus sobrinhos, cuidando deles como se fossem seus próprios filhos. A menina sabia que Akuma tinha uma família desgraçada e que seu maior apoio foi sua cunhada por muito tempo, mas depois que ela foi assassinada pelo próprio marido, Akuma ficou sem amparo e teve que ser o porto seguro de seus sobrinhos, porém agora, ele era feliz ao viver ali, tendo Arcangel e Heavenly como seus tutores, conselheiros e até seus pais, além disso, Cherub era o que Akuma sempre buscou em seu irmão e nunca achou, sendo que o menino ruivo ajudava Akuma em tudo e sempre estava ao seu lado, sendo assim, Akuma achou o irmão que sempre procurou e sabia que podia contar com Cherub para cuidar de seus sobrinhos.

Akuma – que brincava com as crianças – foi o primeiro a chegar, dizendo que estava tão faminto quanto Goku, isso fez todos rirem, afinal, todos ali conheciam um pouco Goku e sabiam que ele comia por dez pessoas. Nessa hora, o moreno se vira e então vê que Migeru está um pouco cabisbaixa, porém tentando esconder seu estado abatido, isso faz o garoto se preocupar um pouco e ele vai ao encontro da ruiva e coloca sua mão no ombro dela, fazendo a menina se assustar levemente, afinal, estava pensando longe.

-Algum problema? Pergunta Akuma com preocupação.

-Não... nada... só estou pensando longe.... Falou Migeru um pouco tensa.

-Tem certeza? Pediu o humano ficando tenso também.

-Sim... fique tranquilo.... Falou a sacra sentindo o coração se agitar.

Akuma ficou meio relutante com a resposta, porém decidiu não insistir, visto que Migeru não queria continuar com a conversa e ele não queria aborrece-la, já a menina se sentiu mal por ter que esconder do garoto certas coisas, pois mesmo que ela tivesse muita confiança nele, ela simplesmente não podia contar-lhe tudo, isso era uma ordem de sua mãe e só Leben poderia revogar a ordem de uma grande sacra. Porém saber que Akuma percebera que ela estava aflita lhe deixou com o coração muito mais aflito, além disso, ela estava sentindo o mesmo galopar em seu peito e lhe deixar mais ansiosa do que já estava, porém ela decide se acalmar e se senta para comer, preferindo ficar ao lado do moreno que se sentia um pouco intrigado e preocupado com ela, mas ela queria que ele a visse sorrindo – coisa que ela se forçou a fazer – para despreocupa-lo.

Akuma percebeu que Migeru estava tentando deixa-lo tranquilo, porém isso só o deixou mais inquieto do que já estava, afinal, a ruiva não era de fazer isso, sendo que era bem transparente com o que sentia e o fato de que agora estava tentando esconder algo, como também tentando acalma-lo deixou o moreno bem perturbado, algo estava acontecendo, algo que a menina não queria que ele soubesse, algo que deixava ela sem paz, algo que a fazia agir de uma forma estranha.

E Akuma tinha medo de não poder ajuda-la.

Nesse momento, Leben chega e com seu benéfico KI, cumprimenta a todos, fazendo-os sorrirem ao vê-la. Ela havia passado algum tempo com Son, já que os dois jovens deuses também mereciam um tempo a sós para relaxarem, porém, a deusa da vida percebeu que sua protegida estava inquieta e isso a preocupou, assim como Son, então o guardião pediu para que sua amada fosse ver como Migeru estava e reportasse para ele caso algo de magnitude maior acontecesse com ela. Quando a deusa chegou, ela viu o mesmo cenário que via todos os dias, a família de Arcangel sentada à mesa para comer juntamente com Akuma e seus sobrinhos, porém quando ela olhou para a sacra, ela percebeu que a mesma não estava bem e ao olhar para Akuma, suas suspeitas são confirmadas, pois o olhar dele lhe pedia de forma suplicante que ela conversasse com a ruiva e visse o que estava acontecendo com a menina.

Leben acena positivamente com a cabeça e antes mesmo de comer, ela chama Migeru para conversar e a ruiva vai sem pestanejar, Heavenly e Cherub olham para o fato com um pouco de surpresa, porém Arcangel ficou com o rosto sério, afinal, ele sabia o que se passava com sua filha adotiva mesmo que ela não lhe dissesse nada. Os gêmeos ficam confusos e até tentam ir atrás de Migeru, porém a mesma se volta para eles e explica que tinha que sair e que logo voltava, só isso bastou para os dois pequenos acenarem positivamente e voltarem a comer, porém Akuma não se deu por satisfeito com isso, ao contrário, ele estava sentindo que seu coração iria sair fora do peito de tanta ansiedade que sentia, não queria pensar que Migeru estava com problemas e ele temia que a menina estivesse tendo problemas por causa dele, afinal, ela ia seguido para a vila mais próxima para trocar mercadorias e comprar coisas, sendo assim, era possível que a Red Ribbon – que já sabia que ela lutara junto com Akuma contra o coronel Silver – esteja tentando atacar ela ou alguém de sua família por causa do moreno, ele não queria imaginar que ela estivesse tendo dificuldades por sua causa.

E foi com esse pensamento que ele saiu da mesa e foi até aonde Migeru estava.

Quando se aproximou, Akuma notou que a garota sentara em baixo de uma frondosa árvore e que Leben se sentou ao lado dela, abraçando-a e apoiando a cabeça da ruiva em seu colo. O garoto também notou que a menina parecia estar chorando e isso foi como se alguém lhe arrancasse o coração e o esmagasse em sua frente. Santo Kami, ele não queria que Migeru chorasse, ela não era alguém que deveria chorar, só se fosse de alegria e olhe lá. O garoto viu a menina se agarrar a deusa e ele ouviu soluços, assim como o choro contido que se transformou em um choro mais aberto e nessa hora, ele sentiu o chão sumir sobre seus pés e de tão assombrado e triste que ele estava, ele não percebeu quando suas pernas perderam as forças e o fizeram se ajoelhar na terra florestal.

Leben – que sabia que Akuma estava observando tudo – só fez um sinal de silencio para ele, porém não o mandou sair dali por mais que soubesse que ele não deveria ouvir o que Migeru tinha a dizer, porém ela achava, ou melhor, ela tinha certeza que a ruiva que estava em seu colo precisava de mais alguém que não a acusasse, que a compreendesse pelo o que ela era, que a auxiliasse na missão que ela tinha e quem melhor do que Akuma para isso? Além de que, ela devia uma ajuda para Videl, pelo fato da mesma ter ido conversar com Sterben e a deusa da vida tinha certeza que a morena que estava no palácio divino conseguiria convencer seu irmão, pois se ela convenceu Gohan a fazer o que fez e ainda a deixa-la ir junto, como não convenceria Sterben de finalmente se soltar e fazer de Charm sua fêmea? Então por seus protegidos, pela missão que Migeru tinha na Terra e por Videl – que era filha dos dois – ela decidiu que era hora de revogar a ordem de Alcere e dizer a Akuma quem realmente Migeru era.

-Migeru... chore o quanto quiser... eu estou aqui para ajudá-la, você sabe disso.... Disse Leben de forma carinhosa.

-Desculpe-me deusa Leben... eu sei que não deveria chorar por causa disso, mas... eu sinto tanta falta dos meus genitores.... Falou Migeru soluçando e tentando estancar seu choro.

-Genitores? Mas... meu mestre e a dona Heavenly não são os pais dela? E porque ela chama seus pais de genitores? Chamar um pai de genitor não é da cultura saiyajin? Como? O que está acontecendo? Perguntava-se Akuma surpreso.

-Eu entendo que sinta falta deles... e eu sei que eles também sentem muitas saudades de você..., mas você sabe o porquê está aqui e sabe que sua missão é longa... então não se preocupe, chegará a hora de vocês se reencontrarem... eu prometo.... Falou a deusa da vida calmamente e com convicção.

-Eu sei..., mas até lá... saber que eles estão em Beijita e eu aqui... dou graças pela família de Arcangel que me acolheu como se fosse sua filha mesmo... não tenho do que reclamar deles, porém... meus genitores ainda fazem muita falta para mim.... Falou a sacra enxugando algumas lágrimas.

-Ela é.... de Beijita? Ela é uma saiyajin? Ela foi adotada pela família do meu mestre? Porque ela veio? Será que ela veio porquê... ela e o Goku-san deveria se casar e então a enviaram para cá? ... não... não pode ser..... Pensava o humano abismado.

-Se quiser, posso ver com Son para, um dia desses, te levar para visitar seus genitores, o que acha? Pediu a deusa ancestral dos saiyajin sorrindo ternamente.

-Eu adoraria! Também gostaria de ver meus tios, além de conversar com o Vegeta e o Table direito, sinto falta dos meus primos e quando Vegeta veio, não pudemos conversar como se fossemos primos... até disso sinto falta.... Falou a ruiva sorrindo em lágrimas.

-ELA É PRIMA DO VEGETA??? Gritava o moreno assombrado dentro de sua própria mente. –Isso significa que ela é da elite saiyajin... e é bem o tipo de mulher que o Goku-san queria ter como esposa..., mas ele já tem a Chichi-san e também tem o Gohan-kun nessa história toda, então... ela não pode ser a mulher prometida dele, a menos que... os saiyajin sejam adeptos a poligamia... NEM PENSAR!!! ISSO É IMPOSSIVEL!!!!!!!

-Então combinado! Vou falar com o Son e ver um dia em que você possa ver seus genitores, mas é visita rápida, ok? Disse a imortal sorrindo e dando uma piscadela.

-Claro... mal posso esperar por esse dia! Falou a mortal sorrindo de forma grata.

Leben e Migeru se abraçaram de forma intensa e logo passaram a rir, porém quando se desvencilharam, a ruiva notou que Akuma as observava e pelo olhar que ele tinha, era perceptível saber que ele ouvira a tudo o que Migeru falava – já que ele não conseguia ouvir a voz de Leben – e que estava assombrado por saber que a menina era uma saiyajin. A deusa da vida ficou olhando para o menino e este – vendo o estado de Migeru – decide correr dali, o que fez a ruiva se sentir pior e gritar seu nome, porém ele não parou e isso deixou a garota sem chão, achando que perdera um amigo.

Leben nota como o garoto estava, sendo que ela não se desespera com isso, afinal, foi muita revelação para ele e com certeza, o moreno estava confuso, mas a deusa não acreditava que ele estava se sentindo traído ou algo do gênero, ela sabia que Akuma só se sentia um pouco perdido com tanta informação e até um pouco culpado por ter entrado na conversa sem “autorização”, então a deusa só coloca a mão no ombro de Migeru e acena, dando a entender que a menina deveria ir atrás dele. Migeru fica sem entender de primeira, mas ela – que conseguia ver perfeitamente o rosto da deusa – entende pelo olhar de Leben o que deveria fazer e com isso, ela sai em disparada, tendo só um pedido em mente.

Que Akuma não a odiasse.

O garoto correu com todas as suas forças, ele se sentia estranho, não estava com raiva de Migeru, mas ao mesmo tempo, estava se sentindo um pouco de lado, pois ela não lhe contara sobre isso e ele pensava que ela confiava um pouco nele, porém não foi isso que ele viu ali. De repente, o garoto chega a uma formação mais rochosa e subindo uma ladeira, ele vê o horizonte e então percebe que não subiu uma ladeira, mas sim uma montanha inteira. O moreno começa a observar o local e aquilo lhe acalma, o fazendo refletir no que ouviu e tentando encaixar as peças desse quebra-cabeça que lhe foi apresentado agora, nesse momento, Migeru chega e quando o garoto percebe, ele nota o quanto ela está triste com o que aconteceu.

Se antes Akuma estava um pouco nervoso porque Migeru não contou a ele sobre o fato de ser uma saiyajin, agora ele se sentia culpado pelo fato de tê-la feito chorar, pois foi só olhar para a face entristecida dela que seu coração se desmanchou no peito e a culpa lhe corroeu, talvez ela não quisesse magoa-lo contando sobre isso, talvez ela não quisesse que ele se assustasse com ela ou que a achasse superior a ele por causa do seu sangue, ou talvez ela não podia contar a ele e ele foi penetra demais e acabou ouvindo algo que não devia. Foi então que ele se aproximou dela e se ajoelhando, disse:

-Me perdoe....

-.................... Akuma.... Balbuciou ela surpresa.

-Eu não deveria ter ouvido sua conversa com a deusa Leben... eu deveria ter ficado na minha... por favor... me perdoe... eu.... Disse ele se sentindo péssimo.

-Calma... está tudo bem... eu não estou brava com você, não tem do que pedir perdão.... Falou Migeru se ajoelhando na frente dele. –O que você entendeu da conversa?

-Eu entendi que você é uma saiyajin, com certeza da elite e que é prima do Vegeta. Falou Akuma com olhos tristes. –É isso mesmo? E por acaso você é a futura esposa do Goku-san?

-Então... eu sou sim uma saiyajin... meu verdadeiro nome é Sesame... eu sou prima do Vegeta e sou mais do que da elite... eu sou uma sacra.... Falou a ruiva sem jeito. –E não, eu não sou a futura esposa do Goku-san, porque pensou isso?

-UMA SACRA??? Perguntou o moreno abobalhado. –Nossa... eu nunca poderia imaginar que você era tão importante assim e... bem... é que o Goku-san sempre disse que ele iria se casar com uma saiyajin de elite, então eu...

-Ahhh... entendi..., mas não se preocupe, eu vim com uma missão! Minha missão é proteger o Goku-san e a Chichi-chan até eles se casarem, pois tem alguém que não quer que eles se unam e não quer que o Gohan-kun nasça! Disse a sacra sorrindo um pouco.

-O QUE??? QUEM QUE QUER DESTRUIR O FUTURO CASAMENTO DOS DOIS?????? Pediu o humano de forma revoltada.

-Um deus muito maquiavélico. Falou a garota seriamente.

-Deve ser difícil.... Falou o garoto um pouco tenso. –Então o Goku-san não sabe sobre você?

-Não... ele não pode saber, não ainda.... Disse a menina ficando abatida. –Nem você deveria saber....

-Me perdoe... me sinto péssimo.

-Não é sua culpa... minha mãe me ordenou a guardar segredo e ela é a grande sacra, não tinha como eu dizer que não....

O silencio reinou depois disso, sendo que Akuma nem levantava os olhos de tanta vergonha que sentia, de repente, ele sente que foi abraçado e levantando a cabeça, ele vê que Migeru está triste também, então sem pensar, ele acaba a abraçando e promete ajuda-la em sua missão, como também promete manter segredo. Isso faz a ruiva arregalar os olhos, mas sorrir e beijar a bochecha dele em gratidão, deixando-o vermelhíssimo, de repente, o estomago de Migeru ronca e ela ruboriza violentamente com isso, porém Akuma só ri e a chama para comer, dizendo que ela nem tocou na comida, Migeru sorri agradecida e se levanta com a ajuda dele, indo para casa sabendo que agora....

Ela tinha mais alguém com quem podia contar.


Notas Finais


Olá di novo!
Pombinhos, pombinhos e mais pombinhos... amei essa interação q eu criei pra eles... e a Migeru tbm tem olhos violetas??? hummm isso é suspeito! Mas como eu disse no cap 12 (se ñ me engano, lá eu dou uma explicada/complicada sobre esse negócio dos olhos violetas, roxos, magenta e tudo o q tem relacionado a essa cor.) EU EXPLICO DIREITINHO ISSO MAIS TARDE!!!! ENTÃO FIQUEM TRANQUILOS, Ñ VOU DEIXAR ISSO PASSAR!!!
Espero q tenham curtido e prox cap: ANIVER DO BARDOCK COM DIREITO A.... aparição do Gohanzinho... (lenços?)
Kissus de framboeza (além de ser ótima e muito nutritiva, ela tem a cor dos olhos da Migeru... suspeito?) e até! o/


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