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História Escudo de fogo (RivaMika) - Capítulo 13


Escrita por: Livy_s

Capítulo 13 - Reencontro.


 Mikasa tinha os pés doloridos e suspirava frustrada. Estava voltando de sua aula quando repentinamente seu corpo se chocou com outro.

— Alteza — Armin fez uma reverência — Posso acompanha-la até seus aposentos? — Ele estendeu o braço e a morena o segurou.

— Claro — Ela sorriu — Meus pés estão destruídos e meu corpo todo dói — Resmungou.

Armin riu da expressão cansada da princesa.

— O mestre Mike está pegando muito pesado com você? — Ele perguntou e Mikasa somente assentiu.

 Eren havia contratado um professor para que ajudasse Mikasa a controlar seus próprios poderes e a morena estava dando o seu máximo. Treinava exaustivamente todas as manhãs e sempre que retornava para seu quarto tinha o corpo em frangalhos.

— Gosto do Mike, ele me inspira confiança — Mikasa comentou distraída enquanto passavam pela sala de jantar — Para onde está indo, Lorde Armin?

— Vou visitar História — O loiro disse cabisbaixo — Ela não anda muito bem de saúde nos últimos dias.

 A verdade é que desde a morte de Levi sua irmã se recusava a sair do quarto. Passava horas trancada e o loiro fazia de tudo para que aos poucos ela retomasse sua vida de antigamente. Armin a visitava todos os dias, torcendo para que ela o perdoasse. Só soube dos sentimentos da irmã quando ela o confessou, em lágrimas, que era apaixonada pelo homem que ele havia matado.

— Mande a ela melhoras — A princesa disse distraída — Sabe onde está Eren? —Ela perguntou franzindo o cenho.

 Uma sensação incomoda apertou a garganta de Armin. Desde que Mikasa voltara a vida vivia perguntando do príncipe e Armin temia que ela realmente pudesse se apaixonar pelo outro. Não achava justo mentir para ela, mas o fez mesmo assim.

— Não sei — Mentiu — Deve estar ocupado com alguma outra coisa — Ele disse quando pararam em frente ao quarto da princesa — Se me permite — Ele faz uma breve reverência — Preciso ir.

 Mikasa agradeceu a companhia e Armin retornou pelo caminho que viera. Sabia exatamente onde Eren estava, mas um sentimento estranho de ciúmes o fez mentir sobre seu paradeiro. Não admitiria, mas a ideia de Eren e Mikasa juntos o incomodava.

* * *

 Levi observava seu rosto modificado no espelho. Tinha um bagunçado cabelo ruivo e uma barba longa. A estatura continuava a mesma e ele estava um pouco mais magro. Se forçasse bem os olhos conseguia ver além do feitiço e seus olhos azuis refletiam por trás dos negros.

— Para mim parece não ter mudado nada — Erwin comentou enquanto aparecia atrás de Levi.

— Isso significa que suas intenções são boas — Levi disse confuso — Ou que o feitiço não funcionou, sei lá.

— Vamos testar — Erwin disse puxando o ombro do mais baixo e o levando lá para fora.

Era um pequeno vilarejo e as casa tinham um aspecto envelhecido. Algumas crianças brincavam animadas e tinham vários pedestres pelas ruas.

— Ei, você — O loiro chamou um senhor que passava por ali — Pode vir aqui um segundo?

O senhor veio na direção deles e ao reconhecer o uniforme do oficial soube estar diante de um soldado do rei.

— Como posso ajuda-lo, senhor? — Respondeu, hesitante.

— Preciso que me faça um favor — Erwin disse simpático — Preciso que descreva esse homem à sua frente – Apontou para Levi.

— Só isso? — O pobre homem suspirou, aliviado — Ele é baixinho, ruivo, olhos pretos.

— Ok, obrigada — Erwin disse se dirigindo para o estábulo onde estavam seus cavalos —Agora que é seguro pode me acompanhar até a cidade, a rainha quer encontra-lo e precisa ser discreta.

Levi concordou e seguiu o mais velho. Precisava encontrar logo Mikasa e dar o fora dali.

* * *

Sasha mexia nervosamente as mãos enquanto Mikasa a observava. Estavam na carruagem, indo em direção a cidade, mas sua amiga não parecia nada contente.

— Aconteceu algo? — Mikasa perguntou.

— Não, só estou um pouco inquieta — A outra respondeu — Não acho certo a senhora ir até o vilarejo. Pode ser perigoso.

 Mikasa bufou. Não entendia porque parecia que todos queriam que ela ficasse presa naquele castelo o dia todo. Queria espairecer e passear um pouco. Havia mandando um bilhete para Eren convidando-o para o passeio e estava ansiosa pela resposta.

— Não vai acontecer nada — Mikasa afirmou enquanto sentia o sacolejar da carruagem enfraquecer. Haviam chegado.

— Se me permite — Seu guarda pessoal, Connie, abriu a porta da carruagem e deu a mão a princesa, ajudando-a a descer.

 Sasha também aceitou a ajuda do soldado e suas bochechas ganharam um tom avermelhado quando suas mãos se tocaram. Mikasa percebeu o fato e percebeu que pouco sabia sobre a vida da outra. Talvez a antiga Mikasa soubesse sobre isso. Precisava perguntar a Sasha o que eles tinham.

 Andaram calmamente pela cidade e Mikasa comprou várias coisas. Connie andava ao seu lado e tinha uma espada muito comprida na cintura. Sasha andava ao lado de Mikasa em silêncio. Um cheiro gostoso pegou o estômago da princesa de surpresa e ela se lembrou que não havia tomado o café da manhã. Observou o outro lado da rua e viu que uma pequena barraca vendia batatas assadas e recheadas com bacon. Era dali o cheiro bom.

— Eu quero — Sasha gritou quando viu o mesmo que Mikasa —Estou morrendo de fome!

Mikasa riu do desespero da amiga.

— Eu também quero — Disse seguindo Sasha, que a essa hora já estava lá fazendo seu pedido.

— Vossa alteza vai comer aqui? — Connie perguntou, receoso — Creio que não seja um lugar com a melhor das críticas.

Mikasa revirou os olhos. Estava com fome.

— Sim — Ela riu da expressão do rapaz — Vamos se sentar — Disse já se posicionando nas mesas redondas.

 Sasha voltou com um balde de batatas recheadas. Mikasa comeu duas e o soldado apenas recusou, educadamente. Sasha comia sem parar e a princesa temeu que a amiga pudesse passar mal.

— Não é elegante comer assim — Connie ralhou, a morena tinha restos de batata sujando os lábios — Nem parece uma dama.

— Não me importo com sua opinião — Rebateu, ainda mastigando —Sabe bem disso.

 Sasha sempre era educada e até brigava com Mikasa quando esta cometia alguns deslizes de etiqueta, mas mesmo a conhecendo a pouco tempo sabia que quando se tratava de comida a amiga perdia a cabeça. Viu que Connie resmungou irritado e desviou o olhar. Tinha caroço nesse angu. Estava ansiosa para ficar a sós com Sasha e lhe perguntar o que estava acontecendo.

— Vossa alteza — Um plebeu se aproximou, meio hesitante — Gostaria de prestar condolências ao que aconteceu com a senhora, o povo ficou curioso sobre o que aconteceu.

 Mikasa abriu e fechou a boca. Era simples, tinha caído do cavalo. Estava prestes a explicar isso quando Connie se pronunciou.

— O senhor não tem autorização para se dirigir a vossa majestade — Ele disse se levantando — Peço que se retire.

* * *

 Levi caminhava distraído pela aldeia com Erwin quando um delicioso cheiro atraiu sua atenção. Olhou em direção as barracas e sentiu que seu coração ia pular do peito quando a figura imponente de Mikasa encheu seus olhos. A princesa estava lá, sentada em uma barraquinha ridiculamente simples se comparada a sua figura. Vestia um vestido vermelho e seu cabelo estava lindamente arrumado. Suspirou. Antes que Erwin percebesse o que acontecia Levi foi arrastado em direção a sua amada.

— Mikasa? — Ele disse desesperado — O que aconteceu? — Ele se aproximou da princesa, tocando suas mãos — Você está bem?

O olhar de confusão de Mikasa o parou. A princesa encarava o homem à sua frente sem entender nada. Não o conhecia.

— O senhor não tem autorização para se dirigir a vossa majestade — Connie começou a dizer, mas quando Erwin parou ao lado de Levi e pôs a mão em seu ombro um lampejo de compreensão tingiu o rosto do soldado — Capitão — Ele cumprimentou seu superior.

— Connie — Erwin sorriu — Este é Brian, ele está comigo — Vossa alteza — O oficial fez uma reverência para a princesa e um aceno de cabeça para sua dama de companhia.

 Mas Mikasa não estava prestando atenção em Erwin. Estava focada no homem à sua frente e algo dentro de si dizia que ele lhe era familiar. Era muito bonito e seus olhos azuis a causavam arrepios. Ele ainda tinha as mãos sobre as suas e um sentimento estranho a impediu que cessasse o contato.

— Brian é muito seu fã, alteza — Erwin disse puxando o homem, sem graça, fazendo-o soltar as mãos da princesa — Mas estamos de saída, vamos. Foi um prazer encontrar vocês — Disse se afastando.

 O loiro saiu arrastando Levi que ainda estava em choque. Não tinha entendido nada do que aconteceu e de repente um sentimento de ódio tomou todo o seu corpo. Será que Mikasa havia simplesmente aceitado sua morte e se rendido a Eren? Fechou as mãos em punhos.

— Por que não me deixou falar com ela? — Perguntou, irritado — São mais ordens da rainha?

— Sim, senhor — O loiro disse enquanto chegavam a um bar e entravam — Ela vai lhe explicar tudo — Disse entrando em uma taverna de aparência suspeita.

 Entraram no recinto e o cheiro de álcool era forte. Estava escuro e haviam algumas pessoas espalhadas pelos cantos, alguns tão bêbados que não podiam enxergar um palmo a sua frente.

 Carla estava sentada em um canto e tinha um véu preto cobrindo o rosto. Usava roupas simples, provavelmente para não ser reconhecida, mas mesmo com esse fato sua presença era imponente. Levi estremeceu ao chegar à sua frente. Erwin saiu os deixando a sós.

— O que aconteceu com ela? — Ele perguntou assim que se sentou na mesa — Preciso entender o que está acontecendo.

— Oi, filho — Ela disse encarando o homem à sua frente — Aconteceram algumas coisas nessas duas semanas que esteve dormindo.

— Me fale — Ordenou enquanto um homem de meia idade servia dois copos a sua frente.

Carla esperou que o homem de retirasse e decidiu contar tudo de uma vez.

— Depois que você foi morto naquela arena Mikasa se matou — Ela disse simplesmente, como se não fosse nada demais — Porém por influência da marca ela só poderá morrer quando o nascimento do próximo casal de marcados estiver próximo, o que pode demorar anos para acontecer. Até lá ela é praticamente imortal, podendo ser morta quantas vezes forem, mas sempre volta a vida — Carla segurou as mãos de Levi por cima da mesa — Sem suas memórias. Eren sabia disso, por tanto não a impediu e agora Mikasa acredita que sempre morou aqui. Ele está fazendo um ótimo trabalho enganando-a.

 Levi respirou fundo odiando o fato de ser irmão daquele maldito tirano. Ao mesmo tempo tudo até que fazia sentido agora, seu olhar de estranhamento quando Mikasa o viu, o comportamento de Erwin. Todos sabiam de tudo.

— Por que não me contaram antes? — Disse irritado.

— Te contei assim que possível — A rainha rebateu — Essa informação pode mudar o rumo da sua vida, filho. Agora que a princesa está contente e aceita se casar você pode fugir, salvar sua própria vida.

 Ódio queimou seu peito e Levi teve vontade de arremessar o copo que segurava no chão. Ela só podia estar brincando.

— Não vou sair daqui sem a Mikasa — Trincou os dentes — Você acha que sou um covarde? Não tenho medo de Eren.

— Eu sei que não é covarde — O olhar da mais velha se suavizou — Ninguém teria coragem de entrar naquele barco e vir atrás de Mikasa, Levi. Você é sempre tão corajoso que temo que essa coragem seja o motivo da desgraça da princesa.

— Se for não é problema seu — Ele foi rude — Afinal você mesmo mandou Mikasa para longe desse lugar, como consegue ser tão egoísta de sequer pensar em abandona-la aqui agora?

Carla pareceu pensar.

— Tem razão — Admitiu.

 Apesar de não conhecer Levi ainda Carla assumiu que ele era bem parecido com o pai. Era muito corajoso e seu coração era bom e sabia que quando um homem Ackerman se apaixonava podia ser mais intenso que o pior dos furacões. Levi e Mikasa nasceram para ficar juntos, eram os mercados e apesar de Eren agora assumir sua posição no fundo os dois precisavam dessa união se quisessem ser felizes. E esse foi o motivo para que mandasse Mikasa para junto do filho, porque sabia que eles se encontrariam e torcia para que tivessem tido um romance simples em meio aos humanos. Sem mortes, sem guerra, sem tristeza. Tentou se enganar pensando que se salvasse a vida de Levi este fugiria sem Mikasa, mas sabia agora que seu plano esteve fadado ao fracasso desde o começo. Resolveu então ser honesta com ele.

— Sabe por que Eren quer tanto se casar com a princesa? — A rainha perguntou e Levi negou com a cabeça. Carla continuou — Fogo e gelo são muito poderosos e como eu disse no outro dia, se alguém possuir os dois poderes poderia se tornar um Deus — Disse calmamente, avaliando a expressão cansada do filho — Se Eren conseguisse isso estaria acima da própria Deusa e subjugaria todos os reinos, além de ser tornar imortal para sempre. Ele e o pai vem planejando isso há muitos anos.

— Como ele faria isso? — Levi perguntou, já temendo a resposta.

— Removendo sua marca — Carla declarou — Se ele fizer isso então Mikasa perderá seus poderes e se tornará apenas uma mortal. Eren certamente a mataria depois.

— Mas por que ele quer se casar com ela? — Levi disse irritado — Poderia ter feito isso quando pisamos os pés nesse maldito lugar.

— Ele quer um herdeiro para que a linhagem da família continue pura e Mikasa tem sangue Ackerman, o que é bom – A rainha disse sussurrando com medo de ser ouvida — Poderia tomar a garota a força e depois matá-la, mas achou que seria mais fácil convence-la a se casar. Ele não contava com o fato de que você atrasaria seus planos.

 Levi trincou os dentes e contou até três. Os motivos do garoto eram ridículos e sentiu seu corpo tremer de raiva só de imaginar os dedos imundos do príncipe tocando a pele de Mikasa. Saber o que ele planejava o deixou ainda mais convicto do que queria e do que precisava fazer. Fitou a mulher a sua frente e torceu para que ela o perdoasse. Pretendia matar Eren e usaria sua cabeça como troféu.

— Erwin é um soldado do castelo, certo? — Levi perguntou e a rainha concordou com um aceno, sabendo exatamente onde essa conversa terminaria.

— Peça que ele me coloque lá dentro — O moreno disse tomando um gole de sua bebida — Sei que pode fazer isso.

Carla suspirou.

— Eu posso — Os olhos negros da rainha escondiam toda a dor que já sentira — Mas não posso pedir algo assim a ele, Levi. Erwin já está arriscando a própria cabeça escondendo você, se eu pedir mais esse favor a ele não terei como recompensa-lo e se for descoberto não posso protegê-lo. Se você o convencer a fazer isso terá minha benção, mas não posso agir sozinha novamente.

 Os olhos de Levi adquiriram um tom esperançoso e o coração da rainha parecia estar sendo esmagado por sentimentos conflitantes. Temia pela vida de ambos os filhos e a destruição que sua rivalidade seria capaz de causar naquelas terras. Fechou os olhos com força e tudo o que viu foi sangue.

* * *

 Já era noite e Armin acordou assustado com os barulhos da chuva violenta que caia lá fora. Havia sonhado com castelos feitos de ossos e ruas molhadas de sangue. Ainda tremia quando decidiu se levantar. Vestiu uma roupa simples e nem se preocupou em arrumar os cabelos.

 A noite no palácio era ainda mais assustadora e sombras se esgueiravam pelos cantos. Caminhou sem ter um destino e antes que pudesse se conter seus pés já o levavam na direção do quarto de Eren. Os nós de seus dedos se chocaram contra a porta e se surpreendeu ao ser atendido prontamente.

— O que quer? — Eren abriu a porta, fitando confuso o melhor amigo — Entra.

O príncipe tinha os cabelos bagunçados e estava sem a camisa. Usava apenas uma calça fina e olheiras escuras enfeitavam seus olhos. Provavelmente estivera dormindo.

— Desculpa — Armin disse desviando o olhar do corpo descoberto do amigo — Eu não consegui dormir...

— Ainda tem medo de trovões? — Eren gargalhou — Não seja patético, Armin.

O loiro sentiu as bochechas corarem. Era um adulto agora e também o soldado mais forte daquele reino, mas desde que matara Levi sonhos estranhos andavam consumindo suas noites.

— A princesa esteve atrás de você — O loiro disse apático.

— Sim, ela me chamou para um passeio no jardim — Eren negou com a cabeça — Admito que ela é bonita, mas não tenho o menor interesse nela. Prefiro me deitar com uma prostituta qualquer.

 Armin não pode conter o amargor que subiu em sua garganta. Sabia que o príncipe tinha várias amantes e ele mesmo já havia o acompanhado em algumas de suas aventuras de uma noite. Remexeu as mãos, irritado com os próprios pensamentos. Nos últimos dias vinha se sentindo estranho e nervoso na presença do amigo e não entendia o contexto de seus próprios sentimentos.

— Você acha que pode poupa-la? — Armin perguntou enquanto se sentava na cama — A Mikasa. Depois que tiver o seu herdeiro.

Eren pareceu pensar. Ponderou por alguns segundos e balançou a cabeça negativamente.

— Ela é uma boa pessoa, Eren — O loiro tentou demover o outro de seu ódio e violência gratuita — Pode enviá-la para algum lugar distante e deixar que viva o restante de sua vida em paz.

— Prefiro não arriscar — O moreno disse se sentando também — Por que ainda faz isso?

Armin engoliu em seco e desviou o olhar.

— Eu não sou bom, Armin — Eren disse com os olhos verdes tempestuosos — Não como você.

Mas Armin ainda acreditava na redenção do amigo. Fechou os olhos com força e suspirou.

— Se você diz — Ele disse baixinho — Então acredito em você.

 Um trovão soou do lado de fora e Armin se encolheu. Quando crianças ele e Eren dormiram muitas noites juntos enquanto contavam histórias de heróis e se espelhavam neles. Armin sentia falta de Eren, ou pelo menos daquele que um dia foi.

— Pode ficar, se quiser — Eren disse se deitando — Desde que me deixe dormir em paz.

 Armin não pode conter um sorriso. Eram dois homens adultos agora, mas Eren ainda era seu porto seguro. Como fizeram muitas vezes na infância Armin se deitou ao lado do amigo e velou seu sono. Naquela noite não teve pesadelos.


Notas Finais


Aí ai admito que shippo muito, me julguem kkkk Mas não se esqueçam que o Eren ainda é o vilão, apesar de tudo.

Mas enfim me digam o que acharam, críticas, elogios e sugestões são sempre bem vindos! Obrigada por acompanharem 💖


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