História Escuridão - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Luta, Magia, Mistério, Morte, Poderes
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Saga, Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem, É não liguem pros erros de português.

Capítulo 1 - Adagas voadoras


Fanfic / Fanfiction Escuridão - Capítulo 1 - Adagas voadoras

Ao beco escuro em que Alice se encontrava era úmido e frio, formado entre duas construções de prédios antigos, a única iluminação que fazia ela enxergar algo era a da lua cheia no alto do céu, a sua frente estava Marcos, uma garoto alto e com corpo bem definido, olhos pretos profundos e seu cabelo escuro sedoso, eles estavam em um “encontro” na verdade eles dois estavam andando na moto de Marcos a noite mas do nada ele havia parado nesse beco.

Alice tinha cabelo curto tingido de rosa claro, usava um jeans e uma camisa preta e enrolado na sua munheca estava uma fita vermelha.

- O que viemos fazer aqui? – perguntou Alice querendo sair daquele lugar o mais rápido possível.

- É meio estranho – respondeu ele nervoso.

- Não vai me pedir em casamento, vai? – brincou ela disfarçando o nervosismo – você e legal mais nós só nos conhecemos a duas semanas.

- Não é isso – respondeu ele rindo um pouco – tá bem...vai ser estranho o que eu vou perguntar agora.

- Mais estranho do que parar em um beco estranho a noite com uma garota que você mau conhece?

- Muito mais estranho – respondeu ele.

- Pode perguntar.

- Você tem poderes?

A pergunta abalou Alice, por um minuto ficou surpresa, sem reação, e depois riu de nervosa.

- O que!?! Claro que não – respondeu ela aos risos.

- Eu sei que você tem – retrucou ele ríspido, a fita vermelha na munheca de Alice brilhou fracamente, Alice cobriu o leve brilho com a palma da outra mão, a vira era o bem mais precioso de Alice, a fonte de seu poder, a única coisa que sua mãe deixar para ela antes de morrer e nesse exato momento estava avisando que não deveria confiar em Marcos .

- Já está tarde – disse Alice mudando de assunto – Acho que já tenho que ir – Ela se virou para sair do beco mais antes que ir ele a segurou pelo braço que não estava com a fita.

- Espere – insistiu ele – eu te entendo, sou como você.

- Como eu? – repetiu o que ele disse para ter certeza de que não tinha ouvido errado, Como assim alguém como Ela? Em toda sua vida nunca achou ninguém com os mesmo dons que ela.

- Sim, Como você – respondeu ele – existem outros como nós, pessoas com dons especiais.

- Como assim dons especiais?

- Veja você mesma – um sorrisinho se estampou em sua face e ele se afastou alguns passos dela, ergueu as mãos no ar e de repente seu corpo foi envolvido por sombras, Alice percebeu que não eram sombras comum, eram mais densas que as outras e mais escuras, sua fita brilhou mais uma vez agora queimando de leve sua pele, aquilo não poderia ser algo bom.

As sombras se dissolveram no ar, Marcos não vestia mais as mesma roupas que antes, usava um roupa de couro com uma camisa branca com um rubi pequeno no colarinho, o rubi brilhava pulsante como se fosse um coração.

- Eu sou como você – Ele tornou a repetir.

- Como? Quando? Como... – a mente de Alice não conseguia formular uma pergunta, nunca havia achado alguém que também tinha poderes.

- É isso e só metade do que eu consigo fazer – disse ele estalando os dedos e a mesma escuridão que envolverá seu corpo a alguns minutos pareceram flutuando na ar em vários montinho espalhados pelo local, logo a escuridão se dissolve e no lugar delas surgiram adaga de pratas pairando no ar. Marcos fez um leve movimento com as mãos e as adagas apontaram em direção a uma lata de lixo próxima, estalou os dedos e todas das dezenas de adagas perfuraram a lata a rasgando como se fosse um papel.

Alice ficou mais nervosa ainda, ele era forte, ela deveria tomar cuidado.

- Você pode ser tão forte quanto eu – propôs ele, é no mesmo estante que ele proferiu essa palavras a fita vermelha a queimou novamente – É só fazer um pequeno acordo.

- Como assim acordo?

- É uma coisa simples – explicou ele – Alia pode aumentar seu poder ao seu potencial máximo de concordar em fazer alguns “favores” pra ela.

- Quem é Alia? – perguntou Alice curiosa.

- Uma pessoa muito poderosa – respondeu ele.

- Que tipo de “favores” ela vai quer? – perguntou Alice desconfiada.

- São coisas simples comparadas ao que ela da em troca – respondeu ele, Alice notará que ele estava começando a ficar nervoso.

- Que tipo de Favores Marcos !?! – exclamou ela sem paciência, mas de repente uma pergunta se formou em sua mente – Estre esse “favores” está recrutar novos membros? É por isso que está aqui?

- Você é mais esperta do que parece – disse abrindo um sorrisinho de lado.

- Estão eu parece burra pra você ?

- Não, claro que não! – retrucou ele.

- Eu tenho inteligência suficiente para perceber que nada é de graça, É muita propagando geralmente é produto com defeito, O que ela vai querer em troca MARCOS!

Ele deu um suspiro de desdém repentino abrindo um leve sorriso.

- Sua alma – respondeu ele, Alice ficou paralisada, Não sabia como reagir – Ela energiza a alma humana para gerar poder.

Alice ficou paralisada por um estante observando Marcos horrorizada, ele havia vendido a alma para ganhar poder, somente a ideia de isso acontecer com ela a dava nojo e repulsa.

- Minha alma não está a venda – respondeu Alice firme, correu em direção a saída do beco, mas antes que chega- se Marcos estalou os dedos.

Pairando no ar ao redor de Alice surgiram dezenas de adagas prateadas, todas apontando para seu corpo.

Alice ficou imóvel, congelada de medo enquanto Marcos começou a rir, um rizada de dar calafrios, era psicótica mas ao mesmo tempo transparecia diversão da parte dele.

- O que você pensa que esta fazendo!?! -exclamou ela reunindo tudo a convicção do seu corpo pra proferir as palavras com autoridade, mas o nervosismo era maior.

- Calada! – ordenou ele no mesmo estante em que as adagas se aproximaram mais do corpo de Alice, uma em especial que estava encostando a ponta fria em sua garganta – Você pensa que está em posição de ditar ordens! Não está.

- O que você que comigo?

- Eu? Nada – respondeu ele – mas Alia tem um estranho interesse em você.

- Foi por isso que você me convidou pra sair – deduziu Alice agora vendo a verdade – Ela de alguma maneira descobriu que eu tenho poderes e mandou você – agora a raiva se empoderou de seu ser, estava sendo feita de idiota por Marcos e por seja la quem fosse Alia – É mandou um de seus lacaios me levará até ela!

- Não gostei do seu tom – disse Marcos calmamente estalando os dedos.

Alice caiu no chão com uma dor ardente em seu ombro, pingava sangue molhando sua manga, uma das adaga havia sido cravada em seu ombro, olhou com ódio em direção a Marcos que olhava entretido enquanto a menina sofria.

- Não é divertido – exclamou ele a observando – o corpo humano e uma coisa interessante, é tão complexo mas também tão frágil.

- Sua palavras... – disse Alice soando como um ruído.

- O que? – perguntou ele se aproximando dela e abaixando a cabeça para a ouvir – Não estava conseguindo ouvir.

- Eu disse – repetiu ela mais forte dessa vez – que sua palavras valem Merda! – ela investiu seu antebraço que estava com sua fita vermelha contra o rosto de Marcos, a fita brilhou como um farou contra a carne do inimigo a queimando é o fazendo gritar e se afastar é as adagas sumirem do mesmo jeito que apareceram.

- Sua puta! – xingou ele, a sua mação do rosto agora estava deformada Com uma queimadura que derreteu a pele. Mas para o desapontamento de Alice o rubi que Marcos usava no colarinho de sua camisa pulsou em meio a luz vermelha curando a pele queimada.

- Você era mais bonito queimado – disse Alice ainda com dor no chão.

- você se acha muito esperta! – gritou ele se aproximando a chutando em seu estômago, Alice cuspiu sangue – Você Não é Nada!

- Para – pediu ela fraca no chão depois de terceiro ataque.

- Não é tão poderosa agora – disse ele se agachando para olhar o rosto de Alice.

Alice fechou os olhos, Marcos a olhou de depois decidiu checar se ainda estava viva, segurou seu cabelo rosa que passava um pouco de sua orelha e levantou sua cabeça na altura da dele.

- Você morreu? – perguntou sem querer resposta, Alice abriu vagarosamente seus olhos, ela cuspiu sangue no rosto de Marcos.

Em resposta ele a jogou novamente no chão a fazendo bater a cabeça no chão.

- Alia disse que queria você – disse mais para si mesmo do que para Alice, ele limpou a sangue do rosto com manga do casaco de couro – Mas ela bem que poderia aprender a não ter tudo.

Duas adagas surgiram no ar entre seu dedos.

- Último pediddo?

- Viver é uma ótima sugestão – brincou ela.

- Pedido negado – disse lançando as duas adagas na direção de Alice.

Alice fechou os olhos, então ouviu dois tiros, será que havia morrido?

Abriu os olhos a tempo de ver as duas adagas que estavam partidas ao meio no chão se dissolverem e sumirem no ar, sentiu duas mãos a pegarem e se sentiu sendo carregada e rapidamente ser recolocada no chão.

Olhou em volta e percebeu que não estava mais no beco, se localizava em cima de uma dos prédios que formação beco, Em pé estava uma menina da mesma idade que ela.

- Não se preocupe – disse ela, trajava uma roupa branca com vários detalhes em dourados com botas de couro, dois cachos ondulados de cabelo loiro se dividiam em sua cabeça – Eu a tirei de lá.

- Emily? – Perguntou Alice reconhecendo sua colega de aula forçando a visão, está muito diferente do que o comum.

- Sim – responde ela se agachando para ficar mais perto de Alice - Não se preocupe com esse ferimento – disse examinando o ferimento com a adaga cravada que agora havia parado de gotejar sangue – uma pessoa está vindo te ajudar, explicarei tudo depois, Mas agora, tenho que lutar – ela se levantou, seus dois cachos ao vento e a lua cheia a sua costas a tornando magnífica e serena.

Ela olhou para o nada por um minuto até que la apareceu Marcos.

- Emily! – exclamou surpreso – você foi esperta, usando suas pistolas para parar meu ataque que ia encerar a vida de Alice e depois usando a super velocidade para a trazer até aqui.

- Eu sei que sou incrível – respondeu ela – é esperta, bonita e um pouco inteligente, Mas não veio aqui me elogiar, veio?

- Eu quero ela – respondeu apontando para Alice – ela é minha.

- Ela não é um objeto para ser seu – respondeu Emily – É mesmo se ela fosse uma pedra da causada eu não a entregaria a você.

- Eu não vou desistir tão fácil dela.

- Séria um tédio se desistisse - respondeu Emily.

Duas pistolas brancas com detalhes em dourados apareceram nas mãos de Emily, assim como dois punhais nas mãos de Marcos.

Estavam a mais ou menos dois metros de distância um do outro é Alice no chão atrás de Emely, ela foi a primeira a atirar mais Marcos se desviou dos projéteis com uma velocidade que Alice quase não conseguia vê-lo.

Todas as vezes que Emily atirava ele desviava sucessivamente, até chegar perto o bastante para deferido o primeiro ataque tentando esfaqueá-la mas ela interceptou o golpe usando a parte de cima de uma das armas a dando apertura para atirar com sua outra pistola o fazendo se esquivar para a direta onde mais uma vez ela atirou, ele se desviou se afastando se livrando dos tiros, Alice torceu para as balas de Emily serem infinitas.

- Você ainda continua rápida – disse ela quase ofegante – geralmente eu não uso essa tática com você mas já que temos uma pessoa que você está protegendo, será muito mais mortal.

Ele estalou os dedos é centenas de punhais emergiram ao redor da área, eram mais numerosos ágora, todos ainda apontando para Alice no chão com dor.

- Você geralmente consegue se esquivar de todos – observou ele – Mas não poderá se esquivar e proteger Alice ao mesmo tempo.

Com um leve movimento das mãos o ataque aéreo começou. Primeiro foram dois punhais que Emily eliminou com dois tiros certeiros os fazendo cair no chão e se dissolverem no ar, Mas logo o ataque se intensificou vindo quatro de posições diferentes que Emily destruiu se momento rapidamente nos quatro direções.

Alice percebeu que toda vez que um punhal era destruído ele desaparecia do mesmo jeito que surgia.

Agora dois vinham da frente e dois de trás, quando eles se aproximaram Emily deu um mortal no ar chutando com suas botas de couro os dois da frente, deferindo dois tiros destruindo os dois de trás, assim aterrissando em pé no chão.

Alice mesmo com dor ficou maravilhada de como Emily era poderosa e ágil, realmente o único vez que Alice notará em Emily era a quando um dos professores a chamavam a atenção para ela parar de dormir.

- Já acabou Jéssica? – disse imitando o meme um pouco ofegante.

- Ainda tem mais criança – respondeu erguendo as mãos.

Todas as centenas de adagas que pairavam no ar se deslocaram de uma só vem em direção a Alice, na intenção de protege-la, Emily usou seu próprias corpo como escudo entendendo a menina em um abraço na intenção de ficar entre ela e as adagas.

Era o fim, Emily ia morrer por culpa de Alice, isso a deixou transtornada, não protestou pós não havia tempo, as laminas desceram rápidas é fatais e se fincaram na redoma de pedra que acabara de se formar em volta de Emily é Alice.

Marcos olhou para a pequena redoma que acabará de se formar, olhou para outra extremidade do telhado e viu duas pessoas aparecendo lá.

- Júlia! – Exclamou ele

A redoma de desintegrou logo que as adagas se dispersaram, Agora Emily é Alice poderão poderá ver suas salvadoras que Marcos encarava.

Uma era alta e vestia um sobretudo marrom com ombreiras de ferro, era negra e seu cabelo cacheado e volumoso passava do ombro, além de uma aparecia mais velha e serena.

A segunda menina de aproximou correndo até Alice, não conhecia, tinha cabelo curto de verde e suas bochechas eram cheias de sardas.

- Eu vou ver isso – disse se agachando para examinar o ferimento de Alice.

Agora a vendo de perto Alice reparou nas suas roupas e seu rosto, seu cabelo era verde claro e seu rosto eram braço e cheio de sardas, suas roupas eram um pouco justas mais não desconfortáveis, eram uma corres verde escuro muito discreto quase preto e seus olhos de um azul claro profundo.

- Isso vai doer um pouquinho – disse ela é com um único movimento arrancou a adaga do ombro de Alice a fazendo grita.

Enquanto se retórica de dor, Alice observou com o canto do olho a segunda menina com uma marreta na mão que aparentava pesava toneladas mas que ela o segurava entre os dedos a fazendo pesar menos de um km.

- Marcos – disse ele como se fosse um insulto – Está matando garotas indefesas Agora?

- Ela pertence a Alia – respondeu ele.

- Ela não me parece propriedade – respondeu ela.

Alice sentiu seu estômago revirar quando seu ferimento começou a sangrar novamente, Mas a menina de cabelo verde posicionou cuidadosamente suas mãos sobre o ferimento, ela emitiu um brilho verde florescente que estancou o sangramento e revigorou Alice.

- Como você faz isso?

- É meu poder – respondeu ela – meu nome é Lucy, você é a Alice?

Alice assentiu com a cabeça, todas agora vivaram sua atenção para a outra menina, Júlia, Alice a conhecia, eram da mesma sala de aula mas estava diferente do que Alice se lembrava assim como Emily também parecia diferente.

- Não tenho medo de você Marcos – disse Júlia

- Deveria – retrucou Ele.

Os dois se preparam para lutar, Júlia com sua marreta e Marcos com suas duas adagas que agora reapareceram.

Ele deu o primeiro passo, Mas de repente foi impedido, demorou um tempo ate perceber o que o impidia de se mover, todos olhavam para a mão que havia saído do nada e segurado Marcos por tras, observando mais atentamente Alice percebeu que a mão saia de um portal em espiral pequena feita de escuridão pairando no ar, Alice observou enquanto o portal se expandia, Marcos ficou se cor quando várias outras mãos emergiram de la e puxando para dentro.

- Não! – gritou ele – ainda não acabei com ela.

- Sua missão terminou – respondeu uma voz suave vinda da espiral e Marcos foi sugado, É no mesmo estante a ela se desfies em meio às sombras Alice desmaiou no chão frio.


Notas Finais


O que acharam??


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