História Esmeralda - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jungkook
Tags 2jung, Esmeraldas, Hopekook, Relacionamento!abusivo
Visualizações 39
Palavras 3.221
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Sozinho


As aulas práticas de dança beiravam o paraíso, não só por ser uma das minhas grandes paixões, também por permitir o deslumbre da minha paixão. A forma minuciosa como executava os movimentos não permitia piscar de olhos, todos super acordados e impressionados com a capacidade de aprender tão rápido e segundos depois praticar com perfeição a técnica de expressão ensinada pelo professor.

-Estão vendo isso? - se dirigia a turma apontando para o rosto do moreno. - É a forma de mostrar o que não podemos ver a olho nú, as emoções, a expressão enquanto dançamos é um espelho para alma, muito bem Hoseok você executou muito bem -quando eu era elogiado pelo professor só faltava me ajoelhar aos seus pés para agradecer mas Hoseok continuava com o olhar de sempre para as pessoas que o aplaudiam e não soltou nem um “obrigado”.

- Quero a atenção de vocês agora para um comunicado importante - o professor voltou novamente a atenção a ele - Eu já tinha comunicado a vocês sobre a avaliação teórica, mas vou reforçar que devem fazer as inscrições para o festival logo, e claro, começar a ensaiar com sua dupla.

O festival ao qual ele se referia era um que acontecia na instituição para apresentações dos alunos. Era muito popular, considerando toda a fama da faculdade além de trazer artistas para apresentações, o que colaborava para a grande quantidade de pessoas no público. A mídia também era presente, e isso deixava todos excitados com a possibilidade de ter os talentos reconhecidos. Nossa faculdade já havia criado milhares de artistas. Após o comunicado o professor deixou a sala para os alunos resolverem os assuntos pedentes relacionados ao comunicado, eu já me desesperava pois sabia que não teria alguém para fazer dupla. Rapidamente procurei Hoseok com o olhar e encontrei uma garota bem próxima do moreno, consegui por leitura labial decifrar um “Você bem que poderia me ensinar seus movimentos” sendo exclamado pela ruiva e Hoseok correspondia bem aos investimentos dela tocando a mão na cintura alheia quase chegando a bunda com um sorriso pretencioso no rosto. Senti a bile subindo pela garganta e tratei de me apressar para sair logo de perto da cena que fazia minha visão embaçar.



Dentro da cabine do banheiro, sentado no vaso, eu colocava todas as minhas emoções para fora. Era comum ver Hoseok com garotas no seu enlaço, o problema não era dele e sim meu por estar apaixonado, mas o sentimentalismo me rondava esses dias e a causa dele se encontrava agora em nossa casa provavelmente sentido náuseas horríveis. Quando os médicos identificaram um glioblastoma altamente agressivo, terminal, eu fiquei totalmente sem chão, mas a dor ainda não parecia tão real, eu tentava tapar meus olhos para o que estava acontecendo quando meu avô decidiu que “queria morrer em casa”, eu, como os médicos, tinha ciência que na idade dele seria impossivel realizar uma cirurgia, mas no fim das contas meu avô ainda estava bem. Mas agora, que os sintomas pioram e vejo que os meses passaram muito rápido vejo que o fim que eu tanto queria adiar está mais próximo que nunca, e realmente não sei se vou suportar, não estou suportando agora. Meu choro é silencioso, daquele que os lábios se curvam para baixo numa expressão super dolorosa. O que vai ser de mim quando ele se for? A resposta estava clara, e ela fazia o aperto em meu peito aumentar consideravelmente, eu estou sozinho, e isso me assusta muito. Os minutos se passam e como se meu corpo tivesse secado meu choro cessa deixando apenas os dois sentimentos que me acompanham como sombras: a dor e o medo. Saio da cabine e jogo água no rosto para tentar dar uma melhorada no rosto, assim que faço isso me dirijo para o refeitório, não sinto fome mas desmaiar enquanto assisto as últimas aulas não está nos meus planos. Estar sozinho com todas emoções que rondam meu interior piora bastante a situação, e eu fico fantasiando um universo alternativo onde Hoseok se senta ao meu lado me abraçando e passamos o intervalo juntos rindo e conversando como duas pessoas que se completam, mas a realidade é dura e difícil. O barulho do pé da cadeira arranhando com o chão me faz olhar animado para a pessoa sentada, mas visualizo totalmente surpreso uma figura que não é a de Hoseok, fico chocado por alguém desta faculdade está se sentando comigo ao mesmo tempo que fico desconfiado. O garoto que aparenta ter a mesma idade que eu, é alto e tem os cabelos loiros, é bonito, e nuca o vi por aqui, ou nunca reparei nele antes.

- Você por aqui - a voz grossa diz amigável e animada, e meu estranhamento só aumenta.

- E você me conhece por acaso? - não soa grosso só altamente intrigado.

- Posso dizer que sim - seu sorriso é peculiar e bonito consto assim que vejo o movimento dos lábios - Não sei seu nome, mas conheço o gosto do seu beijo - diz extremamente sedutor e eu fico procurando um lugar para esconder minha cara de tomate, o cara da boate é claro, não me lembrava pelo estado que estava naquela noite. - Kim Taehyung - como ele pode estar fazendo isso tão naturalmente?

- Jeon Jungkook - pego a mão que foi estendida junto da apresentação.

- Agora sei três coisas sobre você - conheço a pouco tempo mas já está me deixando doidinho - Seu nome, você beija muito bem e gosta de Lana del Rey - diz ao que estende meu celular mostrando sua tela de bloqueio.

- Para ficarmos quites só falta você me dizer seu artista favorito - eu era resumido a: pessoa tímida com surtos de ousadia e honestidade. A mordida no lábio inferior mostrou a satisfação á minha fala.

- Então eu beijo bem? - a resposta não veio pois a mão no meu ombro me fez estremecer ao que eu dava um pulo pela presença ao meu lado. Seu toque era possessivo e não consigo explicar a minha vontade enorme de me encolher perante ele.

- Jungkook - Amava a forma que meu nome saia de sua boca, mas naquele momento acompanhava um tom de repreensão.  - Eu não quero esperar, vamos sair hoje.

- Tudo bem - concordei apesar da minha opinião não ter sido requisitada. Olhei para o que descobri agora se chamar Taehyung e ser o primeiro e único cara que beijei e ele não parecia gostar nada da cena que se desenrolava, junto de mim Hoseok também o observava lançando um olhar nada agradável.

- Eu te busco na sua casa ás oito - foi ordenando

- Como você sabe onde é minha casa?  - Um pouco daquelas dúvidas precisavam sumir. Mas ele não ligava para isso apenas lançou um último olhar mortal para o loiro e saiu.

- Namoradinho assustador - decepção compunha sua voz

- Não é meu namorado - só nas minhas fantasias, mas ninguém precisa saber.

- Que bom - a fala veio junto dum suspiro aliviado - Ele não parece uma boa pessoa, é um tanto quanto... - colocava a mão no queixo já sabendo o que dizer mas procurando a cautela necessária - Possessivo, é doentio - eu não queria ouvir opniões alheias julgadoras em relação a Hoseok, eu gostava dele e ponto, não existia esses defeitos de personalidade que as pessoas tanto comentavam, porém não protestei nem nada Taehyung parecia uma boa pessoa e seria ótimo ter alguém como ele na faculdade.

- Primeiro dia? - perguntei - Nunca te vi por aqui - expliquei a dúvida. Queria rapidamente mudar de assunto, o anterior não me agradava.

- Meus pais praticamente me obrigaram - exclamou - Agora que estou aqui, fico feliz de conhecer alguém - ele esbanjava simpatia enquanto falava, já gostei muito - Ainda mais você - analisou o meu rosto e foi descendo o olhar pelo meu corpo, me deixando, novamente constrangido.



Eu pensava que toda a minha concentração naquela mesa era devido ao tédio, culpava a falta de companhia, a realidade era diferente, já que o olhar vez ou outra esbarrava na “mesa real”, no fim das contas meus olhos eram imãs de Hoseok. As pessoas ao redor olhavam em minha direção, devia ser chocante para elas, assim como para mim, alguém estar sentado comigo, principalmente quando esse alguém era tão bonito. Olhares e cochichos, nunca acostumaria, me irritava algumas vezes, como agora.

- Dança é a minha paixão á muito tempo e... - dança? Taehyung vai assistir as mesmas aulas que eu? - Já estou na reta final.

- Isso é perfeito! - exclamei super animado, já tava na hora de coisas boas acontecerem comigo nesse lugar.

- Você acha? Minha mãe diz que são sonhos idiotas - essa parte eu não devia ter escutado, ele era um tagarela, dava para perceber nos primeiros contatos.

- Também faço dança, vamos ter aulas juntos, você pode ser meu par - já estava todo esperançoso, fazendo planos para nossa performance.

- Posso? - a cara confusa dele me desanimou. Eu não devia incluir ele nos meus planos assim, provavelmente nem vai querer mais ficar perto quando ouvir o que as pessoas falam de mim.

- Desculpe, é que vai ter um festival e o professor vai contar como prova teórica, eu não tenho par, pensei que você poderia ser mas foi idiotice, não posso intimar ninguém a nada, não precisa ser meu par - terminei o monólogo e ele tinha uma cara engraçada no rosto, eu devo mesmo ser um grande estúpido aposto que ele vai abusar da minha cara, o dito cujo caiu na gargalhada.

- Sabe Kook, você é engraçado, eu quero ser sua dupla só preciso que me explique como serão as coisas - meu olhar que antes estava tristonho se iluminou e com um sorriso no rosto comecei a explicar tudo a ele.

Taehyung parece o amigo perfeito que criei nas minhas velhas fantasias cotidianas, passei o resto do intervalo conversando com ele, e foi o primeiro que passou rápido demais, como das vezes que Hoseok parecia estar lindo além do normal e eu perdia a hora o encarando. Andei pelos corredores acompanhados e a sensação era boa, os olhares julgadores ainda estavam lá, mas o loiro animado também, e ele não parecia se importar, até riu quando chegamos na sala e um idiota disse “arrumou um namoradinho” e respondeu com um “não fica com ciúmes” que o deixou perplexo, afinal as gozações direcionadas á mim nunca eram revidadas. Hoseok não riu de nenhuma das piadinhas, ele estava bem sério e eu sentia o peso de seu olhar enquanto tentava me concentrar na aula. Minha cabeça estava longe, especificamente no que aconteceria hoje ás oito, fiquei tão feliz com a chegada do loiro autor do meu primeiro que nem parei para pensar o que me esperava, foi um choque saber que seria hoje pois não sentia estar com o psicológico preparado, as ideias se misturavam, e foi com uma delas que acordei. Eu não sabia onde o moreno me levaria e isso era um problema. Para começar eu não tinha roupas adequadas para frequentar os mesmos lugares que ele e muito menos sabia me comportar em tais. Entrei em um desespero antecipado que só ia piorando quando percebi não haver solução para o caso. Me faltava coragem para falar com Hoseok, não sabia como me explicar. Desmarcar o compromisso me desanimava totalmente, eu queria muito sair com ele, era a grande oportunidade que eu tinha desde os primeiros dias de admiração que com o passar dos tempos tornou-se um vício. O resto da aula passou rapidamente, pela primeira vez, sem minha atenção, me concentrei apenas em meus pensamentos.

Quando o professor liberou a turma da aula, eu já estava determinado a ir falar com Hoseok, tentava criar coragem para explicar minha situação e dizer que queria muito estar na presença dele. O aglomerado de alunos não permitia que eu visualizasse ele, por isso fui andando em direção ao estacionamento, torcendo para que ele não tivesse ido embora. Eu ficava na ponta dos pés girando minha cabeça para ver se o encontrava no meio de tantos carros luxuosos, já estava desistindo quando sinto um toque em minha cintura, e pela pressão exercida eu sabia muito bem de quem se tratava.

- Me procurando? - a voz roupa arrepiou todos os pelos da minha nuca, era a primeira vez que ele estava tão perto me dando vislumbres do paraíso.

Virei, ficando com o rosto muito próximo do dele, prendi a respiração tentando manter o foco do meu propósito, mas era extremamente difícil vendo seu rosto de traços finos ficar dez vezes mais lindo com a luz do sol lhe beijando a pele.

- Eu não sei em que lugar você vai me levar hoje_ assentiu para eu prosseguir -É que... - as palavras ficavam entaladas em minha garganta, eu morria de medo dele me achar ainda mais patético. - Quero pedir que escolha um local adequado para mim - finalmente consegui soltar. - Para a minha condição social - especifiquei.

O rosto dele estava sem expressão, o que me deixou aflito, com medo de ter dito algo que ele não gostou.

- Posso deixar que escolha o local - a compreensão dele criou um sorriso involuntário em meu rosto. - Ou posso comprar uma roupa adequada, você ta precisando - o sorriso murchou, e a sensação de diminuir me arrematou. Eu queria esquecer que ele pensava como as pessoas da faculdade, não queria pensar em seus defeitos.

Ele só está tentando ser gentil.

Era isso.

- Nesse caso, você pode decidir - fazer o que ele queria era o melhor.

Segurou meu pulso e saiu me arrastando em direção a um daqueles carros luxuosos, que eu não sabia o nome, abriu a porta e eu fiquei encarando sem saber o que fazer até ele me empurrar fazendo com que eu sentasse no banco de couro. Entrou assumindo o lugar do motorista e tateava o bolço em busca do que deduzi ser um cigarro, quando encontrou logo acendeu levando mais de cinco mil substâncias tóxicas para o pulmão, eu odiava cigarros, odiava o cheiro, mas por ele eu aprenderia a amar se significasse uma condição para ter sua presença. Deu partida no carro ligando o rádio.


Be careful, don't be so vicious in me.

Tenha cuidado para não se viciar em mim.


My love can also be a killer machine.

Meu amor pode ser também, uma máquina assassina.


Nina Kinert- Combat lover


♧♧♧♧♧♧♧♧♧


Eu tentava não olhar para a etiqueta da camisa estampada da Yves Saint Laurent que vestia meu corpo, uma espiada e eu me sentiria ainda pior do que me encontrava, não queria ser visto como um interesseiro, as roupas eram bonitas mas eu não tinha a mínima condição de comprar. Hoseok continuava escolhendo roupas para mim, e eu não sabia o que fazer. Ele veio me entregando milhares de peças. 

- Hoseok, eu pensei que fosse só uma roupa, isso é muito caro, não quero te causar despesas - eu gesticulava tentando mostrar minha aflição.

- Isso não é nada Jungkook - disse com desdém. - Eu quero comprar isso para você, para de colocar empecilho onde não tem, são só roupas - pelo modo falado, o assunto fora finalizado ali. Peguei as outras peças e fui para o provador. - Me mostre como ficou -escutei de longe a voz de Hoseok. Continuei com a camisa estampado junto de uma calça um tanto quanto apertada. Sai para mostrar para o de cabelos negrumes como ele pedira. De longe eu visualizava a vendedora da loja que só faltava sentar no colo de Hoseok toda sorridente conversando não sei lá o que, sorri pois ele não parecia dar bola a ela, soltei um pigarro para atrair sua atenção, ele se impulsionou para fora do puff e veio em minha direção, nunca conseguia controlar meu nervosismo então prendi a respiração que estava descompensada. A análise feita em meu corpo demorou segundos que passaram lentamente em minha cabeça aumentando gradativamente meu nervosismo.

- Você é lindo - saiu como um sopro sensual de seus lábios. Quebrar todas as minhas estruturas era o que ele fazia sempre, mas desta vez o impacto foi tão grande que parei com a boca entreaberta sentido o rebuliço de sentimentos causados por seu elogio.

- Você também - com sua fala anterior criei coragem para revelar - É perfeito na verdade - estava morrendo de vergonha, sentia meu rosto queimar, mas não podia perder a oportunidade.

- Eu sei - convencido, não esperava menos dele de qualquer maneira - Da para perceber pela maneira que você fica vidrado, as vezes até arregala um pouco os olhos, é adorável - meu Deus ele sabe! Que vergonha. Eu arregalo os olhos? Alguém me mata. O riso que ele soltava agora causado pela expressão em meu rosto era lindo, parecia tão diferente dos outros, tão sincero. Devia estar novamente com a cara de idiota pois ele parou de rir e voltou com a expressão de poucos amigos.

- Leve tudo - ordem - Anda logo com isso para irmos embora - concordei com um aceno e tratei de apressar as coisas para não deixa-lo irritado. No provador eu ainda sentia a boa sensação causada pelo elogio e só conseguia sorrir, catei as peças de roupa no chão e sai entregando a vendedora que nos guiou ao caixa. Fiquei observando como Hoseok era elegante sacando a carteira do bolço, não por ele ser rico, e sim por se resumir minuciosamente a todos os seus gestos. Droga, eu estava tão apaixonado que doía, não sei como não percebi antes, era tão óbvio mas só veio a tona depois do beijo de Taehyung.

Hoseok me levou para casa, continuei o observando durante todo trajeto como um lunático, agora que eu era ciente que ele sabia não faria mais tanta questão de disfarçar. Ele parou em frente a minha casa, que eu ainda não fazia a mínima ideia de como o moreno sabia o caminho, e eu sai agradecendo o presente e dando um “thal” que não foi respondido.

Fiquei a tarde toda cuidando do bar com poucos clientes, o que me ajudou a dar uma freada na ansiedade para á noite. Quando o horário de fechar chegou eu apressei para ir me arrumar logo. Tomei um banho demorado, arrumei meu cabelo minuciosamente e coloquei uma das peças que ganhei hoje. Se eu alargasse meu sorriso mais um pouco rasgaria meu rosto. Min Cha havia ficado a tarde toda com meu avô e havia ido para casa tomar um banho enquanto eu fazia o mesmo, fui em direção ao quarto dele pois só tinha o visto antes de ir para a faculdade. Abri a porta do quarto pronto para contar sobre a minha saída e o quanto estava feliz e a figura petrificada do senhor sob a cama me fez parar no lugar. No fundo eu sabia o que havia acontecido mas enquanto guiava meus paços na direção da cama tentava não pensar em nada, coloquei meus dedos em seu pescoço para medir o pulso, e pela segunda vez, eu ficava sem chão, dessa vez sendo bem pior.

Meu avô estava morto.

Eu estava sozinho.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...