História Especial - Corações Predestinados - Capítulo 6


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Categorias Pokémon
Personagens Gary Carvalho, Personagens Originais
Tags Brock&youko, Destino, Esperança, Forma Humana, Furry, Gary&fubuki (forma Humana), Híbrida, Mudança, Reencontro
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Palavras 2.309
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fubuki surpreende todos, quando...

O líder decide...

Allan decide...

Fubuki fica...

Capítulo 6 - Orgulho


Fanfic / Fanfiction Especial - Corações Predestinados - Capítulo 6 - Orgulho

- Não!

Allan exclama, surpreendendo o líder, que vê o jovem erguer a pokeball, girando o dispositivo em cima, para depois apontar para Inceneroar, inconsciente.

- Honoo, volte.

O pokémon volta para a pokeball e ele fala:

- Pode descansar, agora. Obrigado, amigo.

Ele nota que Hydreigon não parecia voar normalmente, indicando que o dano do Earthquake ainda estava presente e não estava com toda a sua energia, assim como devia estar sentindo alguma dor pelo ataque que sofreu há alguns instantes atrás.

Ele pega a pokeball de Fubuki e atira a mesma, exclamando:

- Saia, Fubuki-chan!

- Oh! Uma pokéball automática. – o líder comenta surpreso.

Nisso, a vulpix sai com o seu costumeiro mau humor, empinando o nariz ao virar de costas para Allan, para depois olhar o Hydreigon a sua frente, muito maior do que ela, mas, que não importava a mesma, pois, não temeu um instante sequer o pokémon enorme que voava no céu.

Hydreigon ruge contra a vulpix que ruge também, sem se intimidar.

- Quem diria que algo tão pequeno, não se sentiria intimidado pelo Hydreigon? Embora que mesmo sendo de gelo, é pequena e pelo olhar dela, nota-se que está decidida a enfrentar o meu poderoso Hydreigon. Mesmo sendo de gelo, não muda o fato de que é pequena perto dele. Inclusive, para mim, lembra um pokémon bebê.

Já, Hydreigon, começa a ri, achando graça em alguém tão pequeno, mesmo de gelo, querer enfrenta-lo. Ele a chama de bebê, patética e fraca em sua linguagem, com Fubuki compreendendo a o que o seu adversário falava dela e sente uma ira sem precedentes. Ela estava irada. Estavam rindo dela e a menosprezando. Suas caudas se agitavam de raiva, enquanto rosnava, sendo que o seu rosnado fez Hydreigon rir ainda mais, enquanto que o avô do líder de ginásio gargalhava, exclamando:

- Um pokémon bebê! Fala sério! Uma coisinha dessas contra um monstro poderoso como Hydreigon! Só pode ser uma piada. É no mínimo ridícula a presunção dela de que pode enfrentar um monstro poderoso.

“Como eles ousam?! Pokémon bebê?! Esses bastardos! É imperdoável! Nunca imaginei que encontraria seres que odiasse mais do que o bastardo que me aprisionou. Vou mostrar a eles. Vou mostrar a eles que não sou insignificante. Irei varrer a arena com esse pokémon desgraçado e sei que por mais que queria ataca-los, o humano desgraçado não me deixará fazer isso. Logo, só poderei liberar meu ódio contra esse pokémon a minha frente e assim farei. Ele vai se arrepender de rir de mim!” – ela pensa consiga mesma, rosnando.

Allan imaginava que se ele está sentindo ódio por rirem da sua Fubuki, ela, que era orgulhosa, devia estar sentindo ódio em dobro.

Inclusive, podia ouvir os rosnados audíveis, assim como via o olhar de ódio dela para com todos, para depois se focar em Hydreigon, com ele adivinhando que o oponente dela também a ofendeu, mesmo não compreendendo a linguagem pokémon. Allan torce o punho, pois, rir dela era imperdoável, sendo que o líder de ginásio era o único que não ria.

O líder ordena:

- Bem, que seja. Hydreigon, use Dragon Rush!

- Use Mist e esquive!

O pokémon tipo dragão sombrio concentra o seu poder e amplia a sua fúria, gerando uma áurea esmagadora, enquanto avançava velozmente contra Fubuki, que não consegue se esquivar, acabando por receber o golpe direto e era um golpe tão violento, que levanta uma nuvem de poeira, enquanto o mesmo voltava ao seu lado da arena, com o mestre dele falando:

- Pelo visto, ela nem conseguiu usar o seu poder e...

Nisso, todos ficam surpresos ao vê-la de pé, arfante. Além disso, mesmo que estivesse ferida pelo dano do ataque, exibia determinação em seus olhos, assim como uma ira intensa.

- Fubuki-chan! – Allan fica aliviado ao vê-la de pé, embora sentisse seu coração se restringir ao ver que ela havia sofrido danos.

- Ela não foi finalizada... Mas... – o líder está estarrecido.

Allan desconfiava que o orgulho dela, associada ao seu ódio por chamarem ela de bebê, fazendo pouco caso dela, a fez ficar erguida por orgulho, assim como impediu que fosse finalizada. De fato, ela era demasiadamente orgulhosa e tenaz.

Além disso, depois que a menosprezaram e riram dela, derrotar Hydreigon era uma questão de orgulho para ela.

Então, a vulpix de Alola usa Mist, invocando uma forte névoa que envolve a arena, se ocultando na mesma, enquanto Hydreigon se mantinha no ar, a uma distância segura no chão, atento a qualquer movimentação.

- Mesmo que não possamos vê-la, há uma técnica que abrange o campo inteiro e por isso, ela não tem como se esquivar ou se esconder. Hydreigon, use Draco Meteor!

Nisso, ele concentra o seu poder, fazendo surgir vários meteoros que caem como uma chuva no campo de batalha.

- Salte os meteoros! – Allan exclama.

Hydreigon intensifica a queda de meteoros, enquanto estava atento a qualquer aproximação dela, com o mestre dele falando:

- Entendo. Ela está usando o Mist para se ocultar, para depois ascender até ele, usando os meteoros. Afinal, precisa se aproximar dele pelo ar para garantir que a sua técnica de gelo o atinja com precisão, já que em termos de velocidade, a dele é maior que a dela. É uma boa estratégia. O problema é que são vários meteoros se precipitando em uma área fechada. Não tem para onde ela fugir e duvido que consiga se aproximar dele. – o líder fala – E mesmo que consiga saltá-los, ele está muito acima, no ar, da área encoberta pelo Mist e a cor alva dela se destacará na cor dos meteoros, enquanto que a precipitação intensa deles dissipará a névoa. Além disso, é questão de tempo até ele encontra-la e finalizá-la. Isso, se o ataque Draco Meteor não finalizá-la.

Hydreigon não percebe que a sua oponente usava as suas garras, se fixando abaixo dos meteoros, longe da vista deles, enquanto saltava meteoro atrás de meteoro. Como era pequena, conseguia usar as brechas dentre eles, saltando habilmente e rapidamente no próximo meteoro, enquanto ascendia, com a névoa de gelo ajudando ela a se esgueirar através dos meteoros, pelo menos nos primeiros, para não saberem que ela estava embaixo deles e não em cima.

Então, para a surpresa de todos, menos de Allan, eles notam que ela estava na cauda de Hydreigon e rapidamente, corre pelas costas do mesmo que sente uma leve dor frente às garras dela que fincavam em sua pele, impedindo que caísse dele, enquanto o escalava, sendo que estava estupefato, pois, não a viu, sendo o mesmo para o mestre dele e avô do mesmo.

Afinal, ela era alva e se destacaria na cor dos meteoros. Seria impossível não vê-la na parte fora da névoa, que aliais estava se dissipando no solo, frente ao deslocamento de ar dos meteoros.

- Use Moonblast!

Fubuki concentra seus poderes, fazendo surgir uma lua brilhante atrás de dela, sendo que uma esfera de poder proveniente da lua entra nela, para em seguida a vulpix liberar pelas mandíbulas uma esfera explosiva com puro poder de fada contra o pokémon dragão e sombrio, a queima-roupa, gerando uma explosão roseada no ar.

- Ela tem um golpe tipo fada e ainda por cima, o Moonblast?!

O líder exclama estarrecido, sabendo que pelo fato de seu Hydreigon ser tipo dragão e sombrio, o ataque foi mega efetivo, já que deu dano quadruplicado por causa dos dois elementos.

Afinal, o fato de Hydreigon ser sombrio, além de dragão foi a sua condenação frente ao Moonblast, já que golpes de fada eram super efetivos contra o tipo dragão, assim como eram para o tipo sombrio. Somando-se os dois tipos, o dano foi quadruplicado.

O Draco meteor é cancelado, enquanto o pokémon caia na arena, inconsciente, sendo que o corpo enorme do Hydreigon causou estrondo ao se chocar no chão da arena, levantando uma nuvem de poeira, sendo que após a nuvem se dissipar por si mesma, Fubuki está nas costas do pokémon inconsciente, exibindo uma postura altiva, erguendo o seu focinho, parecendo uma rainha, fazendo Allan sorrir, pois, concordava que ela tinha estilo e parece uma conquistadora nobre, altiva e vitoriosa em um campo de batalha.

Ele ria ao ver a face estupefata do líder de ginásio e de seu avô, por algo que consideravam como um “bebê” ou “pequena”, derrotar um pokémon enorme e do tipo dragão e sombrio com apenas um golpe e depois, posar como uma orgulhosa conquistadora.

- Hydreigon! – o líder exclama estarrecido, para depois se recuperar e olhar para Allan que vai até a Fubuki e a abraça, a agradecendo, com a mesma rosnando, para depois o líder ver que confinava a pokémon – Entendo. Ela é pequena e por isso, conseguiu se esquivar dentre os meteoros e pelo visto, usou as garras para conseguir ficar embaixo dos meteoros sem cair, enquanto avançava, longe das nossas vistas. Como ela estava saltando embaixo dos meteoros, não conseguimos vê-la, até que fosse tarde demais e a névoa no campo, impediu que víssemos o primeiro movimento dela. Pensávamos, erroneamente, que ela ainda estava no chão. Ela decidiu por si mesmo se aproximar por baixo dos meteoros, longe do alcance da nossa visão, para se aproximar sem ser vista. Ela fez por si mesma e acho isso incrível. Volte, Hydreigon.

Ele recolhe o pokémon e se aproxima de Allan, entregando a insígnia e um TM por tê-lo derrotado, sendo que fala:

- Você foi digno até o fim e teve que enfrentar a injustiça que cometi contra você. Você e seus pokémons me mostraram hoje, coisas que nunca imaginei serem possíveis. – ele fala, olhando para a sua pokeball – Creio que o nosso ódio, oriundo do medo, impede que nós vejamos além dos pokémons e provavelmente, também impede uma compreensão maior dos pokémons e do que você chama de laços. Hoje, vi vários milagres acontecerem, principalmente esse último. A explicação que encontro são os tais laços que permitem milagres, assim como o quanto essa vulpix diferente era imprevisível na batalha.

- Acredito que ela não foi finalizada naquele momento, não pelos laços e sim, pelo seu orgulho. Ela é muito orgulhosa, audaz e determinada. É ferrenha, tanto nas batalhas quanto fora delas. O fato de vocês rirem dela e a humilharem, a fez ficar com ira e o seu orgulho clamava para que derrotasse o Hydreigon, pois, era uma questão de orgulho para ela.

- Entendo. Confesso que fui totalmente derrotado por você e seus pokémons. Peço desculpas pelo meu comportamento. Não deveria ter me deixado levar pelo meu avô, apenas porque ele está em idade avançada, sendo que sempre procurei comprazê-lo. Hoje, tive o que mereci. Uma derrota não somente por uma insígnia e sim, uma derrota pessoal, também. Joguei a minha honra de Líder de ginásio na lama e gostaria de dizer que foi por causa de meu avô, mas, não é verdade. Eu que fui fraco. Pelo visto, só procurei deixar meus pokémons poderosos, enquanto que eu mesmo não me fortalecia como indivíduo, deixando-me dobrar por laços familiares ao ponto de jogar minha honra no lixo... Pelo visto, não são somente os pokémons. Seus treinadores precisam também se dedicar a se fortalecerem. O seu nome é Allan, certo? – ele vê o jovem consentir – Desejo boa sorte a você e por mais estranho que pareça, tenho a impressão que você ainda fará diferença no mundo.

- Por que entregou a este bast...

- Cale-se!

O avô ia falar algo quando se cala, frente a face de fúria do seu neto, que não estava com a mínima vontade de ouvir qualquer palavra de seu avô.

Allan se despede do líder e sai do ginásio, se dirigindo até o Centro pokémon mais próximo e após apresentar a sua identificação para ser atendido, ele senta na área reservada aos treinadores, sendo que havia outros que aguardavam os seus pokémons serem liberados pela médica do local.

Enquanto esperava que eles se recuperassem, fica perdido em pensamentos, até se recorda do que ouviu do treinador que enfrentou há quase dois meses atrás, sobre o tipo de pokémon que era Fubuki, até que tem uma ideia, decidindo por o seu plano em prática para conquistar o coração da vulpix, enquanto tentava compreender os seus sentimentos para com a pokémon, pois, tinha plena consciência que os seus sentimentos para com ela eram diferentes, de certa forma, dos sentimentos que tinha pelos seus outros pokémons.

Após a enfermeira recuperá-la, assim como os seus outros pokémons, ele se dirige ao parque e pega a pokeball dela, falando:

- Saia, Fubuki-chan.

A vulpix sai da pokeball e o olha com o seu usual mau humor, sendo que ele fala:

- Você gostaria de comer sorvete? Além disso, você já viu um parque de diversões? É tudo brilhante. Além disso, há muitos lugares legais e lindos que gostaria de mostrar a você. Mas, você não pode atacar as pessoas.

Fubuki ouvia atentamente e confessava que estava curiosa, sendo que não pode conter as suas caudas que abanavam, até que percebe o que fazia e contém as caudas, além de estreitar os olhos. Allan notou que mesmo que no íntimo, ela estivesse se mordendo de curiosidade, não iria ceder tão facilmente e isso o agradou.

“Droga. Quase que eu me denuncio. Não vou abanar a minha cauda para esse humano infeliz que me capturou.” – ela fala, embora não sentisse muita confiança nela mesma.

- Você sabe o que vai acontecer se atacar alguém?

“Claro. Você vai se ferrar. Por isso, tem me chamado para esse compartimento infeliz sempre que tento atacar alguém.”

Ela lança um olhar a ele como se soubesse as consequências de seu ato e Allan fala, após abanar a cabeça para os lados:

- Tem certeza?

Ela consente arrogantemente.

- Como pode saber? É um pokémon.

Fubuki passa a não ter tanta confiança assim em suas suspeitas e Allan percebe essa incerteza nela.


Notas Finais


Yo!

Quero agradecer ao comentário de: RedDragonKing.


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