História Especial pra você - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens D.O, Kai
Tags Exo, Kaisoo, Kaisoo!friends, Lemon, Yaoi
Visualizações 144
Palavras 1.580
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Lemon, LGBT, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Apenas uma playlist


Era uma tarde tediosa de quarta feira, eu estava tomando meu café com leite em frente a janela enrolado no meu edredom dos minions, quando ouvi Jongin trazendo uma caixinha de som junto com uma bandeja de doces. Seu sorriso era tão radiante quanto o sol do verão, seus olhinhos tão radiantes quanto. Eu não contive o meu sorriso ao vê-lo daquele jeito, ele deixou a bandeja sobre a mesa de centro e me abraçou por trás, apertado como um ursinho.

— Eu te amo Kyungsoo. — ele sussurrou e me apertou um pouco mais.

— Também te amo Jongin. — me virou para ficar de frente para ele, em seguida me soltou e ligou o som colocando uma playlist calma.

— Escolhi as melhores músicas, é a sua playlist especial. — jogou para mim uma barra de chocolate, me senti tão amado hoje e mimado que saí do edredom e pulei no colo dele o enchendo de beijinhos pelo rosto.

— Me trata como se fosse meu namoradinho, como não me apaixonar? — ele me apertou e sentou-se em seguida no sofá comigo no colo.

— Já estou apaixonado por você. — brincou ele, tratávamos um ao outro com tanto carinho e amor que realmente parecíamos um casal, eramos quase como namorados que não namoravam.

— Que bebê fofo. — dei chocolate na boquinha e baguncei os seus fios. — Obrigado por estar na minha vida, por ser o meu melhor amigo do mundo.

— Eu que agradeço por ser tão neném. — ficamos nos olhando enquanto a música tocava, olhando mais de perto nem parecíamos que eramos dois problemáticos e que ontem mesmo tive crise de ansiedade, Jongin era o tipo de pessoa que fazia até o dia mais escuro se tornar o mais iluminado, como? Ele se vestiria de LED e ainda desfilaria pela casa acendendo todas as luzes. Eu não fico atrás, por ele eu me pinto de arco-íris e sambo ao som de Ko Ko Bop.

Ficamos em silêncio então, ele com a cabeça deitada no meu ombro e eu fazendo cafuné nos fios dele, uma paz dentro do meu peito e aquela música que me fazia viajar para outro lugar. Nini tem bom gosto, admito, afinal é meu melhor amigo e joga os melhores jogos da atualidade. Ele então parecendo que leu os meus pensamentos, levantou-se e correu até o xbox e colocou o Life Is Strange, o jogo que parecia uma representação perfeita da nossa amizade. Se estão perguntando se já teve beijo entre nós dois, ainda não, mas eu já tive oportunidades pelo excesso de fofura do Nini.

— Hyung, se você tiver que escolher entre a cidade e a mim, o que escolhe? — seu olhar estava voltado a TV, e eu estava devorando o balde de Fini.

— Você está ligado que eu cago pra população né? Hashtag meteoro 2019. — ele riu e pausou o jogo voltando o olhar para mim esperando a resposta, não achei que fosse sério. — Ok, agora você me pegou. — mordi o inferior e olhei para os meus dedos, em uma situação real eu iria decidir em salvar a cidade por ter a ideia de que uma vida pelas outras é válida. Evitei aquele olhar dele que parecia perfurar meu coração, mas não no sentido ruim, ele era um tiro em forma de gente e me fazia muito bem, mas só dele me observar eu já ficava sensível. Nem ousem dizer que sou apaixonado por ele, isso é intriga da oposição, fake news! — Entre esses seres que só sabem me estressar e acabar com o meu emocional, e um bebê que me protege do mundo, é óbvio que eu prefiro eles. — voltei a olhá-lo, o mesmo estava incrédulo e levemente magoado, eu comecei a rir escandalosamente e mandei um beijo. — Trouxa, é óbvio que eu escolho você. — ele semicerrou os olhos e pulou para cima de mim segurando os meus pulsos, tinha um sorriso estampado.

— Do que me chamou? — sua voz estava rouca e me causou arrepios.

— Trouxa. — respondi com deboche e notei que a música mudou de calma para um pouco mais quente, as bochechas queimaram e o ser mordeu o meu queixo rindo em seguida. — Ya, você me assustou! — nossos olhos se encontraram.

— Achou que eu iria fazer o que? — não precisei verbalizar pra ele entender, porque apesar do jeito de bebê ele era bem esperto e sabia mais de sexo do que eu. — Você é um pervertido Do Kyungsoo... — disse rouco próximo ao meu ouvido, apenas para me provocar e que ódio, eu estava caindo e mordendo o inferior. — Felizmente não me misturo com gente assim. — e o puto colocou o joelho entre as minhas pernas roçando devagar, eu arregalei os olhos e vi pelo rabo de olho que o ser estava sorrindo divertido. Nunca imaginei que iria gostar dele fazendo isso em mim, sinceramente.

— Minta mais que está pouco. — minha voz saiu um pouco erótica naquele momento, um quase gemido e isso foi o suficiente pra ele atacar os meus lábios, pela urgência naquele beijo eu pude notar que ele estava se segurando o máximo pra não me beijar. Ele estava com gosto de chocolate e Fini, já tinha soltado os meus pulsos e eu demorei pra perceber, mas logo envolvi o seu pescoço e ele a minha cintura. Nossas línguas acariciavam uma a outra, e ao contrário do que um dia pensei ele era bem mais fogoso do que aparentava, já que estava roçando na minha bunda e puxando o meu inferior.

— Estaria mentindo mesmo se dissesse que não desejei tocar cada centímetro do seu corpo. — minhas bochechas queimaram mais, foi então que o senti apertar a minha bunda com força e não contive um baixo gemido, pelo que eu fiz ele descontou apertando mais uma vez e descendo os lábios para o meu pescoço.

Quando me dei conta, meu melhor amigo estava me chupando maravilhosamente bem e me fazendo gemer como uma vadia, porque teve a audácia de penetrar o meu cu com os dígitos enquanto me chupava. Fechei os olhos e deixei que ele me levasse a loucura, precisava admitir que ele era muito bom com a boca e não precisaria de muito pra me fazer gozar. E como eu tinha dito, ele precisou apenas tirar a boca e apertar a cabecinha para os jatos saírem. Porra, ele ficou sujo mas isso me deixou duro de novo, porque foi a cena mais linda que já vi no momento.

— Do Kyungsoo teve a audácia de gozar em mim sem aviso, eu teria que te punir por isso. — aquela frase me deixou arrepiado, ele então sorriu e segurou o meu queixo aproximando nossos rostos.

— É mais fácil eu te punir do que o contrário Kim Jongin.

— Isso é um desafio?

— Se quiser ver como um, sinta-se a vontade.

Me arrependi ao mesmo tempo que não por aquelas palavras, o ser tinha usado uma das minhas gravatas favoritas pra amarrar os meus pulsos atrás de mim e ainda fodeu no seco. Cada estocada era um gemido de dor e prazer, porque ele puxava os meus fios e dava tapas na minha bunda, dizia insultos para segundos depois dizer declarações fofas. Notei então que ele amava fofinho e transava selvagem, e como transava selvagem... Apesar dos meus gemidos escandalosos eu conseguia ouvir os do Nini, eram tão lindos e excitantes que quase pensei ser mais uma música da playlist. E quem imaginou que estaríamos fodendo no sofá? Tenho a impressão que ele fez tudo planejado, e a música era apenas a cereja do bolo para eu saber onde estava me metendo. E por falar em meter, ele trocou as posições e me fez rebolar no pau dele ao som de Crazy in love remix, já comecei a me sentir em um cinquenta tons de Jongin.

— É tão quente e apertadinho quanto imaginei, caralho Soo... — dizia próximo ao meu ouvido enquanto começava a me masturbar, seus dígitos eram ágeis e habilidosos. — Como consegue ser tão gostoso assim? — depois de ouvir isso acabei expondo o que tinha vindo a minha mente por culpa da música.

— E-eu... Eu não sei p-papai... — mordi o inferior com força me julgando mentalmente, ele então riu e largou o meu pau me fazendo ficar de frente para ele.

— Papai? — desviei o olhar e senti as mãos dele irem para a minha bunda. — Não sabia que curtia isso, putinha. — voltei a olhá-lo e notei que ele começou a me estocar fundo e com força, se eu achava que ele tinha sido bruto antes, agora ele foi mais ainda e sentia meu pau doer por isso.

Ele me fodeu em todas as posições possíveis naquela casa e temi pelos vizinhos, deviam pensar que eu estava assistindo algum filme de terror, teve um momento que eu achei que o Nini iria quebrar a parede comigo junto. No final da playlist acabamos gozando enquanto eu estava embaixo dele deitado no tapete, nossas respirações ofegantes e as peles pingando suor. Eu comecei a rir ainda sem acreditar no que tinha acabado de acontecer, mas tinha adorado isso e faria mais vezes se ele quisesse.

— Hoje foi o melhor dia de todos. — ele sorriu e me abraçou apertado.

— Gostou da playlist?

— Prestei atenção nas primeiras, nas outras eu estava ocupado com o pau no meu cu.  — ele riu negando com a cabeça.

— Fofo.

— Fofo minha mão na sua cara. — o fuzilei e ele me encheu de beijos, me deixando mansinho de novo e ansiando por mais carinho e atenção. — Eu te amo.

— Eu também te amo. — deu um rápido selar e acabamos dormindo ali.


Notas Finais


Eu e minha soulmate representadas, SEM SEXO


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