História Especialmente para mim? - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Visualizações 21
Palavras 2.882
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá para vocês ^^

Como posso me apresentar....?
Beem, estou me esforçando para que está história tenha um bom percurso e se finalize (não tenho boa reputação pra isso kk)

Mas nada de enrolação aqui né, bora pra história!!

Eu não tenho uma data certa para publicar, será sempre surpresa e a capa... Er eu não sei fazer muito bem pelo celular *cof

Desculpem os erros e até as notinhas finais ;3

Capítulo 1 - Um.


Primeiramente, se antes mesmo de falar comigo colocou o rótulo de orgulhoso, cara de pau e mentiroso, vai pro inferno.

Já você meu querido ser humano que tem certeza que sou fofo, gentil e honesto, sabendo que essa carinha de bebê nunca faria mal a uma mosca, senta aqui do meu ladinho que eu vou contar um pouco mais sobre essa divindade que vos fala.

Sou Jeon Jungkook, tenho quase 17 anos e acabei de entrar no 3° ano do ensino médio – ou colegial para quem ama esse nome. Sou conhecido por todo mundo no colégio como Anjo, além de ser chamado assim por grande parte das pessoas que vivem no meu bairro. E não dê ouvidos aos invejosos que vivem desmentindo esse título, afinal… São invejosos. Sou nativo de Busan - Coréia do Sul, a cidade das mais belas praias do país, abraçada por várias montanhas, mas nada que impeça a beleza desse lugar de não ser vista.

Já visitei outras cidades, mas nenhum é como Busan, com belas paisagens, paz e habitantes tão troux… Bons!

 

OK, mas o que tudo isso tem a ver com sabe… Minha história e jornada pessoal?

 

Por se conhecido como anjo, também tenho o apelido de diabrete. Infelizmente aos invejosos que vivem me chamando assim, não são todos que acreditam que eu seja um adolescente mal e com escolhas ruins, até porque nunca fiz mal a ninguém.

 

— Ai! -resmungo ao receber um tapa na nuca.

— Panaca! -meu melhor amigo fala. — Você nem estava prestando atenção em mim!

 

Oooh esqueci dessa criatura do meu lado. Kim Taehyung, o estranho, é meu melhor amigo – só aconteceu porque ele é tão babaca quanto eu – há exatos dois anos, desde que ele veio morar em meu bairro. Todos que conhecemos o chamam pelas costas de o estranho, pelo simples fato de ser diferente dos habitantes de Daegu, sua cidade natal.

Segundo os velhos de Busan, os nativos de Daegu são frios e calculistas e você nunca sabe em que sentido suas palavras saem, pois podem estar tristes e ainda assim serem neutros. Tae – como chamo meu amiguinho – quebrou esse conceito ao meio, mostrando toda sua transparência em sentimentos e burrice em seus pensamentos. Se bem que toda sua bondade está sendo sugada aos poucos e ele tem inclinado para o lado negro da força — não que eu seja o responsável né. Só que mesmo um ano mais novo que Taehyung, a maior parte do exemplo de bom cidadão vem da minha parte.

 

— Desculpa, eu estava pensando. -resmunguei fazendo um biquinho com os lábios.

— E por que só pensa quando estou falando? -questiona irritado. — Você nem faz ideia do que eu disse!

— Claro que sei! -afirmei o encarando. — No… nosso almoço…?

 

E mais um tapa na minha nuca.

 

— Seu idiota! Eu quero saber sobre a mentira que diremos a nossas mães sobre faltar a aula hoje!

— Que ficamos doentes. -dei de ombros.

— Justo no dia de prova?

— Eu não estava afim de encontrar o diabo! -exclamo revirando os olhos ao relembrar a professora de física. — Não é porque sou um asiático que tenho uma calculadora no lugar do cérebro.

— Bem mais fácil ter merda. -sussurrou, porém não baixo o suficiente para que eu não escutasse, então, dei uma tapa na sua nuca também. — Ai!

— Shiiiu…! -coloquei o indicador nos lábios dele. — Você também me bateu!

 

Nos encaramos feio por alguns segundos, voltando cada um a encarar a melhor paisagem que tínhamos no momento: o mar. É, fugimos para a praia.

 

— Vamos para os rochedos? -Tae perguntou com toda aquela inocência dele.

— Vamos! -concordei animado e nos apressamos em levantar do chão arenoso, correndo para pegar nossas bikes jogadas de qualquer forma no calçadão.

 

Bom… Eu e Taehyung amávamos a praia, até nossos pais nos chamavam de peixinhos por conta disso. Era o melhor refúgio dos nossos problemas e sempre podíamos brincar, correr e gritar que ninguém se importaria. Hoje em especial, nosso principal motivo de fuga era o estresse. Estudar, trabalhar e sofrer pressão para achar um rumo na vida nos afastaram do nosso ponto de meditação e juntos resolvemos voltar a praia e matar a saudade do nosso lugar favorito.

 

— Uaaau! A água está clarinha! -Tae comenta, largando sua bicicleta no chão.

— Parece mais azul também. -sorri encantado com a cena. Realmente fazia tempo que não vínhamos aqui.

 

Aquele lugar me trazia uma boa sensação e me atraía de uma forma imensa. As rochas arredondadas, a torre em uma ilha bem ao lado e o som de suas ondas eram encantadores. Claro, a noite ninguém vinha aqui, a não ser que quisesse morrer na maré alta. Fora isso, o pressentimento de que algo especial aconteceria era enorme e esse era um dos motivos de sempre querer visitar o local.

 

— Vamos mergulhar! -Tae se animou, começando a se despir.

— Ou, ou, oouu!! -alertei, segurando suas mãos que seguravam sua bermuda. — Quer morrer no meio das pedras?

— Cala a boca! Está quente e eu vou! -tentou me empurrar, mas o segurei.

— Você nem sabe nadar direito. -zombei rindo da sua cara.

— Eu sou bem melhor que você na água! -disse orgulhoso. O pior é que é verdade.

— Eu ainda aprendo! Serei melhor que você! -bati o pé em desgosto.

— Igual aprendeu a beijar? -riu alto e escandaloso. — Mais um fracasso para sua vida.

— Cala a boca!

 

Um marco da nossa amizade foi o nosso primeiro beijo. E não, não estou brincando, tivemos esse momento vergonhoso. Como toda pessoa na terra, ninguém faz amizade com as pessoas de cara, assim foi comigo e com o Tae.

Ele me convidou super tímido para irmos em uma festa, isso logo depois dos nossos pais se conhecerem. Eu obviamente aceitei, achei que por ele parecer o ser frio de Daegu, a festa que ele iria seria sem graça e eu aproveitaria para usar isso como zombaria. Porém, o local onde fomos, no outro lado da cidade era divertido, agitado e cheio de desconhecidos bêbados.

Uma pena que começamos a competir para chamar a atenção, porque no fim me desafiaram a fazer a maior loucura da minha vida. E foi aí que puxei ele e enfiei minha língua na sua boca. Nada romântico e ele retribuiu, mas depois que tudo acabou, ele me tachou de bv.

 

— Esquece essa história, vamos andar por aí. -o chamei um tanto chateado, passando a andar mais a frente.

 

Em silêncio ele me seguiu e passamos a caminhar próximo aos rochedos que brilhavam por causa da água que os molhava constantemente. Sorria ao ver cada detalhe, como uma estrela do mar, umas gaivotas e até mesmo um musguinho verdinho crescendo nas rochas mais escondidas do sol.

 

— Não está chateado comigo, né? -ele pergunta envolvendo meus ombros em um abraço.

— Eu não fico chateado por isso. -dou de ombros e sorriu para ele. — Afinal, eu sei que beijo bem.

— Claro que sim. -riu passando o polegar pelos meus lábios.

 

Ok… Isso foi estranho, mas não deve ter sido propositadamente.

 

Conforme continuamos nossa caminhada, um pontinho amarelo se mexia aleatoriamente no horizonte, em um local conhecido como “piscina”, pois a água do mar é morna e calma no local rodeado de rochas lisas, além de ter um metro de profundidade.

 

— Tae? -chamei o mais velho, tentando adivinhar o que era o pontinho amarelo logo a frente. — Está vendo o mesmo que eu?

— E o que você está vendo? -perguntou olhando para os lados, até que eu apontei o dedo para o pontinho. — Aaah...é só… Uma coisa amarela.

— Está ali! Se mexendo! -o ignorei, sorrindo largo como nunca ao sair correndo.

 

Se Taehyung falou algo eu não escutei. Meu coração batia rápido e as expectativas que minha mente começou a criar, estavam a ponto de me deixar doido. Como eu havia contado, a praia em si me atrai de uma forma assustadora, como se o destino estivesse preparando algo especial para mim e me parecia que esse “algo” era aquele pontinho amarelo.

Imagine só! A garota dos meus sonhos pode estar ali tomando banho! Ou mesmo seja ouro reluzindo sob a luz do sol! Pode até ser algum achado extraordinário alienígena que recebera meu nome e me fará conhecido no mundo todo! Olha o queixo dos invejosos onde iria!

A imagem do pontinho amarelo estava se tornando mais nítida e bonita também. Parecia uma bela garota se preparando para tomar um banho no mar. No fim das contas o destino preparou o amor da minha vida. Menos mal.

 

— Eiii!! -berrei com um sorrisinho nos lábios. — Você fica linda só com a parte de baixo do biquíni!!

 

Antes que qualquer pessoa saia jogando um caminhão de pedras sobre minhas cabeça, eu tenho algumas palavras para dizer em minha defesa.

Primeiro que eu não sou safado, só minha boca que fala demais e soltou um pensamento bem feio da minha cabecinha. Além de um fato que conta muito para minha defesa: mesmo gritando como uma garota, o ser loirinho não era uma e sim um garoto meio afeminado e mal educado.

 

Onde já se viu jogar areia nas pessoas? Ele poderia me cegar assim!

 

— Seu tarado! -berrou cobrindo seu corpo com uma toalha.

— Mas você é um garoto! -retruquei irritado, fazendo questão de jogar areia nele.

— Mesmo assim! -bateu o pé na areia, deixando a toalha de lado. — O que faz aqui? Se manda! O lugar está ocupado!

— Atrevido… -murmurei pasmo com a situação. — É dono da praia por acaso? Até onde eu sei você não é filho do prefeito!

— E se eu for, vai fazer o que? -ameaçou se aproximando devagar para intimidar.

 

Foi então que notei minha grandiosidade diante dele, que mesmo com poucos centímetros de diferença, precisava levantar a cabeça para me encarar. E não tenho dúvidas que estava na ponta dos pés também.

 

— O que vou fazer? -sorri de canto. — Isso.

 

E então o empurrei para trás, vendo seu corpo cair na piscina.

 

Se eu ri? Quase me mijei ao ver ele se debatendo na água por causa do susto que tomou. Qual é… Ele nem ia se afogar, ali só tinha um metro de profundidade.

Enquanto recuperava o fôlego, fui acolhido por Taehyung que apareceu do nada ao meu lado, dando tapinhas em minhas costas.

 

— O que você fez? Por que está rindo assim? -perguntou completamente confuso.

— Eu só calei a boca desse idiota ai. -ri mais algumas vezes, me levantando do chão onde eu estava sentado rindo. — Se eu soubesse que ia perder tempo vindo até aqui, nem tinha me empolgado tanto.

— Jungkook! -me repreendeu, segurando meu braço ao notar que eu iria embora. — E o garoto?

— Deixa o peixinho nadar feliz. -dei de ombros, soltando um longo suspiro.

— Mas ele só está boiando!

 

Virei atônito no mesmo instante, tendo a visão horrível do garoto loiro boiando na água – igualzinho o merda que ele deve ser, mas isso não conta agora. Pulei na água e peguei o corpo que já estava pálido e meio azulado, levando-o para a areia, começando a fazer massagem em seu peito para que cuspisse a água que engoliu.

 

Me distrair tanto rindo da minha vitória que nem notei quando ele parou de se debater. Será que ele também não sabe nadar?

 

— Tae! Faz respiração boca a boca nele!

— Eu não!! -negou no mesmo instante com cara de nojo. — Os olhos dele estão abertos!

— Faz agora ou vai ficar igual a ele! -ameacei mostrando meu punho fechado e ele concordou engolindo em seco.

 

Com todo o cuidado do mundo, continuamos todo o procedimento de salvar a vida do loiro. Não que eu realmente quisesse matá-lo, mas imagina ir pra cadeia por uma merda dessas? Após mais algumas massagens sobre o peito dele e mais uns beijos cheios de ar do Taehyung, o loiro começou a cuspir toda a água que engoliu, choramingando baixinho como um bebê.

Desesperado, comecei a pegar tudo que eu encontrava no chão que pareciam ser do loiro. Tae completamente perdido, começou a me ajudar e no fim de tudo acabou sendo o burro de carga, ficando com tudo em sua mãos.

 

— E agora? Ele vai recobrar a consciência! -alertou atônito, vendo o loiro resmungar e tossir, com seus olhos fechados com força.

— Vamos entregar ele! -avisei pegando rapidamente o loiro no colo.

— Vai jogar ele no mar de novo?

 

Olhei feio para Taehyung que somente pressionou os lábios e balançou a cabeça em negação, notando sua pergunta inútil.

 

— Vamos deixar ele em algum posto de atendimento. -comecei a caminhar rápido. Era como levar uma toalha nas mãos. Ele era tão leve.

— Mas fica longe. -Tae comentou, me seguindo no mesmo ritmo. — Aah! O posto salva vidas! Passamos por ele agora a pouco!

— Enfim uma boa ideia.

 

Me ignorando, Tae passou a frente, tornando-se o guia para o posto salva vidas. Assim que chegamos os funcionários se levantaram das cadeiras de praia, vindo nos ajudar.

Explicamos toda a situação do loiro – escondendo a parte que empurrei e ri dele se debatendo – entregando seus pertences que eu torcia para ter seus documentos.

Quando pensamos em finalmente fugir daquela situação insana, uma mulher nos parou, nos obrigando a seguir ela até uma salinha onde um oficial da polícia nos esperava. Contamos com cautela tudo o que aconteceu, tomando o cuidado da versão de cada um ser igual e logo seguimos para a delegacia.

Acabou que fomos liberados alguns minutos antes do nosso expediente de meio período em um Petshop próximo do centro do nosso da cidade. Aah sabe nossas bikes? Pois é… Fizemos um boletim para o sumiço delas.

 

°

No finzinho do nosso expediente, fui correndo para o vestiário tomar uma ducha para limpar meu corpinho cheio de areia. Infelizmente não pude tomar um banho depois de salvar o loiro e já sentia meu corpo coçar e arder por causa da água salgada.

Assim que saí, me surpreendi ao ver Taehyung que já guardava seu uniforme. Somente suspirei e passei a me vestir.

 

— Eu estou com medo de ser preso. -Tae comentou do nada.

— Mas não vamos ser presos. -murmurei ajeitando minha camisa. — Contamos toda a verdade para eles.

— Você sabe que não foi toda. -apontou me deixando inseguro. — Só espero que aquele garoto não lembre de nada.

— Também espero.

— Ainda mais… -continuou meio disperso. — ...porque eu beijei ele. E você o afogou.

— Ei! Ei! Acha mesmo que seu…beijo foi importante? Você salvou ele! -ri em deboche, terminando de colocar meu avental.

— Mas para um cara que gritou ao ser visto de sunga, o que você espera? Que ele se apaixone?

 

Parei para refletir e torci os lábios em desgosto. Para nosso azar ele estava plenamente correto.

 

— Por que vestiu o uniforme de novo?

— Minha roupa só tem areia. -peguei meus pertences no armário e tranquei o mesmo.

— Desde que nosso Moonie não veja. -riu baixinho, se dirigindo a porta, a abrindo para mim.

— Nem me lembre. Não gosto dele. Vive me enchendo.

 

Moonie na verdade era nosso chefe Kim Namjoon. Eu o admirava muito, até porque foi ele quem teve piedade ao nos contratar e ensinar tudo sobre os cuidados com os pets, até mesmo presenteou eu e Tae com filhotes.

Mas passei a ter ódio dele desde que deixou minha Lili morrer atropelada em um passeio pela cidade. Imperdoável.

 

— Isso é infantil da sua parte Kookie. -murmurou ao meu lado.

— Não foi você que perdeu seu filho! -falei afetado e passamos a andar com cautela dentro do PetShop. — Vai na frente que eu dou cobertura.

— Na frente só vão os fodidos. -Tae comentou e me empurrou para ir na frente.

 

Eu vou bater nessa desgraça e matar ele. Que raios de melhor amigo é esse? Por pouco não cai no chão, levando o que tinha no caminho comigo. Fuzilei Taehyung com os olhos, coisa que só durou até uma mão segurar meu ombro.

Droga!

 

— E aí famosinho? -Namjoon, nosso chefe, tinha um sorriso tão grande nos lábios que até parecia psicótico.

— Oi. -disse seco me livrando de sua mão em meu ombro. — Vou levar o uniforme comigo, mas eu não sou…

— Tanto faz. -deu de ombros. — Quero saber o que andou fazendo hoje de manhã.

— Escola ue. -revirei os olhos estranhando sua pergunta.

— Kookie… -Tae disse ao meu lado, girando meu corpo na direção da televisão. — Ele está se referindo a notícia.

 

Assim que me toquei do que passava naquela telinha, minha boca abriu tão rápido quanto meu orifício anal se fechou.

 

“Jovem que se afogou na praia hoje pela manhã ainda busca informações dos dois rapazes que o salvaram. Segundo a vítima, um deles foi o responsável da sua quase morte antes de salvá-lo.”

 

Minha maior preocupação nem era essa afirmação dele. Se a polícia revelasse nossas identidades e esse garoto lembrasse do meu rosto, tanto eu quanto Tae estaríamos fodidos.


Notas Finais


Espero ver vocês logo logo e por favor, críticas construtivas ^^'

Bye bye ❤


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