História Espect to die: The last chance (Interativa) - Capítulo 25


Escrita por: ~ e ~Leo_Pir

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse Zumbi, Drama, Interativa, Survival, Zumbi
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Palavras 3.810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá! Capítulo novo, dessa vez com um toque de alguns pensamentos "shippantes" ;) (será que é Ress?) Acho que já falei isso antes, mas vou dizer novamente. Talvez, os capítulos que envolvem o arco do Robert atrasem, pois o @Leo_Pir está com alguns problemas familiares, e é ele que escreve essas bagaça. Então, espero que gostem do capítulo, boa leitura!

Capítulo 25 - Apenas azar - Capítulo vinte e um.


Ainda apontando as armas, todos olhavam na direção de onde ouviram o som. Não havia nada ali. Absolutamente nada de estranho. Rebecca olhava vidrada para o lugar, baixando sua arma lentamente e se virando para Red.

- Eu não recomendaria ficar aqui por mais nenhum segundo. - Diz Rebecca, em um tom sério.

- Resolveu desistir? - Red apontava a arma para a garganta de Rebecca.

- É sério, podemos continuar nosso conflito depois. - Diz Rebecca, afastando a arma de Red para longe de sua garganta.

Alison lança um olhar para Rebecca, que balança sua cabeça positivamente. Alison logo para de apontar sua arma para Red. Matheus estava ficando muito pálido, tossindo diversas vezes. Sentia suas forças acabando, estava quase desmaiando. Red rapidamente guarda sua arma e parte em direção à Matheus, o segurando e impedindo que caísse.

- Tudo bem. Alison, vamos voltar para o carro. - Dizia Rebecca, se afastando de Red e Matheus. - Eles não estão interessados.

Alison continuava ali, sem se mexer. Parecia não concordar com Rebecca. - Como é? - Questiona Alison.

- Vamos. - Responde Rebecca.

- Não, não vamos. Eles sabem onde Robert está, mas não é só por isso. Não podemos deixá-los aqui. - Diz Alison, seu tom estava firme.

Rebecca estreita as sobrancelhas, olhando para Alison sem dizer uma única palavra. Apenas cruzas seus braços e agora encara a loira. Alison não podia deduzir muito bem o que significava aquele olhar.

No centro de Nova York...

Um infectado se aproximava de uma estrutura. Mas antes que ele chegasse eu seu destino, um disparo o atinge em cheio na cabeça.

- Esse é o número vinte. Estou ganhando. - Dizia um homem, com uma sniper em cima de um edifício.

"Tá roubando na contagem" uma voz saía de seu comunicador. Era de outro homem, que acenava do outro prédio.

Na rua, haviam outros homens. Esses usavam os mesmos uniformes dos outros que estavam em cima dos edifícios. Todos bem armados, andavam fazendo um tipo de formação. Jipes estavam por toda parte da rua, os veículos possuíam desde .50 a lança granadas embutidos em cima. No final da rua, tinha um tipo de barraca montada. Pessoas estavam lá dentro, elas mexiam em computadores e outros tipos de dispositivos.

Os homens armados agora estavam se espalhando pelos cantos da rua, abrindo apenas um vão no meio. Uma voz corta pela multidão, era de um homem. Seu uniforme era diferenciado, em seu crachá dizia "Robbin". Ele caminhava pelo caminho aberto entre os homens na rua.

-...O comando já passou as instruções da missão, mas acho que vale a pena ressaltar algo. Temos a presença de algumas pessoas aqui. O nível de ameaça é moderado, porém temos alvos bem específicos. Traidores, pessoas treinadas e, que provavelmente, sabem que estamos aqui. O número é de aproximadamente cinco alvos. Soldados, essa terá que ser a batalha de suas vidas, portanto não tenham pena de exterminar qualquer coisa que se meta no caminho.

Os homens ouviram claramente o que havia sido dito. Os soldados logo começam a se equipar com escudos.

- Pensei que o objetivo fosse resgatar o projeto Harrys. - Dizia a mulher. - Isso é má conduta, Robbin.

- Uma equipe para o resgate, outra para cuidar dos alvos. Eu sou o comando agora. - Dizia Robbin, colocando as mãos atrás das costas.

- Você parece confiante quanto a isso. Devo lhe avisar que as coisas não funcionam assim, não desse jeito. Você não está ligando para o objetivo da missão, mas sim para seus problemas "familiares". Espero que não continue assim, serei obrigada a reportar sua má conduta.

Em algum lugar por aí em Nova York...

- Então foi só ela tirar a arma da minha cabeça pra você mudar de opinião, Alison? - Questionava Rebecca, não tirando o olho de Alison.

- Não, não é isso... - Alison é impedida de continuar.

- Essa moça está carregando praticamente um cadáver. Acho que Robert não andaria com pessoas tão burras. - Diz Rebecca, direcionando seu olhar para Red.

Red quase larga Matheus no chão, mas acaba não fazendo isso. Ela serra um de seus punhos enquanto direcionava um olhar mortal para Rebecca.

- Você se acha a tal, né? Estou pouco me fodendo para quem seja você, ou de onde você conhece Robert. Não sei como pessoas tão bondosa como ele, conhecem filhas da...

Antes que Red terminasse de falar, Rebecca pega seu fuzil e o aponta em direção a Red. Disparos são efetuados. Assustados, os outros percebem que na verdade ela tinha disparado contra um zumbi que se aproximava por de trás de Red.

Um grupo de infectados se aproximava, era evidente que não poderiam continuar ali. Matheus se erguia novamente, agora estava de pé sem ajuda.

- Tudo bem... Eu consigo. - Diz Matheus, com sua respiração cansada.

Red carregava uma mala, era lá onde estavam as armas que ela pegou do carro. Antes de dizer algo, Red olha ao seu redor, tinha um certo receio de estar concordando em estar se juntando a aquelas estranhas.

- Não temos tempo. - Diz Alison, olhando apreensiva para os infectados. - Vocês nos ajudam e nós lhe ajudamos, parece legal, não é? Queremos a mesma coisa.

...

Andrew & Mark.

Mark rodeava o gigante enquanto Andrew recarregava a RPG para lançar um missel no gigante do helicóptero onde eles estavam.

- Não podemos dar no pé e deixar ele pra lá, Andrew? - Questionava Mark do helicóptero, com um leve sorriso enquanto desviava dos objetos o gigante lançava.

- Não podemos... se deixarmos ele vivo, ele nos seguirá! É bom não arriscar. - Respondia Andrew, mirando com a RPG no gigante.

Mark para o helicóptero por um momento, assim Andrew pudesse fazer um tiro certeiro no gigante.

O míssil da RPG logo atinge o gigante, fazendo o cair mas não o matando, o grandão era forte, pensava Andrew impressionado com a resistência dele, mas ele já se encontrava bem fraco, mal andava, não era um inimigo morto, mas ele havia sido abatido, imaginava Andrew, logo mudando de ideia.

- Melhor não gastar mais tempo com esse aí... - Dizia Andrew, olhando para o gigante caído no chão.

- Melhor mesmo... Temos bastante gasolina, mas é bom polpa-lá... - Dizia Mark, dando meio a volta e voltando de onde eles vieram deixando o gigante para trás.

...

- Droga, não vai... - Dizia Andrew, segurando seu rádio.

- Ainda não conseguiu entrar em contato? - Questiona Mark. - Alguma coisa deu errado.

- E você pensa que eu não sei?... Tenho minhas suspeitas. - Diz Andrew, parecendo pensativo.

- Suspeitas, é? - Mark ri. - Hummm... Suspeitas... - Diz Mark, erguendo as sobrancelhas.

- Caramba... Como é possível uma única pessoa pensar tanta besteira. Sua mente é um enorme caminhão de lixo. - Diz Andrew, que na verdade parecia estar se segurando para não rir.

- Shhhhh... Eu não disse nada assim... Foi você que pensou. Falando sério, o que iremos fazer? - Questiona Mark.

-... Vamos direto a Bronx, deixamos o helicóptero em algum lugar seguro. Depois, vamos para o Central Park novamente.

Umas pessoas por aí.

Todos se encontravam dentro do carro, que estava sendo dirigido por Alison. Rebecca estava no banco do passageiro enquanto Red e Matheus estavam atrás.

...

Matheus seguia calado a viagem inteira. As outras conversavam.

- Como conheceram o Robert? - Questiona Rebecca, polindo uma faca enquanto olhava pelo retrovisor.

- Éramos um grande grupo, ouvimos a mensagem e decidimos vim. Encontramos Robert em uma situação de perigo, ajudamos e isso custou a metade do grupo. Depois disso, ele nos acolheu e aqui estamos nós, com uma filha da mãe arrogante e outra... que não é tão filha da mãe assim. - Dizia Red, olhando de volta para o retrovisor. - E pra que quer saber disso?

- Curiosidade. - Responde Rebecca. - Só mais uma pergunta... Por que quer continuar carregando seu amigo aí?

- Primeiro me responda algo... E de onde conhece Robert? Pelo jeito que você fala, não parece que apenas ouviu uma mensagem. - Questiona Red, erguendo as sobrancelhas.

- Trabalhávamos juntos. - Responde Rebecca.

Red estava desconfortável, nem um pouco convencida com aquela simples e curta resposta. Aquilo gerava uma certa desconfiança.

- Seja mais específica. - Diz Red, em um tom firme.

- Não... Não quero. - Diz Rebecca, desviando o olhar e voltando sua atenção para a faça que segurava.

- Se acostume com a falta de respostas e com as evasivas. - Diz Alison, ela estava com uma cara meio emburrada, algo nada comum.

- Eu sei o que está tentando fazer, Alison... E não vai dar certo... - Diz Rebecca, balançando sua cabeça negativamente.

Red olhava as duas discutirem sobre algo que ela não estava entendendo muito bem. A moça idiota tentava falar o menos possível, parecia incomodada com a presença dos outros. Enquanto a outra, parecia não se importar, ela insistia em falar sobre aquele assunto. A discussão é interrompida por Alison, que muda de assunto dizendo:

- A gasolina não vai durar muito. - Ela olhava para o painel do carro.

Rebecca solta um longo suspiro.

- As próximas ruas estão lotadas de infectados, não daria certo continuar com o carro mesmo. - Diz Rebecca, pegando seu fuzil. - E aí? Alguém afim de caminhar?

- Tá ficando louca, é? Acelera o carro e passa por cima daquelas coisas! Não dá de abandonar um veículo assim. - Protesta Red, tocando bruscamente no banco onde estava Alison.

- E ficar presa no meio de cadáveres que nem vocês fizeram? Não. - Diz Rebecca. - Por essas redozendas normalmente têm muito desses infectados?

Matheus finalmente se pronúncia ao ouvir a pergunta de Rebecca.

- Não, não é normal... algo me diz que você sabe disso muito bem. - Diz Matheus à Rebecca, que apenas dá uma pequena risada.

Alison estava quase parando o carro no meio da rua. Em alguns pontos da mesma rua, haviam pequenos grupos de zumbis, que ainda não tinham percebido a presença do veículo ali. Não era nada comparado às outras ruas daquela região, que estavam completamente lotadas de mortos-vivos. Esse era o principal motivo de Red discordar da ideia de Rebeca. Se com um carro não daria certo, por que apenas caminhando daria? Aquilo era suicídio em seu ponto de vista.

- Me dá sua pistola. - Diz Rebecca à Alison.

Alison e Rebecca trocavam de armas entre si.

- Já que você sabe o que está fazendo, me diga... Como vamos passar por aquela quantidade de infectados sem sermos mordidos, feridos... Ou até mesmo mortos? - Questiona Red, nada confiante em fazer aquilo. - Se abrirmos fogo contra uma pequena quantidade, iremos chamar atenção de todos os outros. S U I C Í D I O!

- Eu estive prestando atenção em uma coisa desde quando cheguei por essa região. Os prédios são quase do mesmo tamanho, os telhados são praticamente grudados uns nos outros. Podemos pular facilmente de um prédio para o outro, assim evitamos os infectados até chegarmos em uma região mais "calma". A única ameaça que temos agora é esse seu amigo aí. - Diz Rebecca, apontando para Matheus.

- Tudo bem... Maria, vamos... Por favor. Temos que encontrar Robert, rápido. - Diz Matheus, seu tom soava como uma súplica.

- Não estou obrigando ninguém a fazer nada. - Diz Rebecca, abrindo a porta de onde estava.

...

Logo, Rebecca e Alison já estavam fora do veículo. Os outros dois permaneciam lá dentro. Red parecia estar no pensativa, não dizendo nenhuma palavra. Ela olha para Matheus, que estava tossindo. Sua pele estava perdendo a cor, era possível contar suas veias. Red sentia um enorme sentimento de culpa por ter deixado aquilo acontecer com seu amigo. Outra pessoa que também não saia de seus pensamentos era Desmond, será que ele estaria bem? O que aconteceu? Se questionava a ruiva.

- Tudo bem... - Diz Red, em um tom baixo.

Ao lado de fora...

Alison estava encostada no porta malas do carro. Rebecca olhava vagarosamente ao seu redor, até direcionar seu olhar para Alison. Naquela altura, a Redfield havia percebido algo. Quase toda em que ela parecia irritada, Alison a obedecia. Rebecca tentava não deixar um sorriso escapar, pois adorava ter aquela sensação de "poder" sobre as pessoas, ainda mais quando se tratava de Alison, que antes de perder a memória, estava sempre querendo bater de frente com Rebecca.

Colmeia RedCorp.

No enorme laboratório subterrâneo, Joseph fazia alguns experimentos. Cobaias usando máscaras de oxigênio, estavam em enormes tubos. Aparentemente, estas cobaias estavam sendo conservadas. Joseph andava de uma bancada para outra, sempre segurando um frasco que contia um líquido verde. Agora, o mesmo se aproximava de uma cobaia diferenciada, que estava amarrada em uma maca. Transferindo o líquido para uma seringa e quase aplicando na cobaia, até que é interrompido por um som, que indicava que o código de segurança havia sido digitado. Logo as portas se abrem, um homem usando terno entra no local.

- Quanto disso você já usou? - Questiona o homem, segurando um fraco vazio.

Joseph coloca a seringa sobre uma das bancadas enquanto se virava lentamente tirando suas luvas.

- O bastante para perceber que funciona. - Responde Joseph.

...

Uma sala repleta de computadores, um jovem se dirigia para cada canto dessa sala usando uma cadeira giratória. Tinha um pirulito em sua boca, com uma de suas mãos segurava uma taça com vinho, com a outra ele teclava de computador em computador. O jovem fazia tudo isso ao som de "Beatles - Hey Jude". Parando de se movimentar por alguns segundo e olhando vidrado para uma das telas. Ele aperta em seu comunicador que estava localizado em seu ouvido e diz:

- Consegui. Tirei o controle da rainha sobre as tropas. Agora, já estou ativando os SBF's. Irei contatar o agente Redfield.

Sala da presidência.

Karson estava em sua mesa, seus cabelos estavam bagunçados e seu terno amassado, com certeza não estava em seus melhores dias. O CEO não estava sozinho, junto a ele estava Leonard, o vice-presidente (Leonard, também conhecido como o homem de óculos escuros, foi citado umas 16885558 vezes). Eles discutiam sobre algo.

Eles passaram minutos conversando, até que Leonard se levanta da cadeira que estava sentado. Se distanciando um pouco, o mesmo coloca sua mão por de baixo de seu terno.

- É realmente uma pena, Karson. Não acredito que chegou a este ponto. - Ele retirava lentamente algo.

Se virando novamente para Karson, agora ele apontava uma Magnum em sua direção.

- Ordem de execução por má conduta. Ordenação dos líderes. - Diz Leonard, piscando e abrindo um leve sorriso.

Seis disparos foram ouvidos do lado de fora da sala, logo em seguida a porta se abre e Leonard saía de lá.

Aquelas mesmas pessoas por aí...

Rebecca desvia seu olhar ao perceber que Matheus e Red se aproximavam. Red joga uma mala sobre o chão, logo em seguida se abaixando e a abrindo. Nesta mala, haviam várias armas. Red joga uma G36C com silenciador em direção à Matheus, o mesmo pega a arma.

Alison se aproxima de Rebecca.

- Quanto tempo ele ainda tem? - Questiona Alison à Rebecca.

- Pouco. - Responde Rebecca.

...

Depois de alguns minutos se armando, eles finalmente iriam botar o plano em prática. Como foi citado antes, as ruas ao redor estavam cercadas de mortos-vivos. Matheus fez questão de cuidar silenciosamente dos pequenos grupos que estavam por ali perto. Outros mortos-vivos vinham cruzando a esquina da rua à frente, agora os infectados estavam em bom número.

- Não atirem. Vamos! - Diz Rebecca, chamando o restante.

Eles iriam entrar em algum edifício dali para poderem ter acesso ao telhado dos outros. Enquanto andava com os outros, Rebecca olhava para trás, parecia estar estranhando o fato dos infectados estarem se aproximando assim.

- Ali! - Alison aponta para um dos prédios.

O grupo se aproxima do prédio. A entrada estava trancada por um portão. Alison se abaixa, ela ia tentar forçar o cadeado. Havia um pequeno beco entre este prédio e outro. Este beco dava acesso a outra rua, os infectados poderiam chegar até onde eles estavam se não fosse uma grade que estava ali impedindo a passagem. Red olha para Rebecca, que estava olhando para a rua de onde vinham os infectados.

- Quase lá... - Diz Alison.

De repente, Rebecca se aproxima de Alison e a levanta a puxando rapidamente pela argola de sua camisa.

- Ouch! o que foi isso?! - Questiona Alison, passando a mão por seu pescoço.

Sem dizer uma única palavra, Rebecca puxa Alison até o beco. Logo em seguida, arrastando os outros dois também.

- Mano, ce tá ficando louca? Pra que isso? - Questionava Red.

Rebecca dá uma rápida olhada para fora do beco de onde estavam agora.

- SBF's... - Diz Rebecca, direcionando seu olhar para os demais.

Os outros pareciam não estar entendendo nada, eles se olhavam. Com certeza estavam pensando a mesma coisa. "Ela está ficando louca".

- Que palhaçada é essa? Porra! - Dizia Red, se aproximando rapidamente de Rebecca.

Red coloca Rebecca contra a parede. Alison não tentava interferir, ela apenas olhava para a grade, que estava quase sendo derrubada por uma enorme quantidade de infectados. Aquilo era preocupante! Aproveitando a situação, Matheus rapidamente olha para fora do beco. Ele avistava o que pareciam ser um grupo de cinco pessoas caminhando perto dos infectados que se aproximavam. Suas vestes eram completamente pretas, usavam entre sobretudo, capacete de guerra e máscaras de gás. Um detalhe que chamava muita atenção era uma faixa vermelha que possuíam em seu braço direito. "Parecem nazistas", imaginava Matheus, rindo.

O rapaz se vira novamente para o pessoa. Matheus parecia alegre, entre sorrisos ele diz:

- São pessoas! - Diz Matheus, com um enorme sorriso.

Pelas vestes, Matheus havia deduzido que aquelas pessoas estavam lá para ajudar.

- Legal. - Rebecca revira os olhos.

Em um rápido movimento, Rebecca empurra Red para longe. A outra ruiva bate de costas contra e cerca. As mãos dos infectados atravessam alguns buracos, eles estavam segurando Red. Alison corre em direção à Red e a puxa das mãos dos monstros.

- Desculpa aí. - Diz Rebecca à Red. - E não, não são ajuda. São tropas NÃO Humanas, especialmente designados para eliminar alvos . - Rebecca tentava explicar tudo rapidamente.

Red se aproximava novamente de Rebecca.

- Antes de quebrar sua cara, vou perguntar algo. Como você sabe disso? - Questiona Red, parecendo nada contente com a situação.

- Ela sabe disso e muito mais. - Diz Matheus, se encostando na parede. - Vamos lá e meter bala nesses bicho.

Matheus não estava nada bem, parece que a cá segundo que passa ele piora. O rapaz sabia disso muito bem, ele sabia que tinha pouco tempo, e não iria desperdiçar isso ali sem fazer nada.

- Não, não! Se tentar atirar contra eles, eles irão revidar, e então, vai começar um tiroteio, os zumbis serão atraídos e iremos morrer. - Diz Rebecca, se aproximando da outra parede, ela olhava ao seu redor. - Tem que haver um jeito...

- Hahaha! Claro! Você vai escalar a parede que nem o homem-aranha, parabéns! - Diz Red, em um tom sarcástico.

Matheus recarrega sua arma.

- Se é pra morrer, vai ser com estilo! - Diz Matheus, erguendo sua G36C.

- Não! - Diz Red, quase gritando.

Antes que alguém pudesse fazer algo, Matheus corre para o meio da rua. O rapaz se depara com uma enorme horda de infectados, aquelas coisas ainda caminhavam entre eles. Ao avistarem Matheus, aquele grupo de "soldados" param de caminhar, apenas sacam metralhadoras M24E6. Os infectados estavam praticamente correndo em direção a Matheus, que sem hesitar pega sua arma e começa a disparar contra qualquer coisa que se metia em seu caminho.

Red sem pensar duas vezes ao ouvir os disparos, pega sua Mp5 e corre para ajudar Matheus.

- Matheus! - Diz Red, se aproximando de seu amigo.

Os dois estavam ali, no meio de vários infectados lutando. Conforme os mortos-vivos avançavam, eles se viam obrigados a recuarem com pequenos passos para trás, mas nunca deixando de disparar. Logo, a tropa SBF disparava contra os dois, que não eram atingidos graças aos infectados que estavam servindo de "escudo". Mais e mais mortos-vivos vinham chegando pela rua de trás. Estavam ficando cercados, sem saída. Red se surpreende ao topar com Rebecca, que disparava contra os que vinham por trás. Alison estava ao seu lado, também disparando.

- Foquem nos armados! - Diz Rebecca, se virando e atirando contra os SBF's.

Alison e Matheus cuidavam dos comuns enquanto Red e Rebecca tentavam contra os SBF's. Dois foram atingidos e derrubados, agora restavam três.

- Tive uma ideia! - Diz Rebecca, tirando algo de sua cintura.

Era uma granada, Rebecca arranca o pino com a boca e a arremessa na direção dos inimigos. Uma explosão se forma, por pouco não atingiu o grupo. Parece que havia funcionado, os SBF's foram abatidos. Mas, eles tinham outros problemas. A rua agora estava recheada de infectados, estavam por toda parte! Rebecca abria um caminho, ela corre em direção ao prédio que eles tentaram abrir o portão.

- Alison, ajuda aqui! - Rebecca acenava para Alison, que corre em direção a ruiva.

O caminho que Rebecca havia aberto, logo foi fechado pelas criaturas que se aglomeravam em volta de Red e Matheus. Mais infectados saíam do beco onde eles estavam antes. "A grade foi derrubada" , imaginava Red, olhando apreensiva para o local. Em cerca de alguns segundos, Red havia perdido de vista completamente o restante do pessoal. Em meio todos aqueles mortos-vivos, ela olhava ao seu redor.

- MATHEUS! MATHEUS! - Gritava Red, em meio aquele caos.

Red começa a disparar loucamente contra os que se aproximavam, assim abrindo um pequeno vão. Olhando para baixo, consegue avistar a arma de Matheus jogada no chão. Ao levantar sua cabeça novamente, se depara com uma daquelas coisas. Não era um simples infectado, era Matheus. Ele havia se transformado.

- M-matheus?

Red baixa sua arma lentamente. Sente como se seus músculos houvessem paralisados, ficou totalmente sem ação. Matheus avança com tudo em sua direção, ele tentava morde-lá. Red coloca seu braço contra o peito de Matheus, assim o impedindo que se aproximamasse mais. Olhando para os lados, Red percebe que mais infectados se aproximavam. Não havia outra opção, teria que fazer aquilo. Red levantava o outro braço que segurava sua arma. Apontando-a lentamente em direção a cabeça de Matheus, Red fecha seus olhos.

- Desculpe-me... - Red pronúncia com sua voz rouca.

Um disparo é feito. Abrindo lentamente seus olhos, Red sentia o sangue de seu amigo escorrer por seu rosto e braços. Os infectados se aproximavam da moça, que continuava ali, olhando para o corpo de Matheus. Antes que algo acontecesse, alguma coisa puxa a ruiva para trás.

Continua....


Notas Finais


Me desculpem se tiver alguma CAGADA na escrita, escrevi a metade desse capítulo na madrugada.


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