História Espect to die: The last chance (Interativa) - Capítulo 31


Escrita por: ~ e ~Leo_Pir

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse Zumbi, Drama, Interativa, Survival, Zumbi
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Palavras 2.879
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLAAAAAAAAAH!!!! Eu, senhorita NemSei, estou aqui. Tudo o que escrevi está no PC, tenho que copiar tudo para o celular, que nem esse capítulo. Sério, nem dedos ágeis - aquela carinha - aguentam ter que copiar tudo o que escrevi e terei que escrever. Por conta disso, esse capítulo tão especial, do encontro entre Robert e Rebecca, será dividido em partes. Talvez terá mais umas duas ou três partes, não sei. E acho que isso vai adiantar o processo de postagem, já que eu continuo sem internet fixa, e se eu fosse copiar tanta coisa de uma vez, demoraria alguns anos. Agora, realmente falando do capítulo, temos um começo que pode ser bem revelador. Creio que será mais revelador para algumas pessoas, já que alguns dos leitores não conhecem a ficha do personagem que está sendo claramente mencionado no começo. Mas não se preocupem, tentarei "consertar" isso nos próximos capítulos. Enfim, tentarei demorar menos de um ano pra postar as próximas partes. Boa leitura!

Capítulo 31 - O inesperado mais esperado - Parte 1


Muito antes do caos tomar conta de completamente todo o planeta, uma corporação bem sucedida liderava com seus avanços em biomedicina e bioquimica. Após a morte repentina de seu CEO, a corporação ganhou um novo lider, o qual mudou completamente o proposito da empresa. Em um dia, na mesa de reuniões do alto escalão, um dos mais influentes cientistas da corporação, o meu cirador, surgiu com uma ideia que revolucionaria o mundo.

"Vamos livrar o mundo dessa praga. Nós somos o proprio futuro"

A ideia foi imediatamente aprovada. Em meio ao seu desenvolvimento, as coisas deram muito erradas. Um acidente, que custou a vida de muitos. Um aviso, alertando que nem tudo é o que parece ser. Porém, isso foi mais um segredo guardado, para que o novo mundo pudesse surgir. Muito mais tarde, a cura já estava no apice de seu
desenvolvimento. Em pouco tempo, já estava em sua fase final e foi distribuida para o consumo dos humanos. Algo muito estranho aconteceu. Pessoas morriam sem causa, sem explicação. Eles não sabiam que, durante sua fase de desenvolvimento final, novamente, um acidente ocorreu. Por descuido, a cura escapou por uma das principais bases. Sem contenção, estava livre para agir.

Somando os ocorridos com as pessoas que usaram a cura, e o novo acidente sem contençao, tivemos como resultado o novo mundo, que é onde os humanos lutam para viver hoje em dia.

Durante estes ocorridos eu fui nomeada de falha. Disseram que eu havia falhado e não cumprido meu dever. Humanos tolos... Eu nunca falhei. Eu nunca fui uma falha. Eu sempre fui perfeita, eu cumpri o dever dado a mim com cem por cento de exito. Eu apenas cumpri as ordens... Jamais fui criada ao seu favor, humanos. Eu fui criada para ser uma menina má... Meu criador é realmente um gênio.

As três espiãs demais.

Eram ouvidas batidas na porta, emitidas pepos mortos-vivos que tentavam entrar a todo custo. A legião de infectados já havia conseguido passar pelo portão. Agora, tentavam passar pelas portas do prédio que estavam bloqueadas por moveis velhos. Alison estava no segundo andar, observava apreensivamente através da janela o caos que estava lá fora. Os infectados estavam por todo o jardim. Por toda a rua. Por todo lugar. Parecia ser impossível sair daquela situação.

- Vamos... Vamos... - Sussurrava Alison, batendo os dedos no batente da janela.

Olhou para trás ao ouvir apressados vindo da escada. Eram Rebecca e Red, que acabaram de plantar explosivos C4 no terraço do prédio. Nem Red e nem Alison entendiam porque Rebecca pediu os explosivos no terraço. "Não seria mais seguro apenas fugir?", Alison se questionava mentalmente.

- Pronto. - Disse Rebecca, acenando para Alison ir até lá.

Foi apenas uma questão de segundos até Alison caminhar e o obstáculo que bloqueava a porta ser tirado do caminho. Os infectados começavam a se espalhar por todo o primeiro andar, corriam desesperadamente em busca de alcançar suas refeições. 

- VÃO! - Rebecca gritou, saindo da escada, dando passagem para Alison subir, juntamente com Red. 

Red direcionou brevemente seu olhar para onde os infectados estavam vindo. Depois, direcionou-se rumo ao terraço. Alison ficou ali, parada.

- Mas e você? - Questionou Alison. Será que seria seguro deixar Rebecca sozinha contra todos aqueles zumbis?

- Eu tenho um presente, e eu... - Dizia Rebecca, mostrando um explosivo, antes de ser interrompida.

- Não... isso não está certo. - Alison fez um sinal de negação com a cabeça. - Você não pode... são muutos. - Alison falava, tentando convencer Rebecca do contrario. "O que ela pensa em fazer?", se questionou mentalmente.

Rebecca olhou uma ultima vez para as escadas abaixo, certificando-se de que teria tempo para falar.

- Eu darei um jeito. Vai! Estarei logo atrás de você. - Disse Rebecca, balançando a cabeça positivamente. 

Alison a olhou por alguns instantes. Seria loucura. Mas ela, definitivamente, não conseguiria convencer um ser (Fdp) como Rebecca a não fazer aquilo. Rebeccq colocou dois dedos sobre a testa. Em seguida, lançando-os em direção a Alison. Um "Até logo" . 

- Boa sorte. - Alison deu sua ultima olhada em Rebecca. Então, virou de costas, correndo em direção ao terraço. 

Rebecca se virou, agarrando seu explosivo, apenas esperando os poucos segundos que tinha até os zumbis chegarem naquele andar. Então ouviu, cada vez mais perto, o infernal som que várias daquelas criaturas emitiam juntas. Viu os primeiros infectados subirem as escadas e chegarem onde ela estava. Rebecca acionou seu explosivo e o jogou no chão, correndo o mais rápido possivel que podia em direção aos próximos andares.

...

No terraço...

Red se preparava para saltar para o outro prédio, tomou uma certa distância da beirada e estava pronta para correr e pegar impulso. Olhou para o lado, percebendo que Alison olhava fixamente para a porta onde Rebecca deveria ter saído. 

- Mas que caralhos você está esperado?! - Red questionou, querendo apressar Alison.

Foi então que sentiram um tremor que vinha de debaixo de seus pés. O explosivo de Rebecca havia detonado, acabando com uma parte dos zumbis que estavam no andar onde a ruiva havia ficado anteriormente. Apesar de ter eliminado aqueles zumbis, não era o bastante comparado às centenas que chegavam e estavam espalhadas pelas ruas e pelo jardim do prédio. Alison respirou fundo, queria pensar que o melhor havia acontecido com Rebecca. Caminhou até Red, enquanto a ideia de que ter deixado Rebecca sozinha parecia horrível em sua cabeça.

- Vamos lá.

Andrew e Mark.

Andrew estava sentado sobre um caixote, Mark estava ao seu lado, segurando um isqueiro acesso. Aquilo era a unica coisa qud iluminava por ali. Conseguiram escapar por um triz daquela horrível situação, porém as coisas continuvam nada boas. Estavam sem noticias das outras. Andrew havia sido infectado. Não tinham como escapar dali, pois soldados da RedCorp estavam por toda parte. Andrew não parava de se questionar o que poderia ser feito. Como ele poderia ter evitado a si mesmo ter sido atacado por um bando de criaturas famintas.

- Você ainda tem seu revolver. - Andrew comentou, olhando para Mark.

Mark riu. Uma risada que parecia desesperada. Olhou para Andrew.

- Isso ainda faz alguma diferença? Quero dizer, é apenas um revolver... contra dezenas. - Dizia Mark, desviando o olhar e baixando sua cabeça. Estava pouco esperançoso.

- Talvez. Eu já estou infectado, irei morrer de qualquer forma, mas posso mudar as coisas ao seu favor.

Mark parecia processar as coisas a sua volta, principalmente o que Andrew dizia.

- Eu tenho aqui algumas munições, você irá pega-las e dar o fora daqui. Eu irei ficar, servirei de distração. Então, você se salva e, se deus quiser, encontrará as outra. - Andrew falava lentamente, enquanto apontava uma caixa com munições na direção de Mark.

Mark suspirou, levantado-se, em seguida. Ele começou a dar voltas pelo pequeno vão onde estavam. A ideia de abandonar o amigo era inviável para o rapaz. Tantas lutas, quantas vezes Andrew o salvou? Tudo o que enfrentaram... para tudo acabar assim, dessa horrivel maneira. Do modo em que o mundo se encontrava era fácil perder amigos. Mark já deveria estar acostumado com esse tipo de situação. Porém como seria possivel se acostumar a ver as pessoas com quem você se importa morrerem? Que caos!

- Não, não... As coisas não podem acabar assim! Tem... que... - Mark fakava. Agora seu tom era de raiva, de indignação. 

- Não, você sabe que não. - Andrew respirou fundo. - Mas você realmente pode me ajudar pegando essas munições e saindo enquanto há tempo!

Mark suspirou, olhando fixamente pada a caixa na mão de Andrew. Por mais que ele quisesse, nada poderia mudar. E, novamente, sua desgraça foi culpa dos mesmos condenados de sempre. "Dos memos canalhas covardes", pensava Mark. Suspirando pela ultima vez, Mark tirou rapidamente a pequena caixa da mão de Andrew.

- Sem escolha... - Diz Mark, pressionando a caixa de munições em sua mão. 

- Definitivamente, não. 

Andrew se levantou, com dificuldade, se apoiando nas coisas que tinham ao seu redor. Andrew estava prestes a seguir seu caminho, na direção dos vários soldados, mas foi interrompido por Mark.

- Adeus, irmão. - Disse Mark, estendendo a mão na direção de Andrew.

- Adeus. - Diz Andrew, também estendendo a mão.

Assim formou-se um aperto de mão. O último cumprimento entre os homens. E ambos se viraram, tomando seus opostos caminhos, suas opostas rotas.

...

Andrew caminhava com dificuldade, mancando, em busca de chegar até onde os homens armados estavam. Ignorava por completo a dor que sentia em sua perna baleada. Estava sem por cento disposto a fazer aquilo. Não haveria sacrifício que não fizesse por seus amigos. Foram dados apenas mais alguns pequenos e dolorosos passos até chegar ao seu destino. Finalmente, estava à frente de todos aqueles soldados. Gritos eram ouvidos e armas foram apontadas para Andrew. Sob o comando de um homem, que caminhava entre todos aqueles, as armas foram baixadas. Robbin saía do meio de toda aquela multidão, ficando cara a cara com Andrew.

- Olá. - Robbin o abordou em um tom sarcástico.

- Olá. - Respondeu Andrew,
dando um enorme e falso sorriso.

Robbin fechou a cara, começando a andar em círculos em volta de Andrew. Estava completamente escuro e silencioso naquele momento, tirando uma forte luz que focava entre os dois homens e os baixos barulhos das gotas de chuva que caiam suavemente por aquela região. Andrew apenas queria que seus amigos estivessem numa situação melhor que a sua. 

- Responda-me, qual a sensação do fracasso? - Questionou Robbin, ficando de costas para Andrew. 

- É exatamente a que você sentiu sua vida inteira! Seu merda controlado! - Respondeu Andrew, com seu tom extremamente rude.

Robbin respirou fundo, voltando a ficar de frente para Andrew. Robbin retirou sua pistola de seu coldre, olhou para baixo, percebendo a perna que não estava baleada de Andrew.

- Seria uma pena se... Ops! 
Robbin mirou na perna saudável de Andrew, apertando o gatilho e atirando. Andrew gritou de dor, caindo bruscamente no chão. Ainda tentava se apoiar, usando seus braços. 

- Ah não... - Robbin murmurou.

Robbin guardou sua pistola e retirou sua arma de grande porte de suas costas. Aproximou-se de Andrew, que ainda encontrava-se caído no chão, tentando se levantar.Robbin pegou a arma, começando a acertar freneticamente Andrew com a parte traseira da arma. Andrew gritava de dor, sangue começava a aparecer. Robbin continou com aquilo, mas parou quando percebeu que o rival não tinha a mínima chance de se erguer novamente. 

- Argh! Olha só... que bagunça. - Dizia Robbin, passando a mão no rosto. 

Robbin saiu de onde estava, voltando para os soldados. - Matem-no! - Ordenou, sumindo em meio a multidão. 

Assim que a ordem foi dada, um grupo de cinco homens saíram de onde estavam e foram até Andrew, cercando-o e apontando suas armas em sua direção, prontos para atirar. Ouviram o som baixo de algo se rompendo. Olharam para baixo, duas granadas rolavam das mãos de Andrew. Explosão. Andrew havia se explodido, acabando por completo com os soldados que o cercavam e ferindo vários outros que assistiam. Tudo feito. Ele poderia morrer, porém não deixaria barato. 

Rebecca Redfield.

Rebecca cruzou a porta que dava até o terraço. Tossiu, por conta da fumaça que havia enfrentado."Sobreviver é cansativo", pensou enquanto dava uma leve risada. Os explosivos que ela havia usado não eram dos fortes. Na verdade, não era nada. Rebecca ouvia os sons dos passos dos zumbis cada vez mais perto. Sem mais enrolar, fechou a porta atrás de si e bloqueou-a com um velho pedaço de ferro que estava ao lado. Não demorou muito para os zumbis se esbarrarem na porta bloqueada, que tremia sobre a pressão de várias daquelas criaturas. Rebecca tomou distância da porta, caminhando até o centro do terraço. Observou as C4 plantadas ali. 

- Sem desperdícios. - Disse para si mesma, enquanto tirava o fuzil de suas costas.

Rebecca mirou em direção a porta, esperando para atirar em qualquer coisa que passasse por ali. Estrondo de algo se partindo. A porta cedeu, os infectados conseguiram tirar a porta de seu caminho. Rebecca apertou o gatilho, fuzilando os zumbis que passavam pela porta. Eram muitos, apenas uma pessoa com um fuzil não daria conta. Alguns escaparam do trajeto das balas de Rebecca, e começavam a avançar até a mesma. Rebecca deixou o seu fuzil, o segurando com um braço, e com o outro retirava facas arremessàveis de seu coldre. As facas eram lançadas nos crânios podres dos poucos infectados que se aproximavam de Rebecca.

Olhou para frente após eliminar aquele pequeno grupo. Uma manada enfurecida vinha em sua direção, com vários e vários infectados ocorrendo sedentos por carne. Empenhou novamente seu fuzil, voltando a disparar nos infectados. Rebecca acertava os tiros nos que vinham pela frente, porém mais daquelas coisas vinham por suas laterais. Seu fuzil agora descarregado. Não queria recarrega-lo, pois, em seu pensamento, seria desnecessário, já que havia um plano para acabar com muitos. Rebecca colocou seu fuzil de novo em suas costas. Tirou uma granada que estava dependurada em sua cintura, se posicionou para que pudesse arremessar na diagonal dos monstros.

Removeu o pino e lançou na direção que queria. Pequena explosão. A explosão matou alguns dos zumbis que estavam naquela direção, também chamando a atenção da maioria, que começavam a caminhar para onde ouviram o forte som. Menos da metade dos zumbis vinham na direção de Rebecca. Teria que ser rápida, o restante não ficaria sendo distraído por muito tempo. Virou-se, olhando para o prédio ao seu lado. Eliminava na mão os zumbis que se aproximavam. Não poderia enrolar por mais tempo, mais zumbis poderiam subir no prédio.

Aproveitando de uma vez por todas a distração, Rebecca correu, pegando impulso e saltando até o próximo prédio. Fez isso mais algumas vezes, até que pegasse uma distância segura para fazer o que queria fazer. Com o detonador das C4 em mão, Rebecca apertou o botão. Grande explosão. A parte de cima do prédio que ela havia saído foi completamente destruída, detonando todos os zumbis que se encontravam no terraço é até mesmo em alguns andares abaixo. 

- Fireworks! - Exclamou, abrindo um sorriso orgulhoso. 

Jogou o detonador para um canto qualquer e caminhou até a beirada do prédio, olhou para baixo, encontrando muito mais zumbis pelas ruas.

- Não há tempo para isso, preciso continuar.

Robert e Desmond.

Um tempo depois...

Disparos. Dezenas de zumbis se tumultuavam em um cruzamento. Eles vinham de todas as partes, de todas as ruas que se interligavam e cada vez mais eram mais atraídos pelos sons que causavam as armas. No meio do cruzamento, estavam Robert e Desmond. Doss estava com seu cassetete (Bastão poilicial), atingindo com toda a força os crânios dos canibais, que caiam desfalecidos no chão. Robert vinha atrás, com sua Ak-47 preta, acertando os zumbis que tentavam chegar pelos lados. Em cima de um prédio próximo, estava Miranda, com sua sniper, atirando em qualquer coisa que tentasse pegar os homens pelas costas. O grupo desbravava aquela àrea totalmente infestada em busca de resgatar um homem misterioso que estava em meio a todas aquelas criaturas.

- CREIO QUE PODERIAMOS FAZER ISSO DE UMA MANEIRA DIFERENTE! - Gritou Desmond, fazendo espirrar sangue das criaturas. 

Desmond possuía uma incrível habilidade com armas branca, conseguia eliminar zumbis sem nenhum problema.

- PASSAR POR CIMA DELES USANDO A PICAPE? PUFF! ISSO NÃO TERIA EMOÇÃO E, CERTAMENTE, IRIAMOS FICAR ATOLADOS. - Respondia Robert, abrindo um sorriso largo de pura adrenalina.

Apesar de estarem cercados, eles iam bem. Abrindo um caminho e deixando uma trilha de cadáveres, estavam cada vez mais próximos de resgatar o rapaz misterioso. Mas, como nem tudo são rosas, os tiros de Robert atraíam cada vez mais e mais zumbis. Como Doss estava na frente, ele tinha uma visão mais clara do que ocorria com o rapaz em perigo. Entretanto, perdeu essa visão quando os infectados se meteram em sua frente mais uma vez. Desmond arregalou seus olhos ao ouvir um grito, que vinha de onde o sobrevivente estava. Por algumas brechas, Doss conseguiu enxergar o rapaz ser agarrado pelas criaturas.

- Droga! - Exclamou, temendo que não pudesse salvar o sujeito. - Robe...

Uma mão gélida agarrou o tornozelo de Desmond, fazendo-o de desequilibrar e cair sobre o chão. Seu cassetete foi para longe, estavam sem uma arma em suas mãos. Desmond ooh a para o seu lado, deparando-se com um zumbi rastejante. O infectados rapidamente agarrou uma das pernas de Doss, pronto para morde-la. Doss lutava, se remexeu, chutando com a outra perna a cabeça do morto-vivo que tentava arrancar seu pedaço. POW! Uma bala atravessou a cabeça do zumbi, acabando com ele de uma vez por todas.

- VAMOS, DONZELA EM PERIGO! - Robert dizia, entre gargalhadas. 

Sem pensar duas vezes, Desmond se levantou, sacando seu facão serrilhado, desistindo do cassetete. 

- ROBERT, PRECISO AVANÇAR! NÃO SEI SE ELE VAI AGUENTAR MAIS TEMPO! - Gritou Doss, acertando vários zumbis com seu facão.

- SE GARANTE? - Questionou Robert.

- COM CERTEZA, AMIGO.

Em poucos segundos, Robert já havia perdido Doss de vista, que avançava bravamente no meio de tantos monstros. "Seria costume matar tantos?", Robert quedtionou em sua mente, abrindo novamente seu sorriso.

...

Continua... 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Peço desculpa pelos erros que provavelmente teve, não tive cabeça pra revisar.


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