História Espectre - Moonsun - Capítulo 5


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Categorias Girls' Generation, Mamamoo, Red Velvet
Personagens Hwasa, Joy, Moonbyul, Seulgi, Solar, Taeyeon, Wheein
Tags Espectre, Hwasa, Joy, Menção Joygi, Menção!taeny, Moonbyul, Moonsun, Seulgi, Solar, Wheein, Wheesa
Visualizações 3
Palavras 636
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Capítulo V


              Sua primeira ida aconteceu de forma estranha, até mesmo para mim. Ainda estávamos nos conhecendo, e próximo a minha decisão de torná-la minha namorada, de fato, ela partiu. 

              Quem me veio com a noticia foram Wheein, que nos chegou ao intervalo com os olhos vermelhos e olheiras. A noticia foi rápida e ela não se pôs ao nosso lado- como fazia antes. Seus olhos eram a clara prova de que havia passado grande parte do tempo chorando, porém tive dúvidas de que fossem por Yongsun, dúvidas essas que foram comprovadas ao ver Wheein exigir uma 'conversa direita' a Hwasa. 

              Meus sentimentos perante as palavras de Wheein foram dos piores possiveis; não saberia dizer o quão perdida me senti e o quão desorientada fiquei em aceitar sua partida. Eu havia me prendido a Kim Yongsun, tornando ela meu alento na vida; possuimos uma ligação, claramente criado por algum sentimento (atualmente adormecidos). 

            Chorei por algumas semanas, sem entender a real situação, acreditando fielmente que Yongsun jamais retornaria a minha vida - que sua ida havia sido uma negativa ao pedido que nunca fiz. A pequena aliança de prata polida e adornada de pequenas aspirais, pesava em meus bolsos quentes - que mesmo tão quentes repassavam o frio do objeto (fazendo com que eu nunca o esquecesse) - ele se permaneceu ali por algumas semanas, até se perder em meio as minhas gavetas (ou ser roubado) - assim como meus sentimentos. 

         Um aperto incômodo se criou em meu peito ao ver a interação de casais próximos, tendo ciência de que nunca fora para mim a "arte do amor"; este incomodo persistiu por 2 meses, até ela aparecer em minha porta. 

                                                                         🍀

        " O sol havia sumido pela negritude das nuvens outrora brancas feito a neve; a chuva implacante caia, em riscos, na direção do chão de terra - que logo enlamearia -, eu estava em minha cama, agraciando a chuva por acontecer naquele dia em questão, quando batidas se tornaram presentes em minha porta. Consternada - e meramente irritada - com a interrupção de meu sossego, pensei - por um momento em procrastinar em minha cama quente e confortável, contudo, novas batidas surgiram. 

        Desci as escadas, sem me importar com o fato de ainda vestir meu pijama preto, pensando em quem me visitaria em um dia de chuva como aquele. Minha amigas, claramente, não seriam, elas não possuiam pré-disposição para sair de casa em dias de chuva; o aluguel estava pago (até onde sabia) então cancelei a hipótese de ser o dono em busca do dinheiro. 

      O barulho da chuva aumentou e as batidas cessaram por um momento, e eu me vi sem outra opção a não ser abrir a porta. Ao completar a ação, no entanto, tive uma enorme surpresa ao ver seus olhos castanhos, quase mel, e o sorriso conhecido; Era o último dia do segundo mês daquele ano."

          Eu adoraria que isto tivesse sido retirado de um simples livro água com açúcar, com personagens ficcionais e sem cunho nenhum com a realidade; mas, para minha infelicidade, é um relato - enfeitado em forma de prosa perfeita - do que aconteceu naquele dia, na volta dela. 

          Ainda me lembro do cheiro característico da terra molhada e de sua figura encharcada a minha porta. Os olhos calorosos e o sorriso conquistador fizeram minhas pernas bambearem, de modo que eu aparentava ser uma gelatina "molenga". Ao abrir a boca, e tentar a afastar, fui parada pelos lábios impiedosos e famintos que me atacaram, as roupas foram arrancadas e seus pés deixavam rastros de lama em meu chão de madeira. Ao fim da noite, Yongsun havia me tomado de todas as formas, em todos os lugares de minha casa, marcando-me como sua e se deliciando com meus apelos por suas mãos. 

             O fim do segundo mês havia sido surpreendente. 



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