História Espectre - Moonsun - Capítulo 6


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Categorias Girls' Generation, Mamamoo, Red Velvet
Personagens Hwasa, Joy, Moonbyul, Seulgi, Solar, Taeyeon, Wheein
Tags Espectre, Hwasa, Joy, Menção Joygi, Menção!taeny, Moonbyul, Moonsun, Seulgi, Solar, Wheein, Wheesa
Visualizações 7
Palavras 449
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Capítulo VI


              Os próximos meses que se sucederam ao retorno de Yongsun foram - de longe - os melhores de minha vida. Aparentemente Yongsun havia adotado uma rígida postura referente ao nosso "relacionamento". 

              Em todo porém, Yongsun não havia assumido nosso compromisso para com os outros, e muito menos me apresentado a sua família - alegava que todos estavam mortos (o que não fugia da realidade) e que sua única parente viva era uma prima que residia próxima a costa leste da cidade (na realidade Kim Taeyeon residia a 5 quadras de minha casa) - e era estranhamente possessiva. 

               Por outro lado, e mantendo a inepta máscara da verdade, eu a amava o suficiente para aceitar suas doideiras e os estigmas de possessividade. Os momentos em que nos amávamos, ou que nos agraciávamos, era os mais especiais dentre todos em meus dias;  poder sentir  suas mãos deslizarem por mim de modo preciso e calmo ( como se quisesse memorizar cada canto de meu corpo e a textura de minha pele), ou até mesmo me deliciar ao encostar nossas línguas por meio a um ósculo afoito que logo nos levaria para o sofá, ou minha cama. Kim Yongsun havia se tornado meu pecado particular, onde era submetida as mais deliciosas torturas e de manter seu nome em busca da minha libertação. 

                                                                                 🍀

          Yongsun, em algum período de nosso relacionamento, havia decidido que enviar cartas seria um artificio importante para me prender a ela (mesmo que eu já o fizesse), nisto ela me enchera de cartas românticas e poemas belos, alguns ainda se encontravam em baixo de minha cama (dentro de uma caixa de madeira) deteriorados pelo tempo em que estavam guardados,mas não perdiam sua beleza sentimental. 

           Lembro-me de tê-los recebido pelos correios, todos bem embrulhados em envelopes pardos e presos a um firme barbante. A letra cursiva, e arredondada, de Yongsun estava marcada no papel de cor escura. Ao cair da noite, quando chegava a hora de sua visita, fora impossivel controlar o teimoso sorriso (feliz) que brincava em meus lábios; em uma aposta mental meus olhos estariam brilhando, e seu sorriso belo fora a resposta certa. 

             Como em um passe de mágica, os belos momentos ao lado de Yongsun haviam tomado conta de minha mente, provando a mim que Kim Yongsun havia me tomado por completo. Não posso dizer com clareza (mesmo que eu ainda acredite) que Kim Yongsun realmente me amava como dizia, ela parecia estranha ao meu lado - na maioria do tempo; e as vezes murmurava coisas inteligiveis em uma lingua quase estranha (eu acreditava ser coreano coloquial). Mas mesmo assim, não pude deixar de afundar-me em sua loucura prazerosa, ganhando em troca a ilusão de ser amada. 



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