1. Spirit Fanfics >
  2. Espelho >
  3. Primeiro contato

História Espelho - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


opa! então, espero que curtam!

esse primeiro EP não vai ter muita coisa, já que eh apenas o começo de tudo, então não fique muito hypado com esse primeiro ep.

críticas positivas são sempre bem vindas!

sim, eu sei q tá bem previsível
sim, eu sei q já foi feito algo parecido
SIM, EU SEI Q NAO TA TAO BOM OK?

Capítulo 1 - Primeiro contato


Fanfic / Fanfiction Espelho - Capítulo 1 - Primeiro contato

"Já ouviu falar na Metáfora do Espelho quebrado?"


 Essa pergunta era feita frequentemente pelo meu avô, ele adorava ouvir e teorizar sobre viajar no tempo, buraco de minhoca, multiverso… e tudo isso. Eu costumava a não acreditar nisso, até porque não havia nenhuma prova de que existia, até que algo bizarro aconteceu comigo...



 ~Duas semanas atrás~

 Shigiro se levantava rápido de sua cama após perceber que seu despertador estava a tocar, ele desliga o despertador rapidamente e corre para seu banheiro para escovar seus dentes, por que era quarta-feira e não poderia faltar já que, era prova. Correu de volta para o quarto em direção de seu guarda-roupa, pegando seu traje escolar e o colocando de forma desajeitada, até que então acaba tropeçando e caindo de cara no chão.


 — SHIGIRO! — a mãe do mesmo grita ao ouvir que o garoto caiu — Toma mais cuidado filho!

 — TÁ TUDO BEM MÃE! — com uma mão no ombro, e segurando um pouco a vontade de gritar já que havia se machucado — que droga… — resmunga o garoto levantando com um pouco de dor no ombro.

 Logo após o ocorrido, Shigiro segue em direção a cozinha e se senta em sua mesa, com o café da manhã já pronto.

 — Se machucou? — diz a mãe do garoto, apoiada na cadeira da frente, olhando diretamente para o garoto.

 —Nop — responde para sua mãe com a boca cheia.

 —Melhor terminar logo... — diz, logo puxando a mochila de Shigiro para a mesa —Para não se atrasar. — termina sua fala com um sorriso meigo.

 —Terminei! — logo se levantando e pegando sua mochila — até mais tarde, mãe — enquanto dava um beijo de despedida. 

 —Até…

 Logo Shigiro se retira de casa, andando em direção da casa de Kurutta, seu amigo de infância.

 —KURUTTAAAAAAAAAA!!!!! — grita em frente da casa do garoto.

 — CALMA PORRA, TO COMENDO MANO! — retruca o amigo.

 — VAI LOGO MANO NOIS VAI CHEGAR ATRASADO!

 Logo ouve a porta da casa do garoto se abrindo e passos vindo em direção do portão. 

 — porra mano sabe esperar não? — diz o garoto fazendo o toque e logo fechando o portão. 

 — não, agora vamo — logo terminando a frase começou a caminhar até a escola.

 — Ah… Shigiro — logo atrás do mesmo.

 — Sim?

 — Você acha que seríamos capaz de viajar no tempo? 

 — Hmmm…. acho que não, por que?

 — Tava imaginando aqui, a viagem no tempo seria possível, mas também não seria.

 — como chegou nessa conclusão? 

 — Basicamente, se você voltar no tempo e matar seus pais, você deixaria de existir… certo?

 — certo.

 — você deixando de existir, quem matou seus pais?

 — você.

 — mas tá aí o problema, você desapareceria.

 — na realidade não.

 — como? 

 — basicamente se você voltar no passado e matar seus pais, você criará mais 2 linhas temporais, sendo essa que você não existe por que você matou seus pais… a outra sendo você tranquilo porque nada ocorreu e a outra você vindo para o pas— Shigiro enquanto explicava para Kurutta sobre esse paradoxo acabou e esbarrando em Hin, um do tipo esteriotipado de valentão — M-me descul-

 — olha por onde anda seu verme! — diz enquanto empurrava Shigiro para trás.

 — perdão… — logo o garoto caminhou na direção contrária.

 Com Kurutta ao seu lado, os dois foram direto para a entrada da escola e como já havia batido o sinal, foram para a sala. Cada um sentou em seu respectivo lugar e estudaram normalmente.

 

 ~Quebra de Tempo~


 Após bater o sinal, mostrando que já era o horário do intervalo, os dois decidem ficar na sala batendo papo sobre coisas aleatórias, desenhando e escutando música, já que só haviam eles dentro da sala. 

 — Você eh o Shigiro, não? — uma garota aparece de repente na porta de sua sala 

 — ah…. s-sim? — responde Shigiro um pouco assustado.

 — tome cuidado com o que você vai mexer e com quem você vai se relacionar daqui pra frente… 

 — c-certo… — após dizer isso a garota acena com a cabeça e se retira do local — Ei! — Shigiro se levanta rapidamente e vai até a porta procurando a garota.

 — Ela foi embora? — perguntou Kurutta.

 — S-sim… — ainda com a cabeça para fora da sala na esperança de enxergar a garota — você entendeu alguma coisa? — pergunta Shigiro, logo sentando-se em seu lugar.

 — não ksksks.

 — bem, como ia dizendo… 

 — pera! 

 — hm.

 — você acha que o que ela disse está relacionado com alguma coisa? 

 — naaaahh… eu nem conheço ela…

 — isso não te preocupa? 

 — nop. 

 — você tá mentindo, neh?

 — nop.

 — Shigiro, eu te conheço a anos e tu insiste em mentir pra mim. 

 — okay, confesso que isso me preocupa um pouco.

 — então pô.

 — como ela sabia meu nome? — diz o garoto se inclinando observando o teto.

 — Sei lá mané.

 — de qualquer forma… como ia diz-

 — ela me lembra alguém… mas não sei quem eh

 — será que eu posso continuar? 

 — Ah! prossiga. 

 — Obrigado, como eu ia dize— então o sinal toca — … — uma pequena raiva surge em Shigiro — quer saber? foda-se. — então o garoto logo se vira para frente.

 Todos os alunos voltam para a sala e a aula continua normalmente.


~Quebra de tempo~


 — 2 minutos, podem guardar o material — anuncia o professor, com o apagador na mão. 

 — Se vai direto pra casa? — pergunta Shigiro, já em pé com a mochila nas costas. 

 — Sim, hoje vou ter que lavar a louça… 

 — beleza, vou indo então — estende a mão.

 — certo — logo Kurutta faz o toque.

 — flw man — finaliza, indo em direção da porta.

 Após isso Shigiro começa a descer as escadas e ir em direção da portaria e finalmente saiu aquele inferno. Caminhando tranquilamente enquanto ouvia música e observava a paisagem, chega em casa.

 — Mãe, cheguei! — logo que entrou em casa ele fecha a porta e caminha até a cozinha — Mãe? 

 Caminha pela casa toda e não a encontra, pensa "talvez ela esteja no sótão", então ele se dirige até a escada que levava até o mesmo e começou a subi-la.

 — Mas o qu-... — um silêncio consome o local e em seu olhar expressava confusão, por estar vendo algo que não era capaz de compreender — mas que porra eh essa?... — diz em um tom baixo, ainda confuso e se aproximando do que poderia ser aquilo, que parecia uma rachadura ar, uma rachadura voando, estática no ar que emitia uma luz forte azul — … da onde veio isso? — pergunta o garoto para ele mesmo enquanto olhava de cima para baixo aquela imensa rachadura, que parecia mais um vidro quebrado do que uma rachadura de parede. 

 Então o garoto decide tocar, pensando que era apenas uma ilusão e para sua infelicidade, não era, o garoto foi sugado para dentro dessa rachadura e…


Notas Finais


ok, obg novamente por ter lido.

eu prometo que o segundo cap vai ser melhor, eu prometo. :c

desculpa n falar muito, eu n sei oq dizerkqkdoskfoekdoksod


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...