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História Espera por mim - Capítulo 19


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Notas do Autor


Oiii gente,
Obrigada por todos os comentários, vocês são uns amores!
Desculpem o capítulo ser tão pequeno novamente, mas eu ando um pouco cansada e não tenho muito tempo para escrever, mas prometo que vai passar
Boa leitura!

Capítulo 19 - Jantar com os amigos


Pov Henrique

Depois do serviço não houve aula, porque eu tinha dito ao Patrício que iria ao seu jantar, assim como a Paola tinha confirmado à Ana que iria. Como já era tarde e a Raquel já devia estar em casa da Ana, eu disse à Paola para correr para casa e se arrumar, que eu iria até à minha e depois ia buscá-la, porque iria passar lá a noite. Sem Raquel em casa, sem interrogatórios para me atrasar. 

Depois de tomar um banho e me vestir fui para casa da Paola. Assim que cheguei bati à porta, que levou uns minutos para ser aberta. A Paola ainda estava de robe, mas já tinha o cabelo arrumado e uma maquilhagem leve no rosto. Ela puxou-me para dentro de casa e selou os nossos lábios num pequeno beijo.

- Você vai assim? -- perguntei rindo

- Yo no sé o que vesti! -- ela disse triste

- Ué, roupa. -- dei-lhe um beijo na bochecha, mas ela afastou-me

- Henrique...yo necessito de ajuda! -- ela disse fazendo um biquinho irresistevel

- Vamo lá. -- eu disse puxando-a em direção ao quarto dela

Quando chegamos ao quarto dela era roupa por todo o lado.

- Argentina, o que aconteceu aqui? Foste assaltada? -- perguntei assustado com a situação do quarto

- No, isto é o tamanho da minha indecisão. O que é que yo levo?

- Argentina, você fica linda com qualquer coisa, principalmente sem nada. -- eu disse com um sorriso no canto da boca e levei com uma almofada na cara -- Pronto. Parei! -- disse levantando as mãos

- Ayudame! -- olhei em cima da cama e vi o que ela tinha espalhado por lá

- Que tal essa blusa? -- disse apontando para uma blusa amarela com um decote generoso na parte da frente

- Só para usted passar a noche inteira olhando para o meu decote e com vontade de me comer!? -- ela perguntou com um sorriso malicioso

- Pelo visto, você já me conhece muito bem. -- disse agarrando na cintura dela

- Yo voy levar só para deixar usted com vontade a noche toda. -- ela disse com o sotaque acentuado e afastando-se

- Argentina má! -- disse rindo e ela apenas me mostrou a língua em resposta -- E que tal estas calças? -- disse pegando numas calças pretas

- Gracias pela ajuda! -- ela disse e fugiu para o banheiro

Depois de uns cinco minutos ela apareceu na porta toda linda como sempre.

- Cê tá linda.

- Gracias. -- disse ficando corada e abaixando a cabeça

- Com vergonha Argentina? -- perguntei levantando-me da cama dela e aproximando-me

- Uhm, uhm. -- ela balançou a cabeça positivamente

- Não precisa não, você sempre arrasa, por isso tem que se habituar! -- eu disse carinhosamente

- Gracias…

- Pelo quê?

- Por estar aquí, por usted ser usted, por me ajudar, por tudo o que já aconteceu e pelo que vai acontecer! --- ela disse com um sorriso gigante e abraçando-me

- Eu vou tar sempre aqui para você. -- dei-lhe um beijo nos seus cabelos

- Gracias por eso. -- ela disse e beijou-me

Depois daquele momento saímos de casa dela e fomos até à minha mota.

- Onde está o carro? -- ela perguntou confusa

- Vamo de moto! 

- Pero nem morta yo ando numa coisa dessas. -- ela disse olhando para mim

- Ah, é mó divertido.

- Henrique....

- Cê confia em mim? -- perguntei segurando na cara dela e olhando-a nos olhos

- Sí…-- ela disse receosa

- Eu prometo que nada vai acontecer com você lindinha. Imagina se eu vou machucar a minha Argentina. -- eu disse sorrindo e fazendo-a rir

- Ok, pero usted promete que vai devagar?

- Prometo! -- dei-lhe um selinho e de seguida o capacete

Eu subi a mota, liguei-a e ajudei a Argentina a subir.

- Segura na minha cintura. -- eu disse um pouco alto

- Usted queria era que yo fosse o caminho todo agarrada em usted. -- ela disse rindo de nervoso

- Culpado! -- disse antes de iniciar a viagem

Como já era tarde o tráfego estava bem baixo, o que nos permitiu chegar rápido em casa da Ana e logo a Paola já estava a fugir da mota, o que me fez rir.

- Calma lindinha, ela não morde.

- Ela faz pior! 

Ela abraçou-me e fomos assim até ao apartamento da Ana, onde a porta foi aberta assim que batemos nela.

- Vejam só quem apareceu…-- ela estava nitidamente embriagada --...o sexo ficou tedioso? -- ela perguntou rindo, deixando a Paola corada

- Ana!

- Desculpa...pessoas…-- ela dirigiu-se À Raquel, ao Patrício e ao Miguel, que estavam sentados no sofá --...aqui está a Paola, que agora me esconde coisas debaixo da mesa, e o Henrique, como vai, homem que tirou a virgindade da Paola? -- ela perguntou rindo ainda mais

- Ana! -- a Paola estava mais vermelha que um tomate

- Ana uma merda! Você não transava à tanto tempo que deve ter virado virgem outra vez.

- Ana! -- desta vez foi a vez de Patrício a chamar -- Já chega! -- ela aproximou-se da porta -- Desculpa gente, entrem.

- Deixa para lá, yo sé bem como ela é quando está bêbada. -- Paola disse enquanto entrávamos

- Eu não tô bêbada coisa nenhuma. -- a Ana disse indignada

- Claro que no! --- a Paola disse irônica

- Bem, já que todos já chegaram, eu queria anunciar que eu e a Ana estamos namorando! -- o Patrício disse todo feliz abraçando a Ana

- Mas já à uns dois meses. -- Raquel disse fazendo todos rirem

- Mas agora é oficial, antes não tinha havido um pedido.

Ficamos um tempo a conversar todos juntos, até que a conversa toma um novo rumo.

- Agora menino Henrique, desde quando o senhor mente para a sua irmã? -- a Raquel disse séria

- Ah, foi só uma pegadinha, eu ri bastante depois, a sua cara estava maravilhosa. -- eu disse rindo

- A minha cara demonstrava o medo que eu estava a sentir. Eu sofri por vocês os dois. Vocês se merecem. -- ela disse fazendo todos rirem

- No fala assim Quel, foi só uma brincadeira e a ideia foi minha. -- a Paola se pronunciou chegando-se mais para perto de mim

- Isso, defende ele. -- a Raquel disse com voz de repreensão -- Eu não acredito que eu fiquei preocupada por causa dessas duas almas raras. -- ela disse mais para ela do que para nó

- Nós também te amamos. -- eu disse e puxei a Paola para o meu colo, ficando com as pernas apenas de um lado e a cabeça no meu peito

- Olha só os pombinhos. -- a Ana debochou de nós

- Sabe Ana, foi a primeira vez que eu transei com plateia. -- eu disse rindo

- Fogaça! -- e Paola repreendendo-me e dando-me um tapa

- Isso doeu Argentina!

- É para aprender a ficar de boca fechada! -- ela disse séria

- Quem tem que aprender a ficar de boca fechada é vocÊ, dona Paola Carosella, porque já não é a primeira vez que eu sou obrigada a ouvir os seus sons de prazer! --- a Ana disse debochada, fazendo uma gargalhada sair de todos

- Aninha!

- Você não tem ideia do quão escandalosa é, não é? Da próxima vou gravar um áudio para tu te ouvires! -- ela disse rindo, mas ao mesmo tempo mostrando que estava a falar a sério

- No vai haver próxima! -- a Paola garantiu

- Ah isso é que vai. Com esse teu fogo todo, ainda é capaz de matar o Henrique. Eu tinha cuidado. -- ela disse sorrindo para mim

- No te preocupes porque ele dá conta do recado muy bien! -- a Paola disse com um sorriso malicioso no rosto que foi dirigido a mim

- Tás a ver! Depois não digas que eu não avisei! -- a Ana disse e eu ri

- Usted está a falar, pero ainda é pior que yo! -- a Argentina acusou a Ana

- Não sou eu que não me controlo e fodo em qualquer lugar que e der na cabeça! -- ela disse, deixando a Paola corada

- Eso no es verdad. -- ela disse nervosa

- Falou em espanhol, não preciso dizer mais nada. -- a Ana disse vitoriosa

- Ah, ir a la mierda, Ana Paula Padrão. -- a Paola disse emburrada e virando a cabeça, não se pronunciando mais enquanto aquele assunto ainda se discutia

Depois de um tempo a Paola já estava quase dormindo, então eu sugeri que fossemos embora, porque também estava cansado, sendo muito bem aceite por ela.

- Bom gente, nós vamos andando. -- eu disse levantando-me, fazendo com que a Paola se levantasse também, pois ela não tinha saído do meu colo

- Já? -- a Ana perguntou triste

- Sí Aninha, yo trabalhei o dia todo e estoy muy cansada

- Mas tem uma cama lá dentro se quiserem dormir em conchinha. -- a Ana disse rindo

- Prefiro a minha cama, porque así posso fazer o barulho que yo quiser e ninguém me chateia. -- a Paola disse abraçando a Ana para se despedir

- Ué, pensei que estava cansada

- Temos a manhã toda. --- ela disse e veio ter comigo

- Boa noite! -- eu disse abrindo a porta

- Yo amo mucho todos vocês, besos! -- ela disse e saímos de casa da Ana

Durante a volta para casa da Paola, eu sentia os seus braços abraçando-me um pouco mais fraco algumas vezes, o que indicava que ela estava quase adormecendo e me fazia colocar as minhas mãos por cima das dela para poder segurá-las.

Quando estacionei a Paola quase não se aguentava em pé, então dei-lhe o meu braço e o meu ombro para a levar até casa. Assim que fechei a porta, peguei-a no colo e levei-a até à cama. Deitei-a tapei-a. Tirei a minha roupa e deitei-me ao seu lado, aconchegando o meu corpo no dela, que já dormia profundamente. E assim adormeci também.

 


Notas Finais


Foi isto!
Beijos para todos!


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