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História Espetacular Ladrão de Calcinhas - Capítulo 3


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Notas do Autor


Tenha uma ótima leitura!

Capítulo 3 - Plano B


Fanfic / Fanfiction Espetacular Ladrão de Calcinhas - Capítulo 3 - Plano B

Ouvindo aquela voz extremamente familiar, virei meu rosto vagarosamente até ter em minha visão a Marcela. Ela estava sorrindo e com os olhos levemente fechados, apesar da sua expressão muito fofa a única coisa que passava na minha cabeça era: FERROU, FERROU, FERROU!!! ELA RECONHECEU MEU SHAMPOO?! ELA NÃO ESTAVA DORMINDO ONTEM?!!!

— Christopher, você tá bem? Me desculpa, a gente nem se conhece e já cheguei te bulinando desse jeito... — Ela disse isso com bastante vergonha. — A-ah, relaxa. Meu cabelo é um ponto sensível, por isso fiquei surpreso com o cafuné. — Tentei soar o menos aterrorizado possível, mas não sei se ficou convincente o suficiente! — Hehe, desculpa de novo. Viu, queria te perguntar uma coisa... — Ela olha para os lados, parecia que estava se certificando que ninguém ouviria o que tinha a dizer. — O quê...? — Minha ansiedade parecia transbordar pelas palavras. — Você poderia dar uma ajudinha extra pra mim e minhas amigas na aula de literatura? Mais especificamente a Flávia, Vitória e a Eduarda. — Falou isso com uma expressão de quem sabe que não vai receber um não. — Olha, eu não sou tão bom nessas aulas também... — Tentei me esquivar daquilo. — Mesmo assim, você é melhor que agente. Por favorzinho, nos ajudeee~~~~...

E foi assim que as quatro vieram sentar ali atrás comigo. As vítimas do roubo da madrugada estavam todas ali, mais perto de mim do que se possa imaginar; Alex e a rapaziada estavam me encarando com uma expressão que parecia gritar: BOA GAROTOOOOOO!!!... Gostaria de estar animado assim também, mas a única coisa que sentia era o quão irônica aquela situação era. Tudo pode ser só uma coincidência, ou já consegui chegar num beco sem saída bem perigoso.

— Todos em seus devidos lugares, por favor! — Exclamou o professor que havia acabado de entrar na sala, em questão de segundos todos estavam devidamente organizados. — Hey, vocês quatro aí no fundo! Por que não estão nos seus lugares de sempre? — Falou olhando para as meninas. — Prof, a gente pediu uma ajudinha pro Christopher, estamos tendo um certa dificuldade em entender a matéria! — Disse Marcela — Ah, entendi. Christopher, conto contigo! — Disse isso fazendo um joia pra mim, o respondi apenas balançando a cabeça com uma expressão determinada. O professor era a minha última esperança dessa situação se reverter, mas pelo visto vou ter que dançar conforme a música.

A aula começou e as meninas ficaram quietas e deram total atenção as explicações do professor. Hoje a aula está girando em torno dos personagens secundários para o roteiro e como eles ajudam o protagonista a alcançar seus objetivos ou, em uma situação mais extrema, mudar sua perspectiva; seja para melhor ou para pior do que era outrora. Outro ponto interessante são as tramas secundárias que podem ajudar a história ficar menos monótona, e como elas podem ser usadas a favor do "herói" de uma forma vantajosa. Após dar uma explicação bem resumida, o professor deu 20 minutos para todos escreverem um roteiro pequeno de 3 páginas se apropriando dessa tática.

— Nossa, não é um tempo muito pequeno? — Resmungou Vitória — Não, foque em escrever algo aleatório que vai dar tudo certo! Apenas lembre-se de colocar no papel algo que se encaixe na explicação dele. — Expliquei enquanto já escrevia o meu roteiro. — Entendi, vou dar o meu melhor.

Depois de 12 minutos consegui concluir o meu roteiro, e para minha supresa elas acabaram junto comigo; tirei aqueles minutos extras para ler a historinha delas e logo de cara percebi que o base principal girava em torno de um ladrão profissional que invade a casa de suas vítimas durante a madrugada, mas seu cavalheirismo único o faz mais ajudar a sociedade do que a prejudicar, e no final ele consegue dar um fim na sua carreira acabando com o mal que exigiu que ele entrasse naquela vida. Eu estava perdido, elas poderiam só estar brincando comigo ou tudo isso não passava de uma grande coincidência! Apesar dos pesares, estava conseguindo me divertir com essa situação. Talvez meu prazer esteja no perigo?

— Ficou muito bom! Detesto admitir isso, mas ficou até melhor que o meu. — Falei isso rindo — Hehe, não precisa exagerar. Seu roteiro falando sobre a vida do Gatoncio em Gatópolis ta muito divertido! — Exclamou Eduarda — Não sabia que você gostava tanto de gatos, acho que temos algo em comum! — Disse Marcela — Hahaha... Digamos que tive uma experiência interessante com esses bichos. — E que experiência! Até agora não esqueço daquele gato gordo miando sem parar enquanto me encarava com aquela cara de bunda.

— Olha, vocês mandaram bem. Eu comprei isso hoje pra comer sozinho, mas acho que não vou abusar da sorte! — Peguei a caixa de chocolate que havia comprado no mercadinho do Zé e coloquei na mesa. — Tortuguita, adooooro!!! - Exclamou Vitória. Ela e as outras três ficarem bem felizes com aquilo, todas comeram com gosto. Minha ideia original era dar a caixa só para aquela que vi chorando nessa madrugada, mas acho que esse desenrolar de eventos está sendo bem mais natural.

Não demorou muito pro sinal tocar indicando o intervalo, as meninas foram na frente enquanto fiquei ali fingindo arrumar uma coisa ou outra, mas o que queria mesmo era um tempo para organizar minha cabeça e pensar numa forma de dar continuidade ao plano.

— Christopher, você não vai almoçar hoje? — Questionou Alex, nem tinha reparado que ele tinha ficado ali. — Se quiser ir na frente pode ir, logo estarei lá. — Falei isso olhando pra a porta, tem uma movimentação considerável ali. — Então, é que um carinha me pediu pra falar contigo, ele precisa de ajuda com algo que só você pode fazer. — Falou isso se levantando e batendo a mão no meu ombro. — E quem é esse carinha? 

Já no refeitório estava de frente com um rapaz alto, moreno e magrelo.

— É esse ai, o nome dele é Nicolas! — Disse apontando pra ele. — Tu podia ter me dito lá na sala ao invés de me arrastar até aqui em completo silêncio! — Exclamei — Christopher, peço desculpas caso tenha lhe incomodado. Eu pedi pro Alex te falar sobre uma coisa... — Ele parecia exitante. — Ele quer que você averigue se uma garota nova que entrou no colégio é realmente uma guria. — Disse Alex — Pera aí, como é que é o negócio? — Questionei — T-tem uma nova aluna na minha classe, só que meus amigos insistem que é homem. Porém tenho certeza que é mulher! — Nicolas colocava toda sua certeza em suas palavras. — Tá, mas você sabe que nossa universidade tem normas de vestimento masculina e feminina né? Se a "garota" estiver de terno... Bom, daí a coisa fica feia. — Confirmei rindo — Mas você realmente acha que não poderiam abrir uma excessão para uma pessoa especial? — Ele estava tentando achar uma forma de justificar sua certeza, acho que o melhor argumento para ele só vai ser uma resposta direta e clara. — Bom, vamos fazer assim. Eu vou averiguar pra você e te contarei o que descobrir o mais breve possível, ok? — Falei isso me inclinando na cadeira e me espreguiçando. — Claro, pode ser! Vou aguardar a confirmação ansiosamente. — Disse isso se levantando e saindo da mesa onde eu e Alex estávamos sentados.

Seguindo a deixa, também me levantei e fui até às cozinheiras, o prato de hoje é arroz, feijão e coxa de frango! A comida daqui é muito boa e as "tias" são gente fina pra caramba também; acho que o melhor ingrediente acaba sendo a boa vontade dessas mulheres em realizar um ótimo serviço. Depois de cobrir elas de elogio, voltei a me sentar na mesma mesa de antes.

— Essa parada do Nicolas foi bem aleatória, na moral. — Falei rindo — Acho que isso pode te ajudar, talvez tu precise de algo como o professor explicou mais cedo. — Alex disse isso de uma forma bem mais séria do que estava esperando. — É, você pode ter razão. Mas espera aí, quem é essa pessoa que ele quer que eu investigue?! — Agora estava me dando conta que Nicolas não mencionou sala, nome ou sequer aparência dela ou dele, você entendeu. — Ele deixou as explicações mais profundas comigo! Essa pessoa tem cabelo curto e estuda no primeiro andar, sala 3B. Ela faz ambos períodos igual a gente, o que pode ser vantajoso pra você. — Alex realmente caprichou na explicação. — Entendi. E o nome dessa pessoa, você sabe? — Talvez a resposta estivesase ali. — Yuri. — Mas obviamente não seria tão fácil assim. — Tinha que ser um nome unissex?! 

Depois desse assunto colocamos um pouco mais de atenção em comer do que falar, então vamos direto para o ponto onde o intervalo termina. Enquanto o sinal batia nós estávamos voltando para a sala, no meio do caminho acabei encontrando as quatro meninas que ficaram supresas por eu ter conseguido almoçar mesmo depois de ter comido mais de 20 Tortuguitas; e olha que tava sem fome ainda. Continuamos andando e tagalerando coisas aleatórias, até que meu celular vibrou indicando que uma mensagem havia acabado de chegar. Tirei um pequeno tempo para ir ao banheiro, dessa vez não poderia deixar ela passar sem dar nenhum sinal de vida.

Tirei meu celular do bolso e era o M, a mensagem dizia "Venha aqui em casa hoje a noite, precisamos conversar". Após ter lido, me encostei na parede enquanto encarava o nada em completo silêncio; sabia que meu planejamento original havia ido por água abaixo, porém já fiz as coisas pensando em possíveis falhas e nas rotas alternativas que poderiam ser muito úteis. Lembram o lance das saias curtas? Aquilo não foi só uma aleatoriedade, ali testei o terreno tanto do lado feminino quanto o masculino; com uma simples argumentação consegui ver a personalidade interior de 90% das pessoas aqui, por isso tenho um Plano B muito eficaz para lidar com essa situação. Eis então que a som da porta de um dos boxes me chama atenção.

— Oi? Pensei que não tivesse ninguém aqui. — Uma voz bem aguda soou dentro do banheiro, lentamente ergui meus olhos e vi uma pessoa de cabelo curto levemente castanho lavando as mãos. O uniforme era masculino, mas todo o resto... — Yuri, né? — Disse isso a encarando. — Hurrum. E você é o guri que foi com a diretora de sala em sala mudando o uniforme de todas as garotas, né? — Antes de dixer o "Né", Yuri inclinou a cabeça no ombro e me encarou com um sorriso. — Christopher, sendo um pouco mais específico. Você tem uma voz bem característica para um homem, sabia disso? Quando te ouvi pensei que tivesse entrado no banheiro errado. — Tentei cutucar um pouco para ver no que iria dar. — A-ah... Haha...Ha!! Você tem um ó-ótimo senso de humor. — Isso tá fácil demais. — Yuri, está com algum problema? — Um brutamontes que mais parecia um armário adentra no banheiro,  ele vem andando e fica parado na minha frente. — Ah, Gabriel. Não precisa se preocupar, nós só estávamos batendo papo! — Exclamou Yuri — Entendi. É um prazer poder conhecê-lo, Christopher! — Ele estendeu a mão para mim e nos cumprimentamos. — Eu vou voltar pra sala agora, vejo vocês dois por aí! — Sai dali sem dar muita deixa.

Que estranho, por que diaxos uma garota iria fazer crossdressing e andar com um segurança dentro da escola? Antes esse caso só tinha minha curiosidade, mas agora tem minha atenção também! Sem mais delongas voltei pra sala, o professor de teatro tinha acabado de chegar ali. Para minha surpresa, as quatro garotas ainda estavam ali.

— Ué, desde quando vocês fazem teatro? — Falei me sentando no meu lugar. — A gente decidiu dar uma chance, afinal pode ser divertido! — Exclamou Eduarda.

A aula de teatro hoje tocou no assunto da importância de saber agir conforme o personagem que você está atuando. Emoções, memórias, respiração, até a merda do ritmo cardíaco é essencial estarem idênticos ao do roteiro para que a atuação fique crível! Pode parecer algo bem óbvio, mas muitas pessoas acham que atuar é conseguir ler um texto usando a entonação da voz correta; acredite, o buraco é bem mais fundo do que tu pensa.

Depois disso não rolou nada de muito interessante, apenas um teatrinho básico com as meninas. Apesar de não ter deixado isso claro mais cedo, elas falam com o Alex numa boa também, essas garotas estão longe de ser do tipo que escolhe a dedo pra quem virar a cara ou conversar; mesmo com uma rota tão doida, ainda considero esse caminho alternativo bem mais interessante do que planejei. Pronto, resumi tudo, agora vamos pular direto pra parte onde estou voltando pra casa junto do Alex e as quatro. 

— Nossa, estou mortinha! Como vocês dois conseguem seguir essa rotina puxada? — Resmungou Marcela — Haha, é costume. E eu sempre adorei literatura e teatro, então pra mim é um prazer fazer isso todos os dias. — Disse Alex. — Eu concordo, mas não vou dizer que não cansa, se não estaria mentindo. — Complementei — A única coisa que sei é que eu e as meninas vamos entrar nessa rua. Tchau meninos, vemos vocês amanhã! — Vitória disse isso seguindo a esquerda junto com as outras. — Tchau! — Ambos exclamamos enquanto todas acenavam pra gente.

Depois disso voltamos a seguir em direção a nossa rua, no meio dos nossos assuntos aleatórios pensei em contar a ele sobre o que havia rolado no banheiro, porém decidi guardar isso só pra mim. Não posso contar com o perigo dele acabar abrindo a boca pro Nicolas, isso pode acabar sendo problemático pra minha investigação. Não demorou muito e já estávamos em frente a minha casa, nos despedimos e entrei no cafofo, ali fiz minha rotina da tarde e fiquei de boa no notebook até dar 21:00.

Olhando algumas postagens das meninas acabei percebendo que elas postaram algumas fotos novas. Eu ainda não detalhei elas pra vocês, né? Me pergunto como elas são na imaginação de cada um. Uma loira de óculos com rabo enrolado, uma gordinha baixinha com cabelo castanho e olhos esverdeados, e uma morena com um olhar estonteante acompanhado de um cabelo liso... Hehe! Enquanto pensava nessas paradinhas, uma nova solitação de amizade chegou pra mim. Era um perfil sem foto, o nome era ??????? e não havia nenhum amigo; como qualquer pessoa racional, apenas rejeitei a solitação e fui trocar de roupa pois faltava menos de 20 minutos pra 9 da noite.

Logo estava pronto, vesti uma camiseta branca acompanhada de um jeans preto e um sapato branco. Rapidamente sai na rua e fui indo em direção a casa de um colega, ele não mora tão distante então a caminhada não dura muito tempo. É muito bom poder sair sem se preocupar onde tem câmeras ou grandes movimentações de pessoas, ser um criminoso é um belo de um pé no saco.

Poucos minutos depois estava de frente a casa do meu amigo, ali fora ele estava me aguardando com sua farda.

— Eae Christopher! Pontual como sempre. — Disse M — Micael, vai fazer sua ronda noturna hoje de novo? — M era um policial e seu turno era mais voltado na parte do dia, porém alguns dias ele precisa cobrir seus companheiros na parte da noite também. — Sim, acabei tirando a sorte grande. Sobre aquele assunto, o que foi que aconteceu? — Me questionou enquanto ajeitava sua boina. — Infelizmente tive alguns contratempos, entretanto já sei o que fazer. — Minhas palavras soaram com tanta certeza que até me assustei. — É bom ouvir isso. E eu vou indo pro trampo, ela está te esperando lá dentro! Te vejo amanhã. — Disse isso saindo dali e indo em direção a delegacia.

Eu não vim até aqui só pra trocar meia dúzia de palavras com o Micael, a razão da minha vinda é por conta de uma garotinha de 14 anos que faço companhia quando ele sai pra fazer rondas a noite. Basicamente sou uma babá nos momentos nos momentos livres.

Babá é o cacete. — A menininha sussurrou no meu ouvido. — Que isso?! Como você sabe o que eu tava pensando?! — Mas que bruxaria foi essa? — Não é bruxaria, apenas sei ler seus monólogos. E eu não sou criança! — Exclamou — Tá, beleza. Podemos entrar e pular para os finalmente? — Por alguma razão ela ficou um pouco vermelha ao ouvir isso. — Você não acha que isso é ilegal? — Falou brincando com os polegares. — Ah, pelo amor! — Peguei ela pela camisola e a carreguei pra dentro, ela é bem levinha. 

La dentro joguei ela na cama, a guria pousou suavemente. Já estávamos acostumados a fazer aquilo, então nem venha me encher o saco por maus tratos! 

— O Micael deixou o bife descongelado e temperado, tem arroz e feijão na geladeira prontinhos pra esquentar! — Ela me falou deitada da cama. — Que beleza hein, então cê vai ficar aí com o fiofó pra cima e eu se que lasque aqui? — Antes mesmo de conseguir terminar de falar isso ela já veio correndo pra cozinha. — Lógico que não, vamos fazer tudo juntos!

Fizemos o jantar em pouco menos de 30 minutos, depois comemos e ficamos na sala assistindo algumas séries e jogando conversa fora. No meio do assunto ela me recomendou um Fanfic de Pokémon com o nome Pokémon Poder do Amor; sinceramente, o nome é tão meloso que quase me deu diabetes.

— Você lembra da primeira vez que experimentei sua comida? Tu me conquistou pelo estômago. — Ela disse isso se remexendo no sofá. — É isso que todo predador diria para sua presa. — Estrago o clima mas não perco a piada. — Chatonildo. Eu vou lavar a louça, você trate de ficar aqui! — Disse isso se levantando — Qual é, eu posso te dar uma mão. — Ela colocou a mão no meu ombro e me empurrou, fazendo eu cair deitado no sofá. — Tu precisa descansar. Acha mesmo que não percebi o quão sonolento você está? — ... — Christopher? — Eu não sei o que aconteceu depois disso, então vou apenas descrever o que ela me contou.

Acabei pegando no sono naquela pequena fração de segundos, depois disso ela tirou meu óculos e meu sapato e colocou um cobertor sobre mim, assim como um travesseiro debaixo da minha cabeça. Após ter feito isso, ela foi lavar a louça e não demorou mais que 10 minutos.

No meio da madrugada acabei despertando, ela estava dormindo de joelhos encostada na beirada do sofá bem próximo ao meu rosto. Cuidadosamente me levantei e a coloquei sobre a cama, após tê-la cobrido fui saindo dali, mas...

Poderia ficar aqui até eu pegar no sono de novo? — Pediu com uma voz tão doce, não tinha como negar.

                                                       Continua


Notas Finais


Bem-vindo as NF!
Esse capítulo não tem música e foi escrito num dia só \o/
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Obrigado por ter lido e te vejo no próximo capítulo :)


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