História Espírito do Oeste - Capítulo 3


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Categorias Naruto
Personagens Chiyo, Chouji Akimichi, Deidara, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hashirama Senju, Hidan, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Izumi Uchiha, Jiraiya, Kakashi Hatake, Karin, Kiba Inuzuka, Konohamaru, Kurenai Yuuhi, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Pain, Rock Lee, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shino Aburame, Shion, Shisui Uchiha, Shizune, Temari, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju
Tags Cowboy, Fanficsnaruhina, Faroeste, Fnh, Hentai, Indígenas, Naruhina, Naruto, Pistoleiros, Romance
Visualizações 339
Palavras 2.963
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Luta, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Milhões de anos depois.....
Kkkkk
Olá pessoinhas
Venho trazer mais um capítulo pra vocês.
Obrigada pelo carinho que venho recebendo de vocês. Eu lovo vocês <3

Sem mais enrolação. Bora pra leitura.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Espírito do Oeste - Capítulo 3 - Capítulo 3

Foram até as terras dos Uchihas pedir ajuda. Não muitos Homens para não assustar os índios dali. Foram só Jiraya, Minato, Kakashi e Shikamaru. Ao se aproximarem de grandes tótens talhados em madeira nas formas de animais, ouviram o grito de uma águia, o animal símbolo da tribo, e sabiam que os Uchihas estavam ali, então pararam e esperaram eles aparecerem, o que não demorou a acontecer.

_ O que fazem aqui? – perguntou um dos índios, chamado Shisui, com arco e flecha já apontado para eles.

_ Eu peço para falar com Madara. – pediu Jiraya.

O homem já conhecia Jiraya por isso não deu ordens para atirarem, fez sinal aos homens e pediu que o seguissem. Chegou na tenda principal para falar com Fugaku o chefe da tribo. Informou sobre os forasteiros e Madara pediu que entrassem.

_ O que te trouxe aqui Uzumaki? – perguntou Madara.

_ Vim pedir ajuda. – respondeu Jiraya.

_ Sabe que estamos em um momento ruim, nos atacaram a duas luas atrás e perdemos alguns de nossos guerreiros.

_ Sim, e creio que foram os mesmos homens que estão atacando também nossa cidade. Mas não é de guerreiros que venho pedir.

_ Não? E o que pede?

_ Esse bando de assassinos atacaram em nossa cidade, e meu filho saiu em perseguição. – começou Minato. _ Ele sofreu uma emboscada e foi ferido. Ele foi em direção às as terras do Noroeste.

_ As terras Hyuugas. – falou Madara. _ Os Hyuugas não perdoam quem invadem suas terras. – falou e Minato ficou mais preocupado.

_ Achamos que meu neto está ferido e precisando de ajuda nessas terras, peço sua ajuda para poder entrar e encontrá-lo.

_ Eu sinto muito Jiraya, mas acho que seu neto já deve estar morto. – falou com pesar.

_ Não meu amigo eu sinto que ele ainda está vivo. – respondeu esperançoso.

_ Então eu irei ajudá-lo, meu filho, peça para que Itachi e Sasuke vá com eles. – pediu Madara.

_ Sim meu pai. – respondeu Fugaku respeitando seu pai. _ Mas antes preciso falar com vocês sobre esses assassinos.

_ Todo tempo que perdermos, o meu filho pode morrer. – falou desesperado.

_ Calma Minato vá com eles eu e Kakashi conversamos com o chefe Uchiha. – falou Jiraya. Minato assentiu e logo dois rapazes fortes de olhos e cabelos negros características do clã Uchiha entraram na tenda.

_ Nos chamou pai? – falou o que aparentava ser o mais velho. Ele tinha um olhar mais sério e o cabelo maior amarrado num rabo de cavalo.

_ Sim. Preciso que acompanhem este homem até as terras Hyuugas e peça permissão para que ele procure seu filho desaparecido. – deu sua ordem. Itachi assentiu. _ Sei que os Hyuugas são bem rigorosos em não permitir intrusos mas creio que não se recusarão em atender aos meus filhos. – falou acalmando ao loiro.

Foram logo selar seus cavalos, cada segundo contava pra achar seu filho com vida.

_ Não podemos assustar os Hyuugas, então por favor tirem as armas e as jaquetas de couro fiquem menos... – Itachi não sabia a palavra certa.

_ Menos cowboys . – completou o Uchiha mais novo, este tinha o cabelo na altura dos ombros e tinha no rosto uma pintura negra parecendo uma venda nos olhos.

Eles fizeram o que o Nativo sugeriu tiraram as botas, as pistolas, as jaquetas e os chapéus, deixando tudo ali, Jiraya e Kakashi depois levariam de volta à cidade.

Eles então montaram em seus cavalos e seguiram para o Noroeste.

.

Na tenda os Uchihas, Jiraya e o Hatake conversavam sobre os últimos acontecimentos. Os assassinos Akatuski lhes mandaram sair das terras e atacaram seu povo, tiveram que recuar suas tendas para os rochedos um lugar de difícil acesso para proteger a tribo. Conseguiram expulsar os invasores mas houveram mortes dos dois lados.

_ Kakashi, você como o antigo xerife deve ter mais informações, sobre isso. – falou o Uzumaki.

_ Sim, eu e Naruto estamos investigado esses criminosos. – falou para os homens presentes. _ Acreditamos que tem um cabeça por trás de tudo isso. Eles estão matando alguns políticos como por exemplo o governador a dois dias atrás.

_ Então deve ser alguém que irá se candidatar a governador e está eliminando a concorrência. – concluiu Jiraya.

_ Esse homem tem interesse em nossas terras quero saber por que? E o que esse tal governador tem haver com meu povo? – falou Fugaku sem entender muito bem do que os outros dois falavam.

_ Chefe Uchiha. – começou Kakashi. _ Se este homem assumir como governador, vai ter o poder sob nosso estado do Arizona e poderá fazer o que quiser com as terras desse deserto. Ele deve está planejando tomar todas as terras indígenas só nos resta saber o porquê? – essa informação assustou os dois Uchihas presentes. Como assim um “cara pálida” tem o poder sobre suas terras?

_ Eu sei porque Kakashi. – falou Jiraya _ Eles querem o ouro. Essas terras são cheias de pedras preciosas. Temos que proteger o deserto desse homem ganancioso.

_ Eu tenho um palpite de quem seja esse homem. – falou Kakashi. Eles aguardavam ansiosos para saberem. _ Orochimaru, um homem desprezível o conheci a 5 anos atrás em uma reunião política, ele em todo momento foi contra a paz entre os aborígenes e o estado. Agora entendo o que ele queria.

_ Se não houvesse paz iríamos entrar em guerra, ele queria acabar com os índios e ter as terras livres para ter o ouro.- Jiraya estava perplexo com tamanha monstruosidade. Os Uchihas ficaram apreensivos. Os quatro tinham que pensar em algo e parar os planos de Orochimaru de uma vez.



...



Os cavalos corriam levantando poeira, estavam perto da terras Hyuugas. Itachi que liderava o grupo parou fazendo os outros pararem também. Levou as mãos à boca e gritou igual uma águia. Seu irmão Sasuke fez a mesma coisa. E logo o uivo de um coite foi ouvido. Este era o sinal das duas tribos, um sinal que se aproximavam em paz. Logo um grupo de guerreiros Hyuugas apareceram.

_ Uchihas o que fazem em payal? – perguntou

_ Viemos pedir autorização do chefe Hyuuga para que este homem, nosso amigo... – apontou para Minato e logo os índios notaram a cabeleira dourada. _ Para que ele procure seu filho que está ferido. – falou Itachi. Ao falar em filho os Hyuugas se entreolharam, eles só poderiam está falando do homem que foi levado a tribo pela manhã, com cabelos também dourados.

Eles foram levados até a tenda no centro da aldeia e tiveram a permissão de entrar sendo logo saudados.

_ Chefe Hyuuga. – Itachi o saudou.

_ Menino Uchiha o que os ventos os trazem aqui?

_ Este homem... – apontou Minato. _ Está a procura de seu filho e ele diz que ele pode está em suas terras, vim pedir sua autorização para que ele o procure. – Hiashi olhou para aquele forasteiro e sim não tinha dúvidas era o pai do jovem.

_ O que os Uchihas tem com esse demônio? - perguntou sério.

_ O avô do jovem desaparecido é amigo de meu avô e pediu nossa ajuda. Parece que o rapaz é muito querido por ele. – informou. _ peço sua ajuda chefe pois o homem corre risco de vida.

Hiashi suspirou rendido. _ Ele foi encontrado esta manhã. – falou e Minato prendeu a respiração. _ Meus homens o capturaram. – a cada palavra do chefe o coração do loiro se apertava no medo de ter perdido seu filho. Sabia que se um forasteiro entrasse nas terras sem permissão morreria e se o encontraram talvez tivessem o matado. Fazia uma prece silenciosa.

_ E onde ele está chefe? – perguntou Sasuke.

_ Ele é nosso prisioneiro.- falou e Minato respirou aliviado.

_ Meu filho está vivo. – exclamou realmente feliz. _ Eu posso levá-lo pra casa?

_Não, ele é nosso prisioneiro, ele invadiu nossas terras. – falou sério.

_ Posso ao menos vê-lo? – pediu agoniado.

Hiashi fez sinal para Neji que o levaria até a tenda da senhora Chiyo.

_ Venha comigo. – falou Neji e logo Minato o seguiu. Shikamaru a todo tempo apenas observava a tudo, aquilo não era bom, iriam fazer de Naruto um prisioneiro, ele tinha que pensar em algo para proteger seu amigo. Chamou os Uchihas, pediria ajuda a eles mais uma vez.



...




_ Eles viram te buscar. – respondeu.

_ Quem? – perguntou confuso. Ela apenas sorriu sem responde-lo.

Então neste momento entraram na tenda, logo atrás de Neji surgiu a cabeleira loira e Naruto arregalou os olhos surpreso. Como seu pai consegui achá-lo? Ele olhou para Vovó Chiyo perguntando-se como ela sabia que iriam buscá-lo?

_Meu filho. – falou abraçando seu filho e vendo que ele estava bem. _ Que bom que está bem, não sabe o quanto te procuramos.

_ Eu levei um tiro e perdi muito sangue, comecei a dar voltas desorientado ,pelo deserto e acabei desmaiando. – contava. _ Quando acordei uma selvag..... – parou para analisar aquela palavra não se encaixava corretamente. _ Uma indígena cuidou de mim e da ferida, mas fui encontrado e trazido para tribo. – sentou e viu que seu ombro não doía tanto. _ Que bom que veio me buscar pai.

_ Eu vim, mas não posso levá- lo. – falou com pesar. Completou ao ver o olhar desolado do filho. _ Você é prisioneiro o chefe Hyuuga não permitiu que eu te levasse. – o loiro mais jovem passou as mãos no cabelos apreensivo. O que será dele agora?

_ Calma menino redemoinho. – falou vovó Chiyo sorridente. _ Ainda precisamos de você aqui se lembra?

_ Mas para ajudar vocês preciso pegar o bando Akatuski.

_ Sim Sim, mas tudo a seu tempo. Primeiro você será um de nós. – respondeu e bagunçou mais ainda os cabelos dourados. Ele olhou para seu pai que também fez sinal de que não entendeu nada. Ela saiu sem deixar maiores explicações.

Depois de conversarem e se despedirem Minato foi até onde os Uchihas e Shikamaru estavam.

_ Ele está bem, mas não consigo ficar tranquilo com meu filho aqui como um prisioneiro. – lamentou.

_ Calma Minato, eu já havia conversado com os Uchihas na sua ausência. – falou o Nara. _ Sasuke concordou em ficar aqui na tribo por alguns dias para ver como ele será tratado e tentar convencer o chefe a liberta-lo.

_Faria isso por nós?- perguntou ao Uchiha que apenas assentiu, mantendo o rosto sério sem expressões.

_Ele fará sim. – falou Itachi. _ Sei que meu avô é muito amigo do velho estranho e Shikamaru nos contou que vocês estão atrás dos homens que nos atacaram e que seu filho pode pegá-los, então queremos ajudá-los.

_Obrigado. – falou realmente agradecido.

Eles partiram da aldeia, Sasuke ficou e foi recebido como convidado, ele não gostou nada da ideia do irmão, mas se assim conseguissem pegar o desgraçados da Akastuki, então ele faria esse favor.



...



_Você diz que ele vai nos ajudar, mas eu não confio nele. – falava Hiashi nervoso. Não conseguia entender por que Chiyo pedia para confiar em um estranho.

_Menino Hiashi ele foi enviado pelos grandes espíritos. – falou tentando convencê-lo. _ Por que não confia nele?

_ Ele não é um de nós. – respondeu rápido.

_Se esse é o problema, podemos fazê-lo um de nós.

_ Que absurdo Chiyo. – exclamou totalmente desgostoso e indignado.

_Sim podemos ensiná-lo e fazê-lo um de nós, olhe você mesmo. – apontou para a aldeia ao redor. _ há várias famílias que unidas fazem uma grande família, nem todos aqui são Hyuuga, mas nem por isso deixam de ser um de nós. – falou amável.

_ Então o que sugere? – falou rendido, aquela velha era muito sábia, não tinha como vencê-la numa discussão, ainda mais ela dizendo ser a vontade dos espíritos do deserto.

_Daqui a duas luas será a iniciação dos jovens da tribo. – o olhou. _ Ainda há tempo de o ensinar até lá.

_ Pôr um homem, estranho, “cara-pálida”, demônio de cabelos coloridos, de quase 30 anos, para aprender como ser um guerreiro Hyuuga, no meio de crianças? Chiyo é isso mesmo que está me sugerindo? – perguntou incrédulo novamente, enumerando todas as sandices da anciã.

_Sim – falou sorrindo. Ouvir assim em voz alta, parece ser bem engraçado, mas estava convicta que ele aprenderia a ser um deles.

_ Certo, certo. – bufou. _ Não acredito que isto vá dar certo, mas lhe dou permissão, faça como bem entender. – respondeu já cansado de tudo aquilo.



[...]




_VOCÊ O QUE? – gritou Kushina. _ COMO VOCÊ DEIXOU MEU MENINO COM OS SELVAGENS? – gritava em fúria e desesperada. Caiu no choro.

_ Meu amor ele está bem, eu mesmo o vi. – tentava acalmá-la.

_Como ele pode estar bem sendo um prisioneiro Minato? Não tem como saber se vão feri-lo.

_ O filho do chefe Uchiha ficou para se certificar que não vão maltratá-lo.

_ Outro selvagem. – falou Sakura brava, que até então estava calada, chorando no canto da sala.

_ Filha. – a chamou carinhoso. _ Seu avô conhece os Uchihas e eles me pareceram boas pessoas e se propuseram nos ajudar. Seu avô é maluco mas sempre acerta em suas intuições. Vai dar tudo certo.- ela assentiu, e Kushina também, pois sabia como seu pai era.

_ Eu só quero ele de volta. – falou chorosa recebendo um abraço apertado de seu marido.

_ Ele vai voltar querida.




[...]





_AAHHHHH. – gritou Naruto, que acordou com a água fria que lhe jogaram na cara. _ O que ...? – perguntou assustado e irritado. Levantou os olhos encontrando ali em pé Neji, com um sorriso zombeteiro e uma bacia nas mãos.

_ Um ritual de purificação. Você está fedido. – falou zombando.

_ Se queria que eu tomasse um banho era só me dizer, não precisava me acordar assim. – murmurou descontente.

_ Levante e venha. – falou grosso. Naruto ergueu-se sentindo o corpo todo dolorido de dormir no chão de terra batida. Estalou os ossos da coluna se alongando, percebeu que seu ombro não doía tanto. Seguiu o índio, pra fora dali _ Tome um banho. – mandou mal humorado. Lhe apontando o riacho logo à frente, algumas crianças pulavam no rio se divertindo e sorrindo, ele também sorriu, foi inevitável vendo toda aquela alegria de criança. Mas o riso morreu ao ver a carranca do índio a sua frente. Ele bufou entendendo que ele lhe vigiaria e que logo lhe daria mais tarefas.

Tratou de tirar as botas, e percebeu que seus dedos agradeceram o alívio, tirou as calças, olhou mais uma vez para Neji, incrédulo, não iria ficar nu ali, não mesmo. Mas olhando ao redor só havia ali, o rio, As crianças, aquele índio ranzinza, ele e a imensidão do deserto e as poucas pessoas que haviam ali, pouco se importavam com ele. Deu de ombros e tirou a cueca também e entregou as roupas sujas a Neji que pegou com uma careta de nojo jogando-as na fogueira próxima.

_ Ei seu maluco. – gritou espantado. _ Minhas roupas.

_ Não vai precisar delas.

_ Como não? Vou ficar nu?- perguntou irritado. Neji franziu o cenho sem entender todo aquele escândalo por causa de trapos. Qual o problema em ficar nu?

_ Lhe trago roupas limpas. – completou. Naruto analisou as roupas do Hyuuga na verdade era apenas uma calça de algodão branca, com bordados vermelhos. Provavelmente feito ali na aldeia, não era muita coisa mas serviria, era uma peça bonita com os bordados bem feitos, parecia até as roupas engraçadas que seu avô usa. Ele assentiu e pulou no rio finalmente e tratou de se esfregar tirando toda sujeira. O Hyuuga se afastou indo até a sua tenda enquanto o loiro se banhava.

Aquele deserto era realmente belo, ele sempre adorou cavalgar pelo chão vermelho e acampar a luz das estrelas, mas aquelas terras eram de uma beleza incrível, às margens do rio Colorado. Se sentiu em paz lavando toda a angustia e preocupação naquelas águas.

Olhou para as crianças que continuavam brincando no rio alheias a sua presença e sorriu alto quando um menino caiu desajeitado. As crianças o olharam espantadas. Correndo para sair da água.

_ Fiquem crianças, pedem continuar brincando. – mas elas já haviam saído em disparada. Ele suspirou. Eles sentiam medo dele, ele riu fraco. Então ouviu risadas femininas. Índias se aproximaram para banhar-se e lavar roupas. Ele arregalou os olhos. Estava nu. _ Maldito, por que não vem logo com essas roupas. – reclamou com a demora do Hyuuga.

Alguns gritinhos foram ouvidos quando elas perceberam sua presença.

_ É.. É ele o demônio. – cochichou uma trêmula.

_ Vamos sair daqui. – falou outra temerosa.

_ Ah parem com isso. – reclamou Hinata. _ Ele não vai nos machucar. – falou entrando no rio. As outras mesmo em dúvida também foram.

Naruto mal podia acreditar no que seus olhos viam, Hinata estava entre elas. Aquela Índia era realmente muito linda, ela vestia apenas uma tanga de algodão marrom e grandes colares que cobriam parcialmente seus fartos seios. Uma visão maravilhosa, ele diria. Ela mergulhou, a alguns metros de distância dele. Ela emergiu o olhando nos olhos, aquelas luas olhando-o tão intensamente fez seu coração disparar e o seu amiguinho se contrair excitado. Ela ficou com a água até a cintura e se banhou ali. Ele estava embasbacado, não só ela se banhava outras cinco índias também. Só ele via aquilo como algo sexy demais? Olhou em volta e haviam sim outros índios em volta que agiam alheios a tudo como se aquilo fosse muito normal.

Não o julguem ele cresceu numa sociedade onde uma moça usava vestidos e saiotes e não podiam se despir daquele jeito. Suspirou, não conseguiu desviar os olhos nenhum segundo. Ela passava as mãos pelo corpo se banhando e sorrindo com as outras bem ali, ele iria enlouquecer assim. Mergulhou ficando uns segundos debaixo d’água para acalmar os ânimos. E continuou a admirá-la.

“ Talvez não seja tão ruim assim ficar aqui” pensou enquanto admirava-a.


Notas Finais


E aí o que acharam?

Beijão
Até o próximo capítulo


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