História Esqueci de te esquecer - Capítulo 2


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Luna Valente, Matteo, Nina
Visualizações 117
Palavras 947
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 1


Matteo Balsano

 

A primeira coisa que senti foi uma leve,pórem imcomoda dor de cabeça,uns murmúrios baixinhos e um som muito irritante.

 

Pi,pi,pi,pi,pi,pi,pi.

 

Eu sabia que estava deitado em uma cama,mas não sabia aonde eu estava.Abri meus olhos e os fechei logo em seguida pois vinha uma luz forte do que eu acho ser uma janela.Abri meus olhos de novo,desta vez bem devagar até que eles se acostumaram com a claridade do lugar.

 

Havia duas pessoas próximas da cama,eles não tinham percebido que eu tinha acordado,visto que continuaram conversando,pareciam preucupados.As paredes do quarto eram brancas,tinha uma porta de vidro que dava pra ver as pessoas passando,o som irritante ainda continuava.E só então,eu percebi fios ligados á mim,um tipo de cano no meu nariz e agulhas nas minhas mãos.Eu estou no hospital.

 

Por que?

 

 

−Eu não acho essa descisão correta. Transferir ele? poderia lhe trazer problemas Bruno.−Uma mulher de cabelos ruivos lisos continuava conversando com um homem de cabelos cinzas e um terno muito elegante.Ele parecia chateado com algo.

 

−É a minha decisão.Aqui ele não está progredindo,já faz dois meses que ele está do mesmo jeito e não sabemos quando ou se ele vai acordar.−Ele disse levando as duas mãos a cabeça.

                                                                                             

A mulher ruiva entrelaçou suas mãos na dele e disse alguma coisa que eu não consegui ouvir.O que eu estou fazendo aqui?Será que eram de mim que eles estavam falando?.Provalvelmente sim,já que eles estão aqui,do meu lado.Mas.....quem é aquela mulher?E aquele homem?.

 

Minha cabeça de repente começou a doer muito,era quase uma dor insurportavel.Levei a mão a cabeça como se com ela eu pudesse arrancar aquela dor horrível de dentro de mim.Com esse movimento as duas pessoas ao meu lado perceberam e vieram pra perto de mim em uma fração de segundos.

 

−Filho! Voçe acordou! Graças a Deus......Por que está com essa cara? Está sentindo algo?−O homem me pergunta assim que a mulher ruiva sai da sala correndo.

 

 

Perai.......filho?

 

 

Eu não consegui responder a pergunta, e como se fosse possível,minha cabeça começa a doer muito mais do que antes.Parecia que estava prestes  explodir. Um homem vestido de branco entrou no quarto,ele tinha um sorriso no rosto,tal como da mulher.Mas logo que os dois veem a minha pura cara de desespero total,eles ficam sérios.

 

O médico não me diz nada,ele fica em silencio, e ele faz sinal para que os dois também fiquem quietos,se aproxima de mim devagar, ele chega perto o bastante e me olha nos olhos. Ele tira a minha mão que ainda se encontrava entre os meus cabelos e respira fundo.Eu não intendi.Ele não deveria fazer algo comigo?

 

O médico começa a respirar fundo e lentamente,com os olhos ainda presos aos meus,ele não piscava,nem parou de repetir o movimento,seu peito subia e descia.E só então eu percebi que estava fazendo o mesmo movimento que ele e que assim como ele o meu peito subia e descia,devagar. E que a dor foi começando a diminuir.

 

−Ainda está doendo?−O médico pergunta ainda do mesmo jeito.Respirando profundamente.Eu balancei a cabeça,afirmando.−Mas diminuiu,não é?só está aquela leve dor imcomoda.−Mas uma vez eu balancei a cabeça, afirmando.

 

O jeito que o médico conseguiu que a dor passasse foi admirável.Ao ínves dele me pedir calma,ele fez com que eu ficasse calmo, e a dor passasse quase que por completo.

 

 

Mas eu ainda queria respostas

 

−Bom,voçe se lembra do porque esta aqui?−Eu simplesmente agitei  lentamente minha cabeça da direita para a esquerda.

 

−O acidente.Não lembra filho?−Acidente?.Eu de novo agitei minha cabeça em negativa.

 

 

−Querido,você poderia falar com agente?−A mulher ruiva me pergunta calmamente segurando minha mão.Havia ansiedade em seus olhos.

 

−Quem são vocês?−Pergunto vendo eles arregalarem os olhos.

 

−Filho,você sabe quem nós somos.−Sei?

 

−Filho? Você é meu pai?−A mulher ruiva põe a mão na boca começando um choro silencioso.O homem...ou meu pai,sei lá,a abraça.

 

−Fiquem calmos....eu disse que isso  podia acontecer.−O médico fala pra eles.−A pancada foi muito forte.−Pancada?−O carro ficou destruído.−Carro?−Uma região da parte esquerda do celebro parecia danificada nos exames.−Danificada ?−Era nítido que ele ficaria com sequelas.

 

−O que está acontecendo?−Eu pergunto mas eles não dão a mínima pra minha pergunta.

 

−E agora Doutor?−A mulher ruiva pergunta passando as mãos no cabelo do hom....meu pai.

 

−Temos que saber o grau,pode ser que seja temporário ou não,também  temos que saber se foi só pessoas ou se foi de absolutamente tudo e....

 

−Será que dar pra alguém me dizer o que está acontecendo?!−As três pessoas da sala me olham assustados.O médico se aproxima e aponta pros dois que estavam abraçados do outro lado da cama.

 

−Você sabe o nome deles?−Eles olhm pra mim e meu olhar se prende com o da moça.

 

−Não.−Eu respondo e a mulher prende a respiração e se aperta  ainda mais ao homem.

 

 

−Você sabe o seu nome?−Eu responderia.....Mas não respondi,porque eu simplesmente não sabia a resposta.−Escuta,você sofreu um acidente de carro,niguém  sabe como,mas o mais provável é que tenha usado o celular enquanto dirigia.Ficou em coma por dois meses,quase três.E pelo que podemos ver....você perdeu a memória,vamos ter que fazer vários exames,sobre isso e pra saber sobre outras coisas....

 

 

Será que ele percebeu que eu não ouvi mais nada depois de “Você sofreu um acidente de carro”?.O aparelho  do meu lado passou de barulhos irritantes,para totalmente descordenados.

 

A dor de cabeça voltou e uma sensação familiar tomou conta de mim.Eu perdi a memória,eu conheço essa pessoas,mas não sei seus nomes,eu não sei o meu nome,nem quem eu sou.Isso tudo parece um grande pesadelo.

 

 

Meu pai chega perto de mim e põe  mão no meu peito,que estava subindo e descendo muito rápido e fala algo sobre ser tudo culpa dele. Umas outras pessoas vestids de branco entram no quarto,eu sinto uma picada do meu braço direito e tudo escurece.

 

 

 


Notas Finais


Bueno?Malo?
Esse capitulo foi meio confuso,mas devido ao fato de que ele não se lembra de nada....

Hasta Luego


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