História Esquecido - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Kris Wu, Lay, Lu Han, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Boysxboys, Bts, Chanbaek, Exo, Hospital, Hunhan, Jikook, Kaisoo, Love, Médico, Namjoon, Professor, Romance, Sulay, Supe, Taejin, Taoris, Xiuchen
Visualizações 73
Palavras 1.974
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sumi? Sim.
Vou pedir desculpas, tive um bloqueio e desânimo total com a vida, mas aqui estou e vou continuar a publicar normalmente.
Devia dar mais detalhes, mas não quero prende-los.
Boa leitura!

Capítulo 12 - Kyungsoo


Eu nem acreditava que aquele homem estava na minha frente. Apenas de olhar para o seu rosto eu sentia nojo, queria ignora-lo, mas então queria bater nele e depois sair de lá. Sentia meu corpo tremer, minha sorte era ter Jongin me segurando pelos ombros, ele estava me ajudando a me manter calmo.

- Lá se vai minha tarde prazeirosa. - resmunguei. Junior sorriu para mim entendendo a provocação. Ah, como eu tinha ódio daquele sorriso.

- Faz muito tempo. - ele cruzou os braços em frente ao corpo. - Senti sua falta.

- Você não tem uma louça pra lavar não? - perguntei. Ele era tão cínico. - Pode dar dois passos para trás? Tenho medo da sua falsidade ser contagiosa.

- Parece que aprendeu a se defender. - sorriu debochado. - Nem parece aquele Kyungsoo meigo que implorava por atenção.

- Eu estou ouvindo um chiado de um gorila neanderthal, mas não consigo entender essas palavras precárias saindo da boca dele. - falei virado para Jongin.

- Pode parar com essa cena? - Junior descrizou os braços. - Só queria falar com você, saber como você está.

- Não é como se você se importasse. - dei de ombros. - Agora faça o favor de sair da minha frente, olhar para você está me dando ânsia.

- Vai me dizer que não sentiu minha falta em nenhum momento? - deu um passo em nossa direção, não me deixei intimidar, sentia uma segurança incrível apenas por ter o médico ao meu lado. - Depois de tudo o que vivemos, nossos planos. Nem mesmo tivemos um término concreto.

- Você me bateu na frente do shopping todo. - o encarei indignado. - Aquele copo de café que meu amigo jogou em sua cara não foi concreto o suficiente?

- Mande lembranças ao garoto do café. - brincou.

- Fale de Baekhyun de novo e eu quebro todos os dentes que você tem na boca. - ameacei, odiava que falavam de Baekhyun para me provocar.

- Gostava mais quando você dizia que ia me quebrar em cima da cama. - eu não estava acreditando na audácia daquele ser inescrupuloso em nossa frente. Antes que eu falasse algo, Jongin respondeu por nós:

- Eu gostaria que você tivesse mais respeito com o meu namorado na minha frente. Kyungsoo já pediu para você ir embora, então, por favor, se retire antes que eu chame os seguranças para dizer que você está perturbando nossa paz. - Jongin havia soado tão sério e firme que nem parecia o homem que minutos atrás tentava me convencer de não assistir ao filme de terror.

- Sabe com quem está falando? - Junior pareceu se irritar e avançou um passo em nossa direção. Jongin segurou minha mão ao lado de nosso corpo e apertou o braço que estava em meu ombro.

- Não que isso vá acrescentar algo na minha vida. - deu de ombros. - Mas sei que posso usar minha posição como médico para te prejudicar o suficiente nessa cidade.

- Não acredito que você me trocou por um médico, Kyungsoo. - ele falou se afastando de nós. Revirei os olhos.

- Graças a Deus eu escolhi Jongin para ficar ao meu lado. - dei de ombros e senti o homem ao meu lado rir e me passaram ainda mais segurança.

- Eu já estou indo, mas... - ele parou no meio do caminho e se virou para mim. - Eu voltei para nossa cidade a alguns meses e, Kyungsoo, sua mãe continua a mesma mulher bela que eu me lembrava.

- Seu desgraçado. - tentei avançar em direção a ele, mas Jongin me segurou pela cintura. Junior se afastou com um sorriso cínico nos lábios.

- Ele já foi, fica calmo. - meu chefe sussurrou em meu ouvido enquanto me abraçava. Ficamos assim até eu me sentir relaxado o suficiente.

- Obrigado por ficar ao meu lado. - agradeci com a cabeça apoiada em seu ombro. Inalei seu cheiro para me embriagar um pouco.

- Sempre que você precisar. - garantiu. Levantei meu rosto. - Agora vamos comprar o ingresso do seu filme de terror.

- Vamos! - exclamei animado e comecei a puxa-lo para a fila.

**

Eu estava mordendo minha língua. Não ia admitir em voz alta perto de Jongin, mas eu estava morrendo de medo do filme que estávamos assistindo. Na maioria do tempo fiquei com a cabeça encostada no ombro de Jongin fingindo ser alguém carinhoso, mas ainda conseguia ouvir o filme e isso me apavorava. Eu estava em pânico, tanto que faltando vinte minutos para acabar eu desisti de me torturar e avisei que estava indo ao banheiro porque supostamente estava muito apurado. Apurado de pavor, isso sim.

Dentro do banheiro eu lavei meu rosto umas três vezes, ele estava vazio já que estavam todos dentro das sessões, sorte a minha. Eu apenas precisava enrolar por vinte minutos e estava tudo bem. Depois de quase quinze minutos e eu jogando Candy Crush no celular a porta do banheiro se abriu e Jongin passou por ela com uma expressão preocupada.

- Kyungsoo, você está bem? - veio até mim conferindo se eu estava inteiro.

- Estou, eu acho. - dei de ombros bloqueando o celular e guardando ele no bolso.

- Por que demorou tanto? Estava preocupado. - falou cruzando os braços. - Você estava jogando?

- Talvez?

- Kyungsoo.

- O quê?

- Do Kyungsoo.

- Eu não gostei do filme, achei chato.

- Chato? - Jongin estava quase gargalhando da minha expressão.

- Chato sim.

- Você estava com medo. - afirmou se divertindo.

- Eu não tenho medo. - cruzei os braços emburrado.

- Claro. - o médico riu de mim. - Podia ter me dito.

- Eu admitindo ter medo de um filme de terror? - perguntei incrédulo. - Jamais.

- Tudo bem. - sussurrou se aproximando com os braços abertos. - Quer comer algo?

- Quero. - fiz bico. Eu estava um tanto manhoso depois daquele filme, coisa que não era do meu feitio.

- Então vamos, senhor eu não tenho medo de filmes de terror. - provocou me puxando para fora do banheiro. No corredor que levava a praça de alimentação encontramos Jongdae cheio de sacolas indo em direção a saída.

- Jongin, Kyungsoo. - acenou animado.

- Jondgae hyung. - me curvei para cumprimentá-lo. - Fazendo compras?

- Sim, estou comprando o presente do aniversário de Kris hyung. - explicou. Quem era Kris?

- O pai de Luhan vai fazer aniversário semana que vem. - explicou Jongin vendo minha confusão.

- Yixing comentou sobre. - olhei para a quantidade considerável de sacolas.

- Estou comprando coisas para mim também. - Jongdae falou. - Eu preciso ir, foi bom ver vocês.

- Até mais, Jongdae. - nos despedimos do homem que seguiu seu caminho assim como nós.

Resolvemos comer algum lanche qualquer ao invés de entrarmos em um restaurante. Sentamos em uma mesa afastada para degustar os lanches que pareciam deliciosos. Comecei a olhar o movimento a nossa volta e não muito longe avistei Minseok sentado sozinho enquanto mexia em seu celular.

- Jongin. - cutuquei o médico. - Aquele não é o Minseok?

- Acho que sim. - ele deu de ombros.

- Vamos falar com ele. - pedi já puxando o homem em direção ao rapaz sentado sozinho. Ele nem mesmo nos reparou em sua frente.

- Min. - chamou Jongin e então o bochechudo nos olhou, abriu um sorriso pequeno e doce para nós.

- Oh, que coincidência. - riu largando celular. - O que fazem aqui?

- Viemos assistir um filme. - expliquei.

- Programa de casal? - brincou e apenas sorri para ele. - Vocês estão mesmo juntos? Meu Deus! - exclamou animado nos abraçando contente.

- Apenas não conte para minha mãe. - pediu Jongin e o primo do mesmo assentiu.

- Claro. - confirmou Jongin.

- Espero encontrar vocês lá. - o garoto se levantou. - Eu preciso ir, tenho algo para fazer.

- Até mais. - acenei.

- Foi bom encontrar vocês. - fez um reverência e se retirou. No final eu e Jongin estávamos a sós novamente.

**

Depois de comermos no shopping fomos andar pelo mesmo e resolvemos comprar o presente do pai de Luhan antes que nos esquecessemos. Combinamos que Jongin ia me levar a festa já que eu não sabia onde era a casa do aniversariante. Quando vimos já estava tarde e eu precisava ir para casa descansar assim como o médico. No caminho nós apenas deixamos a música do rádio tocar enquanto aproveitavamos a paisagem, eu adorava aquele momento do dia, mas infelizmente as luzes em excesso da cidade impediam uma visão clara das estrelas. Em minha antiga cidade tinham várias montanhas que, quando fazíamos acampamento, era possível desfrutar da luz do céu.

- Jongin hyung. - chamei apoiado no vidro.

- Diga.

- Minseok e Jongdae tem algo entre eles?

- Tem ódio excessivo. - ele brincou. - Por quê?

- Apenas acho que eles combinam. - dei de ombros. - Eles formariam um casal bonito. Não existe mesmo nada entre eles?

- Minseok não gosta muito de Jongdae e o mesmo adora provocar meu primo. Nunca entendi essa briga deles, mas eles nunca demonstraram qualquer sentimentos que não fosse raiva e ódio recíprocos.

- Não sei. - sussurrei apoiando a cabeça no vidro. - Ainda acho que eles podem ficar juntos.

- Isso sim seria interessante. - senti que Jongin estava sorrindo mesmo sem ver.

- Vamos esperar para ver.

- Nos vemos na segunda? - perguntou o médico assim que estacionou em frente ao meu prédio.

- Sim. - respondi e ele destravou a porta. - Boa noite, Jonginie.

- Não. - segurou meu braço sem me deixar sair. - Quero um beijo.

- Idiota. - sussurrei e lhe dei um selinho. Meu coração acelerou e logo me afastei. Seu sorriso me deixou desnorteado.

- Amanhã eu te mando mensagem. - soltou meu braço. - Boa noite, Kyunie.

E assim eu fui para meu apartamento. Lá eu mandei uma mensagem para Baekhyun.

"Encontrei com Junior no shopping"


Ele respondeu:

"Já estou preparando meu copo de café"


Acabei rindo do jeito dele.

"Não precisa, cuidei de tudo"


Não demorou muito e a mensagem veio:

"O que sentiu quando viu ele?"


Respondi:

"Além de ódio e repulsa?"


Baek mandou:

"Ele não mexeu com você?"


A resposta era óbvia.

"Não, eu definitivamente não sinto nada além de ódio por aquele ser"


Ele respondeu:

"Jongin tem algo a ver com isso?"


Nem eu sabia a resposta.

"Acho que eu mesmo vi que não precisava mais me lamentar por Junior. Claro que Jongin está mexendo comigo de várias formas"


Baekhyun mandou:

"Eu disse que logo vocês iam admitir o sentimento que estava crescendo em vocês"


Realmente, ele tinha razão.

"Realmente tem algo aqui"


Ri com a mensagem dele.

"O que você sente quando está com Jongin? É igual ao que sentia com Junior?"


Outra resposta óbvia.

"Não, o que sinto por Jongin é bem mais forte do que eu jamais senti por Junior"

 

"Já posso escolher as flores do casamento?"

 

"Você não tem uma louça para lavar, Baek?"

 

"Estou feliz por você, espero que seja feliz ao lado de Jongin"


Sorri com a mensagem.

"Eu também espero"


Baek respondeu:

"Me dêem vários sobrinhos"

"Boa noite, Baekhyun"


Ele mandou:

"Até mais, Kyungsoo. Sonhe com Jongin sem camisa"

 

Eu odiava aquele meu amigo.


Depois da conversa estranha com Baek resolvi tomar um banho, pensei um pouco sobre o dia estranho que tive e deitei em minha cama um tanto cansado. Resolvi fazer algo que não fazia a um tempo, mas que hoje me senti motivado.

Peguei meu celular mais uma vez e disquei o número que havia decorado, ele tocou por um tempo até que eu ouvi:

"Alô?"

- Omma?

 


Notas Finais


Gostaram?
Espero que depois desse meu desaparecimento vocês não façam o mesmo e me deixem sozinha.
Vou começar uma nova fanfic, já aviso aqui.
Não esqueçam de comentar e favoritar a fanfic!
A gente se vê domingo.
Um beijo! ❤️


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