História Essa é a minha... Filha? - A Filha De Dean Winchester - Capítulo 3


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Categorias AnnaSophia Robb, Colton Haynes, Dylan O'Brien, Lauren Cohan, Lily Collins, Supernatural, Tyler Hoechlin
Personagens AnnaSophia Robb, Bela Talbot, Castiel, Colton Haynes, Crowley, Dean Winchester, Dylan O'Brien, Kevin Tran, Lauren Cohan, Lily Collins, Personagens Originais, Sam Winchester, Tyler Hoechlin
Visualizações 102
Palavras 3.266
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O capítulo de hoje ficou meio sem graça, espero que tenham gostado.. desculpa pelos erros.


CAPÍTULO +18

Capítulo 3 - Chapter Three


Fanfic / Fanfiction Essa é a minha... Filha? - A Filha De Dean Winchester - Capítulo 3 - Chapter Three

P. O. V Alex Talbot


Sentia como se minhas costas tivessem sido chicotadas, e as marcas fossem dissolver todas as minhas células, pode até pensar que é drama, mas, faz muito tempo que estou aqui. Completamente imóvel, eu não sabia o que fazer, porque o caçador disse aquelas coisas, mas, mesmo fazendo sentido, eu quero que não faça…


Gosto de acreditar que meu pai foi um soldado inglês que morreu na guerra para salvar o melhor amigo. Minha mãe me contou isso uma vez, e eu cresci com isso, ainda posso ouvir sua voz suave contando tudo aquilo antes de uma garotinha inocente adormecer.


Lembro desse dia perfeitamente, às palavras doces dela contando a história de um soldado que morreu na guerra para salvar o irmão, era levemente bizarro, mas algo que eu gostaria de acreditar, e acreditei com todas as minhas forças. Mas acabou..


Me levantei devagar e caminho até o portão que daria para o fundo da minha casa. Adentro a mesma que se encontrava vazia e, vejo que minha mãe havia ido conversar com o vizinho, provavelmente perguntar sobre mim. E que o homem loiro, o caçador, o meu “pai” talvez? Dean Winchester estava na cozinha com gelo no rosto. E o outro, estava no celular.


Não faço qualquer movimento, só observo a interação de gestos entre os dois. O moreno desliga o celular, vejo sua boca esboçar a seguinte palavra “vampiro “. Fu-deu.


Dou um passo atrás e corro para escada, que infelizmente tive que atravessar o espaço de frente a cozinha, os mesmos se levantam e me seguem. Corro para o meu quarto e fecho a porta. Ligo o chuveiro e a pia, fechando o banheiro após sair do mesmo.


Raciocínio lógico que Alex segue: Eles vão adentrar o banheiro, podem cair no chão, ou, apena se irritar. Todos os segundos são válidos. Vou jogar coisas embaixo da cama, caso em eles pensem que estão lá, farei algo bem visível e vou abrir a janela para que pensem que fugi por lá.


Abro o guarda-roupa retirando cobertas de lá e às lanço para debaixo da cama. Pego as chaves do meu carro e deixo a janela entreaberta, até ver que já saia água do cômodo, jogo corante alimentício na água e me escondo atrás da porta. Ela abre com força, e eles vão diretamente ao banheiro enquanto saio de lá sorrateiramente. Nunca fiquei feliz em ser baixinha. Desço as escadas e pego minha mochila, corro para a garagem, adentro a mesma pela porta que unia o cômodo a parte interna da casa. Mando a mensagem; fudeu para Killian. E bloqueio o celular novamente o guardando no bolso, penso em entrar no carro, sequer se aproximar.


-Alexandra- A voz firme da minha mãe ecoa pela sala, mas podia se notar uma pontada de alívio vindo da mesma- Finalmente!!


Ela pronúncia lentamente a última palavra e se aproxima de mim me abraçando com força.


-Promete não fazer isso de novo??- ela diz fazendo bico-


-Não- digo seco, estava ranzinza e confusa-


-Bella, bella.. é- ouço uma voz desconhecida se aproximando o deduzi que fosse o irmão dele que pude ver que o acompanhava quando minha mãe me soltou.-


-Vejo que encontrou a garota!- Dean fala fitando minha mãe-


-A pouco era sua filha e agora sou “a garota”?- digo de forma irônica fazendo aspas- Nada bipolar!!


-Acho que depois da sua.. “ brincadeira “- ele diz fazendo aspas- você não pode reclamar não?


-Posso se eu quiser!- digo cruzando os braços e o encarando-


-CHEGA!- Minha mãe diz apenas uma vez e todos se concentram nela- Vamos terminar essa conversa em um lugar sem cheiro de gasolina, por favor!!


Ela diz e o irmão dele e minha mãe vão até a sala, o acompanhamos. Me sento em uma poltrona azul, ficando de frente para o moreno que havia sentado, o loiro se escora no sofá e não senta, minha mãe se apoia na mesa.


-Bom esse é.. ele é o- minha mãe começa e a corto-


-Eu sei quem ele é!!- digo e o mesmo me olha com deboche-


-Sabe?- ele diz irônico-


-Alex- O moreno tenta dizer, mas também o corto-


-Alexandra por favor!-


-Não somos professores de colégio, nós somos é.. b-bom- ele gagueja e conversa pelo olhar-


-Acho que não é você quem deveria falar..-resmungo e o loiro revirou os olhos e se senta de forma que pudesse encará lo, demoro para um certo tempo para fazer isso-


-Meu nome é.. Harry Smith e eu- ele diz confiante e minha mãe move a cabeça em negação, olha para os lados revirando os mesmo e cruza os braços, depois volta a encarar o loiro-


-Eu sei quem é você!- digo calma-


-Não você não sabe!- ele diz irritado com o tom de voz mais alto-


-Dean Campbell Winchester- Depois de alguns minutos começo a falar, ainda no mesmo tom e com calma- Nasceu no dia 24 de janeiro de 1979, Lawrence Kansas Filho mais velho de John Winchester e, Mary Winchester, que morreu em 1982 quando você tinha quatro anos em um incêndio. Desde então cresceu com seu pai, a quatorze anos foi registrado por um agente especial do FBI cujo nome nunca foi liberado, que você havia sido morto, a informação foi deletada do sistema após você ser visto em um assassinato meses depois, e o suposto agente, morreu no mesmo dia, também em um incêndio!!- Dou uma pausa e me levantei da poltrona, dando a volta na mesma e me apoiando nela- Quer que eu continue? Você é um assassino!! Eu li sua ficha, e sei quem você é!!


-Puta que pariu Alexandra- minha mãe diz irritada-


-Ah desculpe, devo usar o termo, caçador??- digo e todos estavam espantados, e eu? Estou furiosa-


-Achei que não tivesse dito nada pra ela!- o loiro diz se apoiando no próprio joelho-


-Eu não contei nada!- minha mãe diz mais irritada-


-Ah não?- ele retruca- Não é o que parece!!


Eles começaram a discutir e minha raiva se transforma em tristeza, ele dizia coisas horríveis e ela devolvia com coisas ainda piores, e eu me sentia mal por isso, sentia como se fosse minha culpa. Mas ninguém percebe que eu sou só uma garota de 16 anos que acabou de descobrir que o pai morto ressuscitou e seu hobbie é caçar coisas. É assustador, eles não paravam de brigar, mas poxa, não deveria ser eu quem fica com raiva. Acho que a questão aqui são eles não eu.


Começo a me afastar dos dois, eles não notam, mas o outro rapaz nota, ele permanecia calmo. Ele se vira pra mim, percebe que estou com vontade de correr, e diz.


-Tá tudo bem, fica calma.- ele diz, desconcentrando um pouco os outros dois- Eu sou o Sam!!


-Pode me chamar de Alex!- digo apertando sua mão-


-Terminou sua conversa Sammy? Por que nós vamos embora!!- Dean diz irritado e minha mãe bufou cruzando os braços-


Penso que, se eles são caçadores, eu deveria manter eles por perto. E, talvez, eu queira conhecer ele e entender alguma coisa, talvez.


-Você vai embora?- digo e todos se calam olhando para mim, surpresos- Quer dizer, eu posso não ter sido muito gentil, mas, você não pode aparecer aqui do nada, dizer “ei, talvez eu seja seu pai “- falei fazendo aspas e eles sorriem- e, ir embora.


-É querida, ele faz isso.- Minha mãe diz e ele a olha com reprovação-


Vejo que eles iam brigar novamente, resmungo bem alto e decido ir para o meu quarto, pego minha mochila no corredor e subo, podia ouvir a briga de lá, pego uma mala, guardo objetos de higiene e algumas roupas, pego um pouco de dinheiro. Após fechar a mala, jogo a mochila por cima de meu ombro e lancei a mala pela janela. Saio  do quarto em direção a janela, e desço pela árvore. Entro na garagem por fora e coloco a mala na porta-malas, ligo o carro e dirijo com ele até a entrada, nesse momento vejo um carro antigo, um Impala? E se.. de repente ele ficasse um pouco arranhado?


Pego a chave do meu carro e caminho até o mesmo, conforme caminhava em volta dele encostava o mesmo às suas portas, traçando uma linha em toda a pintura. Mando uma mensagem pra minha mãe quando chegar na casa da Jane, acho melhor dormir lá hoje.


P. O. V Bella “Abby” Talbot


Acordo no meio da madrugada com a sensação de que minha garganta estivesse queimando, era sede. Mexia meu corpo para os lados da camas, ora pra lá, ora pra cá, me virava do avesso. Finalmente crio coragem para me levantar e sinto meu corpo levando um choque, nosso piso não era aquecido, ainda. Faz algum tempo que chamei algumas pessoas para terminar certas obras, porém, acabei deixando de lado. Caminho até a porta, sem calçados mesmo, vestia apenas meu vestido de pijama. Ele era rosa escuro, fosco, com um decote deixando muita coisa a mostra, e também tinha rendinha branca. Eu sei vulgar, porém na minha casa visto o que quiser, e não me importo se alguém se incomodar.


Depois de descer às escadas caminho até a cozinha, fico nas pontas do pé para pegar um copo no alto do armário, encho o mesmo de água gelada. Conforme a água descia pela minha garganta, a dor, passava e uma sensação de alívio atingia meu corpo. Colocaria o copo na pia se não tivesse se partido em pequenos pedaços por conta do susto que havia tido. Me viro procurando pela causa do barulho, e me deparo com quem? Dean Winchester.


Flashbacks


-Olha, eu não quero mais brigar!!-digo suspirando, me sento no sofá e ele também se senta, desta vez, ao meu lado-


-Você acha que eu quero?- ele diz ainda um pouco irritado, em seguida se acalma-


-Honestamente.. eu não sei- Digo sem pensar muito- Mas, se você quiser ir embora, pode ir, sem qualquer receio..- ele me interrompe-


-Não foi o que eu quis dizer, só acho que ela vai ser mais feliz longe de mim.-ele comenta, concordo com isso-


-Estou falando.- digo e ele assente com a cabeça, odeio quando me interrompem- Concordo com o que você disse, e a gente tinha uma vida, uma vida boa.. eu tive um trabalhão pra deixar ela longe de tudo isso.. mas, aí você aparece, do nada.. ela não vai aceitar nada bem se você for embora!!


-Ela é meio chata!!- ele resmunga-


-Ela não é chata, ela é uma garota doce e meiga, só tá confusa.. precisa de tempo- digo e ele fica surpreso- Se você for embora, ela nunca vai ter esse tempo.


-O que aconteceu com você?-ele pergunta-Depois que você me ligou?


-Tem certeza?-digo com confiança-


-Tenho…- ele diz baixo, e só aí, me dou conta de que estávamos começando a nós entender-


-Lembra da Colt? Chegou no Crowley.. e ele me salvou do cão do inferno da Lilith.. e bom, eu fiz alguns feitiços pra meio que ser invisível para qualquer ser sobrenatural.. tem uma pessoa me ajudando. E você tentou matá-la.


-Trabalha com um vampiro?-ele diz agora ficando com raiva-


-Você não entenderia!!-Digo já irritada ele sempre me interrompe- Mas enfim o assunto é a Alex!! Vai ou fica?


-Nossa, assim na lata.. tudo bem, eu acho que, ainda dá tempo de ir embora?-Ele pergunta com uma enorme cara de pau, reviro os olhos-


-Você não mudou em nada, continua um idiota!!-Digo já desistindo de.. nem eu sei mais o que-


-Um idiota? A garota me odeia!!-Ele diz confuso-


-Não chama ela assim!!-Digo firme e o mesmo se surpreende- E ela não te odeia, ela odeia o caçador do mal que disseram que você era, ela odeia o pai ausente, ela odeia o fato de eu ter mentido pra ela, e agora desconta em você, e se quiser ir.. vá, mas saiba que é definitivo!! Que não vai dar tempo nem volta, mas se você quiser ir eu vou entender e te apoiar mas não pense que você vai poder ir e vir na vida da garota, tome uma decisão Winchester!!


Longos minutos se passam.


-Desculpa..-sussurrei por ter gritado, o mesmo balança a cabeça de forma positiva-


-E como vocês ficam?-ele pergunta, realmente preocupado, eu acho-


-A gente dá um jeito.. só, pelo menos dá adeus, okay? -digo e ele sorri, aquele maldito sorriso- Ela tá na casa de uma amiga, você pode dormir no quarto de visitas, quer dizer.. vocês.


Falo confusa e ele rí..


Flashbacks finais


Ele estava sem camisa, assim, podia ver seu abdômen definido, seus músculos, seus olhos, a forma como o cabelo caia em seu rosto de um jeito despojado que o deixava ainda mais simples com o moletom cinza que usava. Desvio o olhar de seu corpo quando sinto que ele começou a perceber, me agacho e começo a pegar os cacos de vidro que caíram no chão com cuidado, o mesmo também se agacha e me ajuda.


-Não precisa, posso fazer isso!- digo sem olhar nos seus olhos, mas podia perceber que ele me fitava- O que estava fazendo a essa hora?


-Ouvi um barulho e vim ver o que estava acontecendo!- ele diz de forma simples, sem prestar muita atenção- E você? Devia estar dormindo!!


Ele diz sem muita preocupação, porém isso me causa uma irritação e o encarei brava.


-E você devia estar bêbado em um bar iludindo garotas depois do sexo!!- digo sem pensar e acabo me arrependendo, ficamos alguns poucos minutos sem dizer nada- Desculpa?!..


-Tudo bem..- ele diz revirando os olhos e se levantando-


-Não, de verdade, desculpa.. não devia ter dito isso- ele se vira surpreso pra mim-


-Você mudou..!- ele fala se aproximando-


-Alex me fez mudar, deixar de ser aquela garota que você conheceu, e ser o que me tornei hoje..- digo sorrindo fraco e ele sorri também-Saber…


-Fala!- ele diz me encarando-


-Você pode passar alguns dias aqui, ia ser bom pra Alex- digo sem pensar, ele continuava sem expressão, olha para baixo, depois volta a me olhar-


-Não acho uma boa ideia, aparecer do nada,mudar a vida da garota assim, e também que eu acho..- ele ia continuar mas o cortei, de forma talvez, grosseira.-


-Ia ser bom pra mim.- digo isso e o mesmo fica sem reação-


Dean começou a dar pequenos passos em minha direção, segura minha cintura com força e cola nossos corpos, ele começa a me beijar e então sua língua começa a invadir minha boca sem sequer pedir permissão, passo meus braços em torno do seu pescoço e começo a beijá lo de forma mais agressiva, o mesmo retribui e intensifica o beijo. Passo minha perna pelo seu quadril e o mesmo aperta minha coxa e levanta levemente um pouco mais a minha perna. O empurro com força nós separando bruscamente.


-Você não pode chegar aqui com esses olhos e esses músculos e então tá tudo resolvido!!- digo rápido o mesmo passa a mão nos lábios de forma sexy e me encara confuso-


-Tá bem, não vou mais fazer- ele ia falar, no mesmo instante me aproximo dele e envolvo às pernas nele, o mesmo me segura me deixando em seu colo-


Começo a ver beija lo novamente e seguro seus cabelos, ele retribuia a todos os meus movimentos, até pararmos o beijo por falta de ar. E então ele começa a beijar meu pescoço, tombei a cabeça por conta do movimento. Sussurro a palavra “gostoso” em seu ouvido e o mordo sua orelha, deixando um selinho na ponta da mesma. Senti seu corpo arrepiar com o movimento.


-A gente devia ir com calma.- ele diz baixo de forma muito sexy-


-A gente devia.- Concordo rapidamente puxando mais o seu corpo- A gente pode ver um filme primeiro.


-Odeio filme- ele sussurra rápido deixando um chupão no meu pescoço, volto a dar selinhos sem entender muito a conversa-


-Tem lasanha no forno- falo depois de morder seu lábio inferior-


-Tô sem fome- ele responde sem pensar muito acertando um tapa em minha bunda, logo depois sinto o mesmo caminhar, me deixando em cima de uma escrivaninha, jogando tudo no chão- E você?


-Tô morrendo de fome- digo apertando seus ombros e o mesmo me encara sem entender- O que eu quero comer tá bem na minha frente. 

Desço da escrivaninha e o puxo até o sofá ele volta a me beijar, colocou uma mão em volta da minha cintura. Empurro seu corpo aos poucos até jogá lo com força no móvel, ele cai sentado e me sento em cima dele. Dean segura minhas coxas e me puxa para frente, me ajeitando em seu colo, não recuo, apenas me ajeitei novamente. Voltamos a nos beijar e o mesmo puxa às alças do meu pijama, o ajudo e retiro a peça, ficando apenas de calcinha. Vou com o corpo mais para trás e tiro seu moletom, agora nós dois nós encontrávamos apenas com uma peça.


Ele leva uma de suas mãos até meu seio, apertando, e começa a me deitar no sofá. Assim ele ficaria por cima, paço minha mão por todo seu abdômen, tinha uma visão perfeita do seu corpo. Passo uma das mãos em volta de seu corpo, o abraçando pelo ombro e puxando seu corpo para perto. E a outra? Desço até sua cueca, que estava melada pelo pré gozo e pego em seu membro, já consideravelmente ereto. Dean arfa e me ajuda a tirar a peça com agilidade, logo depois passa suas mãos pelo meu corpo, nas laterais, do alto da cintura ao quadril, ele tira minha calcinha e passa a mão pela minha intimidade brincando com seus dedos.. e que brincadeira.


Ele desce até a mesma e começa dar pequenos selinhos, que logo se tornam chupões, um de seus dedos me penetraram enquanto sua língua passeava pela mesma.. dois dedos, três e cheguei ao meu ápice com um longo e alto gemido. Ele acerta um tapa em minha bunda e me dá um sorriso safado. Desço do sofá e me ajoelhei entre suas pernas, segurei seu membro e comecei a dar selinhos, o mesmo gemia, passo a língua por toda a sua glande e pouco depois abocanhei o mesmo e logo seu membro inteiro se encontrava dentro de minha boca, fazia movimentos de vai e vem que aos poucos se aceleravam, ele agarra meus cabelos e aumenta a velocidade, pouco depois ele goza na minha boca e cuspir o líquido no chão, sinto ele segurar minha cintura com força levantando meu corpo e me deixando sentada em seu colo, o ajudei a posicionar seu membro dentro de mim, o mesmo o faz de forma rápida e intensa e iniciamos .movimento de vai e vem, apoio meus braços em seu ombro para ajudar com a intensidade enquanto eu “cavalgava “ em seu membro. Um bom tempo se passa e chego ao meu limite, Dean me acompanha. Ele havia gozado dentro….


E só então percebo a merda que fiz, transei com Dean Winchester sem camisinha dezesseis anos depois, e foi exatamente a mesma situação, e amanhã ele vai embora.. Por favor que a pílula do dia seguinte funcione.


Ele se deita no sofá e me puxa, me abraçando nós damos um último selinho e me levantei, o loiro fica sem entender, pego meu pijama e coloco por cima do meu corpo, pego a calcinha do chão e a guardo dentro do bolso.


-Eu vou pro meu quarto tomar banho… pode deixar tudo ai que depois eu arrumo-digo sem encará lo, o mesmo vestia sua calça-


-Bella tá tudo bem?- ele diz levantei meu queixo- Eu fiz alguma coisa errado?


-Não, foi.. tudo perfeito!!-digo de forma, meiga- Boa noite.


Subo rapidamente para meu quarto, me despi e adentrei o banheiro, sinto às gotas limparem meu corpo lentamente, me trazendo uma certa paz. Ao terminar meu banho, visto um moletom confortável e durmo ainda pensando no que havia acontecido… 


Notas Finais


https://youtu.be/gpvUcX1MN6c

Deem uma olhada, mas não fui eu quem fiz.


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