História Esse Amor - Capítulo 35


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Categorias Big Bang, G-Dragon
Personagens G-Dragon, Personagens Originais
Tags Gdragon, Gravidez, Jennie, Personagens Originais, Romance, Zion T
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Palavras 1.657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olás,

Os três próximos capítulos são curtos e posso postar com mais rapidez. O próximo está quase finalizado e devo postar nos próximos dias.
Sugeri a mim mesma pelo meu planejamento 33 capítulos, depois 40, agora vou aumentar para 45 e ver se fico nisso hahahaha. Ou seja, uma hora acaba e não vai demorar muito.

Pode ter erros.

Capítulo 35 - Inocência versus astúcia


[JiYong]

Oh, eu estava cansado. Ter visto uma temporada de seriado no voo me deixou cansado. Horas longas de voo me deixavam cansado. Não saber como Mo YunJi estava me deixava cansado. Ou seja, estava mesmo muito cansado.

Para mim, ainda era difícil abrir mão desse tempo com minha amada. Queria sempre estar metido entre as pernas dela, enfiado bem fundo dentro dela.O melhor lugar do mundo era quando eu a sentia bem próxima a mim, pouco antes do orgasmo. Quando ela me olhava diretamente nos olhos e me tragava para seu mundo secreto e restrito. Quem sabe um dia eu poderia conviver melhor com a separação, mas agora tudo se transformava num grande tormento. E quando estava atormentado, eu simplesmente atormentava todo mundo. Era um ciclo.

Olhei meu celular novamente, não havia qualquer mensagem. O que ela estaria fazendo? Trabalhando ainda? Deixei outra mensagem e o celular sumiu da minha mão. Eu olhei para cima, para a sombra do homem que estava parado na minha frente. DooJoon-sshi pegou o aparelho e colocou no bolso.

Eu sabia que deveria ter demitido esse bastardo depois do que ele me fez em Jeju, mas aquele maldito era um excelente agente - e era muito bom em tudo o que lhe era pedido. Eu seria um imenso idiota por me livrar dele, mesmo que fosse a coisa que eu mais quisesse. Ele trabalhar tão bem significava que ele não suportaria qualquer deslize meu. Vivia com a alegria de não ter sido imaturo em relação a ele e com a raiva pelo zelo excessivo da parte dele. DooJoon pediu desculpas de maneira adequada e disse que ia cuidar para que eu e Mo YunJi fôssemos felizes. Isso era o que eu precisava ouvir pois não contava com muitos aliados de peso nesse relacionamento. 

“Devolve” rosnei. Apesar de tudo, ele não precisava me tratar como uma criança.

“Você vai trabalhar e depois eu te devolvo. Você está me enlouquecendo com esse maldito celular. Quer voltar para a sua pequena? Então, faça isso direito” ele apontou para a sessão fotográfica atrás dele e que esperava por mim. “Vai”.

Levantei, tirei o roupão e caminhei para lá. Jennie já me esperava e sorria. De certa forma, ele estava certo, se eu fizesse isso bem e rápido, poderia voltar antes para minha preciosa Mo YunJi.

O trabalho era chato como qualquer sessão de fotografia. Olhe, vire, mais intenso, coloque a mão ali, Jennie-sshi pode abraçar mais?, tem que parecer apaixonados, isso, isso. Acho que tinha sorte em fazer essas fotos com Jennie, tanto tempo que nos conhecíamos, era bem familiar que ficássemos juntos e não havia qualquer problema. Ela me ajudava a ficar descontraído e logo não ficou tão pesado ou aborrecido.

As primeiras fotos ficaram boas, eu vi pela câmera. A noite ainda havia mais um ensaio, numa das praias lindas de Bali. Eu estava sentado numa cadeira de praia, olhando o mar calmo quando Jennie se aproximou de mim. A equipe estava próxima, mas ainda havia qualquer privacidade para uma conversa.

Com a iluminação poderosa, eu apenas encarei Jennie e a achei muito bonita, com o roupão branco com o logo do hotel onde estávamos hospedados, as flores que adornavam seus cabelos castanhos, a maquiagem que deixava o rosto bonito ainda mais bonito. Acreditava que Jennie tinha todo o direito de estar ali, apesar de nosso desentendimento no Japão, ela tinha que brilhar. Eu jamais olhei para um artista e não soube a verdade sobre ele. Jennie tinha talento e a beleza necessária para sobreviver ao mundo do entretenimento sul coreano. Parte de mim queria muito que ela desse certo, outra parte, bem pequena ainda lembrava dela chupando meu pau e me alertava para um perigo que eu não sentia.

O que aconteceu naquele quarto de hotel no Japão foi um terrível engano. Ela estava bêbada, eu estava bêbado, Mo YunJi não se importou. Fim da história.

Sunbae” ela me chamou com uma voz fofa e parou bem perto de mim, abrindo o roupão e deixando que o tecido quase rústico deslizasse por sua pele bem tratada. Me pareceu câmera lenta enquanto o pano revelava a pele dela centímetro por centímetro. Foi com grande surpresa que a vi usando um biquíni branco com argolas de metal douradas, tão pequeno que mal escondia o que era necessário. Os seios pareciam se sustentar pelo tecido esticado e os mamilos marcaram, ficando rígidos por causa da brisa do mar que passou por nós. Meu cabelo sacudiu suavemente, o dela também. A brisa tinha gosto salgado e notei que minha boca estava um pouco aberta. Jennie sorriu. Eu desviei os olhos dos seios dela e desci o olhar, querendo ver outra coisa que não aquela minha parte favorita do corpo feminino. Então, vi a calcinha, pequena, marcando o sexo e a deixando exposta a virilha sem pelos. Um homem de bom gosto saborearia aquela carne com todo o cuidado. Aquela peça era tão pequena quanto as que Mo YunJi usava e eu não precisava ser um expert em roupas femininas para saber que o tecido devia estar metido na bunda dela. “Sunbae” novamente me chamou e eu olhei para cima, piscando, saindo do encanto do corpo dela. Minha hoobae parecia ainda mais próxima. A mão dela veio em minha direção e apontou para o creme que estava na areia a meu lado. “Você pode passar esse creme nas minhas costas? A única mulher não está aqui e não me sinto a vontade de mais ninguém me tocar… Não quero manchar a pele com as luzes fortes”.

Ah sim, de fato. Só havia uma assistente ali e ela não estava. Nem ela e nem DooJoon-sshi. O pedido me pareceu natural e eu peguei o creme. Ela virou e assim como eu imaginava, o tecido da calcinha sumia e marcava a bunda dela. Meu deus, que visão aquela. Ela se inclinou um pouco e fiquei de pé, notando que estava tremendo. Okay, era só creme. Espirrei um pouco na mão e passei nas costas dela. Puta que pariu que não foi uma boa ideia. Jennie deu uma leve gemido e disse que era o frio do creme. Soou muito sexy para mim. Eu passei a mão pelas costas espalhando o creme apenas uma vez e depois não consegui mais. Eu ficaria duro antes mesmo de terminar.

Uma coisa era estar bêbado e outra era estar sóbrio. Eu estava muito bem atento a todo o mundo a minha volta. Tratava Jennie como uma irmã, no entanto, tinha plena consciência que era uma mulher. Uma mulher bastante atraente e semi nua com aquele biquíni branco.

Minha mente voltou a Mo YunJi e como ela estava sedutoramente nua na minha cama essa manhã. A imagem dela era ainda mais poderosa do que a visão que tinha diante de mim. Eu amava Mo YunJi e gostava da permissividade dela para o sexo de despedida. Tínhamos nos abraçado, a puxei para cima de mim e transamos naquela lentidão que ela pedia que ainda me enlouqueceria - e talvez esse fosse o plano dela.

Jennie estava linda naquele biquíni, mas sabe quem ficaria ainda mais linda? Mo YunJi. A visão dela usando aquela peça quase me fez ter uma ereção ali mesmo. Oh meu deus, eu precisava ligar para ela. Ou não. Era melhor não, eu iria gozar se escutasse a risada sacana dela ou alguma das coisas explícitas que ela falava.

“Desculpe, Jennie-yah… Mas você não pode esperar pela assistente?” perguntei, já recuperado de qualquer coisa.

“Por quê? Tem algo errado?” ela perguntou olhando por cima do ombro, se inclinando um pouco mais, sua bunda quase tocando meu corpo. Para evitar o contato, eu dei um passo para trás, me enrosquei na cadeira e caí. Foi somente no chão que notei que todos da produção estavam nos olhando. Claro, a visão da cantora curvada daquele jeito devia ser ótima no ângulo deles também. O meu era muito nítido já que meu campo de visão estava na altura da vagina dela. Jennie se virou para me ajudar a levantar, tão próxima quanto poderia estar. “É constrangedor?” ela perguntou, me ajudando.

“Jennie-yah, as pessoas vão entender errado sobre nós” eu disse com as mãos sujas por causa da areia que grudou no creme.

Minhas palavras surtiram efeito. Ela pegou o roupão do chão e vestiu. “Desculpa, sunbae, eu somente não queria manchar a minha pele…”. Dito isso, ela deu um sorriso de lado, como que constrangida e se afastou, voltando para a produção.

Okay, eu podia considerar a garota minha irmã, mas ainda era um homem que podia reagir a um corpo vestindo algo sexy assim. Deus, esse pensamento era nojento. Bati minhas mãos na calça para tirar a areia e fiquei bravo. Estava tendo pensamentos estranhos com minha amiga mesmo que por breves segundos. Para consertar o estrago da areia. iriam demorar um pouco mais para me re-arrumarem e quanto mais tempo eu ficava ali, mais longe eu estava de Mo YunJi.

Durante as fotos, Jennie usou saídas de praia para esconder um pouco o corpo. Ainda bem. os homens a olhavam com desejo e me olhavam como se estivessem com inveja. Bem, se isso tivesse acontecido com YunJi, eu certamente estaria espumando de ciúmes. Ninguém mais tinha o direito de olhar o corpo dela. Por enquanto e por quanto tempo eu pudesse resguardá-la dos olhares, ninguém olharia o que era meu.

Com esse pensamento, foi fácil trabalhar nas fotos. No entanto, comecei a ficar irritado com a forma como os olhares estavam e passei a ser mais protetor. Com a nossa cumplicidade, foi fácil ela entender o que eu estava fazendo e aceitar isso tão passivamente. Eu podia não ser o namorado - e não tinha interesse, mas não precisavam olhar como se ela fosse um pedaço de carne. Acho que com meus olhares, eles se tocaram do que estavam fazendo e pararam antes que fossem despedidos. Ainda iria fazer uma reclamação sobre isso.



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