História Esse Amor - Capítulo 41


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Categorias Big Bang
Personagens G-Dragon, Personagens Originais
Tags Gdragon, Gravidez, Jennie, Personagens Originais, Romance, Zion T
Visualizações 90
Palavras 2.635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olás,
Seguindo com a continuação.
Acredito que terá mais 4 ou 5 capítulos para acabar - mas me conhecendo, pode ter mais caso eu queria aprofundar algo que ficou faltando... (sim, sou dessas)

Obrigada por lerem ♥
Se quiserem comentarem - vou apreciar.
Meu tuit é @/ladynymus - mas eu quase não estou usando, mas olho sempre.
Pode ter erros.

Capítulo 41 - Para o mundo saber


[JiYong]

Entrei no apartamento e apenas escutei os gritos horrorizados de alguma personagem num filme. Deixei a mala perto da porta, tirei os sapatos o mais rápido que consegui e fui até a sala. A única luz que iluminava o ambiente escuro era a que vinha da TV imensa que pendurava na parede, ocupava um espaço generoso. Na tela, uma mulher jovem corria desesperadamente por uma mata escura, perseguida de perto por Jason. Me aproximei do sofá e Mo YunJi estava encolhida num canto, enrolada numa coberta, adormecida. Sem maquiagem, ela era uma mulher com expressão meiga, que tinha um ar angelical ao seu redor. No chão, perto dela, estava uma bacia de pipoca, um pote com resquícios de maionese e uma garrafa de suco vazia.

Com cuidado, me aproximei, afastei aquelas coisas do chão e ajoelhei ali. Meu coração batia descompassado diante da presença dela. Sorri de forma boba, olhando apaixonado para ela. Ali, deitada, estava a minha família. A mulher que amava mais que a minha própria vida e a bebê que seria a criança mais amada desse mundo. Suspirei, aquela sensação quente me preenchendo com facilidade. Respire fundo, deliciado com o tênue perfume de baunilha que vinha das roupas que ela vestia.

Soprei com suavidade no rosto dela. Mo YunJi franziu o cenho e abriu os olhos lentamente. Ela sorriu assim que me reconheceu. Murmurei um oi e ela fez o mesmo. “O que eu te disse sobre não dormir na frente da TV vendo filmes de terror?” perguntei baixinho “nossa filha vai nascer apavorada”.

“Pelo contrário, ela não terá medo de nada” ela respondeu e coçou os olhos. “Quando você chegou? Fico com tanto sono que durmo profundamente” disse, como se desculpando por não estar acordada para me receber.

“Ah, Mo YunJi” toquei o rosto dela, ainda a adorando. “Eu cheguei justo agora, não se preocupe” murmurei e a beijei. Deveria ter sido um beijo de boas vindas, mas nunca era somente isso quando se tratava de nós dois. A forma apaixonada como ela correspondeu, o toque da mão quente no meu corpo, o gemido suave, foram tudo o que bastou para que o beijo tomasse outra proporção e no instante seguinte, eu estava brigando com a coberta e querendo desnudar YunJi no processo.

Tudo estava indo bem, até que puxei a calcinha e notei os pés machucados. Parei com o que estava fazendo - inconscientemente eu joguei a pequena peça de renda para trás, e a encarei preocupado. Sem falar nada, eu examinei um dos pés dela e notei a pele ainda vermelha e pequenas cicatrizes em processo de cura. A olhei novamente e um grito feminino explodiu na sala com o nosso silêncio, vindo do filme que ainda passava.

“Você se machucou quando?” perguntei.

“Não foi nada demais, eu fui desastrada…” ela respondeu, um pouco corada tanto pela nossa ação romântica quanto pela minha preocupação. “Foi quando eu me vi na TV, eu fiquei chocada, foi só isso” garantiu.

“Eu não gosto quando você se machuca” murmurei, acariciando os pés dela.

“Isso não costuma acontecer muito, mas confesso que desde que vim morar aqui, tem acontecido mais” disse, em tom de brincadeira. Essas palavras só aceituavam o fato dela ser a coisa mais importante para mim. Murmurei desculpas e ela riu, segurando meu rosto com as mãos e abrindo as pernas para que eu ficasse entre elas. Minhas mãos acariciaram as coxas macias e sorri. “Quero que continue com o que estava fazendo” ela murmurou e soltou meu rosto para pegar uma das minhas mãos e colocar entre as pernas. Molhada, terrivelmente molhada.

Depois disso, não era como se eu quisesse pensar em outra coisa. Tudo o que queria era estar dentro dela e ser envolvido por seu calor e saber que tudo aquilo me pertencia porque ela o ofertava para mim. A recíproca era evidente e cada toque, beijo, lambida e gemido, eu tinha certeza que ela sabia que eu pertencia somente a ela.

Era muito fácil esquecer qualquer coisa do mundo enquanto explorava o corpo dela com cuidado. Era fabuloso como eu ficava focado somente nela. Eu amava tanto aquela mulher que nem sabia o que poderia fazer se ficasse muito tempo longe dela. Havia um consentimento interno que eu faria qualquer coisa por ela, qualquer coisa mesmo. Não haveria limite ou circunstância.

Quando a penetrei, Mo YunJi me agarrou com força e gemeu, enfiando a ponta dos dedos na minha pele. Meu deus, era saboroso ver como ela gostava tanto quanto eu. Me movi devagar, como parte das exigências já conhecidas e me deliciei com a sua reação e com seu corpo.

Ao final, ficamos apenas deitados no sofá, ainda enroscados, olhando um para o outro. Beijei a ponta do nariz dela e ela sorriu, ainda respirando rápido. “Você ficou bem esses dias?” perguntei, deslizando os dedos pelas costas dela, ouvindo um outro grito de terror, agora de um homem.

“Sim, todos foram tão gentis comigo” ela murmurou. “Eu sei que eles estavam me protegendo… Espero que nada aconteça com a sua carreira por causa disso”. Notei aquele tom preocupado dela que tentava esconder a todo custo. Beijei novamente a ponta do nariz dela e a puxei para mais perto.

“Eu tenho um plano, Mo YunJi… Não se preocupe com mais nada, eu vou cuidar de tudo”.

“Quando você diz disso é que me preocupo” ela respondeu “eu não quero que nada de ruim aconteça. Eu estou muito feliz agora com você”.

Eu sorri, incrivelmente ainda mais apaixonado por ela, como se isso ainda fosse possível - e era. A conexão que nos unia podia transportar o silêncio com muita leveza. Nem eu e nem ela falamos algo, apenas ficamos nos olhando e sorrindo, trancados naquele mundo que pertencia somente a nós. Nossas correntinhas de caveira se tocavam também, fortalecendo ainda mais nossos laços.

“Como foi sua viagem?” Mo YunJi perguntou e eu estava distraído, olhando para os lábios dela. “Você se divertiu? Lá é mesmo bonito como dizem? Você passeou?”.

A série de perguntas me fez rir. Eu não queria pensar em Bali pois havia um sentimento estranho sobre o que aconteceu lá. Assim como outras coisas em minha vida, eu apenas ignorei o que me incomodava e não deu muita atenção aos acontecimentos. Narrei a visão que tive do lugar e YunJi recolheu as mãos para debaixo da cabeça e me escutou com atenção, como se ouvisse histórias fantásticas.

Após ouvir tudo, ela se afastou de mim e sentou no sofá, se cobrindo com a manta. O filme chegou ao final, mas como uma devoradora nata de filmes de terror, Mo YunJi programou mais filme do Friday The 13th para assistir. “Você não está cansado? Não foi um voo muito longo? Está com fome?” ela voltou a fazer uma série de perguntas e novamente eu ri. Sim, eu estava cansado, mas ficar com ela me dava forças. Sim, o voo foi muito longo porque mal podia esperar para estar com ela. Sim, eu estava com fome, comida de avião ainda e sempre seria comida de avião.

Sentei atrás dela, afastando a manta e beijando o ombro. “Sim para todas as suas perguntas, mas eu sou um homem apaixonado, então precisava ter você antes de todas as coisas” sussurrei e escutei a riso dela. “Se você continuar me tentando dessa maneira, vou preferir desmaiar de exaustão dentro de você”.

“Parece uma boa ideia, mas você esmagaria a mim e a bebê” Mo YunJi respondeu e levantou, afastando-se do sofá. “Eu vou tomar banho… YoungBae-sshi trouxe tanta comida ontem que eu acho que ele queria alimentar um batalhão”. Bem, havia pedido a ele que viesse fazer companhia a YunJi já que ainda demoraria para voltar. Assenti, entendendo que ela queria que eu me sentisse bem fisicamente e olhei ela sumir no corredor, mancando por causa dos pés machucados.

Com muita preguiça, eu fiz o que ela queria que eu fizesse. Fui até a cozinha e abri a geladeira. Havia tantos potes ali, organizados e etiquetados que não me sentia como se aquela fosse a minha geladeira. Mo YunJi tinha razão, YoungBae exagerou na quantidade de comida. Estava distraído olhando os potes que quando notei minha mãe parada na porta da cozinha, eu me assustei, escondendo a minha nudez com um pote de salada.

“Meu deus, Jiyong, por que não me disse que voltou?” ela perguntou, olhando para o lado, também constrangida. Ela me olhou e eu continuava parado com a porta da geladeira aberta, ainda segurando o pote. “Você quer sair dai, por favor? Quer ficar doente é?” disse, caminhando para perto de mim, eu dei alguns passos para trás e ela fechou a porta. “Você vai comer isso daí?” perguntou, apontando para o pote. “Onde está Mo YunJi?”.

“No banheiro” consegui responder. “Meu deus, mãe, a senhora não sabe bater?”.

“Você não sabe me avisar que chegou? Acha que eu não  me preocupo com as suas viagens?”.

“É que eu…” não sabia o que dizer.

“Vá vestir alguma coisa, pelo amor de deus” recomendou e virou de costas. Eu sai dali o mais rápido que consegui, correndo até a sala e vestindo minhas roupas com a maior agilidade que possuía. Odiava esses momentos constrangedores. Quando voltei a cozinha, minha mãe estava preparando alguma coisa que tinha cheiro bom. Ela me olhou e sorriu. Foi então que notei que ela usava uma camiseta e estava com o cabelo solto. Fazia anos que não a via de cabelo solto ou com outra roupa que não fosse de alta costura. “Você está bem, filho? Como foi a viagem?”.

Enquanto trocávamos relatos do que cada um de nós havia feito, eu notava que ela parecia mais a vontade. Minha mãe me contou como Mo YunJi estava depois do que aconteceu na internet e falava de maneira preocupada sobre ela. Fiquei feliz, eu tive sorte por YunJi estar amparada naquele momento, não queria que ela sofresse por causa da minha fama, se fosse assim, ela nunca estaria perto de mim. Essa ideia, por si só, era perturbadora.

Mo YunJi chegou depois, vestindo uma camiseta do Aerosmith e shorts. Ela quis ajudar e minha mãe a mandou sentar. As duas agiam de forma amigável uma com a outra. Para mim, era um grande alivio e grande felicidade notar essa relação Ficamos os dois sentados lado a lado, conversando sobre aqueles dias longe um do outro. Minha mãe serviu o jantar e eu agradeci. Ela se aproximou, beijou-me na testa e foi embora. Assim que estávamos sozinhos, eu contei a YunJi sobre como a minha mãe me achou na cozinha e me maravilhei com a risada dela. Ah, como eu amava essa mulher.

 

Um dia depois de ter voltado de viagem, eu fui a YG. Desde que as fotos vazaram no site, a porta estava com fãs acampadas com faixas e cartazes. Havia mensagens de apoio, pedidos de explicação, mensagens de ódio. Elas esperavam alguma resolução do que foi publicado e eu estava disposto a esclarecer tudo. Admirava o fato delas estarem ali expressando seu sentimento daquela forma. Isso me lembrava o carinho que elas tinham pelo meu trabalho e pelo grupo, sentia orgulho por ter conquistado fãs tão leais.

Os meus amigos de grupo já estavam lá, na sala de reuniões, juntamente com o presidente Yang, dois assessores de imprensa, um advogado e DooJoon. Sem delongas, expliquei o que iria fazer e o porque iria fazer. Ouvi protestos e afirmações de apoio. DooJoon foi o único que não se manifestou, ele estava de braços cruzados, usando uma gravata rosa choque que não combinava com ele (mas ele tinha um gosto peculiar para gravatas, então, que usasse o que tivesse vontade). Apesar de tudo o que foi dito naquela sala, as argumentações apresentadas e tudo mais, o Presidente da agência concordou e disse que seria por minha escolha o que faria.

Ele estava certo. Eu sabia exatamente o que estava fazendo. Se compartilhasse com o mundo a minha felicidade, esperava que outros pudessem sentir o mesmo e me apoiar, assim, também seriam felizes. Eu tinha o meu direito de ser feliz com Mo YunJi, a futura mãe da minha filha. Eu, como todas as pessoas do mundo, também queria aqueles momentos de carinho e sintonia com minha alma gêmea. Ninguém ficaria entre mim e Mo YunJi - eu compartilharia o sentimento que ela me dava e cuidaria para que ela ficasse protegida e amada.

A imprensa já estava a posto no salão, escutei o burburinho e encarei meus companheiros que me acompanharam. Mesmo com SeungHyun-hyung e Seungri-yah contra a minha decisão, os dois assentiram quando respirei fundo e subi lá na frente para falar com todos que me aguardavam. Ainda bem que usava óculos escuros, os disparos dos flashes teria me cegado se não estivesse protegido. Alguns repórteres estavam ansiosos e dispararam perguntas mesmo antes de eu chegar no microfone.

Parado na frente daquelas pessoas profissionais, eu não sentia medo algum. Eu olhei para alguns rostos familiares de repórteres de entretenimento e não senti a aversão constante que imperava entre mim e eles. Meu deus, eu não dava a mínima para nenhum deles. Estava completamente convencido do que estava fazendo.

“Vim falar com vocês sobre o que foi anunciado na internet e que gerou tanta polêmica durante todos esses dias. Me desculpo de forma antecipada por não ter tratado disso antes, eu estava viajando a trabalho e quis terminar com a mesma eficiência que termino todas as coisas. Eu não tenho muito a dizer sobre como achei lamentável a publicação do artigo e o artigo seguinte, que fala sobre um suposto romance entre mim e Kim Jennie-sshi, minha hoobae aqui da companhia. Primeiro, quero dizer que desprezo esse tipo de fofoca. Segundo, YG Entertainment tem um ótimo grupo de advogados que estão cuidando dos processos relacionados a essas postagens nesse momento. Terceiro, eu não tenho nenhum caso e nunca tive qualquer relação romântica com Kim Jennie-sshi, nosso relacionamento é profissional, sendo ela minha hoobae. Por último, apenas esclareço que Mo YunJi é minha noiva e nem ela e nem eu queremos publicidade sobre isso”.

Após a minha última frase, os flashes voltaram a disparar com mais intensidade e houve uma comoção na plateia. Eu esperei que eles se acalmassem.

“Assim como sou um cantor e modelo, eu também sou um homem e também quero uma família. Minha condição como líder do Big Bang nunca me deixou longe de sonhos que são compartilhados pela maioria de nós. Espero que meus fãs, os VIPs, possam apoiar esse sentimento puro e feliz. Tanto assim espero que desejo que todos vocês, um dia, possam ser tão felizes como eu estou no momento. Obrigado por me ouvirem” finalizei, me curvando respeitosamente.

“Muito bem, muito bem” uma das assessoras da YG assumiu um dos microfones. “Serão permitidas algumas perguntas”.

“Como você conheceu essa garota?”.

“Aqui mesmo na companhia, ela trabalhou durante algum tempo como maquiadora” respondi.

“E quanto aquele boato dela ter roubado a companhia? Não tem ligações com Zion. T?”.

“Nada disso é verdade e o boato gerado na internet foi feito por alguém que já punido por isso” dessa vez, a assessora respondeu.

“E quanto as declarações de sua irmã nas redes sociais sobre seu relacionamento com Kim Jennie? Sua irmã parece favorável a esse relacionamento e postou que tudo seria esclarecido”.

Eu ri, querendo disfarçar a súbita raiva que senti da minha irmã. “Bem, minha irmã tem razão, estou aqui esclarecendo os fatos Volto a reafirmar eu nunca tive qualquer envolvimento tanto romântico como sexual com Kim Jennie-sshi”.

Ouviu os comentários que isso era impossível. Bem, eu não daria mais satisfações. Voltei a inclinar, me desculpei por não ter resolvido a situação antes e sai. Enquanto caminhava para longe de todo aquele barulho, sorri, vitorioso. Mo YunJi seria minha mesmo que ninguém concordasse com isso



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