História Essencials - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Elementos, Heróis, Natureza, Poderes
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Palavras 2.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltei, finalmente, depois de mais de 1 mês... Demorei só um pouco... Espero que gostem.

Capítulo 5 - A Batalha pt.1 - Rebelião


Fanfic / Fanfiction Essencials - Capítulo 5 - A Batalha pt.1 - Rebelião

Atenção, todos os grupos devem se apresentar ao pátio agora! – Um sinal ensurdecedor começou a tocar.

– O que será que é agora? – Halles perguntou, dirigindo-se com seu grupo ao pátio. Eles já tinham convencido quase todos os grupos de participarem da rebelião. Eram em torno de 10 grupos que eles conseguiram convencer.

– O General deve estar lá para encher o nosso saco mais uma vez... – Gust respondeu, logo em seguida observou o General na frente de todos – Eu não falei?

– Antenção, monstros... – O General começou a falar, fazendo Garbian serrar os punhos... Não gostava que ninguém de sua "raça" fosse chamada de monstro ou algo do tipo, sentia completa revolta com aquilo – Vocês estão aqui por um motivo... A maioria de vocês deve saber qual é... – Encarou Halles – Por que o "líder" de vocês não fala por si próprio? – chamou Halles, fazendo-o dar um passo à frente.

– O que você quer comigo agora? – Encarou o General, lembrando do que ele fez com o Senhor Park – Você vai matar mais um de nós? – Desafiou o General, vendo-o franzir o cenho.

– Não me desafie, garoto... Não será possível você sair vivo... – Se aproximou de Halles, deixando os dois próximos o suficiente para seu bafo de esgoto incomodar de forma extrema Halles.

– Por que você não tenta então? – Desafiou mais uma vez o General, vendo ele fazer o sinal para mais de cem soldados atrás dele se colocarem na postura de combate.

– Seu pivete filho da puta... Vou mostrar a todos que não se deve desafiar-me! – Puxou um revólver de seu bolso, apontando diretamente na cabeça de Halles – Tchau tchau, Halles... – Atirou... Uma parede de força sombria havia sido instalada no momento em que o General disparou a bala, impedindo-a de acertar Halles – Mas que...

– Ah... Meu plano funcionou... – suspirou aliviado – Valeu Garbian! – Atenção! – Gritou, fazendo todos os grupos atrás de si entrarem em formação de combate – À todos que aqui estão! Chegará um dia que iremos perder... – Olhou profundamente nos olhos do General – Mas esse dia não é hoje... HOJE NÓS LUTAMOS! – Halles exclamou, fazendo o sinal para que os grupos comecem a atacar, começando a rebelião.

O grupo comandado por Halles e por Keillys foi na frente, pois possuiam o maior poder em questão de ataque físico de defesa. O resto dos grupos foram atrás, dando-os cobertura para atacar.

– Que... Que filho da puta esperto... – O General, apesar de toda sua arrogância admitiu que foi uma vez derrotado por um dos "monstros" – Rápido! Me escoltem até a casa anti-bombas antes que... – Um relâmpago atingiu a frente do General e seus soldados.

– Não tão rápido... Tenho algumas coisas para resolver com você... – Halles acertou os dois soldados que o acompanhavam com uma descarga elétrica, fazendo-os fritarem, morrendo na hora...

– Ah... Você ainda me desafia... – Começou a rir descontroladamente – Você é um tolo por fazer isso... – puxou um dispositivo de seu bolso e apertou o botão presente nele, fazendo a marca no braço de Halles brilhar, derrubando-o na mesma hora por conta da dor.

– AAAH! S-SEU FILHO DA... ERA PRA I-ISSO QUE SERVIA? – Estava atualmente em um estado derrotado... Ele não conseguia se mexer por conta da dor – V-Você vai pagar caro por isso...

– Ha... Você acha mesmo? Vocês monstros não podem derrotar um exército do tamanho do meu... – zombou de Halles, vendo o mesmo ficar com raiva – Eu tenho um exército enorme! E vocês, tem o que?

– N-nós temos o Richard... – falou, dando um sorriso de canto de boca ao ver Richard logo atrás do General.

– Vocês tem o Rich... – Antes de completar a frase, foi atingido por um soco de Richard.

– Ufa... Obrigado... Eu vou lá com a Keillys, você consegue cuidar dele? – Perguntou à Richard, vendo ele assentir. Correu direto para o seu grupo.

– Agora você venha aqui! – Richard gritou, correndo com o punho fechado para cima do general, que estava prensado na parede.

– Voltei... Estão conseguindo controlar a situação? – Falou ofegante. Ainda sentia uma dor, mas era mais fraca.

– Não, você chegou na hora certa... Já perdemos muitos membros, mas em compensação, eles também... – Keillys respondeu, lançando esferas de energia contra o exército inimigo – Onde você estava?

– Ah, fui atrás do General e acabei descobrindo do pior jeito o porquê das marcas que temos... – Carregou uma descarga elétrica, soltando logo em seguida num grupo de soldados à frente – O General tem um dispositivo que ativa nossas marcas, fazendo a gente ficar imobilizado e sentir uma dor absurda... Minha sorte é que Richard estava por perto, se não fosse por ele, eu não estaria aqui...

– Aish, ainda bem que você tá bem... Agora vamos focar aqui, porque está levemente complicado, eu diria... 

Tartalvalley, 900 km do Campo de Essenciais

– Paleis... Você tá sentindo o cheiro de Keillys? – Viu seu parceiro revirar os olhos.

– Não Maths, eu não estou sentindo o cheiro... Eu sou um rastreador, não um cachorro farejador... – Puxou um dispositivo que continha um scanner. Usou para verificar o solo e ver se tinha alguma presença de Keillys no local.

– Então... Achou algo? – Perguntou impaciente, estava com muita pressa pra achar a princesa.

– Sim... Ela está muito longe daqui. Eu poderia pedir para Edys nos enviar até lá... Pode ser? – Perguntou, guardando o scaner, se levantando novamente.

– Okay, pode... – mandou um sinal para Edys.

– Acharam a princesa? – Edys perguntou enquanto brincava com sua arma,  chamada Esferathos, uma esfera que continha vários poderes, incluindo o de transportação instantânea.

– Sim, nos mande para esta localização. – Paleis deu as ordens, sendo cumpridas automaticamente.

Campo de Essenciais

– Halles! Rápido, me ajude! – Gust começou a fazer um tornado para Halles fazer um ataque com Relâmpagos monstruoso. Foi muito bem executado, matando vários soldados do Campo, mesmo assim aparecia mais e mais.



– Por que você não morre?! – Richard perguntou frustrado. Tinha dado milhares de socos em seu crânio, e mesmo assim General sobreviveu.

– Ha... Richard, você é um dos mais fortes em questão força física daqui... E mesmo assim não consegue matar um velho? Decepcionante... – Ergueu-se, dando um soco na Barriga de Richard, fazendo-o ir de encontro com a parede – Minha vez!



– Mas que merda! Quanto mais nós matamos, mais aparecem! – Keillys exclamou, carregando uma grande esfera de energia – Mas que dro... – Parou de falar quando viu um Relâmpago Vermelho aparecendo no meio do atual campo de batalha – Merda... – viu Maths e Paleis aparecendo em meio a guerra, os dois olhavam para Keillys.

– Achei você... – Paleis falou, Maths e ele foram em direção à Keillys imediatamente, mas foram parados por Brund e Caide.

– Oh oh, acham que são quem para aparecerem aqui e agirem como se nada estivesse acontecendo? – Brund perguntou, sendo acertado com um soco de Maths em seu rosto, sendo socorrido por Caide.

– Cala a boca, pirralho! Humanos falam de mais... – Maths seguiu em direção a Keillys.

– Oi Maths... – Viu o mesmo acenar com a cabeça para si.

– Eu e Paleis temos uma única missão, levá-la de volta ao seu pai... – Maths falou, indo pegar a mão de Keillys, parou ao receber um tapa.

– Eu não vou! – Exclamou – Eu não vou sair daqui! Eu tenho amigos aqui! Eu vou ajudar eles! – Empurrou Maths – Se você que realmente me ajudar, nos ajude a vender essa guerra, se não, pode ir embora!

– Okay... nós ajudamos, mas logo em seguida nós três vamos embora... – Falou ficando de frente para o campo de batalha, observando que Paleis já estava ajudando-os.

– Eu não prometo nada... Agora me dê meu cinturão, tenho certeza que você trouxe! – Maths entregou-a. O cinturão que Keillys usava tinha o símbolo de sua família. Ele dava os poderes de invocação para Keillys ou qualquer familiar seu que usasse – Muito obrigado. – a primeira coisa que Keillys fez foi invocar um gárgula para que ele pudesse sobrevoar a área, atacando os inimigos por cima. Depois invocou Cães Demoníacos, para que eles tenham mais facilidade em ganhar a batalha.

– Keillys! Você tá bem? – Narta correu, tinha ficado preocupada ao ver a cena – Ah, vejo que sim... Ele é um Asmodiano também?

– Sim... Meus pais iam me forçar a casar com ele... Por isso saí de lá... – Atirou uma esfera de energia em direção ao exército interminável – E agora ele e o rastreador da Polícia Militar de AsmoLand vieram me buscar... Nem a pau que eu vou, AsmoLand é um inferno perto daqui... Literalmente...



– Pensei que você fosse mais resistente do que isso, Richard... – Acertou mais um soco em Richard, atravessando sua barriga – Merda... Tem sangue na minha roupa... Bom, você deu mais trabalho do que eu esperava... Mas era inevitável mudar o final dessa luta. – falou, indo em direção ao campo de combate.

– Halles! Vamos de novo! – Gust referiu-se ao tornado que eles fizeram a pouco tempo, porém foi completamente falho dessa vez, quando Halles frisou seu olhar no General que vinha em sua direção.

– Que filho da mãe... Como esse cara ainda está vivo? Pera... – Halles congelou quando viu sua roupa suja de sangue e sua mão encharcada de sangue – Espera... R-richard morreu? C-como?

– Ha... Agora sim este garoto vai ter o que merece... – Foi correndo em direção à Halles. Foi parado por Brund, que petrificou o General até a cintura – Há... Bela ideia Brund, mas isso não é o suficiente... – O General quebrou a pedra que estava envolvida em suas pernas e cintura apenas com uma movimentação de suas pernas, acertando um soco certeiro no rosto de Brund, fazendo-o desmaiar.

– BRUND! – Halles foi correndo em direção ao General – Você é um grande arrom...

– Ei! Ninguém te ensinou bons modos? – O General pegou uma barra de ferro e atirou contra Halles, derrubando-o.

– Ah... Você... Você vai pagar... – Falou enquanto carregava uma descarga elétrica de forma furtiva.

– Vou pagar pelo que? Você vai estar morto, seu pirralho! – Pegou Halles, que na hora soltou uma descarga elétrica forte o suficiente para matar um elefante, derrubando o General no chão, aparentando estar morto.



– Ah... Narta! Me ajuda aqui! – Irin implorou quando percebeu um grupo enorme de soldados indo para cima dela.

– Pronto, Cheguei, não precisa mais chorar! – Narta brincou com Irin, vendo a outra rir. Parou de rir quando olhou para o lado desesperada – CAIDE, CUIDADO!

– O que? – Caide olhou para trás e viu uma granada indo em sua direção – Merd...



– Garbian, preciso que você lance uma esfera sua combinada com a minha! – Keyllis falou para Garbian, vendo-a fazer um balanço positivo de cabeça – Um, dois, três... AGORA! – Lançaram uma bola de energia com o tamanho de uma caminhonete, o suficiente para destruir uma casa pequena.



– Paleis, precisa de ajuda aí? – Maths chegou atrás de Paleis, conjurando uma lança e uma foice, gostava de chamar a foice de Foice da Punição, pelas incontáveis mortes já causada por ela durante as guerras em AsmoLand.

– Até que está tudo ocorrendo bem... As armas dos humanos são fortes e rápidas, mas não chegam nem as pés das que eu e o exército de atiradores asmodianos usamos... – Puxou suas duas Pistolas do Chaos, atirando com as duas ao mesmo tempo, fazendo as duas balas se chocarem e causarem uma explosão relativamente grande, matando vários dos soldados inimigos – Bingo.

– Caide, você está bem?! – Narta e Irin correram em direção a Caide no momento que a granada estourou.

– Ah... Pera... E-EU NÃO SINTO MINHA P-PERNA ESQUERDA! – Olhou de forma desesperada para ver suas duas pernas. Caide havia perdido uma de suas pernas na explosão.

– Fica calmo! Irin, você consegue congelar a água, certo? – viu a Irin balançar a cabeça positivamente – Certo, coloque água no local onde está sem a perna e congele... O sangue vai secar rápido ali... – Soltou um suspiro pesado – Provavelmente sua perna irá cair porque seu sangue será conhelado, mas a gente consegue arranjar uma prótese para você... Fica tranquilo... Não se desespere...



– Então, acho que dessa vez o General morreu... – Halles falou para Gust, observando a cara de assustado dele – Ele tá atrás de mim né?

– S-Sim... Ele tá vindo... E aparentemente tá bravo... Muito Bravo... – Gust entrou em posição de combate.

– Puta que pariu! Sabe o que é morrer? – Preparou outra descarga elétrica, quando foi parado novamente pelo dispositivo do General.

– Vocês que vão saber o que é morrer... – Armou um soco, o mesmo soco que matou Richard, com destino à barriga de Halles. Halles fechou os olhos e ouviu um barulho de carne rasgando.

AsmoLand, 10 anos luz de distância do Planeta Terra

– Alguma notícia de Maths e Paleis? – o rei se levantou, indo à Edys para perguntar sobre o progresso da missão.

– Sim, vossa majestade... – Ajoelhou-se – Eles descobriram o paradeiro de sua filha, aparentemente está acontecendo uma guerra onde Keillys está... – Falou, se levantando.

– Ótimo, quando esta guerra acabar mandarei uma equipe de busca para ver se encontram algo interessante. – Aconchegou-se novamente em seu trono.


Notas Finais


Bom, foi isso. Eu não sei porque não postei antes, até porque eu já tinha ele pronto antes das férias hshshs, só não fiquei com vontade de postar. Mas espero que tenham gostado, e até o próximo (que já tá pronto também, só não sei quando postar)


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