História Estadia - Capítulo 8


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hashirama Senju, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju
Tags Anjo, Naruto, Romance, Sakura, Sasuke
Visualizações 21
Palavras 2.992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Hentai, Magia, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo para vocês, lindjas!

Capítulo 8 - No Control


Sakura

Jamais saberia a sensação de preguiça se não estivesse passado por um domingo. Acordei às 7:30 da manhã,  atordoada e confusa pela noite passada. Estivera com as garotas na festa e peguei carona com um desconhecido, pelo qual se chama Sasuke. Meio desconhecido, nomes são importantes aqui na Terra. Acordei com um gosto ruim na boca, provavelmente efeito da pequena quantidade de álcool que ingeri da noite passada, e de imediato me lembrei de Tenten. Espreguicei-me e levantei da cama confortável envolta por travesseiros de todos os tamanhos. Calcei minhas pantufas e fui ao banheiro fazer minha higiene pessoal, terminando vesti uma calça de moletom e uma regata simples. Quando saí do meu quarto, notei uma casa totalmente silenciosa e quieta, ao contrário dos dias da semana, onde o som das vozes das meninas na cozinha ressoava na casa.

Desci as escadas e descobri uma casa totalmente vazia, então fui na cozinha e peguei um copo de água e subi novamente. As meninas estavam todas em seus devidos quartos, não sabia qual a hora que elas tinham chegado, mas elas nem ao menos tinham tirado a roupa da festa para dormir. Não queria atrapalhar o sono de nenhuma, então voltei ao meu quarto e sentei na cama, sentindo tédio de imediato. Arrumei minha cama, dobrei os lençóis e os guardei, mas sentia-me inquieta. Resolvi que iria caminhar, o Central Park era gigante o suficiente para que as minhas energias fossem esgotadas com uma corrida, e a essa hora supus que não iria ter muita gente.

Calcei meu tênis de corrida, mas não troquei de calça, pois poderia colocar meu celular no bolso, e só coloquei um moletom com capuz, porque apesar de não estar chovendo, o clima estava frio. Desci as escadas apressada e peguei apenas uma maçã na cozinha e saí de casa.

Chegando no Central Park, como eu havia previsto, não tinha muita gente, provavelmente não queriam perder uma manhã de domingo fria fora de suas camas. Caminhando, podia sentir o cheio da grama úmida e o cantar preguiçoso dos pássaros. Estava começando a correr quando avistei há uns 100 metros uma pessoa borrada, mas depois de alguns passos percebi que era ele. “Ah não”. Diminui o passo e rodei ao redor de mim mesma para seguir no mesmo percurso de tinha percorrido até agora. Continuei a correr, mas foi em vão, porque mais ou menos um minuto depois eu ouvi a sua voz.

- Então, essa é sua maneira de dar bom dia? Ignorando os outros? – Ele falava cheio de si, com os olhos focados para o horizonte.

- Bom dia, Sasuke. – Eu disse agora trotando mais lentamente.

- Então, você ontem saiu apressada da pista de dança. Estava querendo me ignorar ou posso deduzir que não estava gostando da minha companhia?

Ele estava certo. Eu havia recuado de maneira mal educada à sua companhia, mas não queria admitir aquilo. Não queria admitir que o achava, de certa forma, “errado”, mas não queria também admitir para mim mesma que estava de modo frustrante tentando ignorar o que começara a parecer irresistível.

- Não é nada disso. – Menti, observando seus orbes negros. – Apenas senti um enjoo e preferi ir para casa.

- Ah, então isso significa que você está me devendo. – Ele sorriu devolvendo o olhar.

- Eu não acho que seja bem assim. – Eu disse olhando para frente, tentando ignorar seus olhos que agora me fitavam.

- Não que eu vá forçar você a fazer nada, mas acho que você deveria jantar comigo hoje à noite. – Ele disse diminuindo o passo afim de que eu parasse para ouvi-lo. – Então, jantar hoje?

Eu não queria que aquilo e transformasse em algo como um laço para Sasuke, mas me sentia culpada pelo que fiz com ele na noite anterior. Dizer sim significaria entrar mais em seu mundo e em sua intimidade, conversar e trocar ideias de assuntos dos quais, talvez, eu não estivesse pronta. Mas dizer não seria não cumprir 10% do meu dever na Terra, que se devia a uma simples conversa para mudar um pouco os ideais humanos.

- Tudo bem. – Eu disse parando de vez, pegando no meu nariz que estava gelado devido ao clima- Pode ser.

- Ótimo! Então, passo na sua casa às 21? – Ele disse passando a mão no cabelo preto e liso, que aliás, era lindo.

- Te vejo às 21! – Eu disse, já começando a correr novamente, mas dessa vez ele não me seguiu.

Continuei seguindo minha corrida, olhei a tela do celular e já podia ver os números marcando 9:05 da manhã. Já haviam mais pessoas caminhando a essa hora, e eu podia perceber finos raios de sol transpassando as pesadas nuvens. Antes que eu resolvesse ir novamente para casa, encontrei uma criança chorando na pista de corrida. Era uma garotinha loira e de olhos castanhos, e tinha na faixa dos 5 anos.

- Oi, posso saber porque você tá chorando? – Perguntei de joelhos na sua frente, e antes que eu pudesse perceber, ela estendeu seu joelho ferido para mim, sem dizer nada, apenas limpando as lágrimas com as costas das mãos. –Ops, isso deve estar doendo... Onde está sua mamãe?

Ela apontou para um jardim ali perto, e pude ver que sua mãe colhia pequenas rosas e colocava em uma cesta. Ela ainda não tinha me visto, então me aproximei mais da menina e pus minha mão ao redor de seu ferimento, e depois de alguns segundos, pude sentir o ferimento cicatrizar e finalmente curar. A garota me olhou perplexa, e antes que ela pudesse dizer alguma coisa, eu sorri para ela e continuei correndo. Já poderia imaginar ela empolgada contando a mãe que uma mulher tinha feito seu “dodói” se curar.

Quando cheguei em casa, vi que as meninas estavam sentadas nas poltronas e no sofá, na sala.

- Quem finalmente apareceu. – Disse Ino, bocejando e esticando o braços para cima, espreguiçando-se.

- Olha que finalmente acordou. – Gesticulei o dedo apontando para todas que estavam na sala. – Parece que vocês se divertiram bastante.

- Nem me fale. – Hinata disse, e seus olhos brilharam quando parecia que ela lembrava de alguma coisa.

- Aah, com essa cara, parece que aconteceram coisas boas, Hina. – Eu disse com um olhar acusador e brincalhão e momentaneamente ela sorriu tímida.

- Cara, eu nunca mais ponho uma gota de álcool na minha boca de novo. – Tentei estava esparramada em uma poltrona, com suas pernas levantadas, onde deveria estar sua cabeça.

- Olha, sinceramente eu também não colocaria se tivesse sentido o cheiro que estava no banheiro ontem a noite. – Eu disse indo em direção a cozinha, pegando outra maçã. – Mas, se eu fosse vocês, eu viria logo me ajudar a fazer o almoço, porque hoje à noite tenho compromisso.

- Hmm, esse compromisso seria com o cara da dança de ontem? – Temari havia mudado seu semblante, não parecia mais irritada comigo, e falava de modo brincalhão.

- O que? Não! – Menti novamente, pela segunda vez no dia, a olhando inclinada da porta da cozinha. – Konan me ligou e perguntou se eu poderia lhe ensinar um assunto da faculdade, e eu disse que sim.

- Então tá, né... – Temari sorriu e levantou de uma das poltronas, vindo em direção da cozinha. Antes que ela chegasse, ela parou e olhou para trás. – Meninas, cuidem em levantar suas bumbuns para me ajudar a fazer o almoço, porque eu não vou fazer sozinha.

Depois de alguma resistência todas levantaram e ajudaram a fazer o almoço. Enquanto almoçávamos, conversamos sobre a festa.

- Eu dancei com um menino muito legal, ele era loiro e tinha olhos azuis. – Hinata dizia sonhadora, e todas rimos com o jeito que ela falava.

- Bom, eu não posso criticar porque eu também me diverti dançando com um cara chamado Shikamaru. – Temari dizia enquanto mastigava um aspargo. – Aliás, como era o nome do seu, Hinata?

Ela tão repentinamente parou de mastigar e olhou para Temari com os olhos mais abertos que o normal.

- Eu não acredito... Oh Deus, eu esqueci de perguntar o nome dele. – Hinata dizia com vergonha, agora mexendo desanimada com o garfo o arroz em seu prato.

- Tudo bem, Hina, pelo menos você sabe que ele estuda com a gente, vai ter oportunidade de perguntar. –Eu disse, tentando animá-la.

- Mas agora conta você, Sakura, como foi dançar com aquele pedaço do céu? – Ino me olhava com irônia.

- Aposto que não tão bom quanto dançar com aquele ruivo que você se desvencilhou da minha mão para alcança-lo. – Desafiei ela, e nesse momento ela baixou os olhos e sorriu disfarçadamente.

- Bom, parece que só eu que não dancei com ninguém. – Tente dizia com indiferença.

- Se você não tivesse bebido todas as doses de bebida de uma vez, não teria passado mal e ido embora mais cedo. – Temari disse.

O almoço foi divertido e a tarde passou rapidamente. Chegou às 19 horas e eu não sabia o que colocar como roupa. Estava nervosa o suficiente para fazer minhas mãos transpirarem, e com raiva por não ter inventado uma desculpa para não sair com Sasuke. Mas agora não tinha o que fazer. Tomei um banho relaxante com água quente, e antes de colocar a roupa, passei uma maquiagem leve e um pouco de gloss labial. Busquei em meu guarda roupa algo que pudesse servir para sair, e encontrei um vestidinho rodado azul claro com bordados de rosa vermelhas. Calcei uma bota preta de cano curto e dei leves borrifadas do meu perfume favorito.

Exatamente às 21 horas, Sasuke buzinou em frente a nossa casa, e eu saí apressada antes que alguma das meninas fossem bisbilhotar pela porta. Ele estava do lado de fora do carro, encostado na porta fechado do passageiro. Estava usando uma calça cáqui elegante, uma camisa maior que o suéter cinza, um tênis social  e um boné de beisebol.

- La bela. – Disse Sasuke com sotaque.

- Obrigada. – Eu disse com um sorriso tímido enquanto ela abria a porta para mim.

Ele deu a volta e ligou o carro, dando partida. Sasuke andava apressado, o que me deixava apreensiva. O percurso demorou em média 20 minutos, e foi todo silencioso até chegarmos, ao que eu deduzi, a uma rua do Greenwich Village, e paramos em frente a uma casa majestosa e moderna. Dessa vez não esperei ele abrir minha porta, e quando pus meus pés asfalto, pude contemplar mais a faixada da casa moderna.

- Então seu plano era me trazer a sua casa? – Eu disse batendo levemente a frente do meu pé no chão.

- Bom, eu posso te deixar em casa agora, mas você ainda estaria me devendo uma saída. – Ele disse, com seu estúpido sorriso de canto.

- Ok, vamos lá. – Eu disse

Entramos em sua casa, que era silenciosa e fria como um museu. Ela me guiou até uma cozinha trabalhada no inox, mesa e armários, tudo meticulosamente em seu lugar. “Ok, ele é organizado”.

- Tem um problema. – Ele disse me olhando. – Eu não sei cozinhar. – Ele me olhou com deboche.

- Tudo bem . – Eu disse sem transparecer nervosismo. – Eu te ajudarei.

- Ok, eu faço a salada e você pode fazer, sei lá, alguma carne. – Ele disse, abrindo a geladeira pegando verduras e legumes em uma gaveta.

Fiz o que pude e sabia fazer com uma carne que nem ao menos sabia o que era. Mas incrementei com cogumelos e queijo provolone, o cheiro pelo menos estava bom. Olhava Sasuke de canto e reparei que ele era versátil com a faca, e nesse momento algo me incomodou.

- Onde fica o banheiro, Sasuke? – Ele me olhou e apontou com a faca em direção a uma porta escura na sala.

 

Sai em passos apresados e me tranquei no banheiro. Eu não estava sabendo lidar com minha irresponsabilidade. Estava na casa de um, praticamente, desconhecido, e ele tinha uma faca, e estava a menos de 40 metros de mim, com ela. Tentei fazer minha respiração voltar ao compasso normal, e assim meu batimento acelerado foi ficando melhor, e eu, menos nervosa. Me olhei no espelho grande do banheiro e disse a mim mesma “ Okay, vai dar certo’. Sai do banheiro e segui em direção a cozinha novamente. Quando cheguei, Sasuke cortava outro legume, mas mudara de faca, para uma maior e mais afiada.

- Aí está... Pensei que tivesse com algum problema. -  Ele parou de cortar e ficou me encarando, com a faca na mão.

- Larga essa faca. – Eu disse, me afastando um passo.

- Eu não vou te machucar, Sakura. -  Ele disse, soltando a faca lentamente em cima da pia onde cortava os legumes.

- Isso é tranquilizante. – Eu disse, indo em direção ao fogão e mexendo a carne.

- Venha cá. – Ele disse se aproximando de mim. – Vou te ensinar a fazer carne. – Ele pegou na minha mão e começou a manuseá-la de forma diferente ao qual eu estava fazendo.

- Pensei que não soubesse cozinhar. – Eu disse, não recuando de seu toque.

- Sei algumas poucas coisas. -  Ele disse, se afastando e se escorando no balcão. Pude sentir seus olhos me estudando, de cima para baixo, e um leve sorriso se formando em seus lábios. – Cozinhar não é algo que se aprende, é herdado. Você herdou a quem?

Nesse momento fiquei nervosa

- Bom, minha mãe me ensinou algumas coisas. – Menti. Era a terceira vez hoje.

- Bom, então pelo cheiro acho que já está pronto. -  Ele pegou dois pratos e talheres em uma gaveta no balcão da pia e os organizou na mesa. – Está pronta?

 

Durante o jantar conversamos sobre algumas coisas da faculdade, e Sasuke parecia ligeiramente interessado demais na minha origem. Dei respostas curtas para suas perguntas, mas ele não demonstrava desconforto com isso. Parecia sempre frio e calmo ao máximo. Após o jantar ele disse “Você lava, eu seco”, disse se esticando preguiçosamente para pegar um pano para secar a louça.

- Eu tenho uma pergunta para fazer. – Soltei a frase diretamente. – Começando hoje no Central Park, você estava me seguindo?

Eu dissipei. Sasuke se inclinou preguiçosamente contra a bancada. Seu cabelo negro saia do seu boné de beisebol. Um sorriso apareceu em seu rosto. Meus pensamentos voaram para longe e um novo se formou em minha mente.

Eu quero beijá-lo. Agora.

- O que? – Sasuke disse, arqueando as sobrancelhas.

- Han, nada, nada mesmo. Eu lavo e você seca. – Eu disse, me voltando para a pia.

Eu não fazia a mínima ideia do que deu em mim, mas eu estava sentindo uma coisa que nunca sentira antes. Pensar desse jeito em Sasuke era estritamente errado, e eu sabia disso, mas não estava sabendo lidar.

Não demorou muito, e terminamos a louça, e eu percebi que estávamos imprensados, comprimidos no estreito espaço entre a pia e o balcão central. Sasuke se deslocou para pegar o pano, e nossos corpos se tocaram, me causando um leve arrepio. Nenhum de nós moveu um músculo, sem querer quebrar a fina ligação.

Eu recuei primeiro.

- Assustada, anjo?- Ele murmurou.

- Eu não tenho medo de você...- Eu disse, meu pulso subindo um degrau.

- Não?

- Talvez eu só tenha medo de... – Nesse momento me repreendi, e soube que era tarde demais para voltar atrás com minhas palavras.

- Gostar de mim? – Ele completou a frase.

- Sim. – Soltei sem nenhum escrúpulo, e já havia confessado. – Quer dizer, não, eu quis dizer não. – Me afastei e agarrei a bancada atrás de mim para me apoiar. – Mas ao mesmo tempo sinto uma atração assustadora por você.

Sasuke veio em minha direção, e senti suas mãos pousarem na minha cintura e de repente ele me levantou e me colocou em cima da bancada. Meu rosto estava na altura do dele, e suas mãos pousaram ao lado dos meus quadris.

- Tire seu boné. – As palavras saiam altomaticamente.

Ele deslizou o boné, colocando a aba para trás. Eu me movi para a beirada da bancada, ficando muito próxima dele. Podia sentir seu calor, e minhas pernas balançavam ao seu redor. Uma voz gritava para que eu parasse com aquilo. Ele se inclinou para mais perto, e o cheiro dele, que era de terra úmida, me inundou.

- Eu deveria ir embora...- Disse, extasiada.

- Não, eu quem deveria ir embora... Pra cá. – Ele disse, beijando meu ombro. – E para cá. – Disse, subindo seus beijos para meu pescoço.

Eu não conseguia pensar direito, e a boca de Sasuke sugando minha pele lentamente me fazia ficar formigando nas pernas. Principalmente nas pernas.

- Minhas pernas estão formigando. – Eu sussurrei, sem controle.

- Eu posso dar um jeito nisso.

E então sua boca encostou na minha. Senti uma leve pressão, e Sasuke estava pedindo permissão para me beijar. Abri a boca, deixado que ele me invadisse com sua língua quente.

Seu beijo era calmo, porém nada sutil, e suas mãos apertavam-se ao redor do meu quadril, e o pouco espaço que restava entre nós foi preenchido quando Sasuke me puxou mais para perto, e pude sentir seu membro, dentro de sua calça. Estava praticamente derretida em seus beijos e suas mãos, então coloquei minhas pernas ao redor do seu quadril, e ele rapidamente me puxou, sustentando-me com suas mãos nas minhas coxas. Ele me guiou até o sofá da sala e sentou-se, eu por cima dele. Suas mãos apertavam minha bunda, e eu dava leves gemidos sentindo seu membro e enquanto ele chupava meu lábio superior.

- Sasuke... – Eu sussurrei em seu ouvido enquanto ele beijava meu pescoço, e espalhava leves chupões por toda a extensão dele.

- Shhh... -  Ele apenas disse.

De repente, meu celular toca no meu bolso, e eu tenho um susto. Levanto-me rapidamente, desnorteada, e sentindo minha pele queimar, principalmente minha intimidade. Vejo a tela e o nome de Ino pisca.

- Oi, Ino. – Eu disse, tentando ao máximo recuperar minha voz.

- Sakura, é urgente! – Ino disse com uma voz desesperada. 


Notas Finais


É isso, galeris! Espero realmente que tenham gostado! Deixem seus comentários, se sim, isso me anima bastante! Beijos e até a próxima.


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