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História Estamos fechados - Peter Parker e Eddie Brock. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Espero que gostem.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Estamos fechados - Peter Parker e Eddie Brock. - Capítulo 1 - Capítulo Único

A fome o acordou de madrugada. O homem estava apenas querendo dormir após um longo e cansativo dia de trabalho.

Porém, o que faria? Sairia em busca de um delicioso “aperitivo”.

Brock olhou o relógio. Eram uma e meia da manhã. As ruas deveriam estar quase desertas á uma hora dessas. Mas não custava nada se arriscar. Pegou o capacete, soltando um longo bocejo.

O jornalista abriu a porta, sendo saudado pelo frio da madrugada. A rua estava vazia, apenas os postes a iluminando. Nenhum som era ouvido e aquilo causou arrepios em Eddie. Ele se sentiu em um filme de terror.

Edward subiu na moto e dirigiu o mais rápido que conseguiu e que seu cérebro meio adormecido permitiu. A maioria das casas estava escura. Pouquíssimas pessoas ocupavam lugares em bares abertos.

Eddie diminuiu a velocidade da moto. Estava falando e foi aí que notou o cheiro de torta de pêssego. O cheiro era fresco e parecia vir de uma pequena doceria.

O Brock estacionou a moto, tirando o capacete e andou até o local que estava quase deserto. No local, havia apenas um menino que parecia ser muito jovem. Edward abriu a porta e um sininho tocou, fazendo o garoto atrás do balcão erguer a cabeça.

E assim que o menino encarou Edward, o homem pareceu ficar em choque. O moreno era lindo, tinha faces angelicais, pálidas e delicadas. Olhos castanhos e parecia ser bem frágil.

- Boa noite, senhor. – O garoto falou gentil e abriu um sorriso pequeno, mas doce.

Eddie não conseguiu responder, mas se sentia agitado, extasiado. O moreno ficou encarando o menino por muito tempo e viu que as bochechas dele adquiriram um tom forte de vermelho.

- Está tudo bem? – A voz do garoto pareceu despertar Edward de seus devaneios. O homem piscou devagar.

- Sim. Desculpe. É apenas o sono. – O coração do Brock estava batendo mais alto. – Ainda está servindo doces?

O garoto assentiu lentamente, parecendo achar graça no jeito do jornalista. E o Brock pareceu ficar ainda mais selvagem que antes. Ele queria aquele ser pequeno e magro mesmo que o tivesse visto apenas uns segundos atrás.

- Sim. Tenho a torta de pêssego, uma torta de chocolate, bomba de creme, torta de maçã. – Os olhos do menino analisavam o rosto de Edward.

- Quero a de pêssego, por favor.

O menino assentiu e o Brock se sentou, olhando os movimentos do mais jovem. Havia algo encantador nele.

O atendente a se aproximou e o jornalista conseguiu ler seu nome em um pequeno crachá: Peter Parker. Precisava saber mais daquele garoto. Decidiu que ia conversar com ele como quem não queria nada.

- Trabalha o dia todo aqui? – O mais velho sorriu.

- Só durante o turno da noite. De madrugada não tem muito movimento. Só alguns bêbados passam por aqui.

- Não tem medo de ladrões, assassinos ou homens pervertidos?

Peter abriu um sorrisinho de canto, limpando uma das mesas. Eddie aproveitou para olhar discretamente o corpo dele.

- Não. Não tenho medo, por que sou bem grandinho e sei me cuidar.

- É mesmo? – Os olhos de Edward pararam no traseiro do menor. Era consideravelmente grande e parecia ser duro. O tipo preferido do Brock. – E se eu fosse algum tarado? Saberia disso?

- Não. Mas... Poderia te dar uma surra se tentasse me assediar. – Peter se inclinou mais para limpar a mesa, empinando o bendito traseiro abençoado.

Eddie sentiu uma ereção começar. Ele não “dava umazinha” fazia uns meses e tinha plena consciência de que precisava fazer sexo. Odiava ficar na seca e o Parker Rabudo parecia ser a oportunidade perfeita dele se satisfazer.

E Peter parecia ser virgem, o que deixou Eddie mais excitado.

- Posso garantir que sou uma pessoa do bem. Jornalista. Solteiro. Moro sozinho. E juro que não estou querendo te assediar. – Eddie ergueu as mãos.

Peter soltou uma gargalhada. O Parker já tinha notado que o homem estava tentando puxar assunto e paquerá-lo. Não era nenhum idiota, pois aos vinte anos, já havia tido algumas experiências aqui e ali, com um ou outro.

E aquele cara estranho não era nada feio. Pelo contrário... Ele chamou a atenção de Petey também. Mas, o garoto não gostava de entregar os pontos tão facilmente e queria que o mais velho ficasse curioso.

- Então, por que não me diz seu nome? – O garoto arqueou as sobrancelhas.

- Edward Brock, mas pode me chamar de Eddie.

Petey sorriu. Nome interessante, rosto bonito, jeito de quem tinha a pessoa que desejasse. O tipo que sabia bem até demais o que fazia na cama, que sabia usar as mãos, a boca e a língua em qualquer parte do corpo de outra pessoa.

- Pode me chamar de Petey. Quer dizer que é solteiro? – O menino se inclinou ainda mais na mesa, de propósito enquanto fingia tirar uma mancha bem difícil do tampo. – Com esse rostinho?

- Sim. Estou solteiro. E feliz por estar solteiro nesse momento, por que não é todos os dias que vejo um atendente tão bonito assim, sabe?

Peter segurou a risada. Aquilo era uma cantada bem estranha. O moreno se controlou, desviando o olhar do de Eddie, empinando o traseiro. Ele sabia que o homem estava olhando para aquela parte dele.

- Está tentando me conquistar usando uma cantada, Eddie?

- Eu? Acho que não sou desse tipo, mas se considera como uma cantada, tudo bem.

O Parker largou o pano e o produto de limpeza, limpando as mãos nos jeans e andou até a porta a trancando bem, virando a plaquinha de “ABERTO” para “FECHADO” e desligou as luzes vermelhas e que piscavam da fachada.

- Pois é essa impressão que tenho. Que quer me ganhar. – O menino passou a ponta da língua pelo lábio bem devagar, andando até o mais velho. – E sabe o que acho disso, senhor Brock?

O jornalista estava ficando mais excitado que antes, o pau doía dentro das calças de moletom. Por sorte, estava sem cueca, o que facilitaria muito aquele trabalho. Petey cheirava á canela.

- O que acha? – A voz de Edward saiu rouca.

- Acho muito, mas muito excitante. Gosto quando homens como você reconhecem minha beleza. – O menino mordeu o lábio devagar, se agachando, ficando de joelhos e levou a mão ao pau duro do maior.

Eddie gemeu, fechando os olhos. Peter sabia que aquela era sua deixa. O moreno sorriu malicioso, lambendo o membro do Brock por cima do tecido da calça devagar, o fazendo se arrepiar todo.

- Você gosta de doces, não é Eddie? Mas vai gostar mais de mim montado em seu pau.

Edward estava chocado com a ousadia daquele menino com cara de anjo, mas a personalidade de um depravado, mas não era um “chocado do tipo ruim” e sim do tipo “UAU!”. Ele gostava de garotos com atitude.

- Então manda ver, Petey.

O atendente riu e abaixou as calças do Brock. A cabeça molhada e inchada pulou para fora da peça primeiro, depois, o resto da extensão grande e grossa, cheia de veias saltadas. A cena fez a boca de Peter salivar.

O garoto abriu bem a boca e engoliu Edward de uma só vez, o levando para dentro de sua cavidade úmida, o recebendo até chegar á sua garganta. Ele engasgou um pouco, tossiu, mas agüentou.

- CACETE! – Eddie gritou de prazer, fechando os dedos nos fios de cabelo do menor, forçando os quadris para frente, penetrando ainda mais na boca do moreno, fazendo seus olhos lacrimejarem.

Petey passava a língua por toda a extensão do sexo duro de Eddie, o deixando bem úmido. Sua saliva escorria um pouco pelo canto de sua boca enquanto o Parker fazia movimentos de lambida e sucção com a língua e com os lábios, mamando em Edward de modo faminto.

- Caralho. – Eddie tombou a cabeça para trás. Aquele era o melhor boquete que estava recebendo em toda sua vida. Peter parecia uma putinha ajoelhada ali, o chupando como se chupasse um pirulito saboroso.

O Parker cravou as unhas curtas no joelho do mais velho, fazendo o oral nele como um profissional, gostando dos gemidos do maior. Eddie abriu os olhos, estocando na boca do jovem, vendo seu pau entrar e sair daquela cavidade.

Petey apertou as bolas do maior, as manipulando e passou a ponta da língua por sua glande, sentindo o sabor do pré-gozo. Se o atendente continuasse a fazer aquilo, o jornalista iria gozar no rosto dele e acabar cedo com toda a diversão.

Então, Eddie afastou o menino de modo gentil de si e o fez se erguer e virar de costas. Ia comê-lo ali mesmo, em cima da mesa redonda de madeira até que o garoto ficasse sem andar direito.

- Gostou do que fiz no senhor? – O sorriso de Petey era a mais pura tentação.

- Não faz ideia do quanto. E por ter sido um bom garoto para mim, irei retribuir o favor.

Eddie abaixou a calça e a cueca do menino, o deixando apenas de camisa. O traseiro exposto e pálido do menor era uma coisa de outro mundo. O homem ergueu a mão e meteu um tapa bem forte na bunda do jovem, produzindo um estalo alto.

Peter gemeu de dor e prazer. Sua pele estava ardendo onde fora acertada e começando a ficar vermelha. Aquilo com certeza iria deixar uma marca depois. Uma marca de dedos e era gostoso pensar naquilo.

- Você gosta disso, não é? De um cara te pegando. É uma putinha. – Edward tinha um sorriso malicioso. – Diga para mim que é uma putinha, Petey.

O Brock desferiu outro tapa forte na bunda do Parker, fazendo o corpo do menino se sacudir. O moreno gemeu mais alto, sua entrada estava molhada e piscando, necessitando de um pau.

- Eu sou uma putinha. – O menino disse sem nenhum pudor.

- Ótimo. Gosto quando me obedecem. – Eddie levou dois dedos aos lábios de Peter. – Agora chupe meus dedos. Quero metê-los nesse seu traseiro.

Petey lambeu os dedos do jornalista com vontade, fechando os olhos e emitindo gemidos baixos e bem eróticos. Ele realmente gostava de quando o domavam, o pegavam por trás e lhe davam ordens.

Eddie tirou os dedos da boca do Parker e os posicionou em sua entrada, os enfiando devagar dentro do moreno, o alargando, fazendo com que Peter empinasse mais a bunda, procurando ter mais contato com os dedos do maior.

O Brock tesourou a entrada de Peter com vontade por um bom tempo, fazendo o menino rebolar em seus dedos, gemendo e ficando ainda mais molhado que nunca e com o membro pulsando.

- Está pronto, putinha? – Eddie mordeu o lóbulo da orelha de Peter devagar e chupou.

- Sim. E não sou virgem, ok? Então, não precisa pegar leve.

Edward segurou o próprio membro e se encaixou em Peter, se afundando nele de modo quase completo, sentindo as paredes quentes do garoto apertarem seu pau com força. Ele gemeu alto. Petey era apertadinho mesmo.

O Brock começou a se mover dentro do menor, bombando nele de modo bruto e selvagem, sem dó e nem piedade, fazendo Peter gritar de prazer, rolando os olhos, retorcendo os dedos dos pés.

Eddie batia na bunda de Peter enquanto o fodia e o menino falava coisas incoerentes, sentindo seu corpo sacudir junto da mesa que rangia cada vez que o jornalista metia no garoto, aumentando a força e a velocidade.

Peter agarrou as bordas da mesa com força, sentindo sua bunda bater repetidas vezes contra a pélvis do Brock. O jornalista acertou a próstata do menor,o fazendo gritar, jorrando muito no chão enquanto atingia um orgasmo longo e delicioso, que o levou ao céu.

Edward continuou a estocar, porém, não demorou muito até que sentisse que seu orgasmo estava próximo também. Ele saiu de dentro de Petey devagar, fazendo o menino gemer em protesto.

- Ajoelha e abra a boca. – O Brock disse em tom autoritário e Peter o obedeceu sem questionar.

O garoto abriu a boca, colocando a língua para fora e Eddie se masturbou um pouco, gozando com força no rosto, nos lábios e na língua de Peter, que engoliu o sêmen do outro sem rodeios e depois limpou o rosto com os dedos, os chupando e lambeu os lábios.

O Parker se ergueu com a ajuda do Brock, pois suas penas ainda estavam bambas e ele sentia a entrada arder. Ele não conseguiria se sentar direito por um tempo após aquela trepada fenomenal que dera com o mais velho.

- Nada mal, não é? – O garoto abriu um sorriso e Eddie o puxou para mais perto de si.

- Não mesmo. Mas me esqueci de te dar uma coisinha.

- Mesmo? E o que seria essa “coisinha”?

Eddie beijou Peter de modo ardente, arrancando fôlego do menor, fazendo seus lábios ficarem inchados e vermelhos. Aquele beijo fez com que ambos ficassem ligados novamente e Eddie deitou Peter na mesa, de barriga para cima.

- Acha que vai fazer mal deixar aqui fechado por mais uma horinha? – O Brock riu.

- Não mesmo. Agora, menos papo e mais sexo, por favor.

Peter nem precisava repetir aquilo...



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