História Este amor é mais do que simplesmente resistente - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Palavras 889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 22 - Outra vez essa prof!


 Autora Narrando:


—Porque é mais excitante— ele disse provocador e bem sedutor

A azulada não entendera ainda assim o que o seu amante certamente queria dizer. Esta levantou os ombros e ignorou essa parte.

— hum, acho que vieste para...— ele não deixa a mais nova falar, apenas empurra ela na cama, ficando em cima dela. Ele sussurra em seu ouvido, com voz intimidadora.

— haha, já nem são necessárias palavras, já sabes o que quero.— A mestiça cora violentemente. Ele estava dizendo que ela era perversa indiretamente. 

A garota acariciou os lindos cabelos loiros e brilhantes dele.  

— Eu te conheço meu "desconhecido"! (N/a: depois dessa acho que vou mudar o nome da história)— os dois riem. Marinette beija os lábios do chat, que estava gostando do beijo, mas a mrinette se distanciou logo, deixando ele surpreso.

— hum, és tão malvada..—ele ri malicioso.— acho que... não foi boa ideia me provocares, pois eu sou vingativo— esta sorri de canto.

—  sinceramente, eu não quero saber agora. Estou mais interessada passarmos para a parte interessante.— sorri provocadora  pervertida.

Marinette pov's on:

— hehe, parece que alguém está mais excitado até que eu— começamos aos beijos.  Ele pede passagem de língua. Eu aceito. Cada beijo mais tenso que o outro. Cada pausa para respirar   era um inferno, pois os nossos lábios pareciam ser atraídos como se fossem imãs. Eu não sei quando, mas eu já estava na metade nua. Os meus peitos amostra. As nossas respirações ofegantes, e nossos corpos quentes. Eu desci a saia, mais ansiosa ainda para a parte mais divertida. Ele deixou a minha boca de lado e abocanhou o meu peito, porém por pouco tempo. Era notável que ele também estavas ansioso para a parte mais ansiosa, então ele meio que soltou ess parte, e sentou na cama. Olhei ele estranhando do seu ato.

— o que foi?— ele sorri de canto.

— Vamos meio  que dessa vez provar uma outra pose, hehe— ele ri sedutor. O que me fez ficar mais molhada.

Autora Narrando denovo pq sentiu falta de narrar:

— como assim?— ela não haverá percebido. Sim, apesar de tudo ela ainda era inocente em determinados temas e detalhes.

— senta no meu colo que já vai ver!— o loiro pisca o olho para ela, e está se aproxima, igual uma inocente. Inocente que vai obtendo vontades não adequados para uma mestiça bonita.

Então a garota ía se sentar, quando repara que o loiro agarrou no seu membro, e aparentemente ía empurrar ele nela. Ela engoliu em seco. Isto era novo para ela. Ela não se sentia ainda pronta para algo novo. Esta se sentia constrangida e medrosa.  Então a garota fexa fortemente os olhos, se preparando para sentir a dor. Sim, sentada doía, ela não sabia o quanto, mas sabia o certo. E o certo era que doía. O loiro não estava muito agradado ao ver a sua amante desse jeito é a questiona:

— o que tens Mari?— ela abre os olhos chocada, por ele ter percebido que tinha algo de errado.

— É-É que eu não sei se vai doer sentada....— ela disse tímida, evitando olhar para o rosto do mais velho.

— não te preocupes. O prazer vai tomar conta da dor logo logo.— ele sorri encorajador para a azulada, que parece ter se sentido significativamente mais confiante, e então se sentou. Sentou-se devagarosamente, com medo de se machucar, mas ao ver o rosto de prazer do Adrien, ela se sentiu responsabilizada em lhe dar mais prazer, então ignorou a sua dor, e respeitou bem mais o do Adrien.

—A-Ah... tão quentinha.....— a voz rouca do loiro a motivou mais ainda, e ela se movimentou para cima e para baixo.  Era suportável a dor,  então ela esqueceu da dor, após o prazer bater á porta. Gemidos baixos  misturados de dor e prazer, escapavam da boca da azulada. 

Ela se movimentava com cada vez ligeiramente mais rápido. Mais forte. Seus gemidos se tornaram mais audiosos,  pois o adrien não resistiu, e começou a estocar mais rápido. 

— Hah...mais rápido Adrieeen.....— a marinette queria poder gritar o nome do Adrien, mas isso não era apropriado, pois a professora podia estar a bisbelhorar denovo. O modelo não se segurava mais com aquela velocidade 'lenta', acelarou tanto, que seus gemidos não paravam mais de brotar no ar, de tanto prazer que era. Ele agarrou a cintura dela, e deu umas últimas estocadas, que eram fortes. O Adrien já nem cansado anuncia:

— eu já estou quase no meu limite, e você?—A azulada ainda precisava de algumas estocadas.

— E-Eu, eu ainda...nã-não— o Adrien diz pra si:

— nesse caso...— ele esticou rápido e forte, para ela e ele poderem gozar ao mesmo  tempo, o que funcionou super bem. A marinette, que estava sentada no colo do Adrien, deita exausta por cima do homem também exausto.

Suas respirações estavam ofegantes ainda. Pouca sabedoria eles tinham de que a professora estava vermelha e quase paralisada de tão constrangida que estava.

— imagina, agora a professora estava do outro lado da porta— disse o Adrien fazendo apenas uma graça. Ambos riram, e a marinette só zoando mesmo, pergunta á toa:

— Professora?—  eles riem, mas pouco esperavam receber uma resposta.

— S-SIM?— era perceptível pela voz da professora, que a mais velha estava morrendo de vergonha.

— DEVIA TER VERGONHA DE SER CUSCA!— Gritou a marinette de dentro do quarto. 

— eu só queria avisar que amanhã iríamos ao zoológico de Bronx!


 








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