História Estilhaça-me - Capítulo 42


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Categorias Justin Bieber, Shailene Woodley
Personagens Justin Bieber, Shailene Woodley
Tags Estilhaça-me, Fanfiction, Justin Bieber, Shailene Woodley
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Palavras 961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii! Voltei com mais um capítulo pra vocês <3

Capítulo 42 - Lugar misterioso.


— Aqui estamos, e é tarde da noite. Então, de acordo com meus cálculos, não devemos ter feito nada de errado.

Kenji entra no estacionamento. Estamos novamente no subsolo, em uma espécie de garagem complicada. Há um minuto estávamos sobre o solo, no minuto seguinte desaparecemos em uma vala. É quase impossível se localizar, muito menos avistar algo na escuridão.

Kenji estava dizendo a verdade sobre este esconderijo.

Estive ocupada nos últimos minutos tentando manter Justin acordado.

Seu corpo está lutando contra a exaustão, a perda de sangue, a fome, um milhão de pontos diferentes de dor. Sinto-me completamente impotente.

— Justin tem que ir direto para a ala médica. — anuncia Kenji.

— Eles têm uma ala médica? — meu coração está descendo de parapente na estação da primavera.

Kenji sorri.

— Este lugar tem tudo. Você vai pirar. — ele aperta um interruptor no teto. Uma luz fraca ilumina o velho sedã.

Kenji sai do carro.

— Espere aqui... Vou arranjar alguém para trazer uma maca.

— E quanto a Jaxon?

—Ah. —a boca de Kenji se contorce. — É... Hum... Ele vai ficar dormindo por muito mais tempo.

— O que você quer dizer...?

Ele limpa a garganta. Uma. Duas vezes. Alisa as rugas na camisa.

— Eu, hã... Posso ou não posso ter lhe dado algo para... Atenuar o sofrimento desta viagem.

— Você deu para um garoto de dez anos? Um comprimido para dormir? — estou com medo de quebrar-lhe o pescoço.

— Você preferia que ele estivesse acordado ao longo de tudo isso?

— Justin vai te matar.

Kenji olha para as pálpebras descaídas de Justin.

— Sim, bem, acho que tenho sorte por ele não ser capaz de me matar esta noite. — ele hesita. Entra rapidamente no carro para passar os dedos pelos cabelos de Jaxon. Sorri um pouco. — Este garoto é um santo. Estará perfeito pela manhã.

— Não acredito que você...

— Ei, ei... — ele levanta as mãos. — Confie em mim. Ele vai ficar bem... Só não queria que ele ficasse ainda mais traumatizado do que já estava. — ele encolhe os ombros. — Justin talvez concorde comigo.

— Vou matar você. — A voz de Justin é um resmungo suave.

Kenji ri.

— Força, irmão, ou vou pensar que você não quis realmente dizer isso.

Kenji desaparece.

Tomo conta de Justin, encorajo-o a permanecer acordado. Digo que ele está quase são e salvo. Toco meus lábios em sua testa. Estudo cada sombra, cada contorno, cada corte e escoriação de seu rosto. Seus músculos relaxam, suas feições perdem a tensão. Ele expira com um pouco mais de facilidade. Beijo-lhe o lábio superior. Beijo-lhe o lábio inferior. Beijo-lhe as bochechas. Beijo-lhe o nariz. Beijo-lhe o queixo.

Tudo acontece tão depressa depois disso.

Quatro pessoas correm em direção ao carro. Duas mais velhas que eu, duas mais velhas que as primeiras. Dois homens. Duas mulheres.

— Onde ele está? — pergunta a mulher mais velha. Eles estão olhando em volta, ansiosos. Pergunto-me se eles podem ver que estou olhando fixamente para eles.

Kenji abre a porta de Justin. Kenji não está mais sorrindo. Na verdade, ele parece... Diferente. Mais forte. Mais rápido. Maior, até.

Ele está no controle.

Uma figura de autoridade. Estas pessoas o conhecem.

Justin é erguido em cima de uma maca e imediatamente avaliado.

Todos estão falando ao mesmo tempo. Alguma coisa sobre costelas quebradas. Alguma coisa sobre perda de sangue. Alguma coisa sobre vias aéreas e capacidade pulmonar e “o que aconteceu com seus pulsos?”. Alguma coisa sobre medir seu pulso e “há quanto ele está sangrando?”.

O rapaz jovem e a mulher olham em minha direção. Todos estão vestindo roupas estranhas.

Trajes estranhos.

Tudo branco com listras cinzentas ao lado. Fico me perguntando se é um uniforme médico.

Agora eles estão levando Justin embora.

— Esperem... — saio do carro. — Esperem! Eu vou com ele.

— Agora não. — Kenji me detém. Suaviza o tom de voz. — Você não pode ficar com ele durante tudo o que eles precisam fazer. Agora não.

— O que quer dizer? O que eles vão fazer com ele?

O mundo está entrando e saindo de foco, tons de cinza tremeluzindo como formas rebuscadas, movimentos interrompidos. Meu olhos estão lacrimejando e de repente nada faz sentido. De repente tudo está me confundindo. De repente minha cabeça é um pedaço de calçada e eu estou sendo pisoteada até a morte.

Não sei onde nós estamos. Não sei quem é Kenji.

Kenji era amigo de Justin. Justin o conhece. Justin. Meu Justin.

Justin, que está sendo levado de mim, e eu não posso ir com ele e eu quero ir com ele, mas eles não me deixam e eu não sei por quê...

— Eles vão ajudá-lo... Amber... Você precisa se concentrar. Você não pode perder o autocontrole agora. Sei que tem sido um dia louco... Mas preciso que você fique calma. — sua voz.

Tão firme. Repentinamente tão articulada.

— Quem é você? — estou começando a entrar em pânico.

Quero pegar Jaxon e fugir, mas não posso. Ele fez algo a Jaxon e, ainda que eu soubesse como despertá-lo, não posso tocá-lo. Queria poder arrancar minhas unhas neste momento.

— Quem...

Kenji suspira.

— Você está morrendo de fome. Está exausta. Está processando o choque um milhão de outras emoções neste instante. Seja sensata. Não vou machucá-lo. Você está a salvo agora. Justin está a salvo. Jaxon está a salvo.

— Quero ficar com ele... Quero ver o que vão fazer com ele...

— Não posso deixá-la fazer isso. Você não suportaria...

— O que você vai fazer comigo? Por que me trouxe aqui?

Meus olhos estão arregalados, atirando-se a um milhão de direções. Estou girando, encalhada no meio do oceano de minha própria imaginação. Não sei como nadar.

— O que você quer de mim?

Kenji baixa os olhos. Esfrega a testa. Enfia a mão no bolso.

— Realmente não queria ter de fazer isto.

Ele mostra uma seringa e eu acho que estou gritando.


Notas Finais


O QUE VCS ACHAM???? KENJI ARMOU PRA ELES?


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