História Estou pensando em você (Dayrol) - Capítulo 2


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Categorias The Voice Brasil
Personagens Personagens Originais
Tags Caray, Carol, Day, Dayrol, Dreicon
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Palavras 2.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HEY, Boa leitura!!

Capítulo 2 - Aconteceu um imprevisto


De má vontade, Carol saí da cama arrastando o cobertor. 

Tudo bem que ainda era 15:00 da tarde, porém sua colega não poderia atrapalhar seu sono outra hora?

Ela agarra a maçaneta e abre a porta, dando de cara com sua parceira de dormitório.

- É... oi. – Sua colega de quarto, Mônica aparece – Eu vim pegar minhas coisas.

Carol da espaço para que a garota entrasse no local.

-  Quer ajuda? – Se ofereceu.

- Não, obrigada. – Disse, colocando a mochila na cama.

Logo a colega de quarto desocupou o lugar. Carol ficou meio receosa com isso. Sabia que a universidade era de qualidade, e logo traria uma "substituta" . Ela não se considerava confidente de Mônica mas tinha uma ótima convivência com ela, e não gostaria de trocar por uma duvidosa.

Mas o que poderia fazer?

Já que era ainda cedo, Carol opta por aceitar a ida a um barzinho com seu melhor amigo Joshua junto de Tori e Bruno. Me arrumei e como percebi que o clima de hoje estava fechado coloquei uma jaqueta jeans.  

A iluminação estava quase inexistente, apontando apenas para o palco que tinha. Onde havia um homem se apresentando. Foi só o tempo de Carol virar para pegar a bebida da mesa que seus amigos já tinham ido para longe, com certeza se pegando com alguém. Ela acaba revirando os olhos. Odiava quando eles faziam isso. Era raro, mas algumas das festas eles acabavam indo para se separar e sair sendo levado por a única sóbria da noite, que no caso por se sentir em obrigação, era ela.

Após um tempo apreciando encostada na parede a música acústica, a ruiva acaba por ser pega de surpresa.

- Oi, ga...gatinha – Escuta uma voz embaralhada no seu ouvido. O cara tinha o corpo colado ao dela. A mão do cara segurava um lado de sua cintura. Ele vira bruscamente o corpo dela. Que empurra o cara como pode. Já que estava bêbado, acaba cambaleando para trás. Porém logo ele se recompõe, agarrando a cintura da ruiva com mais vontade.

- Será que pode me soltar? – Carol fala irritada, tentando sair dos braços do cara. Que balançava com ela de um lado para o outro. Ele continua sorrir, abobado.

Ela começa a entrar em desespero, pois o cara agora a segurava firme; enquanto tentava roubar beijos dela a força.

- Não ouviu a garota? – Diz Bruno, irritado. Ela suspira aliviada.

Mesmo bêbado, com toda certeza o cara tinha percebido que a cara de Bruno não estava nada boa. Acaba que recuou; indo todo sorridente para outra direção.

Atordoada com a cena, Carol acaba indo em direção aos braços do amigo. Seu coração estava a mil de acelerado.

- Acho que é melhor voltarmos, certo? – Diz, cauteloso. – Eu te deixo na faculdade e volto para minha casa. Já deu por hoje.

A ruiva ainda em choque, assente.

Indo em direção a saída, acabam esbarrando em Josh e Tori; que surpreendentemente ainda estavam sem o efeito do álcool.

- Olha só até parecem um casal – Brincou Tori.

- Ah, claro – Joshua fala irônico – Até parece que ela curte a fruta. A que o Bruno come Caroline chupa até o caroço.

- Gente, não estamos em clima. – Admitiu Bruno - Vou deixar ela em casa.

- O que aconteceu? – Agora Tori que se pronúncia, analisando Carol quieta.

- Um cara tentou forçar a barra comigo – Disse Carol, um pouco alterada de chateação.

- Quem é o idiota? – Joshua pergunta. Extremamente irritado. – Se eu ver esse cara vou...

- Isso não importa no momento. – Tori interrompe. – Vamos logo voltar. Eu já queria ir mesmo, está quase serenando  – Sorriu fraco, olhando para o céu fechado.

***

Após se despedir de Bruno no carro, e dos amigos na universidade. Carol vai em direção ao dormitório, que infelizmente não era no mesmo lado que Joshua e Tori. Destrancou a porta e ligou a luz. Suspirou fundo analisando que agora poderia ter privacidade. Se trocou sem repulsa ali mesmo. Vestindo um moletom amarelo, aconchegante.

De repente começa a ouvir pingos de chuva. Para distrair a mente dos acontecimentos, pega seu violão apelidado carinhosamente de “Tóquio” para tocar. Ela agora escuta chuva tomar uma proporção maior, deixando um frio gostoso.

Optou por contatar 4 Da Manhã - Um44k. E assim fez, começou a dedilhar até chegar no ponta a pé inicial da canção.

- Eu vi que me mandou mensagem

E diz não ter saudade

Orgulho e vaidade

Senti que sentiu minha falta

Implora pela volta

E mesmo assim me solta

Ouvi que quer me ver de novo

Mas relação só dura

Quando ninguém do povo sabe

 

Carol mantinha os olhos fechados, tocando e sentindo a letra. A esse momento já havia criado uma conexão com a mensagem.

 

- E então fica ligada

Se bater saudade eu vou ligar de madrugada

Talvez não se importe se eu te manter acordada...

 

Ela escuta batidas desesperadas da porta, fazendo com que deixe o instrumento na cama para ir correndo.

Mas afinal, quem viria ao seu quarto essa hora?

Assim que atende dá de cara com uma Day com o cabelo e as roupas encharcadas de água. A morena molhava todo o piso de fora. De tanto frio estava se abraçando, tremendo.

- Oi... – Sorri meio sem jeito, ainda naquele estado. – Eu vim... – Acaba que o espirro interrompe a frase feita que fez desde o caminho.

- Acho melhor entrar, se não pode piorar – Diz a ruiva ao dar espaço, preocupada com a morena. Apesar disso ela fazia de tudo para não olhar na cara de Day, pois sabia que agora de perto poderia ser mais fatal.

Imagina quão louco e constrangedor seria se ocorresse essa atitude delas nesse exato momento?

- Desculpa – Espirra – Chegar a essa... – Novamente espirra – Hora. Eu ia vir aqui e trazer minha coisas só... – Dá um tempo pois sente coceira no nariz, que não dá em nada – Amanhã, mas aconteceu um imprevisto.

Ela olha para a garota que estava a encarando, encostada agora na porta do banheiro. Quando percebe o olhar atento, desvia.

- Então é minha colega de quarto? – A ruiva não se contem a encarar cara a cara.

- Sim. – Assente, se tremendo mais.

-  Vou pegar uma roupa para você – Diz após ficar com dó ainda da cena.

Ela vai até o guarda roupa, rapidamente pegando um moletom de Josh. Vê que tinha uma toalha não usada do quite da faculdade e acaba pegando também. E aí Carol se ligou, aquela era a primeira conversa entre elas. Não só isso... Agora seriam colega de quarto.

Isso tudo parece coisa de filme, ou melhor; de fanfic.

Ela se aproxima e sem nenhum timidez, passa a toalha envolta de Day. Que agarra o tecido. Ela estende também o moletom.

- Muito obrigado – Diz Dayane, sorrindo. – Foi muito gentil de sua parte.

Carol fica desorientada com os olhos da garota a frente, assim como Day. Isso provavelmente duraria muito se um trovão não acabasse por dar um susto na ruiva, que dá um pulo.

-  Puta que pariu – Diz com a mão no peito. Day não aguenta, acaba explodindo na gargalhada. – Cê tá rindo da minha desgraça, mesmo? – Perguntou a ruiva que falha ao fingir que esta irritada, pois também escapou uma risada.

- Não, claro que não – A morena recompõe a postura. Para logo depois voltar a gargalhar com a ruiva. – Ok, ok. Vou me trocar no banheiro. E... obrigado de novo.

- Não há de que – Carol da de ombros.

Ela vai em direção ao banheiro e para alivio toma um banho demorado e quente. Por enquanto que suas peças intimas iam secando ela aproveita e se olha no espelho, suspirando fundo. Se tinha uma certeza no momento era que Dani tinha a magoado muito, não só isso como de brinde a humilhou.

- Dani, por favor, está começando a chover. – Bato na porta principal que dá acesso aos quartos.

Eu ainda não estou acreditando no que ela está fazendo...

Como carambas aquela garota conseguiu aquela chave?

- Você merece isso. – Fala do outro lado.

Olhei para o céu. Observando pingos começarem a cair. Voltei a encarar a porta, ainda batendo.

Por favor, que alguém acorde.

Suplico.

- Mas eu só saí do quarto – Tento me justificar, de modo passivo - E tínhamos terminado.

- Tínhamos ? Então quer voltar? – Falou em tom de deboche.

Céus aquilo tudo é uma loucura.

A chuva começa a ganhar forma, caindo mais. Acabo me irritando, por estar me molhando. E o que ela me disse só está dificultando ter paciência.

- Claro que não. – Digo ao dar uma batida mais forte na porta, esperando que alguém acorde - Você que vacilou comigo e não eu. Não tem o direito de trancar a merda da porta principal do dormitório. – Já faz um tempo que ficou em silêncio. Isso só significava que... Ah, não - Dani?

Ela não estava mais lá.

Day sai do banheiro apenas com a parte de baixo mais o enorme moletom, que cobria sua cocha. Ela se senta na cama e se cobre com um edredom que tinha na ponta da cama. O que a faz sorrir, pois sabia que a menina de cabelos ruivos que havia se preocupado em fazer. Ela olha para a cama a frente, dando de cara com a ruiva dormindo como anjinho. Mas de repente o celular dela toca, a fazendo levar um susto.

- Porra, o que quer Joshua? – Pergunta com cara de brava, por terem interrompido com o sono. A ruiva não sabia mas Day acabou por admirar a cena. Mesmo amassada Carol continuava com o semblante mais fofo do mundo. – Não escutei gritos nenhum. Fora que está no lado oposto – Ela da uma pausa, por seu amigo provavelmente estar falando – Cara isso foi só um sonho. Vai dormir – Não espera resposta, desligando na cara.

Irritada, meche no lençol para ajeitar. E quando olha para frente da de cara com Dayane a observando.

- Você anda sempre por aqui? – Day fala para aliviar a tensão, dando um sorriso fraco.

- Esse é seu melhor? – Pergunta Carol, após ter gargalhado.

- As minhas melhores exigem ser arrancadas – Fala mais descontraída.

- Não vejo a hora de esperar para ver. Não só isso – Brincou Carol de volta, dando uma piscadela um pouco maliciosa.

- Uou. Direta sempre? – Pergunta.

- Pode ter certeza. – Diz, agora ajeitando sua postura para que deitasse.

- Já que responde na lata, merece saber uma verdade –  Carol vê que a maior cruza os braços. – Eu vim aqui por dois motivos.

- E quais são? – Por pura curiosidade a ruiva senta na cama, para olhar no rosto da outra.

- Um, para entender o motivo de nos olharmos tanto. – A ruiva acaba abrindo a boca, chocada.

Então ela não era a única que percebia isso?

- E a outra? – Carol tenta contornar a situação. – Ela tem haver com sua ida repentina para cá?

- Exato – Acaba por sorrir sem graça -  Foi por causa da minha... – Ela sentiu receio de continuar a falar.

 E se a garota fosse preconceituosa e não soubesse?

- Sua ex-namorada – Completou. – Continue... – Emborca para frente, querendo demostrar que está sobre total atenção. Sustentou o rosto com um mão fechada no queixo, enquanto se mantinha apoiada pelo cotovelo no colchão.

Day suspira aliviada. Nem todos lidavam com isso tão bem quanto a baixinha a sua frente.

- Acho que não vai querer saber.

- Se não for invadir sua privacidade. – Passa a mão nos cachos - Tudo bem por mim.

- Minha ex- namorada, uma pessoa que talvez não tenha visto. Enfim... Ela conseguiu arranjar um jeito de trancar a porta que da acesso aos dormitórios aí fiquei do lado de fora batendo enquanto ela dizia que eu não ia entrar para - Ela espirra novamente – Aprender.

- E o que Dani achou que precisava “aprender” – Franziu o cenho ao ver que ela sabia o nome dela. Percebendo a  expressão de Day ela da uma risada curta – Eu sei que não nos falávamos mas como você mesma disse... Sempre observamos uma  a outra e apesar de não te conhecer a única coisa que eu sei de Day é isso. Todos espalham sobre relacionamentos alheios.

A morena assente.

 - Mudei de quarto por causa de nossas idas e voltas. – Disse, dando um suspiro exasperada, com histórias por trás.

- Bem... – Carol volta a se empacotar. – Boa noite, vou dormir. – Fecha os olhos.

- Carol – Day chama.

- Oi? – Perguntou, abrindo os olhos para encarar a maior.

-  Só por curiosidade... Você tem quanto de altura? – Brincou.

- Ah, cala a boca Dayane – Respondeu rindo. Jogou o travesseiro na direção da outra, que pega sem dificuldades; caindo em gaitada juntamente. –  Você é bem engraçadinha né?  - Perguntou ao observar Day ainda rindo.

- Toma aí – Devolve o objeto,  após a crise de risos parar – Boa noite.


Notas Finais


( SEM REVISÃO )
~Então desculpem pelos erros ;-;


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