História Estou pensando em você (Dayrol) - Capítulo 3


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Categorias The Voice Brasil
Personagens Personagens Originais
Tags Caray, Carol, Day, Dayrol, Dreicon
Visualizações 772
Palavras 1.370
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hi galeraaa mais um capítulo.

Capítulo 3 - Bandos de pervertidos.


Já fazia uma semana desde a interação entre as meninas. E estranhamente Day percebe que Carol se distanciou. Agora já era mais uma noite. A ruiva batucava impaciente, pois apesar de tarde gostaria de dedilhar seu instrumento para descontar suas frustrações.

- É... Carol – Ela sai dos devaneios para olhar para Dayane, que estava coberta por um manto até a cintura. Com uma cara amassada, mostrando que tinha despertado  – Você tá bem? – Perguntou com voz rouca, meio receosa com a resposta da garota.

Apesar de tudo a menor ainda continuava um mistério para a morena, principalmente esses últimos dias. Idas e vindas durante a noite e madrugada, e apesar de não fazer barulho Day sempre percebia seu estado após a volta.

- Não. – Sua voz quase não sai, de tão baixo - É por causa do barulho que tô fazendo, né?

- Sim, eu supôs que...

- Não tem problema – Sorri fraco – Só queria tocar violão, mas cê já ia dormir.

- Pode tocar, gosto da sua voz. Inclusive é minha favorita da faculdade – Admite.

-  Só se você cantar também. – Ela pega o instrumento e senta com a perna cruzada, dando espaço na cama – Aqui ó – da uma batidinha na cama.

- Nada disso. – Diz com voz preguiçosa.  Coloca a coberta até a cabeça. – Canta sozinha, já tô dormindo.

Faz um ronco falso.

- Nossa, Dayane –  Enquanto dedilhava no violão de modo aleatório. Fazendo uma espécie de base para música – Vou embora desse quarto -  Ela pare de tocar. Finge estar chateada. Day acredita no teatro, tirando o lençol da cara para ver a expressão da ruiva que agora tinha um sorriso nos lábios.

- Cê me enganou? – Perguntou, enquanto sentava na sua cama.

- Você fez isso primeiro. – Se defende. – Mas já é tarde, precisamos dormir – Carol deixa o violão de lado, para ir em direção ao banheiro. Quando volta da de cara com Dayane com a luz acessa, de óculos, com um caderninho.

- Se cê quiser pode ficar... – Cantarolou Day, enquanto mexia a cabeça no ritmo. – não tenha pressa de ir embora. – Para, balançando a cabeça negativamente; como quem não gostou. Após a careta, tratou de virar a página.

- Ué, continua – Incentiva a ruiva, ao observar a cena. Agora senta, voltando a fazer o toque sem nexo que costumava a fazer na semana.

 Acaba que ambas começam a fazer uma música, até perceberem o sol tomar conta do quarto.

- Meu Deus – Diz, Day ao observar a janela um pouco iluminada pelo sol – Já é manhã.

Carol sai do banheiro, enquanto coçava os olhos.

- Sono. – Murmurou irritada.

A morena acaba rindo com a cena. Não pelo jeito manhoso que via a ruiva falando. Mas sim com o rosto fofo da menor.

- Claro, você some e só voltou a noite.

Carol não responde, apenas suspira profundamente. Indo calada até o guarda roupa e pegando sua roupa para tomar banho.

***

Day observa de longe Carol com Josh, Tori, Victor e Nath. O casal estavam abraçados, enquanto escutavam Joshua cantando com Carol, que também estava tocando seu violão para a roda de amigos.

Ela volta a olhar para seus amigos. Dreicon fazia uma batida na mesa para Mariana, que cantava.

Sem saber como isso ocorreu, Day percebe que já estava em pé, ao lado da ruiva.

- Oi – Falou Carol, com um sorriso.

- É... oi – Falou coçando a nuca, meio sem jeito – Eu só...

- Veio trocar o Dreicon e a Mariana e nem chama? – Perguntou Anna, já se sentando na rodinha; enquanto o resto dos amigos se acomodavam também. - Cê vai ficar aí sentada admirando a Biazin?

Mariana dá um empurrão em Anna, enquanto todos começam a rir. Dayane se senta ao lado de Carol, revirando os olhos. Não demorou muito para todos entrarem em um clima descontraído.

- Alguém vai participar do festival? – Perguntou Victor. – Só pode músicas autorais.

- A Carol, falar nisso a gente tem que terminar o resto – Falou Day, ao virar o rosto em direção. Mesmo com poucas palavras a ruiva sabia que estava se referindo a música.

- Sentindo o cheiro aqui de coro – Brincou Anna.

- Será que não podem combinar de fazer suas indecências outra hora? – Sustenta a provocação Joshua.

- A claro – Disse Day irônica – Vocês já não passaram daquela fase de hormônios não?

- Não sei, mas shippo – Diz Nath, para começar o falatório sobre o possível nome para o relationship.

- Então casal... Como é dividir o quarto. – Provocou Anna, para as duas.

- Era para terminar a música seus bandos de pervertidos. – Day defende.

- Ata – Day se levanta. – Se continuarem eu vou embora.

- Ah, mas não vai não – Se pronúncia a ruiva – Não vai me deixar sozinha,  se não te bato.

Fala com os braços cruzados e um bico, que faz a morena sorrir.

- Ok – Levanta os braços em rendimento, voltando a se sentar.

- Parecem um casal brigando – Diz Tori.

Após isso eles optam por fazer alguma coisa.

- Adedonha não – Carol logo recua, pois sabia que era péssima nesse jogo.

- Ué – Mariana franze o cenho.

- O que tem de talento na música não tem nesse jogo – Diz Nath. Arrancando algumas risadas.

- Bora em dupla, então  – Sugeriu Victor, já se aproximando da namorada.

- Eu faço com o Dreicon e a Mariana – Diz Anna.

- Eu com a Tori, claro – Josh fala, em tom obvio.

- Mas eu também sou uma decepção – Day faz um bico  triste.

- Ótimo, nenhuma atrapalha os outros – Brinca Dreicon, levando um empurrão de Dayane.

- Ok, mas e o papel e caneta? – Tori perguntou, fazendo a algazarra voltar de novo para saber quem iria ir trazer os materiais.

- Day, será que podemos conversar? – Todos ficam calados quando escutam a voz da ex-namorada da morena.

- Eu... – Tenta falar.

- Por favor, né Dayane? – Por incrível que pareça foi Mariana que disse.

- Ela não vai – Anna se pronúncia.

- Será que cês podem me deixar falar?

- Espero que você não faça besteira. Vamos no meu quarto, tem folha – Dreicon fala, enquanto limpa a calça da grama já saindo do local, juntamente dos outros.

- É sobre a gente – Fala ao tentar se aproximar, porém dessa vez a morena se incomoda com a tentativa e se afasta. – Eu sei que fiz besteira e me arrependo, mas...

Dayane interrompe.

- É fez, e não é a primeira vez. Quero dar um fim nisso – Diz com a maior seriedade possível - Não é só pelo relacionamento tóxico. Não vejo sentindo em dividir um colchão contigo por não sentir mais absolutamente nada por você.

- Fala sério, isso é só mais uma briga idiota. – Diz, com incredulidade em seu tom.

- Briga? Você me humilhou. – Fala o que estava entalado na garganta - Porra, você me deixou péssima. E sabe quem me ajudou desconfortável naquele dia? – Perguntou, logo apontando para a ruiva que pouco ligava para a discursão. – Sim, uma pessoa que eu nem conhecia.

Carol, diferente dos outros que partiram; pulsa nas cordas do violão distraída. Dani cruza os braços, pigarreando até chamar a atenção da garota.

- Que é – Pergunta Carol, sem se importar em estar sendo rude.

A ruiva não a conhecia de modo intimo e não fazia questão, principalmente após saber da situação que Day por ela.

- Não vai sair daqui não? – Dani fala sem rodeios.

- Não tem só aqui de espaço em uma universidade desse tamanho – Fala, sem dar muita importância; pois continuava tocando.

Dani bufa.

- Será que pode parar com essa birra idiota? – Suspende o inicio de um enorme desentendimento Dayane, em tom alterado. Ela estava farta – Quer saber? Já vou.

Dani puxa seu braço, impedindo.

- Não. Ela vai  – Aponta para Carol, que revira os olhos. – Temos que resolver isso.

Já sem paciência a ruiva levanta para ir, porém Day a puxa pela mão. Fazendo sentir o calor de uma sobre outra, em um encaixe tão bem feito que chegou a fazer estranhar a sensação. Simplesmente aconteceu tal impacto de ambas as partes.

- Ela fica. – Falou a morena firme.

- E por que?

- Você resolve isso depois a gente termina a letra – Carol resolve partir do local.


Notas Finais


Desculpem a demora.
(SEM REVISÃO, ENTÃO DESCULPEM TB PELOS ERROS)


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