História Dias de Um Passado Esquecido - Capítulo 31


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Castiel, Lysandre, Personagens Originais
Tags Castiel, Criminal, Dupla Personalidade, Máfia
Visualizações 13
Palavras 1.116
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 31 - Não estou Entendendo Nada!


Fanfic / Fanfiction Dias de Um Passado Esquecido - Capítulo 31 - Não estou Entendendo Nada!

 

19 de Abril - 12:45

Olhava o relógio a cada um minuto que se passava, estava desesperada para sair daquela sala de aula. Viver no mesmo ambiente que Castiel é drasticamente impossível! É como se você perdesse o fôlego e milhões de borboletas estivesse em sua barriga.

Eu e Castiel não estamos nada bem, para ser sincera, acho que a cada minuto que se passa o clima entre nós só piora, principalmente depois de eu ter saido de seu apartamento a menos de um mês. Mudei para um apartamento simples, um pouco longe das residências dos meus conhecidos. Não quero acabar tendo uma visita inesperada de meu avô, muito menos de Erick.

Após isso, Castiel pouco se importa comigo e vive de papinho com a Priscila. Apenas não a mato por que não quero sujar minhas mãos com "inocentes".

Falando sobre inocentes, ainda não me arrependo de nada do que disse a Castiel, continuo na máfia, e não sairei dela até aquele desgraçado ser eliminado. Eu odeio esse cara com todas as minhas forças! Até tentamos captura-lo após acharmos sua localização, mas foi apenas uma armadilha, na qual levei uma facada na barriga. Não sei se é esse é o motivo dos enjoos que ando sentindo que me fazem vomitar tudo que como frequentemente.

Acabei vacilando com isso em um dos roubos a uma grande mansão, a mando de meu avô. Corri pro banheiro no meio de um confronto contras os seguranças de lá, um dos deles quase tirou a máscara que cobria meu rosto, mas por sorte não conseguiu. Ao saber disso meu avô surtou e me deu várias e desnecessárias broncas.

O sinal bate anunciando o intervalo, levanto-me e saio da sala. De repente meu estômago embrulha e minha visão se embaça, saio correndo para o banheiro com as mãos na boca. Abri a primeira cabine e me joguei direto no vaso e coloquei tudo pra fora, vou a pia e lavo minha boca. Encaro meu reflexo no espelho, o mesmo estava todo embaçado, ou melhor, minha visão estava embaça. Sabendo que minha visão ainda estava turva coloco minhas mãos pelas paredes e vou me guiando, o salto que eu estava não ajudava em nada. 

Sinto meu corpo amolecer a cada passo que dava, ao sair pela porta do banheiro e dar direto no corredor cheio de alunos. Essa foi a única coisa que vi antes do meu campo de visão ficar escuro e meu corpo enfraquecer e perde totalmente os sentidos, antes que caísse no chão duas fortes mãos me seguraram pela cintura.

Maldita facada!

|Castiel|

- Mentira que você realmente fez isso! - Jorge fala totalmente impressionado com o que Priscila havia lhe dito.

- E quem disse que eu estou mentindo? Eu realmente pulei de avião! - Ela se vangloria.

Odeio pessoas que se vangloriam de tudo que fazem, mas não posso mentir que achei legal o que ela fez.

- Nossa, Castiel! Essa sim é uma boa mulher pra você, diferente da... - O encaro com um olhar assassino. Quem ele pensa que é pra falar da Ayuni?

Todos ficam em silêncio por longo a segundos, até nós percebemos que o refeitório estava praticamente vazio, poucas pessoas estavam lá. Ouvimos vários gritos que vindos de fora do mesmo, saímos correndo em direção ao local de onde vinham. Havia uma roda de pessoas formada ao redor de algo, abri caminho para ver o que estava se passando e ao chegar no meio meu mundo inteiro desabou...

Ayuni caída no chão com a cabeça nos joelhos de Mayu, de sua barriga saía um líquido vermelho, que manchava suas roupas e o chão. Sua linda pele pálida, tinha um o tom totalmente branco. Aquela cena me destruiu por completo, é como se a dor de ver o estado dela se multiplica-se em milhares. Eu não conseguia raciocinar direito, mas me aproximei. 

Lysandre, que estava junto a Mayu, pressionava um pano sobre o ferimento, impedindo o sangue de sair. Me aproximo deles, o platinado logo me vê pede ajuda com os olhos, seguro o pano e o mesmo se afasta saindo do local. Minutos depois, paramédicos chegam colocando e levam Ayu para ambulância, com certeza Lysandre ligou para emergência. Mayu os acompanha até a ambulância, junto de Lysandre e eu, infelizmente eles não permitiram que fossemos junto com eles, apenas Mayu que era irmã.

Eu não falei nada contra, mas peguei minha moto e fui para o hospital junto de Lysandre. No hospital, a moça da recepção não quis no dar nenhuma informação, gritei com ela várias e várias vezes, do mesmo modo ela não me respondia de forma alguma, apenas me mandava ir sentar, caso contrário, os seguranças me levariam para fora do maldito hospital. Juro que tentei me segurar, mas mesmo não sendo permitido andar pelo hospital, eu fui em direção as escadas e passei por vários andares procurando alguém que pude-se me dar informações. 

Encontro em um dos corredores Mayu, ela chorava encolhida em um dos cantos do local, a abraço e ela corresponde sem reclamar. Lysandre chega e eu me separo de Mayu lhe dando espaço para abraça-la. Depois de um tempo, suas lágrimas cessam e ela nos encara tristonha.

- O que aconteceu com Ayuni? - Pergunto me coçando de agonia.

- ... - Seu silêncio me incomoda. - Eu não sei exatamente... Quando estávamos na ambulância os paramédicos checaram os batimentos de minha irmã, mas ao vê-lo, ele ficaram assustados, percebi a mudança de temperamento deles, então resolvi pregunta se havia algo errado, eles me olharam por alguns segundos, mas não responderam... - Seus olhos estavam lagrimejando indicando que irá chorar novamente - Eu... eu prometi... a ela que iria... - Pronto, ela desabou no choro - cuidar dela... Sou uma péssima irmã! Me odeio pelo que está a se passar

Ele chorava sem parar, enquanto Lysandre a abraçava em forma de consolo. É melhor que eu me afaste deles, Lysandre com certeza é a melhor pessoa para acalmar Mayu, também eu preciso de espaço pra enfriar a cabeça e raciocinar melhor, afinal eu estou tão perplexo com a situação que estou pesando na alternativa de isso ser um pesadelo. Me afasto dos dois e vou para um corredor vazio, sento em um dos bancos e encaro o teto verde claro do hospital. 

Aquele ferimento na barriga dela... foi uma facada, tenho certeza, provavelmente se envolveu com algum bandido de novo, mas ainda não consigo me contentar com o fato dos paramédicos ficarem tão assustados com os batimentos de Ayu, isso de certa forma me trás sentimentos ruins e bons, não consigo explicar direito o que estou sentindo, eu apenas quero saber...

O que diabos está acontecendo?

Continua...


Notas Finais


As coisas estão ficando tensas por aqui...
Castiel, Lysandre e Mayu não estão entendendo nada v:


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