História Estranged - Capítulo 11


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Categorias Guns N' Roses, Liv Tyler
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Liv Tyler, Slash, Steven Adler
Tags Guns N' Roses
Visualizações 39
Palavras 1.817
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii gente! Hoje preciso dar alguns avisos. Bom, primeiro como vocês podem perceber, eu mudei a capa da fanfic. Quem fez essa capa foi a Limeigunner e eu ameiii muito! Ficou muito linda! <3
Segundo aviso é que eu to relendo os capítulos aqui da fanfic e mudando algumas coisas, consertando alguns erros, mas nada que mude a lógica da história.
E terceiro e último aviso é que eu amei escrever esse capítulo, e já é um dos meus favoritos hahaha não sei porque, mas gostei muito de escreve-lo, e espero que seja bom de ler também haha. Beijos e boa leitura!

Capítulo 11 - Rio De Janeiro


Fanfic / Fanfiction Estranged - Capítulo 11 - Rio De Janeiro

Liv POV

Eu e Alicia chegamos no aeroporto lindas, plenas, ricas e com os cabelos bem hidratados. Mentira, só chegamos atrasadas mesmo! Duff provavelmente nos mataria.

- Vamos amiga! – Alicia corria do meu lado, enquanto dois seguranças carregavam as nossas malas.

Depois de uns bons minutos de correria, conseguimos chegar na parte do aeroporto destinada aos vôos particulares e logo vimos o loiro acenando na porta do avião.

- Suas quengas, vocês estão atrasadas! – Ele gritava, chamando a atenção do aeroporto inteiro pra gente. Filho da puta!

- Duff cala boca! – Disse assim que terminamos de subir as escadas do avião. Alicia lhe roubou um beijo de tirar o fôlego. – Uauuu! Arrumem um quarto. – Ri e entrei no avião, sumindo da vista dos dois. O primeiro que eu encontrei procurando guloseimas em um dos compartimentos do avião foi Slash.

- Heyyyy! – Ele ficou feliz ao me ver. Achei fofo.

- Hey baby! – O abracei. – Onde estão os outros?

- Lá na frente... Segue andando reto. – Ele me orientou e eu assenti, logo encontrando Izzy e Steven sentados nas poltronas.

- Hey galera! – Me sentei ao lado de Izzy.

- Achei que não viesse. – Steven.

- Mas é lógico que eu não perderia isso por nada. – Sorri maliciosa.

- Porque não foi com seu pai? – Izzy acendeu um cigarro. Sim, ele acendeu um cigarro dentro do avião. Aquilo era tão Izzy!

Revirei os olhos.

- Meu pai está no Chile. De lá vai direto pro Rio!

- Entendi. – Ele se limitou a dizer, dando um trago em seu cigarro. Steven colocou seus headphones e se deitou em duas poltronas atrás das nossas.

- Porque não partimos? – Perguntei animada.

- Axl ainda não chegou.

- Ahn.., Óbvio. – Revirei os olhos mais uma vez. Devia conhecer bem Axl pra saber que ele atrasaria pra caralho. – Erin vem junto? – Não sei se devia perguntar aquilo logo pra Izzy já que não queria deixar transparecer nada, mas a verdade é que eu estava super curiosa e não consegui evitar. Quando percebi, as palavras já tinham saído da minha boca.

- Claro. Isso te incomoda? – Izzy me encarou.

- Claro que não. – Gargalhei um pouco nervosa. – Espero que não seja um incomodo pra ela. – Sorri maliciosa.

- Isso eu não posso te garantir. – Ele riu.

Nesse momento meu olhar fixou em Axl. Ele havia chegado, e acompanhado de Erin que estava com cara de poucos amigos. Meu coração acelerou e desacelerou umas cento e cinqüenta vezes. Como era possível aquele babaca me deixar assim sem nem ao menos dizer uma palavra?

Axl não hesitou em me encarar fixamente, e aquilo já estava me deixando sem graça. Izzy me fitava de canto e Steven tinha parado de fazer barulho atrás de nós, provavelmente prestando atenção na cena, na expectativa de que Erin armasse um barraco. Dito e feito. Aquela garota era pirada!

- Axl, meu amor... – De repente ela se virou pra ele, com uma voz manhosa. – O que essa piranha está fazendo aqui?

- Piranha? – Perguntei com um fio de voz. Será que aquela vagabunda estava falando comigo? – Desculpa, acho que não entendi direito...

- Isso mesmo que você ouviu... Piranha, baixo nível, atriz de quinta... Sempre que eu disser esses nomes, estarei me referindo a você. – Ela cruzou os braços me desafiando.

- Garota, qual o seu problema comigo? – Me levantei bruscamente do meu assento. Izzy levantou junto, prevendo o pior.

- Nenhum. Eu só não quero que você pense que porque ganhou uma pontinha de participação no clipe do Guns, você tenha algum direito de estar aqui.

- Ela está aqui porque eu convidei. – Izzy. Olhei pra ele, surpresa com a sua atitude.

- Eu também convidei. – Steven.

- Eu fiz questão que ela viesse. – De repente Duff e Alicia surgiram atrás de Axl.

- Erin, para com isso! Você queria vir comigo, eu já te trouxe... O que mais você quer? – Axl bufou, puto e seguiu pra outro compartimento da aeronave. Erin correu atrás com uma cara de desesperada que dava pena.

- Obrigada. – Murmurei assim que os dois sumiram das nossas vistas.

- Que isso, Liv. Conta sempre com a gente. – Steven – o mais fofo – falou, me puxando para um abraço.

Quer saber de uma coisa? Quem lê tablóides e noticias de fofoca, tem uma imagem totalmente equivocada daqueles meninos. Eles realmente brigam muito, tem um ego gigante, se atrasam, vão ensaiar chapados, estão cada dia com uma mulher diferente, encerram os shows antes da hora... Mas eles eram nada mais, nada menos, que uma grande família. Uma grande e louca família. E naquele momento, eu me senti parte da família.

Um sorriso satisfeito repousou em meus lábios com aquela constatação. Olhei pra Izzy que também sorria pra mim. Eu tenho certeza de que aquela seria uma viagem inesquecível.

[...]

Depois de horas de viagem, tínhamos chegado finalmente ao Rio De Janeiro e aquele lugar era mesmo incrível como eu tinha visto nas fotos.

Eu, Duff, Alicia e Izzy, pegamos o mesmo táxi até o hotel. Tinha uma limousine nos esperando no aeroporto, mas preferimos fazer um breve tour pela cidade antes, afinal de contas, nenhum de nós 4 tínhamos vindo nenhuma vez ao Rio de Janeiro, então estávamos curiosos.

O motorista era bem simpático, e por um milagre, falava inglês. Ele nos levou nos pontos mais escolhidos para visitação. Disse que era fã do Guns e que fazia questão de ser nosso guia caso Izzy e Duff dessem um autógrafo com dedicatória para o filho dele. Duff, ao invés disso, resolveu fazer melhor: Foi até a casa do homem conhecer seu filho.

O menino quase caiu pra trás quando viu os dois rockstares na sua sala de estar. Foi um dia muito agradável.

Tiramos foto no cristo, andamos no pão de açúcar e até tomamos água de coco no calçadão de Ipanema que era cheio de músicos que tocavam por um trocado. Izzy ficou encantado com o “jeito” que eles tocavam violão.

- É bossa nova. – Eu expliquei pro moreno que estava boquiaberto com um cara tocando Vinicius de Morais.

- Eu adorei. – Izzy disse, deixando 100 dólares na caixinha do homem. Eu ri da sua contribuição exagerada.

Estava quase escurecendo quando o taxista nos deixou no maracanã. O festival começaria amanhã, porém nessa noite os meninos ficariam de fazer a primeira passagem de som junto com bandas como Aerosmith, Bom Jovi e Scorpions.

Sim, depois de meses eu finalmente veria meu pai e confesso que estava com até um pouquinho de frio na barriga, porém quando cheguei ele ainda não estava mais lá.

Quando chegamos ninguém do Guns havia chegado ainda. Duff e Izzy foram dar uma olhada nos instrumentos e conversar com alguns caras responsáveis pela produção do evento. Eu e Alicia nos sentamos no chão de frente pro palco, no local mesmo onde ficariam as milhares de pessoas que assistiriam o festival.

- O Izzy ta na sua. – Alicia comentou, ascendendo um cigarro. Estávamos só nos duas ali. – Mas você está na do Axl. – Revirou os olhos. – Você tem uma queda por vocalistas.

- Não estou na do Axl, porra nenhuma. – Bufei irritada, me levantando. Estava pronta pra sair dali quando algo me chamou atenção. Ou melhor: alguém.

Era Axl Rose, de carne e osso. Ele entrava no estádio, acompanhado de 4 seguranças e eventualmente dando um tchauzinho de longe pra alguns fãs que estavam ali. Ele vestida apenas um samba canção. What the fuck?

- Oh my God! O cara é perfeito! – Alicia também tinha notado. Voltei a me sentar do seu lado e rir.

- Ok, eu confesso, estou muito na dele... – Confessei com um fio de voz.

- Eu já sabia. – Ela riu, convencida.

- Mas ele vai ser pai. – Comentei, triste.

- Isso realmente é um problema. – Alicia suspirou. – Mas talvez ele e a Erin não dure muito. Duff comentou que eles vivem brigando agora.

- Duff, hein? – Mudei de assunto. – Quero saber de tudo, amiga! Você não me conta mais nada...

- Bom, a gente está se entendendo. – Ela se limitou a dizer. – Duff parece sem noção, mas te garanto que no fundo é um amor de pessoa. – Eu ri.

- Ok, eu acredito... Mas só se for bem no fundo mesmo. – Rimos. – Mas amiga, fico feliz por vocês. De verdade.

- Obrigada! – Ela me abraçou.

Ficamos ali por mais alguns minutos conversando, até que começou a passagem de som. E puta que pariu! Como aqueles caras conseguiam ser tão fodas em um simples ensaio? Juro que a cada música, eu ficava mais de queixo caído.

Nunca tinha visto eles cantando assim ao vivo. Aquela tinha sido a minha primeira vez. E quer saber? Eu lembro de tudo de forma exata. Como se tivesse acontecido hoje. Obrigada Guns N’ Roses por essas memórias.

 

Axl POV

Cheguei no ensaio com apenas meia hora de ensaio dessa vez.

- Até que enfim! – Slash já veio encher meu saco.

- Só meia hora. Vocês deviam me agradecer. – Ri com deboche.

- Vamos começar? – Duff se aproximou, me oferecendo um copo de vodka. Virei tudo de uma vez.

- Vamos.

Me posicionei no palco, na frente do microfone que ficava bem no centro e notei Liv e Alicia de longe, assistindo ao ensaio. Sorri pras duas. Liv fingiu que não era com ela. Ri da sua infantilidade.

- Onde está Erin? – Dianna passou por mim.

- No hotel. – Dianna apenas sorriu e foi se posicionar na parte de trás do palco, onde ficava com mais 3 backing vocals.

Alguns minutos depois estávamos prontos pra finalmente começar o ensaio e puta que pariu, que ensaio foda! Demos tudo de nós para impressionar Roberto Medina – o inventor do Rock In Rio – que estava na plateia.

Confesso que um pouco da performance perfeita também foi pra impressionar Liv e Alicia que também se demonstravam empolgadíssimas.

Eu rodopiava no palco e dançava até a última gota de suor produzida por meu corpo sair. Izzy acompanhava a melodia da minha voz, Slash não errava um riff, Steven tocou como há muito tempo não fazia e Duff deu um show de grave no baixo.

A sintonia de nós 5 no palco tinha ficado incrível dessa vez. Tão incrível que resolvemos tocar Civil War.

Era a primeira vez que aquela música seria tocada em público e foi mágico. Era uma letra ácida e por isso que eu a amava tanto. Cantar aquilo me deu um tesão fodido e transpareci isso no olhar, nos gestos e nos sorrisos que dei naquele palco. Tudo foi mágico, e no final eu estava esgotado, pra variar.

Quando a música acabou e iniciamos Paradise City, que era a última da setlist, Izzy esqueceu nossas diferenças e me abraçou.

- Você tá mandando demais hoje, cara. Obrigado. – Sorri e assenti.

Quando acabou a passagem, fui o primeiro a deixar o palco e entrar em meu camarim. Não demorou muito pra todos os caras me seguirem.


Notas Finais


E aí, gostaram do capítulo? No próximo já adianto que vocês conheceram o Sr. Steven Tyler! HAHA vou tentar postar hoje ainda! Mas não prometo nada... Beijos, e comentem se possível! <3


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