História Estranha Perfeição - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook
Visualizações 1
Palavras 1.374
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!!

Capítulo 3 - Capítulo 3


Jungkook

Mantive o carrinho vermelho no retrovisor. Estava fazendo Jimin me seguir para fora da cidade até um restaurante mexicano que servia uma comida muito boa.

Não queria encontrar ninguém conhecido.

Naquela noite iria ter uma folga do estresse que a minha vida havia se tornado, já que o meu pai não parava de me forçar a ser cada vez melhor. Não sabia o que mais ele queria de mim. Não, isso não era verdade. Eu sabia quais eram os seus planos. Ele esperava que eu me casasse. Mas não com alguém que eu escolhesse. Ele já tinha escolhido a noiva: Hyuna. Durante toda a minha vida, meu pai planejara ligar

os nomes Jeon e Greystone. Sempre esteve de olho no prêmio. Todos os anos, passávamos uma semana no Havaí com os Greystone e ele sempre me incentivava a conhecer Hyuna melhor, a passar tempo com ela. Caramba, nos empurraram tanto um para o outro que acabamos fazendo sexo aos 15 anos. Eu achava que tinha sido o primeiro cara dela até transar com uma menina virgem e me dar conta de que Hyuna havia mentido. Eu era inexperiente naquele ano, mas ela certamente não.

Isso prejudicou a impressão que eu tinha daquela morena bonita. Quanto mais os anos se passavam, mais eu corria feito louco para me afastar dela. Ela era glamorosa, mas tinha garras. Eu sabia que chegaria o dia em que eu me renderia só para deixar o meu pai feliz, mas estava adiando isso o máximo possível. Ou, pelo menos, até Hyuna se mudar para o sul. No momento, ela estava na casa de praia dos pais e o meu pai aproveitava a chance para empurrá-la para mim.

Eu precisava dar um tempo de toda a merda que aparecia quando se é um Jeon e, com sorte, aproveitar aquela coisinha linda que tinha o corpo de um deus e o rosto de um anjo.

Ele pareceu arisca no começo, mas, em seguida, mostrou-se um garoto ousado e despreocupado. Eu não era de evitar convites sexy. Aquele corpo e aqueles imensos olhos acastanhados foram os sinais de que eu precisava. Eu teria uma distração ardente e que não traria futuras preocupações.

A lembrança daquela bunda empinada dentro daquela bermuda apertada que parecia se fundir com sua pele fez com que eu me remexesse no assento para acomodar a minha excitação. Park Jimin era exatamente o que eu precisava naquela noite.

Entrei no estacionamento de cascalho do El Mexicano e parei nos fundos do prédio, para que quem passasse por lá não visse minha caminhonete. Não queria interrupções esta noite. Eu ia transar. Uma transa quente sem compromisso.

Desci da caminhonete e observei Jimin saindo do carro. Estava sem sua cueca por baixo da bermuda preta. Seu membro mantinha o tecido em pé de forma provocante. Caramba, a noite seria boa. Eu estava mais do que certo de que Jimin queria a mesma coisa. Ele só faltou apertar a bunda contra o meu pau depois que eu abri o tanque de gasolina do carro.

Era um garoto que sabia o que estava fazendo... e fazia muito bem.

-Boa escolha. Adoro comida mexicana – disse ela, sorrindo para mim.

Observei os seus quadris balançando conforme ele vinha na minha direção. Estava prestes a cancelar a refeição e seguir direto para o quarto do hotel. Seus cabelos escuros caíam logo em seus olhos o fazendo volta-los ao lugar com passar das mãos. Reparando bem, tive certeza de que seus cílios longos eram cortesia da genética e não de um pacotinho de farmácia. Já deparei com muitos cílios postiços e posso afirmar que aqueles eram reais.

– Que bom – respondi, dando um passo para a frente e repousando a mão em sua cintura para guiá-lo para o restaurante.

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Feitos os pedidos, Jimin tomou um gole de margarita e sorriu para mim.

– E então, Jungkook, o que você faz da vida?

Eu não ia ser sincero sobre isso. Não gostava de dar informação demais sobre a minha vida a um garoto a menos que planejasse mantê-lo por perto.

– Eu trabalho com administração.

Jimin não franziu a testa nem pareceu incomodado por eu ter me desviado da pergunta. Continuou sorrindo e bebendo o seu drinque.

– Você claramente não está pronto para as perguntas difíceis. Mas eu sou bom nisso. Que tal me dizer o que gosta de fazer?

– Eu gosto de jogar golfe, quando tenho tempo, e de levar mulheres/homens lindas/os a restaurantes mexicanos – respondi com um sorriso.

Jimin atirou a cabeça para trás e deu uma risada. Era livre de qualquer inibição. Não estava tentando me impressionar. Isso era reconfortante. Seus olhos brilharam quando ele olhou de novo para mim.

– Qual é o seu maior medo?

Opa. Que mudança estranha de assunto.

– Acho que não tenho nenhum medo.

– Claro que tem. Todo mundo tem – disse ele antes de lamber o sal na borda da taça.

Ele tinha medos? Não parecia.

– De ficar igual ao meu pai – respondi, antes que pudesse me conter.

Era muito para ele saber. Era mais do que eu já havia admitido a alguém.

Uma expressão distante dominou o seu rosto enquanto ele olhava fixamente por cima do meu ombro.

– Que estranho. Meu medo é me transformar na minha mãe.

Seus pequenos olhos acastanhados piscaram rapidamente e um sorriso voltou ao seu rosto. Para onde quer que ele tenha ido, estava de volta. Pensar na mãe não era algo que ele quisesse fazer e eu compreendia isso.

– O que você gosta de fazer? – perguntei, tentando deixar o assunto leve de novo.

– Dançar na chuva, conhecer gente nova, rir, ver filmes da década de 1980 e cantar-respondeu ele, então sorriu para mim antes de tomar mais um gole.

Nessa velocidade, ela ficaria bêbada se não tomasse cuidado.

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Duas margaritas depois, ele estava pressionando os suas mãos em mim e rindo de tudo o que eu falava. Era hora de suspender a bebida. Jimin estava alto no ponto certo. Não o queria completamente bêbado.

– Está pronto para encontrar aquele quarto de hotel e me deixar esquentar a cama para você? – perguntei, sorrindo e deslizando a mão por entre as suas pernas.

Ele paralisou inicialmente, então as abriu para que eu pudesse subir a mão o suficiente para encontrar a umidade na sua bermuda. Ele me desejava tanto quanto eu o desejava.

Essa era a confirmação de que eu precisava. Passei a ponta do dedo pela beirada molhada da bermuda e Jimin estremeceu.

Ele foi ao encontro da minha mão e fechou os olhos, entreabrindo levemente os lábios, com uma expressão deliciosa no olhar.

– É isso que você quer? – sussurrei no ouvido dele enquanto deslizava um dedo para dentro da bermuda, sentindo a tentação quente e úmida, sem barreiras.

– Sim... – ele respondeu, também sussurrando. – Mas só se você prometer que vai me fazer gozar.

Porra. Arranquei a mão do meio das suas pernas e peguei a carteira. Larguei uma nota de cem dólares em cima da mesa. Não tínhamos tempo para esperar pela conta.

Eu queria exatamente o que ele estava prometendo. Quanto o fazê-lo gozar, eu ia garantir que desmaiasse com a quantidade de orgasmos que eu iria proporcionar. Nunca lance um desafio como esse a um Jeon. Iremos sempre além.

No entanto, ele não conseguiria dirigir no estado em que estava. Eu veria uma forma de trazê-lo de volta ao carro depois. Não tinha tempo para pensar nisso agora. Abri a porta da caminhonete e o pus para dentro com mais força do que pretendia. Seus pequenos olhos acastanhados se arregalaram de surpresa e eu parei para recuperar o fôlego e pensar melhor.

Talvez eu não devesse fazer isso. Aquela expressão nervosa nos seus olhos era mesmo inocência? Seu corpo estava me dizendo uma coisa, mas aqueles olhos... diziam outra.

Ele mordeu o lábio inferior. E eu quis sentir o gosto daquela boca.

Não dei a volta até o meu lado. Eu me aproximei dele e fechei a porta atrás de mim.

Minha boca cobriu a dele e deixei o seu sabor tomar conta de mim lentamente. Cada pequeno gemido que saía dos seus lábios pulsava nas minhas veias. Todo o lábio inferior dele vinha ao encontro da minha boca com um apetite inexperiente que estava me deixando louco.

Eu me obriguei a recuar e olhar para os seus olhos semicerrados.

– Tem certeza de que é isso que você quer? Porque, se não tiver, precisamos parar agora.


Notas Finais


Xiiii será que rola?!


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