1. Spirit Fanfics >
  2. Estrela Cadente >
  3. Bakugou

História Estrela Cadente - Capítulo 1


Escrita por:


Capítulo 1 - Bakugou


Fanfic / Fanfiction Estrela Cadente - Capítulo 1 - Bakugou

Bakugou odiava aula de campo, não por que ele não gostasse de sair do colégio, mas por que ele odiava que saia do colégio junto com ele. Sua turma era o que poderia ser descrita como um bando de animais lunáticos, e seu professor não tinha moral para controlar tantos adolescentes que passava o passeio inteiro gritando, o mesmo tinha apresentado a ideia de ir até a construção do que seria o maior porto do país para ensinar geografia e política externa, mas a gritaria estava dando dores de cabeça no Bakugou, o que era uma pena, pois ele realmente estava ansioso para conhecer o porto. Era um dos novos investimentos do seu pai junto com o de alguns lordes, e todos diziam que era grandioso, ele próprio tinha visto o projeto no papel quando seu pai o mostrara e tinha tudo para ser o maior porto do continente, as navegações estavam em todo vapor, todos os dias dezenas de navios entravam e saiam da costa do país, em quer que tivesse o controle disso, ou melhor dizendo lucrasse com isso seria sem dúvida um homem sagaz, Bakugou sorrio discretamente pois sabia que esse homem era seu pai. Mas a sua alegria durou pouco, uns dos seus colegas tentaram discretamente entrar em uma taverna e estavam sendo repreendidos a plenos pulmões pelo professor, Bakugou estava começando a considerar seriamente a sanidade mental dele, pois naquele momento balançando os braços finos de um lado para outro ele realmente estava parecendo um louco. Balançando a resignado, Bakugou decide caminhar um pouco mais, afinal pelos gritos era quase impossível dele perder a sua turma.

Ele observa toda a movimentação, seu pai tinha escolhido um lugar mais afastado do centro da cidade para ter espaço para uma grande construção, mas mesmo estando afastados da cidade as ruelas improvidas estavam cheias de gente, vendedores que iam se estabelecendo improvisadamente em barraquinhas, visitantes curiosos que ver toda aquela bagunça e por fim os trabalhadores que iam de um lado para o outro fazendo todo o trabalho, ele queria descer para a costa e ver a construção mais de perto, porem quando  olhou para trás a procura de sua turma percebeu que estava um pouco afastado  decidiu que era melhor ir de encontro a eles.

Quando ele estava começando a retornar, alguém subitamente tampou a sua boca e pressionou seu pescoço com algo frio, que Bakugou odiava admitir que parecia uma faca. O sequestrador começava a arrastar ele para longe das pessoas, mas nunca que Bakugou iria ser lavado tão facilmente, pois quando se pertencia a aristocracia, principalmente sendo filho de um importante duque, a possibilidade de um atentado era uma preocupação real, por isso que Bakugou treinava desde pequeno para saber se defender. Ele esperou até que o sequestrador afrouxe um pouco a força em sua garganta, o suficiente para que ele torcesse o pulso dele sem ameaçar a integridade de sua garganta, ele deu socos em seus pontos vitais e pegara a faca para si, contudo o sequestrador empunhou uma adaga muito maior com a mãe que não estava quebrada. Ficaram os dois em posição, prontos para atacar, mas Bakugou queria mesmo era fugir, odiava admitir, mas o sequestrador era mais velho e forte que ele, em uma luta mano a mano o outro certamente ganharia, então Bakugou tinha que pensar em outra coisa.

_ Quem mandou você?

Tentou o método de distração, pouco a pouco ele se aproximava mais da costa, pular na água e escapar pela tubulação, não era a melhor das ideias, mas era a opção que tinha. Eles estavam distantes das pessoas, mas ainda existia trabalhadores um pouco próximos, ele pretendia criar uma distração com uma carga perto dele, uma vez solta os produtos iriam cair e chamar a atenção dos trabalhadores isso impediria o seu sequestrador de persegui-lo pelo menos por um momento. Era isso que Bakugou esperava, ele torcia que funcionasse.

_ Eu perguntei quem mandou você seu FILHO DA PUTA?   

_ Non antecedere sine celaverunt, ego mitti te ad Dominus Stain. Tu jam e una vir mortuum. Falou o sequestrador apontando a adaga para ele.

Nesse momento um forte barulho veio por de trás do sequestrador, por reflexo o mesmo olhou na direção do som, Bakugou aproveitou essa oportunidade para executar seu plano, ele correu em direção a uma carga de vinhos, os barris rolaram e bloqueavam o caminho do sequestrador, nessa hora Bakugou pulou no mar. Ele nadou em direção a costa, até que percebeu que uma segunda pessoa pulou no mar também, mesmo levemente desesperado ele foi capaz de perceber que essa pessoa não era seu sequestrador, pela visão periférica conseguir ver os trabalhadores irem em direção a carga que se perdeu e também o seu sequestrador preso entre a multidão, quando finalmente chegou à costa uma mão forte pegou seu pulso, era a segunda pessoa.

_ Rápido, ele vai acalcar você... Disse o outro garoto puxando Bakugou.

_ Quem caralhos e você? Questionou Bakugou, puxando sua mão.

_ Eu vi aquele homem te ameaçando lá em cima, fui eu que fiz aquele barulho com a tora de madeira, olha sei que você não deve confiar em mim, mas eu sei um lugar em que você pode se esconder. Afirmou oferecendo a sua mão de volta para Bakugou.

Era uma péssima ideia, mas antes que Bakugou pudesse pensar em outra coisa o sequestrador conseguir pular no mar e estava nadando em sua direção, ele odiava admitir, mas em um ato de desespero ele simplesmente segui o garoto desconhecido.

O sequestrador chegou em terra e começou a perseguir os dois muito rápido, o garoto desconhecido o arrasava pelo caminho contrário da tubulação que era o plano original de fuga de Bakugou.

_ A gente deveria entrar na tubulação... Disse para o seu companheiro enquanto eles fugiam por entre os trabalhadores, eles estavam a céu aberto a visto do sequestrador que estava chegando cada vez mais perto.

_ A tubulação ainda não está terminada então e um beco sem saída, além do mais e muito escuro lá dentro, eu sei de um lugar melhor para você se esconder, então pode confiar.

_ E você quem é?

Os dois estavam correndo de mãos dadas por entre as pessoas, já tinham chegados nas periferias do porto, cheios de comércios pequenos e improvisados para suprir as necessidades dos trabalhadores. Bakugou odiava não ter o controle da situação, e no presente momento ele estava confiando em uma pessoa desconhecido, só de parar de pensar nesse absurdo o deixava irritado, dessa vez com ele mesmo, como ele podia ter se deixado naquela situação, era um idiota mesmo.

_ Eijirou Kirishima, muito prazer. Respondeu o garoto desconhecido oferecendo para ele um caloroso sorriso, Bakugou ficou desnorteado essa definitivamente a atitude que ele esperava.

Kirishima os guiava por entre os comércios e barraquinhas passando por cima de pessoas e mercadorias, esse cara tinha muita agilidade eles estavam começando a pegar certa distância do sequestrador. Subitamente o Kirishima os puxou para um beco e o empurrou para dentro de um comercio... Comercio não latrina (Banheiro Público), eles continuaram correndo por entre as pessoas, o cheiro podre e a visão de pessoas fazendo suas necessidades quase o fez desejar ser sequestrado, o de Bakugou punho começou a serrar, pois se o garoto estava sugerindo aquele lugar como esconderijo ele definitivamente iria socar a cara do Kirishima.

Felizmente, para a cara do garoto, eles saíram pelas portas dos fundos e subiram uma ladeira bastante inclinada, ambos os garotos estavam claramente cansados pela corrida respirando ambos pesadamente, mas nenhum dos dois diminuiu o ritmo. Quando finalmente chegaram no topo, Bakugou conseguiu enxergas diversos pedregulhos na praia, o Kirishima continuou o puxando apontando para uma pequena gruta nas pedras quando finalmente chegaram no esconderijo ambos desabaram no chão, mesmo morto de cansaço Bakugou espiou fora da gruta, não havia sinais do sequestrador.

_ Eiii, cara...

_ Sim? Perguntou Bakugou ainda olhando para fora, caso o sequestrador os achasse.

_ Você poderia soltar a minha mão, você é bem forte e minha mão está começando a ficar dormente.

Bakugou olhou para a sua mão, apertando a do garoto, ele a puxou rapidamente e escondeu em seus bolsos, com vergonha retornou a olhar para fora.

_ Quem é aquele cara? Perguntou Kirishima.

_ Você acha que eu sei? Perguntou Bakugou irritado, aquele homem tinha o tentado matar e o perseguido, o homem tinha falado que queria Bakugou vivo o que significava que alguém tinha dado o comando.

QUE RAIVA.

Não saber das coisas era irritante.

Bakugou precisava chegar o mais rápido possível em casa, precisava relatar o ocorrido ao seu pai. A essa hora sua turma e professor já deveria ter notado sua falta, ele imaginou que eles poderiam ter chamado as autoridades, mas mesmo assim Bakugou não poderia relaxar, ainda sim muito provavelmente o sequestrador ainda estava por perto procurando por ele, Bakugou tinha que pensar em um jeito de fugir sem ser visto.

De repente uma ideia veio em sua mente, disfarce!

Nesse momento ele deixou de olhar para o lado de fora, e focou sua atenção no garoto ao seu lado. Suas roupas eram esfarrapadas e sujas, muito parecida com pano de chão, além disso eram ridiculamente finas por baixo da blusa de linho dava para ver todo o peitoral do garoto, era quase a mesma coisa que ele estar sem camisa. Meio envergonhado para onde estava olhando ele tentou focar em seu rosto, o seu companheiro estava sentado olhando para o mar, a brisa fresca balançava seus cabelos ruivos desgrenhados o que combinava com seus olhos vermelhos escarlate, em um deles tinha uma pequena cicatriz. Mas sem dúvida a característica mais marcante era o sorriso, foi isso o que tinha desnorteado Bakugou antes, o amplo sorriso que Kirishima tinha lhe oferecido no meio da perseguição...

No meio dos seus devaneios Kirishima volta a seu olhar para o outro garoto, Bakugou e pego encarando o rosto, para tentar disfarçar o leve rubro de vergonha Bakugou faz cara de irritação, o que deixa Kirishima confuso.

_ O que você tem? Está com uma cara estranha. Constata Kirishima.

_ Estou pensado Porra. Responde Bakugou de prontidão.

Kirishima sorri com o comentário do loiro.

_ Pois saiba que você faz uma cara engraçada quando está pensando.

Bakugou tem vontade de gritar dizendo que isso e uma mentira, mas ele está mais preocupado em mudar de assunto, então volta a olhar para o lado de fora e conta seu plano para o ruivo.

_ Estou pensando em uma maneira de escaparmos, o sequestrador ainda deve estar nos procurando então pensei que a gente poderia se disfarçar para tentar sair sem ser percebido. Você topa mudar de roupa comigo? Me vestido como um civil eu posso passar sem ser percebido e você...

_ Tudo bem. Disse Kirishima já jogando a camisa na cara do Bakugou.

Bakugou ficou irritado com a atitude, mas quando virou a cara para xingar o companheiro e viu que o ruivo estava tirando as calças decidiu desviar o olhar e deixar a ofensa para depois, Ele tinha muito mais coisa para explicar, trocando de roupa com o ruivo ele poderia se passar por um simples trabalhador, e trocaria de lugar como lorde com o ruivo, mas o mesmo não tinha dado tempo de explicar o plano, sem mesmo contestara o pedido inusitado. Desnorteado pela atitude pouco comum Bakugou começou a tirar suas roupas, mas permanecendo de costa.

A aristocracia tinha bastante etiquetas sobre as vestimentas, então tinha bem mais do que duas peças de roupas, o que fez com que Bakugou demorasse um tempo para se despir.

_ Vista só a camiseta e a calça, deixe o colete e os outros acessórios de lado assim você vai caminhar como alguém da baixa nobreza e chamaremos menos atenção.

Bakugou terminou de se vestir, a roupa de Kirishima estava impregnada de sujeira e por conta disso pinicava um pouco em contato com a pele o cheiro que vinha desses trapos também não era dos melhores, mas pelo menos Bakugou ficaria irreconhecível.

_ Você está pronto?

Bakugou tinha medo de que Kirishima ainda estivesse seminu mesmo tendo certeza ele tinha tempo suficiente.

_ Sim.

Mas quando olhou Kirishima estava mesmo seminu, da cintura para cima.

_ Onde está a camiseta?

_ Você vai usar como bandana para cobrir seu cabelo, esse cabelo loiro espetado e bem chamativo.

Kirishima esperou a reação do loiro, como não teve objeções seguiu em frente arrancou as mangas da camiseta e cobriu o cabelo e parte do rosto do loiro. Bakugou ficou parado feito uma estátua, não fez isso conscientemente e claro, mas assim que a ponta dos dedos de Kirishima tocou a sua fase ele involuntariamente fechou os olhos, mesmo de olhos fechados ele ouviu Krishima suspirar, e pela proximidade a sua respiração quente atingiu o rosto de Bakugou como um raio, causando arrepios por todo o corpo, ele foi abrindo os olhos devagar, quase como se não quisesse que esse momento acabasse, finalmente abriu os olhos se deparo com o rosto do Kirishima todo vermelho, o rubro combinado com o seu cabelo ruivo o deixava parecendo um tomate.

A ideia o fez sorrir.

A atitude repentina deixou Kirishima confuso, o que fez Bakugou sorrir ainda mais, agora era ele que estava com uma cara engraçada.

_ Vamos. Disse Bakugou.

Ambos seguiram lado a lado, Bakugou permaneceu com a cabeça baixar ele também pegou um pouco de areia para sujar a cara. Ele ainda tinha consigo a faca que tinha pegado do sequestrado então usaria em caso de emergência, mesmo estava focando com a visão no chão ele estava atento a qualquer movimentação estranha.

_ Você mora aqui? Questionou Bakugou.

_ Sim, sou empregado de Lorde Mcland trabalho no porto a mando dele.

Bakugou não pode evitar fazer careta, Lorde Mcland era de longe um dos nobres mais nojentos e hipócritas que ele já tinha conhecido, e olha que dentro da aristocracia era só esse tipo que existia. Mas Mcland se destacava, ele não respeitava qualquer um que estivesse a baixo dele e os que estivessem acima ele usava apenas por interesse, já se envolveu em diversos escândalos de calão sexual e violência, e era de conhecimento em todo o país que ele maltratava sem empregados, muitos não aguentavam e pediam demissão ou morriam em meio a suas punições os únicos que ainda trabalhavam para ele eram obrigados por meio de dividas e chantagens, Bakugou teve pena de Kirishima, e ele realmente esperava que ele fosse um caso a parte que não sofresse das crueldades de Lorde Nathan, por um momento ele desejou perguntar se o ruivo estava bem, mas achou isso invasão de privacidade então guardou o comentário para si.

_ Então você cresceu por aqui? A propriedade de Lorde Nathan sempre foi perto do litoral.

Bakugou retornou o assunto, ambos estavam chegando perto das vesdas, e ele queria saber se Kirishima conhecia um caminho mais rápido para fora daquele lugar.

_ Sim, nasci e cresci na praia. Adoro isso sabe, a visão do nascer e pôr do sol todos os dias, e a brisa salgada do mar me revigorando enquanto trabalho. Confessou Kirishima sorrindo.

Bakugou ficou desnorteado novamente, em parte por kirishima ter dado uma resposta que ele não esperava em parte pelo sorrido radiante que o ruivo lhe ofereceu, não tinha motivo algum para ele sorrir era apenas uma resposta boba e pragmática, mas mesmo assim Kirishima não parava de sorrir.

Levou um tempo para Bakugou lembrar do seu objetivo original, ele desviou o olhar e retornou a examinar o ambiente ao redor, não havia sinal do sequestrador e ambos os garotos tomaram o cuidado de não ficaram pertos de lugares vazios ou onde pudessem ser encurralados.

_ Sim... Que bom para você. Então presumo você deva conhecer tudo por aqui, conhece um caminho mais rápido para chagarmos ao centro, ao melhor alguma carruagem de aluguel.

Se eles conseguissem chegar ao centro de veículo de não a pé seria muito melhor.

_ Centro? Pensei que você queria voltar para o colégio, não está mais perto?

_ Sim, realmente o colégio fica mais perto do porto, mas eu penso que o sequestrador esteja me esperando lá. Quero falar diretamente com meu pai, lá estarei mais seguro e ele saberá o que fazer.

_ Você é esperto, Gostei!

_ Você sabe ou não, idiota?

Os comentários inoportunos daquele garoto estavam começando a irritar Bakugou, será se ele não via a gravidade da situação. Não era só pela segurança de Bakugou que estava em risco, mas a de Kirishima também, se fossem pegos ele seria testemunha e muito provavelmente seria morto pelo sequestrador, mas mesmo assim Kirishima permanecia com aquela expressão calma e sorriso irritante no rosto.

_ Não tem carruagem de aluguel, mas tem o Zé Ivan ele transporta pessoas para o centro. O que acha?

_ Certo, vamos.

Afinal era a melhor opção que ele tinha.

Quinze minutos depois Bakugou estava devidamente sentado em seu lugar Kirishima ao seu lado e uma galinha descansando em seu colo, era uma carroça de madeira simples puxada por um burro dois burros velhos e um senhor mais velho ainda, tinha ainda mais umas sete pessoas espremida no meio de um amontoado de coisas e animais. Toda a situação irritara muito Bakugou no início, era revoltante a precariedade do meio de transporte daquelas pessoas, era sujo e perigoso, ele teria continuado a pensar em coisas revoltantes até a galinha filha da puta começar a gritar, parecia o prelúdio dos fins dos tempos. O escândalo era tanto que ocupou todo o espaço da mente de Bakugou e ele esqueceu de todas as coisas irritantes, Kirishima vendo que o loiro estava preste a esganar o bicho o pegou para si e o acalmou em seu colo, quando finalmente o silencia voltou Bakugou estava tão grato que nem ousou em reclamar de mais nada.

Eles tinham acabado de chegar ao centro, as grandes e movimentadas avenidas já davam uma dimensão da cidade, mais alguns minutos e ele chegaria em casa.

_ Aonde você vai ficar? Sussurrou Kirishima ao seu lado.

_ Na propriedade Crepitus.

_ Que maneiro cara, então você trabalha para o Duque Bakugou. Fico feliz, ouvi dizer que eles são bons patrões... Respondeu Kirishima com um olhar distante.

Bakugou olhou para Kirishima confuso, esse tempo todo ele não sabia quem ele era. Como era possível que alguém naquele país não soubesse quem era a família Bakugou? Quando aceitou a ajuda de Kirishima, ele acreditou que o estava ajudando por ser um Lorde e que sua boa ação seria recompensada, era isso o que todos faziam, mesmo destro da aristocracia sempre se aproximavam por Bakugou por interesse. Bakugou olhou fixamente para o rosto de Kirishima, seria mesmo possível que aquele garoto tinha arriscado sua vida sem tem nenhum interesse a mais.

_ Por que você me ajudou? Bakugou teve que perguntar.

_ Você ainda pergunta? Aquele cara estava fazendo uma grande covardia, um homem adulto se aproveitado da força com um adolescente, não interessa se ele queria te matar ou não, aquele idiota definitivamente não era um homem de honra.

_ E você decidiu se meter no meio de uma briga, só por que um cara parecia um idiota.

Bakugou começou a ficar confuso, forçando seu cérebro para tentar entender a lógica deturpada da mente de Kirishima.

_ Mas é claro, e o que verdadeiro homens fariam, não deixam injustiça aconteçam em sua frente. Devolveu Kirishima com o rosto seria.

Okay, agora Bakugou sabia que Kirishima era definitivamente um idiota, mas um idiota com forte princípios morais, Kirishima continuou olhando sério para o loiro o que fez com que Bakugou sustentasse seu olhar também no rosto do ruivo. Kirishima não era como ninguém que ele conhecia, o que atiçou a curiosidade de Bakugou, ele queria saber mais sobre esse garoto peculiar e idiota.

Mas justo quando Bakugou iria perguntar mais coisa, a carroça finalmente chegou em seus destinos e ambos tiveram que se despedir. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...