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História Estrelas e Corações - Spinel X Steven. - Capítulo 5


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Capítulo 5 - Capítulo Dois - Quem é ela?!


Fanfic / Fanfiction Estrelas e Corações - Spinel X Steven. - Capítulo 5 - Capítulo Dois - Quem é ela?!

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Uma Semana Depois.

Steven estava sentado sobre seu sofá, carregando o controle em suas mãos e assistindo um desenho aleatório. Normalmente, naquela hora da noite apenas passavam desenhos adultos ou animes de terror, ou filmes normais, tendo em mente que já nenhuma criança estivesse acordada ás 2:20 da manhã. 
Ele verdadeiramente se perguntava em quando as coisas tinham ficado daquele jeito, ele não sabia se ficava nervoso, triste, com dor ou.. sei lá, mas por essa indecisão do garoto.. ele não sentia nada em específico. Será que ele estava fazendo drama demais com aquilo tudo?

Ele se levantou, e olhou ao redor. A sala era grande, com um espaço de até a cozinha e uma visão deslumbrante da cidade de Fukuoka, onde ele cresceu, apesar de ter nascido em Beach City, nos Estados Unidos. Ele não sabia de nada em geral, apenas sabia que por algum motivo sua mãe se mudou para lá, conheceu seu pai e depois faleceu dando a luz á Steven, e seu pai tentando afogar sua tristeza, se mudou para o Japão. Algo pelo o garoto era extremamente grato.

Do outro lado, tinha uma parede branca com uma porta de vidro que leva para um corredor com um banheiro, uma sala com itens de limpeza e o quarto do garoto. Tudo era bem grande, graças a grande herança que sua mãe deixou para ele e seu pai. Mas mesmo assim, ele tinha um emprego de meio período que ajudava ele a pagar as contas e comprar sua comida. Ele lenta,ente levou sua atenção ao laptop no sofá, lá estava a página do Twitter do garoto, com uma pequena aba de mensagens, era claro de ver que ele falava com alguém ali.

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"宇宙/ Universo: Eiriasu, ashita hōkago issho ni dekaketai?(Aliás, quer sair comigo depois das aulas amanhã?)"

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"マヘシュワランベ/Maheswaran Bae: Sutībun, sumimasen ga, ashita dareka ni aimasu.(Desculpe Steven, já vou sair com alguém amanhã.)"
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Ele suspirou e deitou sua cabeça no sofá enquanto dava um grunhido claro de chateação. Até que ele do nada sentiu como se algo tivesse posto a mão em seu ombro, como se.. tivesse o confortando apesar de ter apenas dado frio na barriga do garoto. Ele levantou sua cabeça e percebeu que  no final do corredor tinha uma boneca de pelúcia sua de pé na porta de seu quarto, que estava aberta.

Era uma pelúcia de fêmea Mimikyu, tendo noção que o final de sua cauda tinha um formato de coração, ao invés de ser reta como um de um Mimikyu macho. Ele adorava aquele pokémon, sua história era triste de fato, o que apenas o dava ainda mais vontade de abraçar aquela pelúcia, que agora estava apenas o deixando com medo. Diz a pokédex, que os Mimikyu imitam sua aparência á de um Pikachu para serem aceitos pelos treinadores, já que sua aparência real é tão assustadora que pode matar um ser humano.

"Ei amiguinho..como você..foi parar aí?"

Ele disse, andando até a pelúcia e a pegando lentamente. Ela estava fria e levemente marcada de sangue em algumas partes, nesse ponto, até os cabelos das partes mais obscenas do menino estavam arrepiadas de medo. Ele respirou fundo e andou até seu quarto e pôs de volta na prateleira, na qual tinha mais pelúcias de pokémon, mas por algum motivo elas estavam arrumadas, tendo em mente que antes estavam bem bagunçadas e empoeiradas.

"Uh... que..huff, eu devo ter arrumado um dia desses e não me lembrei.." Ele disse para si mesmo, voltando para sala lentamente, ele de fato estava se sentindo observado por algo mas não sabia dizer quem era, já que ele morava sozinho faz dois anos inteiros. Ele foi para a sala á passos silenciosos, seu acerto? não ter virado para trás. Assim ele não teria olhado aquele par de olhos rosa escarlate escuro com a esclera de cor negra o observando da sala de itens de limpeza, e por qualquer motivo, assim que Steven Saiu, aqueles olhos pareceram.. tristes.

Steven voltou para o sofá e se enrrolou em seu cobertor, pronto para dormir, o que funcionou, se alguém chamar um cochilo de 14 minutos de dormir.

- 3:00 AM -

"AUCH! droga..." Um alto estrono veio do quarto do menino, um uma voz feminina e claramente irritada vindo em seguida, o que fez acordar. Ele olhou o relógio e achava que por algum motivo sua tia Shinju, tinha vindo o visitar aquela hora da manhã, mas mesmo assim ele decidiu checar.
Com passos lentos e silenciosos, ele foi até o quarto, enquanto aquela menina desconhecida em seu quarto repetia algumas palavras como "merda", ou "droga", claramente arrependida de algo.
Ao chegar no quarto, ele se deparou com seu criado mudo no chão, com as coisas em cima dele quebradas e bagunçadas, e uma garota no chão, tentando consertar a bagunça e com a testa vermelha como se tivesse batido em algo. O detalhe mais assustador? Ela não tinha pernas. Ela tinha apenas o seu tronco e seus braços, sua pele branca e manchada de um sangue velho em algumas partes. Ela utilizava uma regata rosa, mas tão suja e manchada de sangue que ficou em uma cor de rosa bem escuro. Ela estava rasgada como se alguma coisa tivesse cortado, os olhos da menina eram negros com as íris de cor rosa fucsia, a mesma cor na maior parte de seu cabelo bagunçado e preso em duas marias-chiquinhas. O seu cabelo tinha um degrade de branco, rosa fucsia e preto em algums partes, o que o lemrava de uma Não-Esqueças-De-Mim lentamente morrendo.

"Uhhhhh... Oi?" Ela disse, dando um sorriso nervoso, enquanto o garoto arranjava alguma coragem dentro de si pra sair correndo. Ele estava em total pânico, algo que até a pessoa mais idiota do mundo poderia dizer.

"Pff- Você devia ver sua ca--" Ela foi cortada com o garoto fechando a porta de uma vez.

"Puta que pariu" Ele logo depois pôs uma mão em sua boca, com tanta força que acidentalmente se estapeou. Ele deu um baixo grunhido de dor e logo arregalou seus olhos ao escutar alguém batendo na porta, no caso, a garota.

"EI! eu tô morta mas isso não te dá o direito de ser um cuzão comigo!" Ele se arrepiou por inteiro. "É o que?! do nada uma menina aparece no meu quarto sem a metade do corpo?! E AINDA POR CIMA ELA DIZ QUE MORREU?!"

O corpo atrás do quarto do garoto continuava a reclamar, dizendo pra ele abrir a porta, até que eventualmente desistiu, enquanto o menino continuava surtando em seus pensamentos ali, até que ele eventualmente largou a maçaneta, trancou a porta e correu para o sofá, se enrolando enquanto se forçava a dormir ali mesmo. Não se esquecendo de ir na cozinha pegar um pacote de sal grosso e ligar todas as luzes da casa.



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