História Estrelas, você, eu, nós - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Haechan, Mark
Tags Fluffy, Markhyuck, Nct 127, Nct Dream, Psicoarctic, Romance, Yaoi
Visualizações 92
Palavras 339
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


parabéns amor da minha vida inteira, eu te enchi de fanfics o ano inteiro, e como é seu aniversário eu não poderia ignorar hoje também.
Ainda tem uma fanfic MUITO maior para eu dar para você, mas acho que hoje, ela não sai.
Ana, ou qualquer um que esteja lendo, espero que goste!
anaedro as markhyuck.

Capítulo 1 - Capítulo único.


Mark era um falso narcisista.

Em noites como aquela, quando o silêncio no quarto era grande ao ponto de conseguirem ouvir as conversas da rua e o breu ser tão profundo ao ponto de néon conseguir iluminar o ambiente, Donghyuck gostava de olhar nos olhos de Mark e segurar suas mãos. 

Eles eram brilhantes como um céu repleto de estrelas, mesmo que fosse difícil observar isso nos dias atuais, o mais novo ainda conseguia sentir que tocaria Marte caso chegasse mais pert. As mãos eram quentes como o calor do sol, como a proteção que ele parecia lhe passar todos os dias, horas e segundos, e Mark sorria bonito. 

Mark sorria tão bonito quanto qualquer coisa que fazia; era o jeito que semblante alegre se moldava no rosto, como ele falava doce quando sincero, quando ele se dedicava ao que amava, quando ele escrevia o simples do mais belo ou do mais feio. Tudo que Mark Lee fazia era estonteante e parecia ganhar vida na cabeça de Donghyuck, como mágica, e lhe dava ânimo para conseguir pelo menos sobreviver mais um dia.

Lee Donghyuck se perdia viajando em cada constelação de Mark, em cada pedacinho do seu mais profundo mar, nas partes boas, ruins, inúteis e bobas, e nunca parecia cansar, e certamente não iria. Era seu porto seguro, o peito onde poderia descansar, a melodia mais bela do mundo que poderia ouvir, Mark Lee era quase perfeito.

O mais novo acreditava que um dia ele poderia mover mundos, assim como move o seu e faz seu coração bater tão forte. 

Sua vontade de rir era grande quando o americano perguntava o que ele tanto olhava ou sentia quando lhe pegava desprevenido, ali no escuro e no silêncio e Donghyuck respondia sem hesitar que ele era incrível, e que o amava muito. Mark sempre respondia que sabia, com aquele tom de voz egocêntrico e risonho, muito belo. 

Mark Lee entretanto nunca teria noção da sua perfeição por ela ser tão abundante quanto o amor de Donghyuck, que ele também nunca conseguiria medir.


Notas Finais


eu te amo.


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